Desafio Local

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Desafio Local

  1. 2. DESENVOLVIMENTO LOCAL A opção pela Cooperação CATANDUVAS – SC 02 de outubro de 2.001
  2. 3. DESENVOLVIMENTO LOCAL FATORES QUE FACILITAM
  3. 4. <ul><li>Excelente localização geográfica; </li></ul>DESENVOLVIMENTO LOCAL FATORES QUE FACILITAM
  4. 5. <ul><li>Excelente localização geográfica; </li></ul><ul><li>Proximidade à pólos de desenvolvimento; </li></ul>DESENVOLVIMENTO LOCAL FATORES QUE FACILITAM
  5. 6. <ul><li>Excelente localização geográfica; </li></ul><ul><li>Proximidade à pólos de desenvolvimento; </li></ul><ul><li>Abundância de capital e empreendedores; </li></ul>DESENVOLVIMENTO LOCAL FATORES QUE FACILITAM
  6. 7. <ul><li>Excelente localização geográfica; </li></ul><ul><li>Proximidade à pólos de desenvolvimento; </li></ul><ul><li>Abundância de capital e empreendedores; </li></ul><ul><li>Ambiente local “pró-ativo”; </li></ul>DESENVOLVIMENTO LOCAL FATORES QUE FACILITAM
  7. 8. <ul><li>Excelente localização geográfica; </li></ul><ul><li>Proximidade à pólos de desenvolvimento; </li></ul><ul><li>Abundância de capital e empreendedores; </li></ul><ul><li>Ambiente local “pró-ativo”; </li></ul><ul><li>Vocação econômica definida; </li></ul>DESENVOLVIMENTO LOCAL FATORES QUE FACILITAM
  8. 9. <ul><li>Excelente localização geográfica; </li></ul><ul><li>Proximidade à pólos de desenvolvimento; </li></ul><ul><li>Abundância de capital e empreendedores; </li></ul><ul><li>Ambiente local “pró-ativo”; </li></ul><ul><li>Vocação econômica definida; </li></ul><ul><li>Atrativos que estimulem investimentos externos. </li></ul>DESENVOLVIMENTO LOCAL FATORES QUE FACILITAM
  9. 10. <ul><li>Excelente localização geográfica; </li></ul><ul><li>Proximidade à pólos de desenvolvimento; </li></ul><ul><li>Abundância de capital e empreendedores; </li></ul><ul><li>Ambiente local “pró-ativo”; </li></ul><ul><li>Vocação econômica definida; </li></ul><ul><li>Atrativos que estimulem investimentos externos; </li></ul><ul><li>Facilidade de acesso à educação </li></ul>DESENVOLVIMENTO LOCAL FATORES QUE FACILITAM
  10. 11. DESENVOLVIMENTO LOCAL <ul><li>“ Nos Estados Unidos, educação virou parte da ideologia neoliberal. Desemprego, violência e má distribuição de renda são debitados à má qualidade da educação dos americanos”. </li></ul><ul><li>BILL CLINTON </li></ul>
  11. 12. <ul><li>Excelente localização geográfica; </li></ul><ul><li>Proximidade à pólos de desenvolvimento; </li></ul><ul><li>Abundância de capital e empreendedores; </li></ul><ul><li>Ambiente local “pró-ativo”; </li></ul><ul><li>Vocação econômica definida; </li></ul><ul><li>Atrativos que estimulem investimentos externos; </li></ul><ul><li>Facilidade de acesso à educação; </li></ul><ul><li>Características diferenciadas </li></ul>DESENVOLVIMENTO LOCAL FATORES QUE FACILITAM
  12. 13. DESENVOLVIMENTO LOCAL FATORES QUE ENTRAVAM
  13. 14. DESENVOLVIMENTO LOCAL FATORES QUE ENTRAVAM <ul><li>Lideranças locais possuem visões, soluções e objetivos individuais diferentes; </li></ul>
  14. 15. DESENVOLVIMENTO LOCAL FATORES QUE ENTRAVAM <ul><li>Lideranças locais possuem visões, soluções e objetivos individuais diferentes; </li></ul><ul><li>Políticas públicas – locais e regionais – clientelistas e dependentes; </li></ul>
  15. 16. DESENVOLVIMENTO LOCAL FATORES QUE ENTRAVAM <ul><li>Lideranças locais possuem visões, soluções e objetivos individuais diferentes; </li></ul><ul><li>Políticas públicas – locais e regionais – clientelistas e dependentes; </li></ul><ul><li>Sentimento de que o setor público é o único responsável pelo desenvolvimento local/regional; </li></ul>
  16. 17. DESENVOLVIMENTO LOCAL FATORES QUE ENTRAVAM <ul><li>Lideranças locais possuem visões, soluções e objetivos individuais diferentes; </li></ul><ul><li>Políticas públicas – locais e regionais – clientelistas e dependentes; </li></ul><ul><li>Sentimento de que o setor público é o único responsável pelo desenvolvimento local/regional; </li></ul><ul><li>Rivalidades políticas (politicagem) entravam entendimentos </li></ul>
