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Partilha dos trabalhos realizados sobre a importância do mar.

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  • http://www.publico.pt/multimedia/video/agueda-inundacoes-cortam-acesso-a-cidade-20141314289
    http://www.publico.pt/multimedia/video/agueda-inundacoes-cortam-acesso-a-cidade-20141314289
  • Variando de região para região, em função das características geológicas e climáticas de cada local, as situações de risco geomorfológico podem ser agrupadas da seguinte forma:
  • De entre todos os agentes naturais que atuam sobre a superfície da terra a agua e provavelmente aquele que provoca uma maior modificação na paisagem constituindo assim um importante agente modelador do relevo terrestre. Quando as zonas emersas dos continentes recebam água proveniente da atmosfera por precipitação da chuva, granizo ou neve, parte desta agua infiltra-se no solo e outra parte quando em excesso pode começar a correr à superfície
  • O leito normal de um rio é o espaço por onde correm as aguas em situações climáticas normais. Este pode ser rochoso ou constituído por areias (areais) ou por acumulação de lodos (lodeiras). Quandio os rios são suficientemente largos podem formar-se ilhas que podem ser cultivadas os chamados mouchões. A faxa de terreno contíguo ao leito ou sobranceiro à linha q limita o leito das aguas designa.se margem.
    -
    -Cheia (todo o espaço do vale inundável em ocasiões de cheia.
    -Estiagem / seca / menor (zona ocupada pelas águas, quando a quantidade destas diminui, tornando-se a área do leito do rio mais pequena).
  • Geralmente um rio não consttui uma estrutra isolada mas sim um sistema aberto e complexo q establece uma rede mais ou menos estruturada hierarquizada com outros cursos de agua.
  • Apesar de Portugal ser um país pequeno tem uma linha de costa de aproximadamente 900 km, atraindo milhares de turistas. Sendo detentor de um extenso litoral, do qual é fortemente dependente do ponto de vista socioeconómico. Power point: http://www.slideshare.net/sandranascimento/ii-zonas-costeiras-11617070 diapositivo 3
  • Falar de biodiversidade nas dunas.
  • Explicar o que é as regressões e as transgressões marinhas.
  • Explicar a construção de barragens e a utilização da areia dos rios.
  • Ler+mar

    1. 1. LER+MAR LER+MAR No dia 4 de junho, teve lugar, no Auditório da escola sede do Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda, uma palestra intitulada LER+MAR, organizada pela Biblioteca Escolar. Esta atividade contou com a colaboração dos professores de Biologia (Alcina Lobo; Arlindo Tomás; Fátima Alpoim e Maria Manuel) e Área de Integração (João Salgado de Almeida – professor de História). Estiveram presentes as turmas 10 LH4, 11 CSE1; 11 CT8. Os palestrantes pertenciam às turmas do 11º da área de Ciências e Tecnologias (CT5; CT7; CT8; CT9) e dos Cursos Profissionais de Design e Comércio, do 10º ano.
    2. 2. LER+MAR LER+MAR A moderar estiveram os professores Maria Manuel Pinto e João Salgado de Almeida. Os trabalhos foram iniciados com uma breve introdução respeitante à importância de preservar e respeitar o mar, visto pelo Homem como um recurso infindável, engano que leva, agora, esse mesmo Homem a considerar a emergência de o proteger.
    3. 3. A partilha de trabalhos[1] teve início com a Ana Carina e a Ana Catarina a apresentarem o Retrato Físico de Portugal, a partir de uma página web que as alunas construíram. Aproveitando as potencialidades inerentes a uma página web, as alunas caracterizaram o todo peninsular, para depois se centrarem no caso específico de Portugal e da nossa região, realçando a importância dos rios e do mar, na nossa cultura e economia. [1 1. Os trabalhos encontram-se, em anexo, no final do artigo. LER+MAR
    4. 4. LER+MAR
    5. 5. O Luís Ribeiro, do 10º TDS, continuou a descrição física do nosso país, salientando a importância dos recursos naturais na economia, bem como os tipos de fauna e flora que dependem desses ecossistemas. LER+MAR
    6. 6. Seguiram-se os alunos Rui Silva, Tânia Gonçalves e Vera Castro, que abordaram a questão ligada às Bacias hidrográficas salientando a interferência do homem nos riscos naturais, muitas vezes transformando-os em armadilhas mortais para grande número de pessoas, como é o caso, entre outros, das planícies de inundação. Referiram, ainda, alguns acidentes dramáticos sobre o tema e algumas medidas de prevenção. LER+MAR
    7. 7. O terceiro grupo falou sobre os Riscos geológicos e a ocupação antrópica, dando destaque à problemática associada ao rio Ave e aos problemas associados a Vizela. As alunas Verónica e Raquel abordaram, então, a intervenção feita nas margens do rio Vizela, na zona do parque da cidade, transformadas em zonas de lazer. Explicaram a dificuldade em manter o equilíbrio entre as variações do caudal do rio e a ocupação antrópica. Finalmente, mostraram as obras de engenharia, construídas para esse efeito, relacionando-as com os custos financeiros. LER+MAR
