Segurança de vôo

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Segurança de vôo

  1. 1. SEGURANÇA DE VÔO Prfª. Margit Didjurgeit
  2. 2. Diciplina: Segurança de Vôo • Objetivo com o aluno: atravé de uma visão sistemática, reconheça o papel do comissário de vôo no desenvolvimento de ações que GERAM A PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁTICOS!
  3. 3. Objetivo • Propiciar a consolidação de procedimentos na área de investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos. • Inculcar a importância da FILOSOFIA do Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SIPAER) em face da segurança de vôo
  4. 4. “SEGURANÇA DE VÔO NÃO TEM CUSTO, TEM PREÇO” É de caráter doutrinário! "A Segurança de Vôo é um processo contínuo onde homens com o mesmo ideal, conscientes e em ação, procuram atingir e garantir seus ideais, dentro da mais perfeita e harmoniosa cooperação"
  5. 5. Segurança de vôo -A segurança de Vôo está na efetivação do processo laboral, da percepção deste movimento para criar as estratégias para eficiência da regulamentação , dos programas, dos processos dos treinamentos, de um todo. -Quando falamos em segurança de vôo devemos atentar que a arte final neste processo é o ser humano, depende dele com toda a sua subjetividade, conhecimento, entendimento para um trabalho laboral eficaz e eficiente. -A segurança de vôo está no todo, desde o mais ínfimo dos colaboradores até o mais alto escalão de uma organização, na sociedade.
  6. 6. CONCEITO FH (fator humano) - O conceito de FH é utilizado para designar o comportamento do ser humano no trabalho considerando: - Sua capacidade; suas necessidades; e limitações. (fisiológicas, psicológicas e sociais) - Interagindo com: - Máquinas; equipamentos; procedimentos; meio ambiente (interno e externo) e outros seres humanos.
  7. 7. • http://www.youtube.com/watch?v=QRxB- C4VdQ0&feature=fvsr
  8. 8. Um pouco de História • A primeira atividade no Brasil, registrada que derivou a investigação de um acidente aeronáutico foi a investigação do acidente ocorrido com o balão de ar quente do Tenente Juventino em 10 de maio de 1908, nas imediações do Campo dos Afonsos – RJ
  9. 9. • O tenente Juventino foi a primeira vitima da aviação no Brasil. Foi enterrado no Caju, e hoje seus restos mortais se encontram no Mausoléu dos Aviadores no Cemitério São João Batista.
  10. 10. A primeira instituição brasileira ligada à aviação foi o Aero Club Brasileiro, nascido em 1911. A ele se seguiu a Escola Brasileira de Aviação, na qual foram matriculados dez oficiais de Marinha As primeiras escolas que fomentaram o desenvolvimento da aviação no Brasil, iniciaram em 1913, e o inicio da instrução aeronáutica formal foi nas: Escola da Aviação Naval da Marinha e a Escola Brasileira de Aviação que era civil.
  11. 11. Curtiss F - Aerobote para instrução, biplano, 2 tripulantes
  12. 12. Segurança de Vôo em Nível Internacional • Para enfatizar a importância de revisão contínua dos regulamentos a OACI, órgão da ONU emite documentos formais conhecidos como “Anexos à Convenção”, que estabelecem: Práticas Recomendadas: para segurança e regularidade da aviação. Padrões Recomendados: obrigações dos estados contratantes em executá-las.
  13. 13. Ministério da Aeronáutica • Foi criado em 1941, que teria a responsabilidade pelas atividades da Aviação Civil e Militar, (permanecendo com essas atribuições até os dias atuais)... Embora tenha sido criado em 10 de junho de 1999, o Ministério da Defesa que é hoje o principal articulador de ações que envolvam mais de uma Força Singular. Constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica
  14. 14. De quem é a CULPA?! • Até a criação do Ministério da Aeronáutica, eram instaurados inquéritos policiais militares (IPM) para apurar os acidentes aeronáuticos; Então ... Surgiu o “inquérito técnico sumário”, com a criação do Ministério da Aeronáutica, que ainda visava a pesquisa de ocorrência de culpa ou responsabilidade nos acidentes aeronáuticos.