  17. 18. DESENVOLVIMENTO LOCAL FATORES QUE ENTRAVAM <ul><li>Lideranças locais possuem visões, soluções e objetivos individuais diferentes; </li></ul><ul><li>Políticas públicas – locais e regionais – clientelistas e dependentes; </li></ul><ul><li>Sentimento de que o setor público é único responsável pelo desenvolvimento local/regional; </li></ul><ul><li>Rivalidades políticas (politicagem) entravam entendimentos; </li></ul><ul><li>Cada município quer encontrar a sua solução individual; </li></ul>
  18. 19. DESENVOLVIMENTO LOCAL FATORES QUE ENTRAVAM <ul><li>Lideranças locais possuem visões, soluções e objetivos individuais diferentes; </li></ul><ul><li>Políticas públicas – locais e regionais – clientelistas e dependentes ; </li></ul><ul><li>Sentimento de que o setor público é único responsável pelo desenvolvimento local/regional; </li></ul><ul><li>Rivalidades políticas (politicagem) entravam entendimentos </li></ul><ul><li>Cada município quer encontrar a sua solução individual; </li></ul><ul><li>As comunidades locais só imaginam desenvolvimento através da agricultura; </li></ul>
  19. 20. DESENVOLVIMENTO LOCAL FATORES QUE ENTRAVAM <ul><li>Lideranças locais possuem visões, soluções e objetivos individuais diferentes; </li></ul><ul><li>Políticas públicas – locais e regionais – clientelistas e dependentes ; </li></ul><ul><li>Sentimento de que o setor público é único responsável pelo desenvolvimento local/regional; </li></ul><ul><li>Rivalidades políticas (politicagem) entravam entendimentos </li></ul><ul><li>Cada município quer encontrar a sua solução individual; </li></ul><ul><li>As comunidades locais só imaginam desenvolvimento através da agricultura; </li></ul><ul><li>Acomodamento dos empresários locais; </li></ul>
  20. 21. DESENVOLVIMENTO LOCAL FATORES QUE ENTRAVAM <ul><li>Lideranças locais possuem visões, soluções e objetivos individuais diferentes; </li></ul><ul><li>Políticas públicas – locais e regionais – clientelistas e dependentes ; </li></ul><ul><li>Sentimento de que o setor público é único responsável pelo desenvolvimento local/regional; </li></ul><ul><li>Rivalidades políticas (politicagem) entravam entendimentos </li></ul><ul><li>Cada município quer encontrar a sua solução individual; </li></ul><ul><li>As comunidades locais só imaginam desenvolvimento através da agricultura; </li></ul><ul><li>Acomodamento dos empresários locais; </li></ul><ul><li>Experiências mal sucedidas; </li></ul>
  21. 22. DESENVOLVIMENTO LOCAL FATORES QUE ENTRAVAM <ul><li>Lideranças locais possuem visões, soluções e objetivos individuais diferentes; </li></ul><ul><li>Políticas públicas – locais e regionais – clientelistas e dependentes ; </li></ul><ul><li>Sentimento de que o setor público é único responsável pelo desenvolvimento local/regional; </li></ul><ul><li>Rivalidades políticas (politicagem) entravam entendimentos </li></ul><ul><li>Cada município quer encontrar a sua solução individual; </li></ul><ul><li>As comunidades locais só imaginam desenvolvimento através da agricultura; </li></ul><ul><li>Acomodamento dos empresários locais; </li></ul><ul><li>Experiências mal sucedidas; </li></ul><ul><li>Baixo nível de cooperação. </li></ul>
  22. 23. DESENVOLVIMENTO LOCAL FATORES QUE ENTRAVAM <ul><li>Lideranças locais possuem visões, soluções e objetivos individuais diferentes; </li></ul><ul><li>Políticas públicas – locais e regionais – clientelistas e dependentes ; </li></ul><ul><li>Sentimento de que o setor público é único responsável pelo desenvolvimento local/regional; </li></ul><ul><li>Rivalidades políticas (politicagem) entravam entendimentos </li></ul><ul><li>Cada município quer encontrar a sua solução individual; </li></ul><ul><li>As comunidades locais só imaginam desenvolvimento através da agricultura; </li></ul><ul><li>Acomodamento dos empresários locais; </li></ul><ul><li>Experiências mal sucedidas; </li></ul><ul><li>Baixo nível da educação; </li></ul><ul><li>Esperar soluções externas. </li></ul>
  23. 24. APESAR DOS ENTRAVES E POUCOS FACILITADORES COMO GERAR DESENVOLVIMENTO LOCAL?