    8. 8. Após esta apresentação, o João Afonso; a Maria João Vaz; o Rúben Ferreira e a Sara Faria falaram sobre as zonas costeiras, mostrando a crescente pressão antrópica sobre os referidos subsistemas terrestres. Enfatizaram também os contributos da Geologia na prevenção e a ação da natureza, mas também do Homem, na sua morfologia. LER+MAR
    9. 9. A última intervenção foi da responsabilidade da Petra Carneiro e da Ana Matilde Lopes que falaram sobre a Ocupação Antrópica não ordenada e os ricos geomorfológicos que desencadeiam nas zonas costeiras, especificamente em relação às zonas de praias e dunas. Clarificaram mecanismos de formação das praias e dunas, salientando o importante papel das dunas na proteção do litoral. Terminaram ressalvando quão importante pode ser o papel de cada um, mesmo que por vezes possa parecer pouco, na contribuição para a proteção ambiental. LER+MAR
    10. 10. LER+MAR LER+MAR Trabalhos apresentados
    11. 11. LER+MAR LER+MAR Retrato Físico de Portugal
    12. 12. O trabalho que se segue, duplica a página web criada pelas alunas: Ana Carina e a Ana Catarina, da turma do 10º ano do curso Técnico de Comércio, no âmbito da disciplina de Integração. Retrato Físico de Portugal
    13. 13. Portugal
    14. 14. Portugal
    15. 15. Portugal localizado no Sudoeste da Europa, cujo território se situa na zona ocidental da Península Ibérica e em arquipélagos no Atlântico Norte. O território português tem uma área total de 92 090 km², sendo delimitado a norte e leste por Espanha e a sul e oeste pelo oceano Atlântico, compreendendo uma parte continental e duas regiões autónomas: os arquipélagos dos Açores e da Madeira. Portugal
    16. 16. Portugal O relevo de Portugal é variado. No Norte de Portugal Continental, o relevo é composto maioritariamente por montanhas. No Sul predominam as zonas baixas, planícies e planaltos. Nas regiões dos Açores e da Madeira o relevo é composto por zonas altas e quase sempre acidentado.
    17. 17. Portugal
    18. 18. Portugal Portugal tem um clima temperado marítimo, com verões quentes e Invernos húmidos, sofrendo influências continentais e também por parte do Atlântico e do Mediterrâneo. O clima também varia consoante a altitude e a proximidade do mar. Na zona norte mais montanhosa, o clima é geralmente mais frio e húmido, enquanto as regiões de Lisboa, do Alentejo e do Algarve possuem verões longos e quentes com temperaturas entre os 35 e os 40°C. A humidade diminui à medida que nos afastamos da costa, já que as zonas do interior são mais quentes.
    19. 19. A Madeira tem um agradável clima subtropical ao longo de todo o ano, e é aconselhável visitar os Açores durante os meses mais quentes, já que os invernos podem ser ventosos e húmidos. Média da temperatura mínima do ar nos meses de Inverno Média da temperatura máxima do ar nos meses de Verão
    20. 20. Portugal Alguns dos maiores rios portugueses são: - o rio Minho (nasce em Espanha e desagua na Serra da Meira) - o rio Douro (nasce em Espanha e desagua no Porto) - o rio Mondego (nasce na Serra da Estrela e desagua na Figueira da Foz)
    21. 21. Portugal - o rio Tejo (nasce em Espanha e desagua em Lisboa) - o rio Guadiana (nasce em Espanha e desagua em Vila Real de Santo António) - o rio Sado (nasce na Serra do Caldeirão e desagua em Setúbal)
    22. 22. Portugal A vegetação de Portugal é composta por uma diversidade de espécies atlânticas, europeias, mediterrânicas e africanas. No vale a norte do Mondego, 57% das plantas são de origem europeia (mais de 86% no interior norte) e apenas 26% são espécies mediterrânicas. No sul, as percentagens são inversas – 29 e 46%, respetivamente. Alguns exemplos da flora de Portugal: azinheira carvalho carvalho-branco
    23. 23. Portugal A fauna de Portugal é uma combinação de espécies europeias e do Norte de África. O javali, porco e veado abundam no interior. Ainda existem lobos nas zonas mais remotas da Serra da Estrela e o lince pode ser encontrado no Alentejo. A raposa, o coelho e a lebre são presenças constantes.
    24. 24. Portugal As aves são muito abundantes e variadas, já que a Península Ibérica se situa em plena rota de migração de espécies da Europa Central e Ocidental. Alguns exemplos da fauna de Portugal: coelhos-selvagensraposalince
    25. 25. Portugal - Guimarães
    26. 26. Portugal - Guimarães
    27. 27. Portugal - Guimarães Guimarães é uma cidade portuguesa situada no Distrito de Braga, região Norte e sub-região , com uma população de 52 181 habitantes, repartidos por uma malha urbana de 23,5 km², em 20 freguesias e com uma densidade populacional de 2 223,9 hab/km².
    28. 28. Portugal - Guimarães De um modo geral, o concelho de Guimarães apresenta três unidades morfológicas que estruturam a paisagem e que assentam nos vales do rio Ave, Selho e Vizela, correspondentes à paisagem de menor altitude (77-300 metros) onde predominam sistemas agrícolas e onde se desenvolvem os sistemas urbanizados, assim como numa orla mais montanhosa (florestal) nas áreas limítrofes do concelho. Neste contexto morfológico salienta-se ainda a existência de um maciço montanhoso que se destaca pela sua altitude (613 metros) - a Serra da Penha.