  15. 15. • Através do Decreto 69565, de 19 de novembro de 1971, o SIPAER o serviço de investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos (SIPAER) foi transformado em sistema sendo assim criado o CENIPA. O novo sistema CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), é o Órgão Central. Está sediado em Brasília, DF, subordinado ao Vice-Chefe do Estado Maior Da Aeronáutica
  16. 16. DIPAA (Divisão de Investigação e Pesquisa de Acidente Aeronáutico) • – É o órgão pertinente à estrutura do Comando da Aeronáutica que tem por atribuição a investigação de acidentes na aviação regular e coordena a prevenção de acidentes da aviação civil,
  17. 17. Os 5 órgãos que constituem os elos do sistema de prevenção de acidentes aeronáuticos • SIPAA (Seção de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos; • SPAA (Seção de Prevenção de Acidente Aeronáutico); • CIAA (Comissão de Investigação de acidente Aeronáutico); • OSV (Oficial de Segurança de Vôo); • ASV (Agente de Segurança de Vôo); e EC (Elemento Credenciado);
  18. 18. CRM • Todos os tripulantes devem conhecer os conceitos básicos e os objetivos do CRM, com enfoque à comunicação eficaz, ao trabalho de equipe, à consciência situacional e ao processo decisório. Assim, poderão adequar o treinamento recebido à sua própria realidade operacional.
  19. 19. Briefin e Debriefing • a)Introdução; • b) Comunicação • c)Dinâmica da tripulação • d) Consciência Situacional • e) Processo Decisório; • f)Doutrina de Segurança de Vôo
  20. 20. O anexo 13 da OACI • Trata da uniformidade dos procedimentos relativos à notificação, investigação e transcrição de acidentes aeronáuticos.
  21. 21. Fatores Humanos em acidente • http://www.youtube.com/watch?v=Uy2Rq5gS h8o&feature=fvsr • http://www.youtube.com/watch?v=pqNiu7k WlVY • http://www.youtube.com/watch?v=uchhyGW 4bBQ
  22. 22. Portanto! • Os aspectos fisio/psicológicos na cadeia dos fatores contribuintes a serem avaliados, é considerado qual fator?
  23. 23. •Fator Humano
  24. 24. • Fator Material e Operacional
  25. 25. Fatores Materiais • Os aspectos observados na deficiência de projetos, de fabricação; de planejamento, indisciplina de vôo; deficiência de manutenção são considerados respectivamente os seguintes fatores contribuintes:
  26. 26. Fatores Operacionais. • Acusações e punições agem diretamente contra os interesses da prevenção de acidentes. • Portanto: • No “Ciclo da Prevenção”, qual técnica que visa pesquisar os fatores de perigo em potencial em várias áreas de uma organização, a fim de identificar situações insatisfatórias registrando- as, analisando-as e propondo medidas preventivas ou corretivas? Vistoria de Segurança de Vôo.
  27. 27. Qual vistoria que não se preocupa em identificar os erros pessoais, é impessoal, procura identificar os fatores e não o agente? VISTORIA DE SEGURANÇA
  28. 28. Compreensão do Erro CARGA DE TRABALHO ATENÇÃO TREINAMENTO 80% dos erros são detectados por aquele que o cometeu (Allwood) Detecção do erro
  29. 29. Compreensão do Erro • Tipos de Erro – Rotina – Regras – Conhecimento – Violações • Detecção – Observação do resultado anormal em relação ao que se esperava; – Comparação na referência conhecida – Verificação Sistemática. Com o desenvolvimento tecnológico estas teorias passam a ser insuficientes.
  30. 30. Totens e Tabus da Segurança • Erro ou falhas são inadmissíveis – é preciso torná-los mais difíceis, reduzi-los ao máximo; • Continuaram a existir – Desenvolver defesas em profundidade para detectá-los precocemente, recuperá-los e impedir todas a conseqüências; • Violações e liberdades tomadas com a lei e os regulamentos – não há justificativa para o afrouxamento e adoção sistemática de comportamentos arriscados.
  31. 31. O domínio dos riscos Prevenção  Recuperação  Atenuação Impede o desencadeamento de incidentes Interrompe o desenvolvimento de um incidente Reduz conseqüências e danos do evento temido ACIDENTE
  32. 32. Estratégias para a Redução do Risco • Programas de Qualidade – Melhoria contínua; – Análise de indicadores; – Satisfação do cliente. • Supressão do Risco – Fontes de perigo da atividade. • Construção de Defesas – Recuperar o erro ou falha, antes que conduza ao evento temido.
  33. 33. O que é o erro ? • “ O erro corresponde ao não alcance do objetivo que o sujeito fixou para si mesmo.” ( Psicologia) • “O erro é o afastamento em relação a uma norma, a uma maneira prescrita de executar o trabalho. Só há erro se existe uma escolha, ou uma possibilidade de fazer certo.”(Qualidade) • O erro remete as ações (ou inações) que criam o risco, ou mesmo os danos. (Falha de Gestão)
  34. 34. Segurança de Vôo Faz referência ao anexo 13 da OACI. • E 1965 foi criado o SIPAER (Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) que compila normativas e distribui as normas a serem utilizadas no espaço aéreo brasileiro. Tem como filosofia alguns princípios:
  35. 35. • Decreto 69565, de 19 de novembro de 1971, o SIPAER foi transformado em sistema sendo criado o CENIPA
  36. 36. Todos acidentes resultam de uma sequência de eventos e nunca de uma causa isolada. • Exemplo: Fogo na galley – • Foi colocado dentro do forno uma lata gelada de refrigerante, por um tripulante que estava com dor de garganta. • Não queria tomar o refrigerante gelado... • Colocou o refrigerante dentro do forno para esquentar • O que aconteceu?
