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ApresentaçãO Para DéCimo Ano, Aula 101 102

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ApresentaçãO Para DéCimo Ano, Aula 101 102

  1. 2. <ul><li>1.1. Galileu Galilei, astrónomo italiano, nasceu na cidade de Pisa (« meu velho pisano »), foi vítima do Tribunal do Santo Ofício, porque defendeu a tese de que os planetas giram em volta do Sol, o que foi encarado como uma heresia nos meios eclesiásticos. Para não ser executado, negou as suas teorias, mas terá saído do Tribunal a murmurar as palavras e pur si muove ( e, contudo, ela move-se ) . </li></ul>
  2. 3. <ul><li>No final da sua vida, viveu em Florença (« tua velha Florença »), onde continuou a sua actividade científica com base na experiência e na observação dos astros, reunindo todas as provas acerca do sistema planetário. Assim, o poeta faz alusão à deambulação de Galileu, pela cidade de Florença (« Lembras-te? A Ponte Vecchio, a Loggia, a Piazza delia Signoria... »). </li></ul>
  3. 4. <ul><li>1.2. O poeta recorre ao discurso entre parênteses para fazer uma advertência, salientando que não se refere ao Tribunal do Santo Ofício, do qual Galileu fora vítima, mas sim à Galeria dos Ofícios , situada em Florença e um dos mais famosos museus do mundo, onde se pode observar a imagem do distinto físico. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>2. (2.1 & 2.2) O sujeito poético agradece a Galileu as suas conclusões científicas (« a inteligência das coisas que me deste » e a « quantos milhões de homens como eu »), pois todas as pessoas acreditavam no que aparentemente é evidente e faz parte do senso comum (por exemplo, « que os corpos caem tanto mais depressa / quanto mais pesados são »). </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Na realidade, Galileu provou cientificamente que um penedo pode cair « com a mesma rapidez que um botão de camisa ou um seixo da praia », demonstrando que o tempo da queda dos corpos não depende da sua massa, desde que não existam forças exteriores, como é o caso da resistência do ar. Assim, as estrofes apresentam a dicotomia entre conhecimento científico e senso comum (« Esta era a inteligência que Deus nos deu »). </li></ul>
  6. 7. <ul><li>a = 3 ; </li></ul><ul><li>b = 1 : </li></ul><ul><li>c = 2 . </li></ul>
  7. 9. <ul><li>Ai Galileo! / Exclamativa </li></ul><ul><li>Palavra de honra que está! / Persuasiva </li></ul><ul><li>Esta era a inteligência que Deus nos deu / Declarativa </li></ul>
  8. 10. <ul><li>E juraste que nunca mais repetirias, nem a ti mesmo / Persuasiva (ou Declarativa) </li></ul><ul><li>Pois não é evidente, Galileo? / Interrogativa (ou Persuasiva) </li></ul>
  9. 12. <ul><li>Certeza </li></ul><ul><li>Chamada de atenção </li></ul><ul><li>Comparação </li></ul><ul><li>Conclusão / síntese </li></ul><ul><li>Confirmação </li></ul><ul><li>Exemplificação </li></ul><ul><li>Explicitação / particularização </li></ul><ul><li>Tempo </li></ul><ul><li>Oposição / contraste </li></ul><ul><li>Ordem </li></ul>
  10. 14. <ul><li>O «filme da minha vida» de José Eduardo Agualusa é Bye Bye Brasil , de Cacá Diegues, que o cronista considera ter-lhe revelado um Brasil diferente daquele que conhecia através da literatura. Fascinou-o descobrir que no Brasil convivem tradição e modernidade, coexistem culturas diversas . </li></ul>
  11. 15. <ul><li>O filme também lhe fez ver como são as comunidades mais afastadas dos centros urbanos (onde epopeia e tragicomédia se revezam) / que o Brasil é um país muito heterogéneo . </li></ul>
  12. 16. <ul><li>Bye Bye Brasil descreve afinal um país onde os imigrantes não se distinguem dos naturais e onde se encontra a sobrevivência de tradições remotas . É essa diversidade que entusiasma o cronista, porque é essa a sua vivência da lusofonia . </li></ul>

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