Anfíbios e PeixesMateus 8,0, Gabriel 6,0 e Victor             6,0          21. 10. 28
A-)estabelecer a filogenia   •   Arvore Filogenetica
Filogenia do Peixes
Filogenia dos Anfibios
Morfologia  Morfologia é o estudo da forma dos seres vivos, ou de parte dele. Este estudo pode ser dividido em: Anatomia (...
Morfologia Peixes
Morfologia Anfibios
Fisiologia  A fisiologia (do grego physis = natureza, função oufuncionamento; e logos = palavra ou estudo) é o ramo       ...
Fisiologia Peixes• Os peixes (28.500 espécies catalogadas na FishBase) são, na  maior parte das vezes, divididos nos segui...
• Os peixes encontram-se em praticamente  todos os ecossistemas aquáticos, tanto em  água doce como salgada, desde a água ...
• Há algumas espécies perigosas para o  Homem, como os peixes-escorpião que têm  espinhos venenosos e algumas espécies de ...
• Os peixes urinam, mas nem todos urinam da  mesma maneira. Os peixes de água doce  precisam eliminar o excesso de água qu...
Fisiologia Anfibios• Os anfíbios (anfi= duas ; bios= vida) são animais  vertebrados, pecilotérmicos que não possuem bolsa ...
• Quando jovens, os anfíbios vivem exclusivamente em  ambiente aquático dulcícola, e sua estrutura corpórea é  semelhante ...
Adaptações evolutivas
Adaptações Peixes•   Anatomia externa•   Para além de mostrar diferentes adaptações evolutivas dos peixes ao meio aquático...
Adaptações Evolutivas• Transição para o meio terrestre• Os anfíbios foram os primeiros vertebrados a habitar o meio terres...
Processo Reprodutivo
Reprodução peixes
Reprodução Anfibios
Relações Ecológicas
Relações Ecológicas Peixes• Inquilinismo ou epibiose• exemplo é o do Fierasfer, um  pequeno peixe que vive dentro  do corp...
• Comensalismo• A rêmora ou peixe-piloto é  um peixe ósseo que apresenta  a nadadeira dorsal  transformada em ventosa, com...
Relações Ecológicas Anfibios  Competição• sapos competem  entre si usando o  coaxar e algumas  exibindo o peito  colorido ...
• Predatismo• Predatismo  ou predação é uma  relação desarmônica em  que um ser vivo, o  predador captura e mata  um outro...
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Apresentação 1o A - peixes e anfíbios

  1. 1. Anfíbios e PeixesMateus 8,0, Gabriel 6,0 e Victor 6,0 21. 10. 28
  2. 2. A-)estabelecer a filogenia • Arvore Filogenetica
  3. 3. Filogenia do Peixes
  4. 4. Filogenia dos Anfibios
  5. 5. Morfologia Morfologia é o estudo da forma dos seres vivos, ou de parte dele. Este estudo pode ser dividido em: Anatomia (visão macroscópica) e Histologia (visão microscópica). É umaferramenta fundamental para a identificação e classificação das espécies.
  6. 6. Morfologia Peixes
  7. 7. Morfologia Anfibios
  8. 8. Fisiologia A fisiologia (do grego physis = natureza, função oufuncionamento; e logos = palavra ou estudo) é o ramo da biologia que estuda asmúltiplasfunções mecânicas, físicas e bioquímicas nos seres vivos. De uma forma mais sintética, a fisiologia estuda o funcionamento do organismo .
  9. 9. Fisiologia Peixes• Os peixes (28.500 espécies catalogadas na FishBase) são, na maior parte das vezes, divididos nos seguintes grupos: peixes ósseos (Osteichthyes, com mais 22.000 espécies) à qual pertencem as sardinhas, as garoupas, o bacalhau, o atum e, em geral, todos os peixes com o esqueleto ósseo; peixes cartilaginosos (Chondrichthyes, mais de 800 espécies) à qual pertencem os tubarões e as raias; e vários grupos de peixes sem maxilas (antigamente classificados como Agnatha ou Cyclostomata, com cerca de 80 espécies), incluindo as lampréias e as mixinas. A palavra peixe usa-se por vezes para designar vários animais aquáticos (por exemplo na palavra peixe-mulher para designar o dugongo). Mas a maior parte dos organismos aquáticos muitas vezes designados por "peixe", incluindo as medusas e água-vivas, os moluscos e crustáceos e mesmo animais muito parecidos com os peixes como os golfinhos, não são peixes.