    29. 29. Portugal - Guimarães
    30. 30. Portugal - Guimarães O clima da Guimarães é caracterizado por Invernos frescos e Verões moderados a quentes; a temperatura mínima média do mês mais frio varia entre 2 e 5ºC, verificando-se durante 10/15 a 30 dias por ano temperaturas negativas. A temperatura máxima média do mês mais quente varia entre 23 e 32ºC, verificando- se durante 20 a 120 dias por ano temperaturas máximas superiores a 25.
    31. 31. Portugal - Guimarães •Temperatura Média Anual – 14ºC •Temperatura Média do Mês mais Frio – 8ºC (Janeiro) •Temperatura Média do Mês mais Quente – 20,2ºC (Julho) •Temperatura Média Mínima – 4,5ºC (Janeiro) •Temperatura Média Máxima – 27,2ºC (Julho)
    32. 32. Portugal - Guimarães O concelho de Guimarães intregra-se, na totalidade da sua área, na bacia hidrográfica do Ave, que possui uma área total de 1390 Km2. Esta é limitada a norte pela bacia do Cávado, a leste pela bacia do Douro e a sul pelas bacias do Leça e do Douro. O rio Ave percorre cerca de 100 km desde a sua nascente (Serra da Cabreira) até à sua foz (Vila do Conde). Os seus principais afluentes são na sua margem esquerda o rio Vizela e, na sua margem direita o rio Este. No concelho de Guimarães, as linhas de água mais representativas do Ave são o rio Vizela e o rio Selho.
    33. 33. Portugal - Guimarães
    34. 34. A fauna existente no concelho de Guimarães e, em particular, na área urbana, constitui uma comunidade relativamente pobre e pouco diversificada. Ainda assim existem espécies com interesse ecológico e que interessa proteger. Alguns exemplos da fauna de Guimarães: Portugal - Guimarães pombo javali-europeutexugo
    35. 35. Portugal - Guimarães Apresenta uma flora algo diversificada e bastante repartida. Alguns exemplos da flora de Guimarães: eucalipto pinheirocarvalho
    36. 36. LER+MAR LER+MAR Retrato de Portugal
    37. 37. Informações gerais Capital: Lisboa Moeda: Euro(€) População: 10,53 milhões(2012) Área territorial: 92.389 Km²
    38. 38. Localização Portugal encontra-se no sudoeste da Europa, fazendo fronteira com Espanha a norte e a este, e com o oceano Atlântico, a sul e a oeste; Portugal também tem uma parte insular (arquipélago da Madeira e dos Açores).
    39. 39. Clima A temperatura média anual portuguesa varia entre cerca de 7°C, nas terras altas do interior norte e centro e cerca de 18°C, no litoral sul. A precipitação média anual tem os valores mais elevados no Minho e Douro Litoral e os valores mais baixos no interior do Baixo Alentejo.
    40. 40. Clima Fig.1- Temperatura média anual portuguesa Fig.1-Precipitação acumulada anual portuguesa
    41. 41. Clima Fig.3- Gráficos termopluviométricos de vários territóriosportugues
    42. 42. Relevo Ponto mais alto de Portugal continental: Serra da Estrela (1993 m)
    43. 43. Relevo Ponto mas alto de Portugal: Serra do Pico (2351 m)
    44. 44. Relevo No relevo português, destacam-se as planícies no Sul e o relevo montanhoso na região Norte. Fig. 3- Relevo da Europa Fig. 4- Relevo de Portugal
    45. 45. Fauna Em Portugal, a fauna selvagem é muito diversificada devido à existência de bastantes matas, bosques, e pinhais. O clima, que é temperado e mediterrânico, também é favorável à vida animal.
    46. 46. Exemplos de fauna portuguesa Raposa
    47. 47. Exemplos de fauna portuguesa Lince Ibérico
    48. 48. Exemplos de fauna portuguesa Cegonha
    49. 49. Exemplos de fauna portuguesa Sardinha
    50. 50. Flora A vegetação de Portugal é composta por uma diversidade de espécies europeias, mediterrânicas e africanas. De acordo com Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, foram encontradas mais de 3.995 espécies em Portugal.
    51. 51. Exemplos de flora portuguesa Amendoeira
    52. 52. Exemplos de flora portuguesa Carvalho
    53. 53. Exemplos de flora portuguesa Sobreiro
    54. 54. Exemplos de flora portuguesa Alecrim
    55. 55. Hidrografia A rede hidrográfica portuguesa é muito rica. Rios importantes como o rio Minho, Douro, Tejo e Guadiana ganham caudal no território português para desaguar no oceano Atlântico.
