Mensagem Abertuta do Pnaic

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Mensagem Abertuta do Pnaic

  1. 1. O fato causou estranheza, poisO fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinhatodos sabiam que ele tinha capacidade e condições de falar acapacidade e condições de falar a qualquermomento sobre o tema.qualquermomento sobre o tema. E, por isso mesmo, o haviamE, por isso mesmo, o haviam convidado.convidado. COMPRO- COMPRO- MISSO MISSO
  2. 2. Transcorrido os seis meses,Transcorrido os seis meses, compareceu ele perante acompareceu ele perante a assembléia em expectativa.assembléia em expectativa. Postou-se a tribuna, e logo em seguidaPostou-se a tribuna, e logo em seguida entraram criados portando quatro gaiolas.entraram criados portando quatro gaiolas. Em cada uma havia umEm cada uma havia um animal, sendo duas lebresanimal, sendo duas lebres e dois cães.e dois cães. AMORAMOR
  3. 3. A um sinal previamenteA um sinal previamente estabelecido, um dos criados abriuestabelecido, um dos criados abriu a porta de uma das gaiolas e aa porta de uma das gaiolas e a pequena lebre, branca, saiu apequena lebre, branca, saiu a correr, espantada.correr, espantada. DEDICAÇÃODEDICAÇÃO
  4. 4. Logo em seguida, o outro criadoLogo em seguida, o outro criado abriu a gaiola em que estava oabriu a gaiola em que estava o cão e este saiu em desabaladacão e este saiu em desabalada carreira ao encalço da lebre.carreira ao encalço da lebre. Alcançou-a com destrezaAlcançou-a com destreza trucidando-a rapidamente.trucidando-a rapidamente. PaciênciPaciênci aa..
  5. 5. A cena foi dantesca e chocouA cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grandea todos. Uma grande admiração tomou conta daadmiração tomou conta da assembléia e os coraçõesassembléia e os corações pareciam saltar do peito.pareciam saltar do peito. Ninguém conseguia entenderNinguém conseguia entender o que Licurgo desejava como que Licurgo desejava com tal agressãotal agressão.. InovaçãInovaçã o.o.
  6. 6. Mesmo assim, ele nada falou.Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinalTornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebreconvencionado e a outra lebre foi libertada.foi libertada. A seguir, o outro cão.A seguir, o outro cão. Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir, o outro cão. ..SabedoriSabedori aa..
  7. 7. O povo mal continha aO povo mal continha a respiração. Alguns maisrespiração. Alguns mais sensíveis levaram as mãos aossensíveis levaram as mãos aos olhos para não ver a reprise daolhos para não ver a reprise da morte bárbara do indefesomorte bárbara do indefeso animalzinho que corria e saltavaanimalzinho que corria e saltava pelo palco.pelo palco. PazPaz
  8. 8. No primeiro instante, o cão investiu contra aNo primeiro instante, o cão investiu contra a lebre.lebre. Contudo, em vez deabocanhá-laContudo, em vez deabocanhá-la deu-lhecom apataeelacaiu.deu-lhecom apataeelacaiu. Logo ergueu-seesepôsaLogo ergueu-seesepôsa brincar.brincar. TernuraTernura
  9. 9. Para surpresa de todos,Para surpresa de todos, os dois ficaram aos dois ficaram a demonstrar tranqüilademonstrar tranqüila convivência, saltitando deconvivência, saltitando de um lado a outro do palco.um lado a outro do palco. HumildadeHumildade
  10. 10. Então, e somenteEntão, e somente então, Licurgo falou:então, Licurgo falou: "senhores, acabais de"senhores, acabais de assistir a umaassistir a uma demonstração do quedemonstração do que pode a educação. Ambaspode a educação. Ambas as lebres são filhas daas lebres são filhas da mesma matriz, forammesma matriz, foram alimentadas igualmentealimentadas igualmente e receberam os mesmose receberam os mesmos cuidados. Assimcuidados. Assim igualmente os cãesigualmente os cães.”
  11. 11. A diferença entre osA diferença entre os primeiros e os segundos é,primeiros e os segundos é, simplesmente, asimplesmente, a “Educação”“Educação”
  12. 12. E prosseguiu vivamente oE prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo dasseu discurso dizendo das excelências do processoexcelências do processo educativo.educativo. "A educação, baseada numa"A educação, baseada numa concepção exata da vida,concepção exata da vida, transformaria a face dotransformaria a face do mundomundo."."
  13. 13. Licurgo foi um legislador grego que deve ter vividoLicurgo foi um legislador grego que deve ter vivido no século quarto antesdeCristo.no século quarto antesdeCristo. O verbo educar é originário do latimO verbo educar é originário do latim educareeducare ouou educcereeduccere equer dizer extrair dedentro.equer dizer extrair dedentro. Percebe-se portanto, que a educação não sePercebe-se portanto, que a educação não se constitui em mero estabelecimento de informações,constitui em mero estabelecimento de informações, mas sim de se trabalhar as potencialidades interioresmas sim de se trabalhar as potencialidades interiores do ser.do ser. (Autor Desconhecido)(Autor Desconhecido)
  14. 14. ... a fim de que floresça a... a fim de que floresça a vontade, o comprometimentovontade, o comprometimento por uma educação depor uma educação de qualidade.qualidade. É necessário amobilizaçãoÉ necessário amobilização e os esforços de todae os esforços de toda comunidade escolar para quecomunidade escolar para que todas as crianças estejamtodas as crianças estejam lendo e escrevendo aos oitolendo e escrevendo aos oito anosdeidade.anosdeidade.
  15. 15. Sandra Regina e OlimpiaSandra Regina e Olimpia PNAICPNAIC L I M E I R A D O O E S T EL I M E I R A D O O E S T E M GM G

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