  24. 25. O QUE GERA DESENVOLVIMENTO LOCAL? <ul><li>COMPETITIVIDADE </li></ul><ul><li>E COOPERAÇÃO </li></ul><ul><li>ENTRE EMPRESAS </li></ul>
  25. 26. EMPRESAS DE SUCESSO CAUSAS <ul><li>Ideologia Central </li></ul><ul><ul><li>Valores centrais e um objetivo além de simplesmente ganhar dinheiro </li></ul></ul><ul><li>Estimular Mudanças/Progresso </li></ul><ul><ul><li>Constantemente se adaptando e se renovando </li></ul></ul>
  26. 27. O QUE GERA COMPETITIVIDADE? TECIDO INSTITUCIONAL ENTRELAÇAMENTO EMPRESAS X INSTITUIÇÕES DE SUPORTE ENTRELAÇAMENTO ENTRE EMPRESAS EMPRESA Flexibilidade Agilidade Qualidade Produtividade
  27. 28. CARACTERÍSTICAS COMPETITIVAS ESPECIALIZAÇÃO SETORIAL FORTE COMPETIÇÃO E INOVAÇÃO DOMINÂNCIA DAS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS REDE DE INFORMAÇÃO DIVISÃO DO TRABALHO COLABORADORES QUALIFICADOS REDE COLABORATIVA PAPEL ATIVO (POSITIVO) DA ÁREA PÚBLICA
  28. 29. Princípios da Cooperação
  29. 30. PRINCÍPIOS DO COOPERATIVISMO <ul><li>1. Adesão livre e voluntária </li></ul><ul><li>2. Controle democrática pelos sócios </li></ul><ul><li>3. Participação econômica do sócio </li></ul><ul><li>4. Autonomia e independência </li></ul><ul><li>5. Educação, treinamento e informação </li></ul><ul><li>6. Cooperação entre cooperativas </li></ul><ul><li>7. Preocupação com a comunidade </li></ul>
  30. 31. Problemas comuns das Cooperativas <ul><li>Muitas vezes não tem missão clara; </li></ul><ul><li>Não tem visão de longo prazo definido; </li></ul><ul><li>Começa a dividir esforços em diferentes áreas; </li></ul><ul><li>Crescente heterogeneidade dos sócios; </li></ul><ul><li>Sócio heterogêneo não tem senso de propriedade; </li></ul><ul><li>Sem direito de propriedade não há comprometimento; </li></ul><ul><li>Por fim surgem problemas financeiros. </li></ul>
  31. 32. O que pode nos diferenciar das demais empresas ... <ul><li>Filosofia </li></ul><ul><li>Doutrina </li></ul><ul><li>Ganha - ganha </li></ul><ul><li>Prestação de serviços </li></ul><ul><li>Relacionamento </li></ul><ul><li>Assistência Técnica </li></ul>Comprometimento Cooperado x Cooperativa
  32. 33. <ul><li>DUPLO PROPÓSITO: </li></ul><ul><ul><li>É uma sociedade de pessoas, que constitui uma EMPRESA, que se orienta pelos PRINCÍPIOS E VALORES SOCIAIS, como: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>HUMANISMO </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>LIBERDADE </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>IGUALDADE </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>SOLIDARIEDADE </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>ÉTICA </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Valoriza o trabalho em detrimento do capital! </li></ul></ul>Cooperativa
  33. 34. Adesão livre e voluntária <ul><li>Ser sócio é uma decisão individual e independe da raça, posição social, cor, política partidária e credo. </li></ul><ul><li>Critérios de adesão: </li></ul><ul><li>a) Conhecer a doutrina, filosofia e os princípios cooperativistas; </li></ul><ul><li>b) Conhecer os objetivos, os estatutos e a estrutura da cooperativa; </li></ul><ul><li>c) Conhecer os direitos e deveres como sócio; </li></ul><ul><li>d) Ter o firme propósito de ser um associado fiel, atuante e participativo; </li></ul><ul><li>e) Ser um empreendedor e acreditar na cooperativa, pois será o próprio dono; </li></ul><ul><li>  Restrições: </li></ul><ul><li>Interesses conflitantes - atividades paralelas; </li></ul><ul><li>Impossibilidade técnica de prestação de serviços </li></ul>
