Jesus, o jardineiro divino

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Apresentação feita no Seminário de Trabalhadores do XIII Polo de Comeerj. Outubro/2012

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Jesus, o jardineiro divino

  1. 1. Jesus, o Jardineiro DivinoJesus, o Jardineiro Divino Objetivos específicos:Objetivos específicos: 1. Identificar nos ensinos de Jesus (vivências, exemplos,1. Identificar nos ensinos de Jesus (vivências, exemplos, parábolas, entre outros) a preciosa semente.parábolas, entre outros) a preciosa semente. 2. Fortalecer a presença de Jesus em nós:2. Fortalecer a presença de Jesus em nós: – “– “... não mais eu, mas o Cristo vive em mim...”... não mais eu, mas o Cristo vive em mim...” (Paulo – Gálatas, 2:20).(Paulo – Gálatas, 2:20). 3. Reconhecer o Espiritismo como o Cristianismo Redivivo.3. Reconhecer o Espiritismo como o Cristianismo Redivivo.
  2. 2. Sim, Ele havia vencido todos os pavores das energiasSim, Ele havia vencido todos os pavores das energias desencadeadas; com as suas legiões de trabalhadores divinos,desencadeadas; com as suas legiões de trabalhadores divinos, lançou o escopro da sua misericórdia sobre o bloco de matérialançou o escopro da sua misericórdia sobre o bloco de matéria informe, que a Sabedoria do Pai deslocara do Sol para as suasinforme, que a Sabedoria do Pai deslocara do Sol para as suas mãos augustas e compassivas. Operou a escultura geológica domãos augustas e compassivas. Operou a escultura geológica do orbe terreno, talhando a escola abençoada e grandiosa, na qual oorbe terreno, talhando a escola abençoada e grandiosa, na qual o seu coração haveria de expandir-se em amor, claridade e justiça.seu coração haveria de expandir-se em amor, claridade e justiça.
  3. 3. Com os seus exércitos de trabalhadores devotados, estatuiu osCom os seus exércitos de trabalhadores devotados, estatuiu os regulamentos dos fenômenos físicos da Terra, organizando-lhes o equilíbrioregulamentos dos fenômenos físicos da Terra, organizando-lhes o equilíbrio futuro na base dos corpos simples de matéria, cuja unidade substancial osfuturo na base dos corpos simples de matéria, cuja unidade substancial os espectroscópios terrenos puderam identificar por toda a parte no universoespectroscópios terrenos puderam identificar por toda a parte no universo galáctico.galáctico. Organizou o cenário da vida, criando, sob as vistas de Deus, oOrganizou o cenário da vida, criando, sob as vistas de Deus, o indispensável à existência dos seres do porvir.indispensável à existência dos seres do porvir.
  4. 4. Como nosso jardineiro prepara aComo nosso jardineiro prepara a terra? Qual seu adubo?terra? Qual seu adubo?
  5. 5. Como nosso jardineiro prepara aComo nosso jardineiro prepara a terra? Qual seu adubo?terra? Qual seu adubo?  Jesus vem, desde a formação do planeta,Jesus vem, desde a formação do planeta, preparando essa terra, atento que estevepreparando essa terra, atento que esteve desde antes da reunião dos elementosdesde antes da reunião dos elementos cósmicos que se tornariam nossa amadacósmicos que se tornariam nossa amada escola.escola. (Plano de Estudos - XXXIV COMEERJ)(Plano de Estudos - XXXIV COMEERJ)
