1o Ano Ecologia Ii

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1o Ano Ecologia Ii

  1. 1. BIOMAS For al St udi o A São as grandes formações vegetais encontradas nos diferentes continentes e devido principalmente aos fatores climáticos (temperatura e umidade) relacionados à latitude. No século passado, muito antes do uso de satélites, os exploradores começaram a notar que grandes regiões da Terra possuíam vegetação semelhante, e que eram determinadas pelo clima (em especial temperatura e pluviosidade) mesmo em continentes diferentes. Começaram então a surgir classificações das grandes formações vegetais ou biomas da terra. ௨
  2. 2. BIOMAS For al St udi o A Na imagem da biosfera mostrada a seguir, as variações de cor nos continentes (entre amarelo claro e verde escuro) indicam a produtividade dos diferentes ambientes terrestre. As partes mais claras indicam a presença de regiões desérticas, com pouca ou nenhuma vegetação (ou seja, pouca ou nenhuma produtividade). Como exemplos, veja, da esquerda para a direita, o grande deserto central da Austrália, na Oceania, o deserto de Atacama no sudoeste da América do Sul e o deserto do Saara no norte da África. No outro extremo, estão as partes mais escuras, cobertas por vegetação densa (altamente produtivas). Bons exemplos são as florestas tropicais do norte da América do Sul, do centro da África e do sudeste asiático, bem como as florestas temperadas altamente produtivas do sudeste da América do Norte. ௩
  3. 3. 3 BIOMAS For al St udi o A
  4. 4. BIOMAS For al St udi o A TUNDRA Entre linha de árvores (taiga) e linha de neve eterna, acima do círculo polar; temperaturas muito baixas quase o ano todo; estação de crescimento curta (verão). Altas latitudes (especialmente hemisfério norte) e altitudes; solo congelado o ano todo ou a maior parte do ano. Sem árvores - só ervas, líquens e musgos. Maioria dos animais (aves insetívoras, lebres, caribus, lobos, raposas) hiberna ou migra. 4
  5. 5. BIOMAS For al St udi o A FLORESTA TEMPERADA Zonas temperadas com invernos frios e verões mais longos. Maioria das árvores caducifólias (tons vermelhos e amarelos no outono). Fauna semelhante à da taiga, mas com porcos, esquilos e outros, além de algumas aves granívoras e frugívoras. 5
  6. 6. BIOMAS For al St udi o A FLORESTA TROPICAL Climas úmidos e quentes, com estações chuvosas longas. Vegetação perenifólia, complexa, com grande estratificação (emergentes, dossel, sub-bosque). Fauna muito diversificada em espécies e hábitos; grandes mamíferos são raros. 6
  7. 7. BIOMAS For al St udi o A DESERTO Climas quentes e secos, chuvas extremamente raras; grandes variações diárias de temperatura. Arbustos caducifólios, cactos e suculentas. Fauna com muitos répteis e poucos mamíferos e aves (maioria escavadora). 7
  8. 8. BIOMAS For al St udi o A TAIGA OU FLORESTA BOREAL Latitudes altas (especialmente hemisfério norte), abaixo da tundra. Maioria das árvores perenes com folhas em forma de agulha, poucas com folhas largas (caducifólias). Inverno muito frio, verão curto, porém mais longo que na tundra. Muitos insetos, aproveitados por aves migratórias para alimentar filhotes. Aves insetívoras ou predadoras, cervos, ursos, lobo, raposas, gatos. 8
  9. 9. BIOMAS For al St udi o A CAMPOS DE GRAMINEAS (PRADARIA E ESTEPE) Climas temperados secos e/ou sazonais. Fogo é freqüente. Predominam gramíneas; alguns arbustos e nenhuma árvore. Fauna de ungulados pastadores, carnívoros grandes, lebres e aves terrestres. 9