  34. 35. Controle democrática pelos sócios <ul><li>A cooperativa é administrada pelos sócios. São eles que definem as prioridades das atividades com base nas necessidades e objetivos estabelecidos. </li></ul><ul><li>São os sócios que eleger por voto. </li></ul><ul><li>Os sócios tem igualdade de voto (um sócio, um voto). </li></ul><ul><li>As decisões são tomadas em assembléias gerais, órgão da cooperativa. </li></ul>
  35. 36. Participação econômica do sócio <ul><li>Os sócios integralizam o capital social da cooperativa através de quotas-partes. </li></ul><ul><li>Os resultados, quando positivos, se destinam a: </li></ul><ul><li>· Fundo de reserva; </li></ul><ul><li>· Fundo de assistência técnica, educacional e social. </li></ul><ul><li>As sobras líquidas apuradas no exercício, depois de deduzidas as taxas para os fundos, serão rateadas entre os associados proporcionalmente às suas operações. </li></ul><ul><li>A assembléia geral poderá estabelecer outros fundos, cabendo a ela esta decisão. </li></ul>
  36. 37. Autonomia e Independência <ul><li>As cooperativas são empresas autônomas controladas por seus cooperados, que devem decidir sobre suas atividades, definir sua missão, objetivos e metas. Não há interferência governamental nas decisões. </li></ul>
  37. 38. Educação, treinamento e informação <ul><li>Este princípio objetiva o desenvolvimento cultural profissional do cooperado e da sua família. </li></ul><ul><li>A constante reciclagem, a formação e o treinamento de associados, diretores, conselheiros, líderes e funcionários (colaboradores) são a base deste princípio. </li></ul><ul><li>A empresa cooperativa deve ser administrada por profissionais eficientes e não por amadores. </li></ul><ul><li>A informação transparente das atividades da cooperativa, a divulgação da doutrina, filosofia e princípios para o sucesso. </li></ul>
  38. 39. Cooperação entre cooperativas <ul><li>Se as pessoas ajudam-se mutuamente, as empresas deverão fazer o mesmo. Só assim haverá um crescimento econômico, cultural e social dos cooperados e da sociedade cooperativa. </li></ul><ul><li>Na era da globalização esta integração, através de parcerias, é a chave da sobrevivência. </li></ul><ul><li>Só poderemos ser competitivos se agregar os nossos serviços, qualidade, produtividade e volume. </li></ul><ul><li>O individualismo, o bairrismo e o ciúme são atitudes que não fazem parte da cooperação. </li></ul><ul><li>Devemos partir do princípio que a cooperativa agrega valores positivos que buscam o bem estar da própria empresa e o sucesso dos negócios do cooperado. </li></ul>
  39. 40. Preocupação com a Comunidade <ul><li>As cooperativas também contribuem com o desenvolvimento da comunidade, através da geração de empregos, produção, serviços e preservação do meio ambiente. </li></ul><ul><li>Preocupam-se com as pessoas visando o seu desenvolvimento econômico cultural e social, a fim de atender as necessidades e aspirações de seus cooperados e de sua família. Buscam a melhoria da qualidade do ambiente em que vivem. </li></ul>
