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Peer‐Instruction

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Peer‐instruction




Eric Mazur, Peer‐Instruction – A user’s manual (DVD). 
Peer‐instruction: o método

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Peer‐instruction: um exemplo
Peer‐Instruction: os resultados




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Calculus Consortium: livros resultantes




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2.   Calculus: Multivariable, 4th Ed.
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Calculus Consortium: princípios

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                of Harvard‐Smithsonian Center for 
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The Annenberg Channel




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Projecto FICSS

 Estudo de larga escala (mais de 12000 estudantes de 60 
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TEAL
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TEAL: 8.02T Electricity and Magnetism
TEAL: animações




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Retirado de OCW, http://ocw.mit.edu/OcwWeb/Physics/8‐02TSpring‐
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HGSE: The River City Project


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Papel dos estudantes:

• formar hipóteses

• realizar experiências controladas para testar hipóteses

• fazer recomendaçõe...
River City: uma visita guiada




Retirado de The River City Project, 
http://muve.gse.harvard.edu/muvees2003/index.html e...
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Questões/dúvidas


1. Que práticas considerou 
   mais interessantes e 
   aplicáveis na sua disciplina?

2. Que apoio con...
Seminário sobre práticas inovadoras no ensino superior das ciências e da matemática nos EUA
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  1. 1. Ensino das ciências: o velho problema... CfA Science Education Department (2003), A Private Universe – Minds of our own. 
  2. 2. Peer‐Instruction Metodologia desenvolvida há  mais de 10 anos por Eric  Mazur  Conceito‐chave:  Interactividade nas aulas  teóricas tradicionais, através  da discussão entre pares de  alunos de respostas a  Eric Mazur Concept Tests
  3. 3. Peer‐instruction Eric Mazur, Peer‐Instruction – A user’s manual (DVD). 
  4. 4. Peer‐instruction: o método 1. Web‐based assignment com leitura antes da aula e feedback  online do professor 2. Professor coloca Concept Test em quadro ou monitor ‐ 1  minuto 3. Alunos têm algum tempo para pensar – 1‐2 minutos 4. Alunos indicam as suas respostas (flash cards, PRS, Moodle  choice) 5. Professor avalia respostas dos alunos (folha de cálculo p.e.) 6. Peer instruction – discussão em pares sobre razões das  escolhas ‐ 1‐2 minutos para discussão 7. Questionamento – o professor selecciona um grupo de  representantes para darem uma breve explicação da resposta  correcta. Pode ainda resumir no quadro.
  5. 5. Peer‐instruction: um exemplo
  6. 6. Peer‐Instruction: os resultados Crouch & Mazur, Peer Instruction: Ten years of experience  and results. Am. J. Phys., Vol. 69, No. 9, September 2001
  7. 7. Derek Bok Center Centro de apoio pedagógico com aconselhamento e  consultadoria para docentes de Harvard Suporte aos  Consultadoria  Microteaching Videotaping cursos e aos  individual departamentos
  8. 8. Concord Consortium Associação sem fins  lucrativos que desenvolve  software educativo na área  das ciências e conteúdos  baseados essencialmente  em simulações e modelos Paul Horwitz
  9. 9. Calculus Consortium Desde o final dos anos 80,  22 professores do ensino  superior e secundário de  diversas instituições,  trabalham em conjunto  para resolver os  problemas existentes no  ensino do cálculo. Deborah Hughes‐Hallett 
  10. 10. Calculus Consortium: livros resultantes 1. Calculus: Single Variable, 4th Ed. 2. Calculus: Multivariable, 4th Ed. 3. Calculus: Single and Multivariable, 4th Ed. 4. Applied Calculus, 3rd Ed. 5. Functions Modelling Change: A Preparation for Calculus, 2nd  Ed.
  11. 11. Calculus Consortium: o currículo 1. Pequeno número de conceitos‐chave. 2. Mais ênfase à profundidade da compreensão do que à  amplitude da cobertura. 3. O currículo foi preparado partindo de um total estado de  abertura. 4. Alguns novos tópicos foram adicionados, como equações  diferenciais. 5. Alguns tópicos tradicionais cuja inclusão não pode ser  justificada após discussões com matemáticos,  engenheiros, físicos, químicos, biólogos e economistas  foram omitidos.