  37. 37. Todo acidente tem um precedente • http://www.cenipa.aer.mil.br/cenipa/index.ph p/investigacao/o-que-e-investigacao
  38. 38. Todos os acidentes podem ser evitados
  39. 39. A prevenção de acidentes é uma tarefa que requer mobilização global.
  40. 40. • O propósito da prevenção e acidentes não é restringir a atividade aérea, mas estimular seu desenvolvimento. com segurança!
  41. 41. Segurança de vôo não é um ato egoísta!
  42. 42. • Qual é o documento que contém fatos perigosos ou potencialmente perigosos para atividade aérea e que permite a autoridade competente após tomar conhecimento, adotar medidas corretivas adequadas? • Relatórios de Perigo ou de Incidentes.
  43. 43. Reportar incidentes é prevenir acidentes
  44. 44. • é o meio que qualquer pessoa poderá reportar alguma situação de perigo ou potencialmente perigosa, não necessita se identificar, pode ser anônima e destina-se exclusivamente à prevenção de acidentes aeronáuticos.
  45. 45. Segurança de vôo é responsabilidade de todos
  46. 46. A segurança de vôo é um processo contínuo
  47. 47. O que é um relatório confidencial de segurança de vôo? • É um documento formal que contém relato e outras informações referentes a determinadas circunstâncias que constitua ou poderá a vir a constituir um risco à operação com objetivo de aprimorar a segurança de vôo.
  48. 48. Se é verdade que nada é perfeito, é verdade que tudo pode ser melhorado!
  49. 49. LEMBRE-SE QUE... • Todo acidente resulta de uma seqüência de eventos e nunca de uma causa isolada. • Todo acidente pode e deve ser evitado. / Todo acidente tem um precedente.
  50. 50. Relembrando • Com o processo evolutivo da filosofia anteriormente preconizada, agora sendo a preocupação principal e objetiva a prevenção de acidentes, surgiu a pesquisa em 3 aspectos básicos relacionados a atividade aeronáutica que são considerados fatores contribuintes? Fatores Humanos, Materiais e Operacionais.
  51. 51. • Após uma investigação, os ensinamentos extraídos sob forma de recomendações práticas e adequadas, surgem as medidas denominadas: • Medidas corretivas, para os operadores, proprietários e administradores, que servem para evitar ocorrências semelhantes.
  52. 52. • Com as mudanças de filosofia, transformações o novo objetivo principal era considerando como primordial proposto? • Nessas transformações, foi o fato de que o objetivo principal das investigações não mais visava à apuração de culpa ou de responsabilidade, passando ao seu primordial propósito: a prevenção de acidentes.
  53. 53. Segurança de Vôo em Nível Nacional • Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SIPAER) No Brasil nos acidentes aéreos buscavam sempre a apuração de responsabilidades e culpados através de Comissões de Inquéritos Sumários. Ao passar do tempo teve início a pesquisa dos seguintes aspectos, relacionados a um acidente decorrente da atividade aeronáutica: Fatores Humanos, Fatores Materiais, Fatores Operacionais.
  54. 54. Órgãos técnicos que compões a OACI: • Comissão de Navegação Aérea, Comitê de Transp. Aéreo, Comitê de Ajuda Coletiva para serviços de Navegação Aérea, Comitê de Finanças, Comitê sobre Interferências Ilícita na Aviação Civil Internacional e suas Instalações e Serviços e Comitê Jurídico. • • Anexos=Diferenças • Licenças pessoais • Regras do ar • Meteorologia • Carta aeronáutica • Unidades de medidas • Operações de aeronaves • Marcas de nacionalidade e matrícula • Aeronavegabilidade • Facilitações • • Telecomunicação aeronáutica • Serviço de tráfego aéreo • Busca e salvamento • Investigação de acidentes • Aeródromos • Serviço de informação aeronáutica • Ruídos de aeronaves • Segurança • Transporte sem riscos de mercadorias perigosas por vias aéreas. • •
  55. 55. SIPAER • Em 1951, foi criado o SIPAER (Serviço de Investigação de Acidentes Aeronáuticos) que continuava realizando os inquéritos. • Surgiu então o primeiro programa de prevenção de acidente aeronáutico para aviação brasileira, com a regulamentação da Inspetoria Geral da Aeronáutica, hoje extinta. • Em 1966, o Inquérito Técnico Sumário foi substituído pelo Relatório de Investigação de Acidente Aeronáutico. Foi uma alteração significativa que ocorreu em 1966, com relação à atividade de segurança de vôo. Surgiu assim o objetivo principal, a prevenção de acidentes! • Relatório de Investigação de Acidente Aeronáutico, foi o documento que substituiu o inquérito técnico sumário.