    56. 56. Hidografia Fig. 5 Mapa hidrográfico português Fig. 6 Mapa hidrográfico peninsular
    57. 57. Trabalho feito por: Luis Ribeiro Nº 17 10TDS
    58. 58. LER+MAR LER+MAR BACIAS HIDROGRÁFICAS Rui Silva, Tânia Gonçalves e Vera Castro 11ºCT7
    59. 59. Risco geológico O risco geológico corresponde à probabilidade de um acontecimento perigoso, associado aos fenómenos geológicos que fazem parte do funcionamento normal do planeta Terra, ocorrer numa determinada área num dado momento. riscos geológicos. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2014. [Consult. 2014-02-06]. Erupção vulcânica, Indonésia, 2014 Sismo, Indonésia, 2012
    60. 60. Risco Geomorfológico As situações de risco geomorfológico podem ser agrupadas das seguinte forma:  Bacias hidrográficas: erosão fluvial, cheias, exploração de inertes…  Zonas costeiras: erosão costeira, pressão urbanística… ;  Zonas de vertente: erosão das vertentes, movimentos de massa... Bacia hidrográfica do Douro Zona de vertente, Miranda Do Douro Zona costeira, Lavadores
    61. 61. Ocupação antrópica Ocupação de grandes zonas da superfície terrestre pelo Homem com consequente modificação das paisagens naturais. Costa da Caparica Albufeira Figueira da Foz
    62. 62. Bacias hidrográficas
    63. 63. Rios São cursos de água, mais ou menos contínuos, que correm em leito próprio, transportando partículas de rochas de várias dimensões e substâncias em solução. Rio Minho Rio Guadiana
    64. 64. Leito do Rio O Leito pode ser:  Normal, Ordinário ou Aparente;  Cheia;  Estiagem, Seca, Menor. Leito de estiagem Leito normal Leito de cheia
    65. 65. Montante e Jusante Montante e jusante de um rio
    66. 66. Rede Hidrográfica É formada pelo rio principal e pelos rios, ribeiros e riachos tributários (afluentes e subafluentes) Rede hidrográfica da Europa Rede hidrográfica de Portugal Continental
    67. 67. Bacia Hidrográfica É a área drenada por um rio e pelos seus tributários. Geralmente estes cursos de água possuem o mesmo sentido de drenagem e uma única saída. Bacia hidrográfica Amazónica Bacia hidrográfica do Rio Douro, na Península Ibérica
    68. 68. Actividade geológica de um rio A atividade geológica de um rio pode ser resumida a três processos :  Erosão  Transporte  Deposição Atividade geológica de um rio
    69. 69. Erosão Desgaste e remoção dos materiais rochosos que constituem o leito de um rio. Grand Canyon, Estados Unidos Rio Escalante, Utah
    70. 70. Transporte A água transporta os detritos rochosos erodidos (carga). A deslocação da carga sólida pode ser feita por:  saltação, rolamento ou arrastamento (detritos grosseiros)  suspensão na água (detritos finos). Carga: -materiais dissolvidos -materiais em suspensão -materiais que se deslocam por tracção no fundo Transporte efectuado pela água de um rio
    71. 71. Sedimentação: Deposição dos materiais quer ao longo do leito quer nas margens, quando diminui a capacidade de transporte de um rio. É influenciada:  pelas dimensões e peso dos detritos  pela velocidade da corrente. Sedimentação num rio Deposição de sedimentos, Parque Natural Ria Formosa
    72. 72. Principais fatores de risco associados às bacias hidrográficas Construção de barragens Extração de inertes Cheias
    73. 73. Construção de barragens  Permite regular o caudal dos rios.  A retenção de água na albufeira evita inundações a jusante.  As barragens permitem ainda outras utilizações da água:  produção de energia hidroelétrica  o abastecimento das populações  as atividades de recreio a irrigação de terrenos agrícolas. Barragem do Alqueva Barragem do Lindoso
    74. 74. Construção de Barragens (Inconvenientes)  Acumulação de sedimentos transportados pelo rio :  diminui a capacidade de armazenamento de água da barragem  reduz quantidade de detritos debitados no mar, funcionando como barreiras artificiais ao trânsito de sedimentos.  Têm um determinado tempo de vida útil  Têm um impacte negativo nos ecossistemas aquáticos e terrestres da zona, provocando a destruição de habitats. Acumulação de sedimentos transportados pelos rios
    75. 75. Extração de inertes Intervenção antrópica que ocorre ao nível dos rios, que consiste na exploração de areias e outros inertes do leito ou das margens do rio. Fornece matérias-primas muito importantes, principalmente para a construção civil. Extração de inertes (ultima imagem, Ribeira do Faial)
    76. 76. Extração de Inertes (Consequências negativas)  Faz desaparecer as praias fluviais;  Descalça as construções cujos pilares assentam sobre o leito dos rios;  Altera correntes e outros aspetos hidráulicos;  Reduza quantidade de sedimentos que chegam à foz;  Destrói aluviões e terrenos cultiváveis circundantes;  Causa modificações irreversíveis ao nível dos ecossistemas. Consequências negativas
    77. 77. A cidade de Águeda está com ruas alagadas e alguns moradores estão retidos em casa, mas não há pessoas em risco, disse à Lusa Jorge Almeida, da proteção civil municipal. "Temos uma situação de cheia desde ontem [quinta-feira], à noite. Durante a noite as águas desceram um pouco, mas já voltou a subir porque a madrugada foi muito chuvosa. Não há nenhuma situação que coloque pessoas em risco. Na zona Baixa da cidade temos algumas ruas já inundadas, com cerca de meio metro de altura. Há estabelecimentos comerciais afetados e um ou outro morador retido em casa e estamos a promover que chegue lá a alimentação e outros bens", descreveu. […] "Os cilindros metálicos de suporte à construção do novo tabuleiro estão a funcionar como barragem e a dificultar ainda mais. Uma das grandes operações que estamos a fazer permanentemente é retirar o que podemos de detritos que vêm rio abaixo, mas não conseguimos chegar ao meio do rio e acumulam-se ali lenhas, funcionando como um açude, o que aumenta a altura da água a montante, com repercussões na cidade. Se não fossem as obras na ponte, seria uma cheia normal", conclui.