  10. 10. • Os peixes encontram-se em praticamente todos os ecossistemas aquáticos, tanto em água doce como salgada, desde a água da praia até às grandes profundezas dos oceanos. Mas há alguns lagos hiper-salinos, como o Grande Lago Salgado, nos Estados Unidos da América do Norte onde não vivem peixes. Os peixes têm uma grande importância para a humanidade e desde tempos imemoriais foram pescados para a sua alimentação. Muitas espécies de peixes são criadas em condições artificiais não só para alimentação humana, mas também para outros fins, como os aquários.
  11. 11. • Há algumas espécies perigosas para o Homem, como os peixes-escorpião que têm espinhos venenosos e algumas espécies de tubarão, que podem atacar pessoas nas praias. Mas é necessário referir que muitas espécies de peixe se encontram ameaçadas de extinção, quer por pesca excessiva, quer por deterioração dos seus habitats. Alguns peixes ingerem água para recuperar a água perdida pelas bânquias, por osmose, e pela urina. Eles retiram oxigênio da água para respirar. Uma enguia, por exemplo, toma o equivalente a uma colher de sopa de água por dia. Os peixes também retiram uma certa quantidade de água dos alimentos. Por viverem em meio líquido, não precisam beber água para hidratar a pele, como
  12. 12. • Os peixes urinam, mas nem todos urinam da mesma maneira. Os peixes de água doce precisam eliminar o excesso de água que se acumula em seus corpos. Seus rins produzem muita urina para evitar que os tecidos fiquem saturados. Comparados aos peixes de água doce, os peixes de água salgada, que já perdem água por osmose, produzem muito menos urina.
  13. 13. Fisiologia Anfibios• Os anfíbios (anfi= duas ; bios= vida) são animais vertebrados, pecilotérmicos que não possuem bolsa amniótica agrupados na classe Amphibia. A característica mais marcante dos seres vivos da classe é o seu ciclo de vida dividido em duas fases: uma aquática e outra terrestre. Estão identificadas cerca de 3000 espécies vivas de amfíbios. Características gerais A análise de um ser da classe dos anfíbios exige a divisão de seu ciclo vital, devido a diferenças morfofisiológica entre as fases aquática e terrestre (adulta).
  14. 14. • Quando jovens, os anfíbios vivem exclusivamente em ambiente aquático dulcícola, e sua estrutura corpórea é semelhante a de um alevino, realizando respiração branqueal. A fase jovem é determinada do nascimento até a metamorfose do anfíbio, que lhe permitirá sair do ambiente aquático e fazer parte do ambiente terrestre. Já adultos, a dependência da água dos anfíbios jovens é superada, e após a metamorfose estes animais podem deixar a água e viver em habitat terrestre, desde que seja úmido, visto que o anfíbio não possui estruturas que evitem eficientemente a sua desidratação. Apesar de pulmonados, a classe apresenta seres com uma superfície alveolar muito pequena, incapaz de supir toda a demanda gasosa do animal. Portanto, como complemento à respiração pulmonar, os anfíbios realizam a respiração cutânea (trocas de gases atravéz da pele), e para tanto possuem a pele mucosa, sempre umidecida.
