Praticas de uso da internet dentro de empresas

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Praticas de uso da internet dentro de empresas - Apresentação realizada na ASSESPRO-MG em 2013

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  • Praticas de uso da internet dentro de empresas

    1. 1. A NORMA ISO 20000 Estabelece requisitos de qualidade para fornecedores do setor de Tecnologia da Informação, proporcionando parâmetros para a gestão de negócios.
    2. 2. A NORMA ISO 20000 Abrange processos e boas práticas, que auxiliam na redução de riscos, melhoria da comunicação, aumento de produtividade, redução de custos e melhoria da performance e reputação empresarial.
    3. 3. ISO 20000 – GESTÃO DE INCIDENTES Visa restaurar a operação normal de um serviço no menor tempo possível, de forma a minimizar os impactos adversos para o negócio ou responder as requisições de serviço dos clientes.
    4. 4. ISO 20000 – GESTÃO DE PROBLEMAS Visa prevenir a ocorrência de problemas e incidentes através da eliminação de incidentes recorrentes. Minimizar a interrupção ao negócio através de análise proativa das causas de incidentes.
    5. 5. ISO 20000 – GESTÃO DA CONFIGURAÇÃO Visa definir e controlar os componentes de serviços e infraestrutura, e manter informações precisas no histórico sobre configuração, estado dos serviços e da infraestrutura atual e planejada.
    6. 6. ISO 20000 – GESTÃO DE MUDANÇA Visa garantir que métodos e procedimentos padronizados estão sendo utilizados de maneira eficiente para minimizar os impactos no negócio causados por mudanças nos serviços sem o devido planejamento.
    7. 7. ISO 20000 – GESTÃO DA LIBERAÇÃO Visa implantar liberações no ambiente de produção de maneira controlada e planejada para garantir a qualidade das implantações e garantir a entrega de valor dos serviços da empresa esperada pelo negócio.
    8. 8. ISO 20000 – GESTÃO DA CAPACIDADE Visa assegurar que o provedor de serviço sempre tenha capacidade suficiente para atender à demanda acordada atual e futura da empresa.
    9. 9. ISO 20000 – GESTÃO DA DISPONIBILIDADE Visa definir, analisar, desenhar, planejar, implementar, medir e melhorar todos os aspectos da disponibilidade dos serviços e componentes de TI.
    10. 10. ISO 20000 – GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO Visa manter e melhorar a qualidade dos serviços de Tl através de um ciclo continuo de acordos, monitoramento e divulgação dos resultados.
    11. 11. ISO 20000 – GESTÃO FINANCEIRA Visa garantir os recursos financeiros necessários para a entrega de serviços de acordo com os requisitos de valor dos clientes através do planejamento financeiro dos serviços prestados pela empresa.
    12. 12. ISO 20000 – GESTÃO DA SEG. DA INFORMAÇÃO Visa garantir a segurança dos componentes de hardware e software, da documentação e dos procedimentos dentro de todas as atividades da empresa.
    13. 13. POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Define as diretrizes para a segurança da informação, visando preservar a integridade, confidencialidade e disponibilidade das informações sob gestão da empresa.
    14. 14. POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Descreve a conduta considerada adequada para o manuseio, controle e proteção das informações contra destruição, modificação, divulgação indevida e acesso não autorizado, seja acidentalmente ou intencionalmente.
    15. 15. ESTRUTURA DA PSI Políticas, Normas e Procedimentos.
    16. 16. PARTES DA PSI - POLÍTICA Documento que define a estrutura, as diretrizes e as obrigações referentes à segurança da informação. Aprovação: Diretoria Revisão: Anual
    17. 17. PARTES DA PSI - NORMAS Estabelecem obrigações e procedimentos definidos de acordo com as diretrizes da política, a serem seguidos em diversas situações em que a informação é tratada. Aprovação: Comitê Gestor Segurança da Informação Revisão: Anual
    18. 18. PARTES DA PSI - PROCEDIMENTOS Instrumentalizam o disposto nas normas e na política, permitindo a direta aplicação nas atividades da empresa. Aprovação: Diretoria Revisão: Continua