  56. 56. PANS: Procedures for Airnavigation Service • São Procedimentos para o Serviço de Navegação Aérea, ou seja, são considerados como recomendações para os Estados Contratantes. Os PANS são destinados a atender peculiaridades de procedimentos adotados em algumas partes do mundo.
  57. 57. Segurança de Vôo • Faz referência ao anexo 13 da OACI. • E 1965 foi criado o SIPAER (Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) que compila normativas e distribui as normas a serem utilizadas no espaço aéreo brasileiro. Tem como filosofia alguns princípios: • Todos acidentes resultam de uma sequência de eventos e nunca de uma causa isolada. • Todo acidente tem um precedente. • Todos os acidentes podem ser evitados • A prevenção de acidentes é uma tarefa que requer mobilização global. • O propósito da prevenção e acidentes não é restringir a atividade aérea, mas estimular seu desenvolvimento com segurança • Os comandantes, diretores,chefes e proprietários aos os principais responsáveis pelas medidas de segurança • Segurança de vôo não é um ato egoísta • Reportar incidentes é prevenir acidentes • Segurança de vôo é responsabilidade de todos
  58. 58. Objetivo desta aula • Reconhecer o papel do comissário de vôo como agente de segurança a bordo no desenvolvimento de ações que geram a prevenção de acidentes aeronáuticos
  59. 59. 10 mandamentos da segurança de vôo 1- PENSE e atue sempre com segurança; 2- OBEDEÇA os regulamentos e as regras de Segurança, elas existem para protegê-lo; 3- CONHEÇA o modo mais seguro de realizar sua tarefa, antes de iniciá-la; 4- INSPECIONE as ferramentas e equipamentos quanto as condições de segurança antes de iniciar a tarefa; 5- OPERE somente os equipamentos a que estiver autorizado; 6- UTILIZE roupas e equipamentos de segurança; 7- AVISE seu superior logo que constatar procedimento ou condições de perigo; 8- COMUNIQUE imediatamente qualquer acidente; 9- APOIE seu programa de segurança e participe ativamente em reuniões de segurança; 10- PROCEDA sempre adequadamente, evite brincadeiras.
  60. 60. PENSE ! SEU MELHOR EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA ESTÁ A 20 CENTÍMETROS ACIMA DE SEUS OMBROS!
  61. 61. SUA MENTE E SEU CÉREBRO!
  62. 62. Segurança de Vôo: Uma Prioridade • De quem é a responsabilidade a prevenção de segurança de vôo nos conceitos atuais? • É da responsabilidade de todos aqueles que direta ou indiretamente estão envolvidos na atividade aeronáutica, desde os operadores até aqueles que trabalham nas mais distantes atividades de apoio da infra- estrutura aeronáutica. •
  63. 63. Faz referência ao anexo 13 da OACI. • E 1965 foi criado o SIPAER (Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) que compila normativas e distribui as normas a serem utilizadas no espaço aéreo brasileiro. • Tem como filosofia alguns princípios:
  64. 64. • Todos acidentes resultam de uma seqüência de eventos e nunca de uma causa isolada. • Todo acidente tem um precedente. • Todos os acidentes podem ser evitados • A prevenção de acidentes é uma tarefa que requer mobilização global. • O propósito da prevenção e acidentes não é restringir a atividade aérea, mas estimular seu desenvolvimento com segurança
  65. 65. • Os comandantes, diretores,chefes e proprietários saos os principais responsáveis pelas medidas de segurança • Segurança de vôo não é um ato egoísta • Reportar incidentes é prevenir acidentes • Segurança de vôo é responsabilidade de todos • A segurança de vôo é um processo contínuo • Se é verdade que nada é perfeito, é verdade que tudo pode ser melhorado. • Em prevenção de acidentes não há segredos nem bandeiras. • Acusações e punições agem diretamente contra os interesses da prevenção de acidentes.
  66. 66. ANEXO 13 – OACI Finalidade: INVESTIGAÇÃO DE : ACIDENTES E DE INCIDENTES AERONÁUTICOS
  67. 67. Conceitução CRM: • É o conjunto de ciências que estuda todos os elementos que contribuem com relação interativa do homem, em um dado ambiente, com os diversos sistemas que o cercam e que são determinantes na sua dinâmica, eficiência e eficácia. Trata da otimização do bem estar humano e da performance global dos sistemas, contribuindo para a adaptação do ambiente de trabalho às características, habilidades e limitações das pessoas, com vistas ao seu desempenho eficiente, eficaz e seguro (IAC 060- 1002A, 2005).

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