    78. 78. Quanto às medidas anunciadas para controlar as cheias que ocorrem frequentemente em Águeda, nomeadamente o desvio do caudal para um canal secundário e a substituição de taludes por pilares, com o prolongamento do tabuleiro de duas pontes, para que deixem de funcionar como barreiras, o autarca lamenta a demora do Ministério do Ambiente, que deveria cofinanciar as obras. "O canal secundário não está concluído e ainda não está a fazer a função e nas duas pontes que se previa o alargamento das secções de vazão ainda não começaram as obras porque o Ministério do Ambiente reteve essas obras tempo demais, apesar de serem idealizadas e projetadas pelo então INAG e por técnicos do Estado que estudaram bem as cheias de Águeda", criticou. […] A diferença do nível da água a montante e a jusante das duas pontes, nas grandes inundações de 2001, levou o então Instituto Nacional da Água a projetar o alargamento da sua secção de vazão, substituindo por pilares os aterros que foram feitos para as estradas, para facilitar a passagem da água. A intervenção para fazer face às cheias cíclicas na cidade comporta também a construção de um canal artificial com 22 metros de largura e 800 metros de extensão, destinado a recolher as águas e a devolvê-las ao rio, a jusante das pontes, o qual também ainda não está aberto.
    79. 79. Cheias (causas)  Precipitações moderadas e prolongadas  Precipitações repentinas e de elevada intensidade  Fusão de grandes massas de gelo  Rotura de barragens e de diques Algumas causas associadas às cheias
    80. 80. Cheias (consequências)  O excesso de água aumenta o caudal dos cursos e o leito normal extravasa, provocando a inundação das zonas mais próximas  A elevação do leito normal e consequente inundação das margens pode acarretar elevados prejuízos materiais e humanos. Cheias em Águeda
    81. 81. Cheias (Prejuízos)  Isolamento, evacuação e desalojamento de populações;  Destruição de propriedades e explorações agrícolas;  Submersão e/ou os danos em vias de comunicação  Interrupção no fornecimento de eletricidade, água, gás e telefone;  Alterações do meio ambiente.Alguns prejuízos provocados pelas cheias
    82. 82. Cheias (Prevenção e controlo de danos)  Ordenar e controlar as ações humanas nos leitos de cheias;  Impedir a construção e a urbanização de possíveis zonas de cheias;  Construir sistemas integrados de regularização dos cursos de água (barragens e canais)  Alargamento, aprofundamento e remoção de obstáculos nos leitos dos rios.  Algumas soluções também podem acarretar consequências negativas, se forem feitas desregradamente. Prevenção contra as cheias
    83. 83. FIM Kévin Mota Rui Silva Tânia Gonçalves Vera Castro 11CT7
    84. 84. LER+MAR LER+MAR Riscos geológicos e a ocupação antrópica Verónica Abreu e Raquel Sousa 11ºCT9
    85. 85. Cheias Raquel Sousa, nº 20 Verónica Abreu, nº 29 Realizado por: Professora Alcina Lobo Geologia 11º ano
    86. 86. Rio Vizela fez lembrar ontem a grande cheia de 1961 O rio galgou as margens e inundou o campo de minigolfe e zona ribeirinha. Na ponte Romana cobriu a zona de lazer. A turbina do parque abandonada e fechada contribuiu para a inundação da área a montante. Não há nada ainda que se compare à grande cheia de 1961, mas os mais antigos não deixaram de fazer algumas comparações. Tempo só deve melhorar amanhã. sábado, 19 de Janeiro de 2013 - 12:44h - Cidade
    87. 87. Contextualização geológica O rio Vizela, como é de prever, situa-se no concelho de Vizela; É afluente do rio Ave; • Nasce no alto de Morgaír – Freguesia de Gontim – Concelho de Fafe; Fig.: Rio Vizela
    88. 88. No seu percurso, na direção nordeste-sudoeste, banha sucessivamente os concelhos de Fafe, Felgueiras, Guimarães, Vizela e Santo Tirso. A sua foz, com margens entre as freguesias de Vila das Aves, São Martinho do Campo e Rebordões, converge na margem esquerda do rio Ave, no concelho de Santo Tirso. Fig.: Rio Vizela.
    89. 89. Há alguns anos, a câmara municipal de Vizela iniciou o processo de limpeza do rio, para atividades balneares, desportivas e de lazer. Fig.: Atividades de lazer no rio Vizela.Fig.: Praia fluvial do rio Vizela.
    90. 90. Foi assinado um protocolo para a desmatação, limpeza e preparação do terreno, bem como o arranjo da zona ribeirinha com a colocação de mobiliário urbano e respetiva plantação de vegetação ripícola autóctone. A obra teve uma comparticipação financeira pela ARH (Administração da Região Hidrográfica) de cerca de 44 mil euros. Fig.: Instalação dos sistemas de limpeza.