    19. 19. OUTRAS PARTES DA PSI Declaração de Ciência e Adesão Termo de Confidencialidade Termo de Boas Práticas Inventário de Ativos Revisão: Continua
    20. 20. RISCOS – PROBLEMAS JURÍDICOS Pelo artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente quem provê (no caso, o empresário) meios que de alguma forma viabilizem o acesso a conteúdo relacionado a pedofilia comete crime e pode ser condenado a prisão.
    21. 21. RISCOS – DANOS A IMAGEM E REPUTAÇÃO O que pode ser pior que descobrir que o nome da empresa está sujo no mercado sem ter feito nada para isso? Pois é, esse é um risco que as empresas correm quando não se protegem do roubo de informações confidenciais.
    22. 22. RISCOS – PIRATARIA O empregador é co-responsável pelos atos de seus prepostos e também responde por crime de direito autoral quando a conexão for utilizada para propagar conteúdo via P2P sem autorização e/ou permissão de seus autores.
    23. 23. RISCOS – ATAQUES INVOLUNTÁRIOS 85% dos malwares – vírus, spywares e outros códigos maliciosos – que contaminam e atacam ambientes computacionais corporativos provêm da web e são baixados, na grande maioria dos casos, involuntariamente.
    24. 24. RISCOS – PERDA DE PRODUTIVIDADE Funcionários podem estar acessando conteúdos que servem apenas a interesses pessoais e/ou que nada acrescentam a suas atividades profissionais. A recreação pela internet pode também prejudicar a execução de atividades profissionais.
    25. 25. RISCOS – EMPRESAS ADEREM AO BYOD Estudo elaborado pela Associação Brasileira de ebusiness mostra que, hoje, 39% das organizações já permitem o BYOD (Bring Your Own Device) e, por tabela, já contabilizam os ganhos e as perdas dessa convergência.
    26. 26. QUANTO CUSTA O MAU USO DA INTERNET
    27. 27. QUANTO CUSTA O MAU USO DA INTERNET
    28. 28. USO SEGURO E PRODUTIVO DA INTERNET Veja a seguir alguns requisitos para garantir o uso seguro e produtivo da Internet em ambientes corporativos atualmente.
    29. 29. NEXT GENERATION FIREWALL
    30. 30. MAPA DE REDE EM TEMPO REAL
    31. 31. INDICADORES DOS RECURSOS DE REDE
    32. 32. MONITORAMENTO EM TEMPO REAL
    33. 33. GRÁFICO DE USO DE APLICAÇÕES
    34. 34. GRÁFICO DE USO DE USUÁRIOS
    35. 35. GRÁFICO DE USO DE URL’s
    36. 36. GRÁFICO POR PAÍS - INICIADORES
    37. 37. GRÁFICO POR PAÍS - RESPONDEDORES
    38. 38. GRÁFICO POR AMEAÇAS
    39. 39. GRÁFICO DE USO DAS VPN’s
    40. 40. GRÁFICO DE USO POR DISPOSITIVOS
    41. 41. ESTATÍSTICAS DE VÍRUS E INTRUSÕES
    42. 42. ESTATÍSTICAS DE SPYWARE E MULTIMEDIA
    43. 43. SCANNER DE VULNERABILIDADES
    44. 44. SCANNER DE VULNERABILIDADES
    45. 45. SCANNER DE VULNERABILIDADES
    46. 46. MÃO DE OBRA ESPECIALIZADA A empresa precisa possuir uma equipe especializada em segurança de rede. Esta equipe deve ser capacitada nas soluções utilizadas, ser redundante, ter tempo disponível para realizar as tarefas necessárias e estar motivada.
    47. 47. TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA Algumas empresas conseguem melhores resultados efetuando a terceirização da mão de obra especializada em segurança de redes. Com a terceirização a empresa pode concentrar sua mão de obra própria nas atividades mais importantes do seu negócio.
    48. 48. VANTAGENS DA TERCEIRIZAÇÃO A empresa não paga salário e encargos trabalhistas aos profissionais especializados em segurança de rede terceirizados. Não precisa se preocupar com férias, licenças por motivos de saúde, demissões, etc. Sempre terá um profissional certificado a sua disposição. O contrato de terceirização costumar prever o registro de todas atividades realizadas e relatórios gerenciais.
    49. 49. Johann Goethe
    50. 50. VÍDEO – NEXT GENERATION FIREWALLS
    51. 51. VÍDEO – NEXT GENERATION FIREWALLS
    52. 52. PERGUNTAS
    53. 53. OBRIGADO JORGE EDUARDO QUINTÃO Site: http://jquintao.blogspot.com NETSOL - Segurança na Internet Site: http://www.netsol.com.br

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