  10. 10. BIOMAS For al St udi o A SAVANA TROPICAL Climas quentes, mas com estação seca longa (chuvas muito concentradas no tempo). Muitas gramíneas, muitos arbustos e poucas árvores (baixas e com troncos retorcidos no cerrado). Fogo é freqüente. Na África, muitos mamíferos grandes pastadores, vários carnívoros; na América do Sul, são raros mamíferos pastadores, ao passo que formigas e cupins têm grande importância. 10
  11. 11. 11 BIOMAS For al St udi o A
  12. 12. 12 BIOMAS For al St udi o A
  13. 13. BIOMAS BRASILEIROS For al St udi o A BIOMAS TERRESTRES Amazônia - ocupa uma área de 4.196.943 Km² e 49,29% do território nacional e que é constituída principalmente por uma floresta tropical.[1] A Amazônia ocupa a totalidade dos territórios do Acre, Amapá, Amazonas, Pará e Roraima, e parte do território do Maranhão (34%), Mato Grosso (54%), Rondônia (98,8%) e Tocantins (9%).[2] A Amazônia é formada por distintos ecossistemas como florestas densas de terra firme, florestas estacionais, florestas de igapó, campos alagados, várzeas, savanas, refúgios montanhosos e formações pioneiras. 13
  14. 14. BIOMAS BRASILEIROS For al St udi o A BIOMAS TERRESTRES Cerrado - ocupa uma área de 2.036.448, correspondente a 23,92% do território e que é constituído principalmente por savanas.[1] [4] O Cerrado ocupa a totalidade do Distrito Federal e parte do território dos estados da Bahia (27%), Goiás (97%), Maranhão (65%), Mato Grosso (39%), Mato Grosso do Sul (61%), Minas Gerais (57%), Paraná (2%), Piauí (37%), Rondônia (0,2%), São Paulo (32%) e Tocantins (91%) 14
  15. 15. BIOMAS BRASILEIROS For al St udi o A BIOMAS TERRESTRES Mata Atlântica - ocupa uma área de 86.289 Km² e 13,04% do território nacional e que é constituída principalmente por mata ao longo da costa litorânea que vai do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. A Mata Atlântica ocupa a totalidade dos território do Espírito Santo, Rio de Janeiro e Santa Catarina, e parte do território do estado de Alagoas (52%), Bahia (19%), Goiás (3%), Mato Grosso do Sul (14%), Minas Gerais (41%), Paraíba (8%), Paraná (98%), Pernambuco (17%), Rio Grande do Norte (5%), Rio Grande do Sul (37%), São Paulo (68%) e Sergipe (51%). A Mata Atlântica apresenta uma variedade de formações, engloba um diversificado conjunto de ecossistemas florestais com estruturase composições florísticas bastante diferenciadas, acompanhando as características climáticas da região onde ocorre, tendo como elemento comum a exposição aos ventos úmidos que sopram do oceano. 15
  16. 16. BIOMAS BRASILEIROS For al St udi o A BIOMAS TERRESTRES Pampa - que também é chamado de Campos do Sul ou Campos Sulinos ocupa uma área de 176.496 Km² correspondente a 2,07% do território nacional e que é constituído principalmente por vegetação campestre.] No Brasil o Pampa só esta presente do estado do Rio Grande do Sul, ocupando 63% do território gaúcho. O Bioma caracteriza-se pela grande riqueza de espécies herbáceas e várias tipologias campestres, compondo em algumas regiões, ambientes integrados com a floresta de araucária. 16
  17. 17. BIOMAS BRASILEIROS For al St udi o A BIOMAS MARINHOS O bioma marinho do Brasil situa-se sobre a "Zona Marinha do Brasil" e apresenta diversos ecossistemas. – A "Zona Marinha do Brasil" é o biótopo da Plataforma continental que apresenta largura variável, com cerca de 80 milhas náuticas, no Amapá, e 160 milhas náuticas, na foz do rio Amazonas, reduzindo-se para 20 a 30 milhas náuticas, na região Nordeste, onde é constituída, basicamente, por fundos irregulares, com formações de algas calcárias. A partir do Rio de Janeiro, na direção sul, a plataforma volta a se