    91. 91. O leito de cheia deste curso de água contém vegetação, edifícios e mobília urbana, tudo isto conseguido pela ação do Homem. Fig.: Algumas construções no leito de cheia do rio Vizela.
    92. 92. Para a construção destas infraestruturas foi necessário impermeabilizar o terreno. O rio Vizela tem um histórico de inundações, fazendo esta última lembrar a de 1961. Fig.: Rio Vizela durante uma cheia.
    93. 93. Em 1961 foi assim (foto do Parque das Termas).
    94. 94. Uma das causas possíveis para este fenómeno foi o facto das comportas não terem sido abertas na devida altura, ocorrendo o alagamento das áreas circundantes ao rio. Fig.: Comportas do rio Vizela.
    95. 95. Riscos geológicos Degradação e/ou destruição dos edifícios localizado no leito de cheia; • Morte da vegetação ripícola autóctone por excesso de água; • Dificuldade da descida da água devido à impermeabilidade do solo. • Desperdício de dinheiro; Fig.: Rio Vizela durante uma cheia.
    96. 96. Prevenção • Controlar o manuseamento das comportas do rio em questão. • Não construir edifícios no leito de cheia; • Ordenamento do território; • Não impermeabilizar os solos; Fig.: Rio Vizela.
    97. 97. Bibliografia http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Vizela (12/02/2014); http://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_rip%C3%A1ria (12/02/2014); http://www.digitaldevizela.com/2013/01/rio-vizela-fez-lembrar- grande-cheia-de.html (12/02/2014); http://www.digitaldevizela.com/2013/01/quem-controla-turbina-do- parque-das.html (12/02/2014); http://www.metronews.com.pt/2010/09/08/camara-municipal-de- vizela-assinou-protocolo-com-arh-para-limpeza-do-rio-vizela/ (12/02/2014).
    98. 98. LER+MAR LER+MAR Zonas Costeiras Ocupações antrópicas João Afonso; Maria João Vaz; Rúben Ferreira; Sara Faria 11ºCT
    99. 99. [1
    100. 100. Zonas costeiras  Morfologia das zonas costeiras Recuo da costa Preservação da costa
    101. 101. A zona costeira é uma faixa complexa, dinâmica, mutável e que está sujeita a vários processos geológicos. Cerca de 80% da população mundial vive nesta área.
    102. 102. A costa de Portugal Continental tem cerca de 943 km. Enquanto que, na Madeira ronda os 250 km, nos Açores é, aproximadamente, 667 km. No mundo inteiro são 500 000 km.
    103. 103. Existem vários fatores que modelam o litoral: Tais como: Ação Mecânica das Ondas Subida e descidas das marésCorrentes marítimas Vento Homem
    104. 104. A modelação das linhas de costa resulta de formas de erosão e deposição. Erosão Deposiçã o
    105. 105. Existem diversos fenómenos naturais em que se verifica uma mudança da zona costeira pela natureza. Maioritariamente contribuem para o recuo da costa. Ação da Natureza na Costa Movimento de placas tectónicas Transgressões marinhas Interglaciações Regressões marinhas Glaciações
    106. 106. Apesar da natureza contribuir para este maior recuo da costa, a ação humana também tem um grande peso. Ação humana na Costa Construção de Barragens Diminuição de sedimentos que chegam ao litoral Ocupação humana Estraga os mecanismos naturais de defesa Efeito de estufa Provoca transgressões marinhas
    107. 107. Ao longo dos últimos anos, a costa mundial está a sofrer um grande recuo. No caso português trata- se de cerca de 30 %.
    108. 108. Nas arribas, apesar da submersão ser mais reduzida, estão submetidas a uma maior erosão, levando à formação de plataformas de abrasão.
    109. 109. Nas praias, devido à sua constituição, sofrem uma alteração maior na sua morfologia, com consequências económicas e sociais.
    110. 110. Uma medida mais eficaz que combate a erosão costeira é a alimentação artificial de praias com sedimentos. Contudo, este método é dispendioso e em litorais energéticos como a costa ocidental portuguesa, é necessário uma frequente alimentação de sedimentos.
    111. 111. De modo a reduzir a erosão, foram criados dois programas portugueses:  POOC- Planos de Ordenamentos da Orla Costeira.  FINISTERRA – Programa de Intervenção na Orla Costeira Continental.
    112. 112. Têm como objetivos principais:  Ordenar os diferentes usos e atividades da orla costeira;  Classificar as praias e regulamentar o uso balnear;  Assegurar a defesa e conservação da Natureza.
    113. 113. As zonas costeiras são zonas bonitas, contudo constantemente ameaçadas. É uma zona que interage com outros sistemas, como a zona marítima, a ocupação antrópica, placas tectónicas, entre outras. O seu recuo pode resultar em vários problemas, quer para o homem, quer para os outros seres vivos. Existem várias formas de resolver o problema contudo, revelam-se pouco eficazes.
    114. 114. LER+MAR LER+MAR Ocupação antrópica e problemas de ordenamento Zonas Costeiras Praias e dunas Petra e Matilde 11ºCT
    115. 115. [1
    116. 116. Petra e Matilde 11ºCT8
    117. 117. Ocupação antrópica é a ocupação de zonas terrestres pelo Homem e a decorrente exploração dos recursos naturais. Isto traduz-se em pressões ou impactos sobre o meio ambiente, contribuindo para o seu desequilíbrio.