  15. 15. Adaptações evolutivas
  16. 16. Adaptações Peixes• Anatomia externa• Para além de mostrar diferentes adaptações evolutivas dos peixes ao meio aquático, as características externas destes animais (e algumas internas, tais como o número de vértebras) são muito importantes para a sua classificação sistemática• Forma do corpo• A forma do corpo dos peixes "típicos" – basicamente fusiforme – é uma das suas melhores adaptações à locomoção dentro de água. A maioria dos peixes pelágicos , principalmente os que formam cardumes activos, como os atuns, apresentam esta forma "típica".• No entanto, há bastantes variações a esta forma típica, principalmente entre os demersais e nos peixes abissais (que vivem nas regiões mais profundas dos oceanos). Nestes últimos, o corpo pode ser globoso e apresentar excrescências que servem para atrair as suas presas.• A variação mais dramática do corpo dos peixes encontra-se nos Pleuronectiformes, ordem a que pertencem os linguados e as solhas. Nestes animais, adaptados a viverem escondidos em fundos de areia, o corpo sofre metamorfoses durante o seu desenvolvimento larvar, de forma que os dois olhos ficam do mesmo lado do corpo – direito ou esquerdo, de acordo com afamília.• Muitos outros peixes demersais têm o corpo achatado dorsiventralmente para melhor se confundirem com o fundo. Alguns, como os góbios, que são peixes muito pequenos que vivem em estuários, têm inclusivamente as nadadeiras ventrais transformadas num botão adesivo, para evitarem ser arrastados pelas correntes de maré.• Os Anguilliformes (enguias, congros e moreias) têm o corpo "anguiliforme", ou seja em forma de serpente, assim como algumas outras ordens de peixes.
  17. 17. Adaptações Evolutivas• Transição para o meio terrestre• Os anfíbios foram os primeiros vertebrados a habitar o meio terrestre. Eles evoluíram há cerca de 300 milhões de anos e, em termos evolutivos, situam-se entre os peixes e os répteis. Uma série de mudanças estruturais e fisiológicas no organismo dos anfíbios permitiu que eles realizassem a transição do meio aquático para o meio terrestre. Entre elas, podemos citar o desenvolvimento e a adaptação dos pulmões - para respirar o ar -, adaptações na epiderme - para permitir a exposição ao ar -, e o desenvolvimento da coluna vertebral e da musculatura - para permitir a sustentação do corpo fora do ambiente aquático. Porém, a conquista do meio terrestre não foi definitiva. Isso porque os anfíbios, mesmo os que habitam ambientes terrestres, dependem do meio aquático ao menos para sua reprodução. Seus ovos não apresentam uma casca protetora nem anexos embrionários (estruturas relacionadas à adaptação ao meio terrestre), por isso precisam ser mantidos constantemente úmidos. As formas jovens se desenvolvem na água e dela dependem para a respiração branquial (feita por meio das guelras ou brânquias).
  18. 18. Processo Reprodutivo
  19. 19. Reprodução peixes
  20. 20. Reprodução Anfibios
  21. 21. Relações Ecológicas
  22. 22. Relações Ecológicas Peixes• Inquilinismo ou epibiose• exemplo é o do Fierasfer, um pequeno peixe que vive dentro do corpo do pepino-do- mar (Holoturia). Para alimentar-se, o Fierasfer sai do pepino-do-mar e depois volta. Assim, o peixe encontra proteção no corpo do pepino- do-mar, que não recebe benefício nem sofre desvantagem.• 0/+
  23. 23. • Comensalismo• A rêmora ou peixe-piloto é um peixe ósseo que apresenta a nadadeira dorsal transformada em ventosa, com a qual se fixa no ventre, próximo à boca do tubarão e é levada com ele. Quando o tubarão estraçalha a carne de suas presas, muitos pedacinhos de carne se espalham pela água e a rêmora se alimenta desses restos alimentares produzidos pelas atividades do tubarão.• 0/+
  24. 24. Relações Ecológicas Anfibios Competição• sapos competem entre si usando o coaxar e algumas exibindo o peito colorido e inflado• -/-
  25. 25. • Predatismo• Predatismo ou predação é uma relação desarmônica em que um ser vivo, o predador captura e mata um outro ser vivo, a presa, com o fim de se alimentar com a carne dele. Geralmente é uma relação interespecífica ou seja uma relação que ocorre entre espécies diferentes.• -/+

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