alargar, formando extensos fundos cobertos de areia e lama. – A Zona Costeira Brasileira é uma unidade territorial, definida em legislação para efeitos de gestão ambiental, que se estende por 17 estados e acomoda mais de 400 municípios distribuídos do norte equatorial ao sul temperado do País. É um conceito geopolítico que não tem nenhuma relação com a classificação feita pela ecologia. A Zona Costeira Brasileira tem como aspectos distintivos em sua longa extensão através de diferentes biomas que chegam até o litoral, o bioma da Amazônia, o bioma da Caatinga e bioma da Mata Atlântica. Esses biomas com grande variedade de espécies e de ecossistemas, abrangem mais de 8.500 km de costa litorânea. 17
  18. 18. RELAÇÕES ECOLÓGICAS For al St udi o A Nas comunidades bióticas dentro de um ecossistema encontram-se várias formas de interações entre os seres vivos que as formam, denominadas relações ecológicas ou interações biológicas Essas relações se diferenciam pelos tipos de dependência que os organismos mantêm entre si. Algumas dessas interações se caracterizam pelo benefício mútuo de ambos os seres vivos, ou de apenas um deles, sem o prejuízo do outro. Essas relações são denominadas harmônicas ou positivas. Outras formas de interações são caracterizadas pelo prejuízo de um de seus participantes em benefício do outro. Esses tipos de relações recebem o nome de desarmônicas ou negativas. 18
  19. 19. RELAÇÕES INTRA- ESPECÍFICAS For al St udi o A HARMÔNICAS SOCIEDADES As sociedades são associações entre indivíduos da mesma espécie, organizados de um modo cooperativo e não ligados anatomicamente. Os indivíduos componentes de uma sociedade, denominados sociais, colaboram com a sociedade em que estão integrados graças aos estímulos recíprocos entre os sociais que estejam participando daquela sociedade. Em todas as sociedades sempre observamos a existência de hierarquia, uma divisão de funções para cada membro participante da sociedade, o que gera indivíduos especialistas em determinadas funções dentro da sociedade o que aumenta a eficiência do conjunto e sobrevivência da espécie, a ponto de os animais serem adaptados na estrutura do corpo às funções que realizam, por exemplo: formigas-soldados são maiores e possuem mais veneno (mais ácido fórmico) que as formigas-operárias; a abelha-raínha é grande e põe ovos, enquanto que as abelhas operárias são menores e não põem ovos. 19
  20. 20. RELAÇÕES INTRA- ESPECÍFICAS For al St udi o A HARMÔNICAS COLÔNIAS Uma colônia é o agrupamento de indivíduos da mesma espécie ligados anatomicamente uns aos outros e com interdependência fisiológica. A principal característica das colônias é que é impossível a sobrevivência de um indivíduo se por acaso ele for isolado do conjunto que constitui a colônia. Nas colônias pode ou não ocorrer divisão do trabalho. Quando as colônias são constituídas por organismos que apresentam a mesma forma, não ocorre divisão de trabalho, todos os indivíduos são iguais e executam todos eles as mesmas funções vitais, nesses casos as colônias são denominadas colônias isomorfas como as colônias de corais. Quando as colônias são constituídas por indivíduos com formas e funções distintas ocorre uma divisão de trabalhos, então essas colônias são denominadas colônias heteromorfas. 20