    118. 118. A zona costeira ou faixa litoral corresponde à zona de transição entre o domínio continental e o domínio marinho. É uma faixa complexa, dinâmica, mutável e sujeita a vários processos geológicos.
    119. 119. Póvoa de Varzim Praias de cascais Albufeira
    120. 120. As praias resultam da deposição de materiais trazidos pelo mar ou dos materiais transportados pelos rios. Praia de Odemira
    121. 121. Por vezes em algumas praias é possível observar dunas litorais. As dunas são montanhas de areia, formadas pela ação das marés e depois transportadas para o interior a partir de processos eólicos A vegetação existente ajuda a fixar as dunas. Estas estruturas são bastante importantes, uma vez que impedem, de um modo natural, o avanço das águas do mar para o interior dos continentes e constituem ecossistemos únicos de grande biodiversidade.
    122. 122. As zonas litorais são sistemas dinâmicos, que constituem um valioso recurso natural, insubstituível e não-renovável, contudo são condicionadas por factores naturais e antrópicos. Causas Naturais: Alternância entre regressões (recuo do mar) e transgressões (avanço do mar) marinhas variação do nível do mar; A existência de correntes marinhas litorais variadas que, ao provocarem a erosão, o transporte, e a deposição de sedimentos, condicionam a morfologia das costas; A deformação das margens dos continentes, em resultado de movimentos tectónicos que podem provocar a elevação ou o afundamento das zonas litorais.
    123. 123. Causas Antrópicas: Maior libertação de CO2, que irá levar ao agravamento do efeito de estufa e consequente aumento do nível médio das àguas do mar; Excessiva construção na faixa litoral (sobre as dunas!); Diminuição de sedimentos que chegam ao litoral, devido a construção de barragens nos rios e drenagem para utilização das areias dos rios para a construção civíl. Destruição de dunas; Arranque da vegetação.
    124. 124. Face aos graves problemas de erosão costeira a que certas regiões estão sujeitas, é necessário efetuar intervenções de modo a promover a proteção e defesa destas àreas. Construção de obras de engenharia: enrocamentos, paredões, quebra- mares, molhes e esporões.
    125. 125. Problema: Pouco estéticos; dispendiosos na sua construção e manutenção; podem resultar num dado local, mas agravar as condições de erosão noutro.
    126. 126. Alimentação artificial em sedimentos de determinadas praias. Medida mais económica e estética, mas que terá de ser continua e sistemática em litorais muito energéticos.
    127. 127. Identificar áreas de risco potencial; Estabelecer regras para a utilização da orla costeira; Requalificar as áreas afetadas (praias); Recuperação de dunas; Estabilização de arribas; Alimentação artificial de praias; Demolição e remoção de estruturas localizadas em áreas de risco; Manutenção e construção de obras de engenharia para proteção do litoral.
    128. 128. Este programa tem como objetivo principal imprimir um novo impulso à execução das medidas e propostas contidas nos POOC, com o intuito de requalificar e reordenar o litoral português.
    129. 129. https://www.google.pt/search?q=zonas+costeiras&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=wO0VU8_6O8SThQfdtoH4Cg&ved=0CCo QsAQ&biw=1024&bih=612#q=arribas+da+costa+vicentina&tbm=isch&facrc=_&imgdii=_&imgrc=u2LQHc5d- j1eHM%253A%3BoLIZUXseMurxFM%3Bhttp%253A%252F%252Fwww.parqueexpo.pt%252Fcache%252FbinImagens%252FIMG_40 08_banner- 2551.