  12. 12. Calculus Consortium: princípios 1. Os problemas são variados, a maioria não pode ser resolvida  seguindo um padrão/modelo no texto.    2. Regra dos 4: os tópicos devem ser apresentados  geometricamente, numericamente, analiticamente e  verbalmente.  3. As definições formais e os procedimentos desenvolvem‐se a  partir da investigação de problemas práticos. 4. Problemas da vida real, alguns com resposta aberta.  5. As principais ideias do cálculo são apresentadas em  Português (linguagem não matemática) para encorajar os  estudantes a lê‐las em detalhe e não lerem apenas os  exemplos. 
  13. 13. Calculus Consortium: um exemplo
  14. 14. Science Education Department  of Harvard‐Smithsonian Center for  Astrophysics •Desenvolve  materiais e recursos •Realiza investigação  de larga escala em  Educação.  Philip Sadler
  15. 15. The Annenberg Channel 1. É um canal grátis de TV satélite que transmite  continuamente programas educacionais para escolas,  ensino superior e para a comunidade.  2. Com Workshops e cursos para professores que lhes dão  créditos em certas universidades, estes cursos utilizam  vídeos, material para imprimir e componentes web. 
  16. 16. Projecto FICSS Estudo de larga escala (mais de 12000 estudantes de 60  instituições do ensino superior) Decisões dos  Sucesso desses  professores e  alunos nos cursos  alunos do  introdutórios de  secundário ciência  (no ensino superior)
  17. 17. Projecto FICSS: resultados “Math background of the students was the  one factor we found that had preddicted the  biggest difference in grade in all introductory  Science Courses... ”   Retirado de FICSS,  http://www.cfa.harvard.edu/smg/ficss/ficss.html em 16/10/07
  18. 18. Projecto FICSS: um concept test De acordo com FICSS, sabendo que as notas que se  apresentam são as notas dos alunos no ensino secundário,  qual o aluno que provavelmente terá melhor nota a Física no  ensino superior. Aluno 1:  Mat 12;  Física 16;  Química 16. Aluno 2: Mat 16;  Física 12;  Química 12. Aluno 3: Mat 17;  Física 10;  Química 10. Aluno 4: Mat 10;  Física 10;  Química 10.
  19. 19. Scale‐Up Student‐Centered Activities for Large Enrollment  Undergraduate Programs) • Desenvolvido na  North Carolina  State Universtity • Física de 1.ºs anos • Um novo conceito  de espaço ‐ sala  estúdio Robert Beichner 
  20. 20. Scale‐Up: princípios 1. Frente da sala “difusa” 2. 12 mesas redondas para 9 alunos cada, 3 portáteis por mesa,  grupos de 3 seleccionados de acordo com achievements 3. Múltipla projecção em 2 datashow nos extremos e  amplificação 4. Tablet PC como quadro do professor 5. Projecção de lupa 6. 1 prof. e 1 assistente suf. para 108 alunos 7. Whiteboards para alunos em todas as paredes
  21. 21. Scale‐Up: princípios 8. Whiteboards individuais para uso na mesa, facilitam a  resolução em grupo e exposição ao resto da turma 9. 2 horas de aula ‐ 50 minutos + 10 minutos de intervalo + 60  minutos 10.Concept tests e outras tarefas, com professor a circular  entre as mesas apoiando os grupos 11.Trabalho experimental 12.Demonstrações 13.Quizzes 14.Programação em VPython
  22. 22. TEAL Technology‐Enable Active Learning •Um novo conceito de espaço:  Studio physics •Experiências práticas e  demonstrações •Aprendizagem colaborativa  • Visualizações e simulações John Belcher • Concept Tests
  23. 23. TEAL: Studio Physics
  24. 24. Traditional vs TEAL Dori, Y. J., & Belcher, J. (2005). How does technology‐enabled active  learning affect undergraduate students' understanding of  electromagnetism concepts? The Journal of the Learning Sciences,  14(2), 243‐279.
  25. 25. TEAL: 8.02T Electricity and Magnetism
  26. 26. TEAL: animações Two wires in series Retirado de OCW, http://ocw.mit.edu/OcwWeb/Physics/8‐02TSpring‐ 2005/CourseHome/ em 16/10/07
  27. 27. HGSE: The River City Project •Ambiente virtual de  aprendizagem científica • Jogo online com conteúdos • Estudantes trabalham em  grupo Chris Dede 
  28. 28. Papel dos estudantes: • formar hipóteses • realizar experiências controladas para testar hipóteses • fazer recomendações baseadas nos dados recolhidos Ambiente online
  29. 29. River City: uma visita guiada Retirado de The River City Project,  http://muve.gse.harvard.edu/muvees2003/index.html em 16/10/07
  30. 30. Edtags.org
  31. 31. Questões/dúvidas 1. Que práticas considerou  mais interessantes e  aplicáveis na sua disciplina? 2. Que apoio considera  necessário para a sua  implementação?

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