  21. 21. RELAÇÕES INTRA- ESPECÍFICAS For al St udi o A HARMÔNICAS Colônias Um exemplo é o celenterado da espécie Physalia physalis, popularmente conhecida por “caravela”, que formam colônias com indivíduos especializados na proteção e defesa os chamados dactilozóides, indivíduos especializados na reprodução os chamados gonozóides, indivíduos especializados em natação os chamados nectozóides, indivíduos especializados na flutuação os chamados pneumozóides, e indivíduos especializados em digestão os chamados gastrozóides, cada qual desempenhando funções diferentes no conjunto que é a colônia. 21
  22. 22. RELAÇÕES INTER- ESPECÍFICAS For al St udi o A HARMÔNICAS SIMBIOSE OU MUTUALISMO A simbiose ou mutualismo é uma relação entre indivíduos de espécies diferentes, onde as duas espécies envolvidas são beneficiadas e a associação é obrigatória para a sobrevivência de ambas. Um bom exemplo desta relação costumava ser a associação de algas e fungos formando os líquenes, porem estudos recentes vêm classificando esse tipo de relação como um parasitismo controlado, uma vez que foi evidenciada uma estrutura do fungo chamada apreensório, que possui a função de agarrar a alga. Essa estrutura é comum em parasitas. Outro exemplo é a relação entre os cupins e a triconinfa. Os cupins, ao comerem a madeira, não conseguem digerir a celulose, mas em seu intestino vivem os protozoários, capazes de digeri-la. Os protozoários, ao digerirem a celulose, permitem que os cupins aproveitem essa substância como alimento. Dessa forma, os cupins atuam como fonte indireta de alimentos e como “residência” para os protozoários. 22
  23. 23. RELAÇÕES INTER- ESPECÍFICAS For al St udi o A HARMÔNICAS SIMBIOSE OU MUTUALISMO A simbiose ou mutualismo é uma relação entre indivíduos de espécies diferentes, onde as duas espécies envolvidas são beneficiadas e a associação é obrigatória para a sobrevivência de ambas. Um bom exemplo desta relação costumava ser a associação de algas e fungos formando os líquenes, porem estudos recentes vêm classificando esse tipo de relação como um parasitismo controlado, uma vez que foi evidenciada uma estrutura do fungo chamada apreensório, que possui a função de agarrar a alga. Essa estrutura é comum em parasitas. Outro exemplo é a relação entre os cupins e a triconinfa. Os cupins, ao comerem a madeira, não conseguem digerir a celulose, mas em seu intestino vivem os protozoários, capazes de digeri-la. Os protozoários, ao digerirem a celulose, permitem que os cupins aproveitem essa substância como alimento. Dessa forma, os cupins atuam como fonte indireta de alimentos e como “residência” para os protozoários. 23
  24. 24. RELAÇÕES INTER- ESPECÍFICAS For al St udi o A HARMÔNICAS Simbiose ou Mutualismo 24
  25. 25. RELAÇÕES INTER- ESPECÍFICAS For al St udi o A HARMÔNICAS PROTOCOOPERAÇÃO Na protocooperação, embora as duas espécies envolvidas sejam beneficiadas, elas podem viver de modo independente, sem que isso as prejudique. Um dos mais conhecidos exemplos de protocooperação é a associação entre a anêmona-do-mar e o paguro, um crustáceo semelhante ao caranguejo, também conhecido como bernardo-eremita ou ermitão. O paguro tem o corpo mole e costuma ocupar o interior de conchas abandonadas de gastrópodes. Sobre a concha, costumam instalar-se uma ou mais anêmonas-do-mar (actínias). Dessa união, surge o benefício mútuo: a anêmona possui células urticantes, que afugentam os predadores do paguro, e este, ao se deslocar, possibilita à anêmona uma melhor exploração do espaço, em busca de alimento. 25
  26. 26. RELAÇÕES INTER- ESPECÍFICAS For al St udi o A HARMÔNICAS 26