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fwww.parqueexpo.pt%252Fconteudo.aspx%253Fcaso%253Dprojeto%2526lang%253Dpt%2526id _object%253D587%2526name%253DSudoeste-Alentejano-e-Costa-Vicentina%3B744%3B298 https://www.google.pt/search?q=zonas+costeiras&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=wO0VU8_6O8SThQfdtoH4Cg&ved=0CCo QsAQ&biw=1024&bih=612#q=praia+do+algarve&tbm=isch&facrc=_&imgdii=_&imgrc=MH- 4Oi3uu8kfYM%253A%3Bu75TDYHDakgCOM%3Bhttp%253A%252F%252Fwww.praialuz.com%252Fmain.jpg%3Bhttp%253A%252F %252Fwww.praialuz.com%252F%3B534%3B348 http://naturlink.sapo.pt/Natureza-e-Ambiente/Interessante/content/Dunas--O-que-sao-como-se-formam-qual-o-seu-valor-e- sensibilidade?bl=1&viewall=true https://www.google.pt/search?hl=pt- PT&site=imghp&tbm=isch&source=hp&biw=1024&bih=612&q=paded%C3%B5es%2C+espor%C3%B5es%2C+quebra- mares&oq=paded%C3%B5es%2C+espor%C3%B5es%2C+quebra- mares&gs_l=img.3...20039.35203.0.35369.46.13.3.30.0.0.454.3146.1j3j2j4j2.12.0....0...1ac.1.36.img..37.9.1697.NicT8waf34o#facrc=_&imgd ii=ot1Ye3m_oN0ixM%3A%3BkovA0Pi_ouIJBM%3Bot1Ye3m_oN0ixM%3A&imgrc=ot1Ye3m_oN0ixM%253A%3BNdNMDrMgJT3u wM%3Bhttp%253A%252F%252F3.bp.blogspot.com%252F_pMEU5uHAylA%252FTApNF4DT- TI%252FAAAAAAAAAA4%252FQvllMpoLv9U%252Fs1600%252FSem%252Bt%2525C3%2525ADtulo.jpg%3Bhttp%253A%252F%25 2Fzonas-costeiras.blogspot.com%252F2010_05_16_archive.html%3B800%3B348 https://www.google.pt/search?hl=pt- PT&site=imghp&tbm=isch&source=hp&biw=1024&bih=612&q=paded%C3%B5es%2C+espor%C3%B5es%2C+quebra- mares&oq=paded%C3%B5es%2C+espor%C3%B5es%2C+quebra- mares&gs_l=img.3...20039.35203.0.35369.46.13.3.30.0.0.454.3146.1j3j2j4j2.12.0....0...1ac.1.36.img..37.9.1697.NicT8waf34o#hl=pt- PT&q=Alimenta%C3%A7%C3%A3o+artificial+em+sedimentos+de+determinadas+praias&tbm=isch&facrc=_&imgdii=_&imgrc=HRFW 1JbRkwFPFM%253A%3B5xfoUWvwS6EuFM%3Bhttp%253A%252F%252F1.bp.blogspot.com%252F- nVRvKWZtdvM%252FT8Zjq2gqMII%252FAAAAAAAAAQQ%252FcsG__Ah0tDc%252Fs1600%252F%25255E3.jpg%3Bhttp%253A %252F%252Fmarciaraujo11.blogspot.com%252F2012_05_01_archive.html%3B607%3B607
    130. 130. https://www.google.pt/search?hl=pt- PT&site=imghp&tbm=isch&source=hp&biw=1024&bih=612&q=paded%C3%B5es%2C+espor%C3%B5es%2C+quebra- mares&oq=paded%C3%B5es%2C+espor%C3%B5es%2C+quebra- mares&gs_l=img.3...20039.35203.0.35369.46.13.3.30.0.0.454.3146.1j3j2j4j2.12.0....0...1ac.1.36.img..37.9.1697.NicT8waf34o#hl=pt- PT&q=recupera%C3%A7%C3%A3o+artificial+de+dunas+&tbm=isch&facrc=_&imgdii=0SkyzewxS3FFpM%3A%3Bf1lgh2lCUFQnyM% 3B0SkyzewxS3FFpM%3A&imgrc=0SkyzewxS3FFpM%253A%3BYvi7fLOIE4h4hM%3Bhttp%253A%252F%252Fnaturlink.sapo.pt%252 FResourcesUser%252FInteressante%252FDunas8.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fnaturlink.sapo.pt%252FNatureza-e- Ambiente%252FInteressante%252Fcontent%252FDunas--O-que-sao-como-se-formam-qual-o-seu-valor-e- sensibilidade%253Fviewall%253Dtrue%2526print%253Dtrue%3B450%3B317 https://www.google.pt/search?hl=pt- PT&site=imghp&tbm=isch&source=hp&biw=1024&bih=612&oq=recupera%C3%A7%C3%A3o+artificial+de+dunas+&gs_l=img.3...1014 8.19890.0.20152.40.14.4.22.25.2.663.4078.1j5j3j1j1j3.14.0....0...1ac.1.36.img..29.11.1777.Iy1fuTVwphk&q=recupera%C3%A7%C3%A3o% 20artificial%20de%20dunas#facrc=_&imgdii=x_xNtMam63SmmM%3A%3BKdkJKpMLJsiUMM%3Bx_xNtMam63SmmM%3A&imgr c=x_xNtMam63SmmM%253A%3BsCWLJiAdvMim1M%3Bhttp%253A%252F%252Fleirosadunes.bot.uc.pt%252Fimages%252Fmar_o _2000_2.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fleirosadunes.bot.uc.pt%252Findex.php%253Fmenu%253D9%2526language%253Dpt%2526t abela%253Dgeral%3B600%3B382 https://www.google.pt/search?hl=pt- PT&site=imghp&tbm=isch&source=hp&biw=1024&bih=612&oq=recupera%C3%A7%C3%A3o+artificial+de+dunas+&gs_l=img.3...1014 8.19890.0.20152.40.14.4.22.25.2.663.4078.1j5j3j1j1j3.14.0....0...1ac.1.36.img..29.11.1777.Iy1fuTVwphk&q=recupera%C3%A7%C3%A3o% 20artificial%20de%20dunas#facrc=_&imgdii=x_xNtMam63SmmM%3A%3Blz9mhak4sTLosM%3Bx_xNtMam63SmmM%3A&imgrc= x_xNtMam63SmmM%253A%3BsCWLJiAdvMim1M%3Bhttp%253A%252F%252Fleirosadunes.bot.uc.pt%252Fimages%252Fmar_o_ 2000_2.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fleirosadunes.bot.uc.pt%252Findex.php%253Fmenu%253D9%2526language%253Dpt%2526ta bela%253Dgeral%3B600%3B382

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