  40. 42. <ul><li>Cooperação não demanda... </li></ul><ul><li>A união de todos atrás de uma liderança </li></ul><ul><li>Uma ação totalmente sincronizada do conjunto </li></ul><ul><li>A ausência de conflitos entre parceiros </li></ul><ul><li>A negação de interesses divergentes </li></ul>
  41. 43. <ul><li>Cooperação precisa de... </li></ul><ul><li>Troca de informações </li></ul><ul><li>Estabelecer um intercâmbio de idéias </li></ul><ul><li>Desenvolver uma visão estratégica </li></ul><ul><li>Definir áreas de atuação </li></ul><ul><li>Conseguir um conjunto numa análise dos problemas e resolver em comum </li></ul><ul><li>Definir as contribuições dos parceiros: </li></ul><ul><ul><li>Recursos </li></ul></ul><ul><ul><li>Responsabilidades </li></ul></ul><ul><ul><li>Benefícios </li></ul></ul>
  42. 44. DIFERENÇAS ENTRE ASSOCIATIVISMO Formar e capacitar seus integrantes para o trabalho e a vida em comunidade Estimular a melhoria técnica, profissional e social dos sócios Promover a defesa dos direitos e interesses individuais e coletivos de determinada categoria de trabalho Viabilizar e desenvolver atividades de consumo, produção, crédito, prestação de serviços e comercialização Representar e defender os interessados FINALIDADE Sociedade Civil/Sindical sem fins lucrativos Sociedade Civil/Comercial sem fins lucrativos Sociedade Civil sem fins lucrativos CONCEITO SINDICATO COOPERATIVA ASSOCIAÇÃO
  43. 45. DIFERENÇAS ENTRE ASSOCIATIVISMO Não possui. Seu patrimônio é formado através da arrecadação das mensalidades, contribuição sindical. Formado pelas cotas partes dos sócios Não há formação de capital. CAPITAL SOCIAL Limitada, não podendo existir mais de um sindicato por território. Limitada em relação ao controle das operações e reuniões. Limita-se a seus objetivos ÁREA DE AÇÃO Número de pessoas para ocupar os cargos regulado estatutos Mínimo de 20 pessoas que exerçam atividades afins Não existe um mínimo legal (2 pessoas) FORMAÇÃO SINDICATO COOPERATIVA ASSOCIAÇÃO
  44. 46. DIFERENÇAS ENTRE ASSOCIATIVISMO Como não há objetivo financeiro, o saldo de caixa é utilizado para as atividades do sindicato. Sobras podem ser divididas pelo volume de negócios. 10% Reserva e 5% Fates. Possíveis sobras das operações financeiras não são divididas entre os sócios. RESULTADOS FINANCEIROS Atividade econômica é proibida pela CLT. Pode realizar operações financeiras. Não possui autorização para realizar operações de empréstimos e aquisições federais. Realiza plena atividade comercial. Realiza operações financeiras e pode se candidatar a empréstimos federais. Cooperativas de produtores podem realizar crédito rural de repasse. Auxilia no processo de comercialização dos associados. Pode realizar operações financeiras e bancárias. OPERAÇÕES SINDICATO COOPERATIVA ASSOCIAÇÃO
  45. 47. DIFERENÇAS ENTRE ASSOCIATIVISMO Definida em Assembléia. Via judicial não pode ser por liquidação. Deliberação em Assembléia ou através de liquidante. Deliberação em Assembléia, ou Ministério Público. DISSOLUÇÃO Registro no MT e MF Registro na Junta Comercial, MF e OCB Registro em Cartório de Títulos e Doc., e MF REGISTRO Deve haver anualmente uma declaração de isenção de imposto de renda. Não paga imposto de renda sobre as operações com os associados. Demais operações paga impostos. Deve haver anualmente uma declaração de isenção de imposto de renda. TRIBUTAÇÃO SINDICATO COOPERATIVA ASSOCIAÇÃO
  46. 48. OBRIGADO

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