  27. 27. RELAÇÕES INTER- ESPECÍFICAS For al St udi o A HARMÔNICAS PROTOCOOPERAÇÃO Outro exemplo é o de alguns animais que promovem a dispersão de sementes de plantas, comendo seus frutos e evacuando suas sementes em local distante, e a ação de insetos que procuram o néctar das flores e contribuem involuntariamente para a polinização das plantas. Há também a relação entre o anu e os bovinos, onde o anu, uma ave, se alimenta de carrapatos existentes na pele dos bovinos, livrando-os de indesejáveis parasitas. Um outro exemplo também é o pássaro-palito e o jacaré: o jacaré abre a sua boca e o pássaro-palito entra nela, mas não é devorado porque se ele for devorado o jacaré ficará com os dentes podres e não poderá mais comer. Ao mesmo tempo que o pássaro-palito ajuda o jacaré limpando os seus dentes, ele se alimenta com o resto da comida que há dentro da boca e dos dentes do jacaré, assim os dois se beneficiam de algum modo. 27
  28. 28. RELAÇÕES INTER- ESPECÍFICAS For al St udi o A HARMÔNICAS 28
  29. 29. RELAÇÕES INTER- ESPECÍFICAS For al St udi o A HARMÔNICAS INIQUILISMO OU EPIBIOSE O inquilinismo é um tipo de associação em que apenas um dos participantes se beneficia, sem, no entanto, causar qualquer prejuízo ao outro. Nesse caso, a espécie beneficiada obtém abrigo ou, ainda, suporte no corpo da espécie hospedeira, e é chamada de inquilino. Um exemplo típico é a associação entre orquídeas e árvores. Vivendo no alto das árvores, que lhe servem de suporte, as orquídeas encontram condições ideais de luminosidade para o seu desenvolvimento, e a árvore não é prejudicada. Outro exemplo é o do fierasfer, um pequeno peixe que vive dentro do corpo do pepino-do-mar (Holoturia). Para alimentar-se, o fierasfer sai do pepino- do-mar e depois volta. Assim, o peixe encontra proteção no corpo do pepino- do-mar, o qual, por sua vez, não recebe benefício nem sofre desvantagem. 29
  30. 30. RELAÇÕES INTER- ESPECÍFICAS For al St udi o A HARMÔNICAS 30
  31. 31. RELAÇÕES INTER- ESPECÍFICAS For al St udi o A HARMÔNICAS COMENSALISMO O comensalismo é um tipo de associação entre indivíduos onde um deles se aproveita dos restos alimentares do outro sem prejudicá-lo. O ser vivo que se aproveita dos restos alimentares é denominado comensal, enquanto que o ser vivo que lhe proporciona esse alimento fácil é denominado anfitrião. Alguns exemplos de comensalismo: A rêmora e o tubarão. A rêmora ou peixe-piloto é um peixe ósseo que apresenta a nadadeira dorsal transformada em ventosa, com a qual se fixa no ventre, próximo à boca do tubarão e é levada com ele. Quando o tubarão estraçalha a carne de suas presas, muitos pedacinhos de carne se espalham pela água e a rêmora se alimenta desses restos alimentares produzidos pelas atividades do tubarão. 31
  32. 32. RELAÇÕES INTER- ESPECÍFICAS For al St udi o A HARMÔNICAS COMENSALISMO O exemplo didático mais antigo e mais clássico de comensalismo é o caso das hienas que se aproveitam dos restos das carcaças deixadas pelos leões mas, hoje em dia, diante das observações realizadas nessa relação entre leões e hienas, ficou evidente que as hienas esperam que o leão faça o trabalho de abater a presa, em seguida o bando de hienas ataca o leão de forma a afugentá-lo e assim conseguem se apoderar de sua caça, inclusive impedindo que ele se alimente da caça que ele mesmo abateu, caracterizando assim uma relação de esclavagismo interespecífico e não propriamente de comensalismo. Vez por outra as hienas abatem leões e os devoram numa relação clara de predatismo. O comensalismo entre hienas e leões só acontece quando o leão já está fartamente alimentado e já tendo saciado a sua fome, abandona os restos da carcaça para as hienas e abutres. 32
  33. 33. RELAÇÕES INTER- ESPECÍFICAS For al St udi o A HARMÔNICAS 33

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