  6. 6.  Ele viera ensinar aos homens que a verdadeira vida não éEle viera ensinar aos homens que a verdadeira vida não é a que transcorre na Terra e sim a que é vivida no reino dosa que transcorre na Terra e sim a que é vivida no reino dos céus; viera ensinar-lhes o caminho que a esse reinocéus; viera ensinar-lhes o caminho que a esse reino conduz, os meios de eles se reconciliarem com Deus e deconduz, os meios de eles se reconciliarem com Deus e de pressentirem esses meios na marcha das coisas por vir,pressentirem esses meios na marcha das coisas por vir, para a realização dos destinos humanos. (ESE Cap. 1)para a realização dos destinos humanos. (ESE Cap. 1)  Para o homem, Jesus constitui o tipo da perfeição moral aPara o homem, Jesus constitui o tipo da perfeição moral a que a Humanidade pode aspirar na Terra. Deus no-loque a Humanidade pode aspirar na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina queoferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a expressão mais pura da lei do Senhor, porque,ensinou é a expressão mais pura da lei do Senhor, porque, sendo ele o mais puro de quantos têm aparecido na Terra,sendo ele o mais puro de quantos têm aparecido na Terra, o Espírito Divino o animava. (LE questão 625 – Nota)o Espírito Divino o animava. (LE questão 625 – Nota)  Enquanto os grandes pensadores de todos os temposEnquanto os grandes pensadores de todos os tempos estabeleceram métodos e sistemas de doutrinas, Eleestabeleceram métodos e sistemas de doutrinas, Ele sustentou, no amor, os pilotis da ética humanizadora parasustentou, no amor, os pilotis da ética humanizadora para a felicidadea felicidade (Jesus e Atualidade – cap. 3)(Jesus e Atualidade – cap. 3)..
  7. 7. Jesus e Nós...Jesus e Nós...
  8. 8. Bezerra de MenezesBezerra de Menezes  Hoje, como ontem, o testemunho à fé queHoje, como ontem, o testemunho à fé que esposamos constitui-nos a coroa deesposamos constitui-nos a coroa de identificação com o Cristo-Jesus.identificação com o Cristo-Jesus.  O verdadeiro discípulo do Evangelho traz, ínsitaO verdadeiro discípulo do Evangelho traz, ínsita no coração a cruz do Cristo. Cristão sem cruzno coração a cruz do Cristo. Cristão sem cruz pode ser considerado alma que se dissociou dopode ser considerado alma que se dissociou do corpo, ou corpo que perdeu a alma.corpo, ou corpo que perdeu a alma.
  9. 9. EmmanuelEmmanuel  Cumpre-nos, portanto, compreender queCumpre-nos, portanto, compreender que não se lavra o solo sem retificá-lo ou semnão se lavra o solo sem retificá-lo ou sem feri-lo e que somente a terra tratadaferi-lo e que somente a terra tratada produzirá erva proveitosa, alimentando eproduzirá erva proveitosa, alimentando e beneficiando na Casa de Deus,beneficiando na Casa de Deus, atendendo, destarte, a esperança doatendendo, destarte, a esperança do horticultor. (Caminho, Verdade e Vida,...)horticultor. (Caminho, Verdade e Vida,...)
  10. 10. A cruzA cruz  Vestiu-lhe uma túnica alva, igual à indumentária dosVestiu-lhe uma túnica alva, igual à indumentária dos príncipes do tempo, colocando-lhe nos braços uma canapríncipes do tempo, colocando-lhe nos braços uma cana imunda à guisa de cetro, e coroou-lhe a fronte abatidaimunda à guisa de cetro, e coroou-lhe a fronte abatida com uma auréola de venenosos espinhos, devolvendo-ocom uma auréola de venenosos espinhos, devolvendo-o à sanção de Pilatos, no turbilhão de gritarias daà sanção de Pilatos, no turbilhão de gritarias da população exacerbada.população exacerbada.  –– Senhor Governador, a multidão enfurecida ameaçaSenhor Governador, a multidão enfurecida ameaça invadir a casa, se não confirmardes a sentençainvadir a casa, se não confirmardes a sentença condenatória de Jesus Nazareno, dentro do menorcondenatória de Jesus Nazareno, dentro do menor prazo possível...prazo possível...
  11. 11. A cruzA cruz  –– Senhor – replicou Polibius, igualmenteSenhor – replicou Polibius, igualmente impressionado –, o prisioneiro éimpressionado –, o prisioneiro é extraordinário na serenidade e naextraordinário na serenidade e na resignação. Deixa-se conduzir pelosresignação. Deixa-se conduzir pelos algozes com a docilidade de um cordeiroalgozes com a docilidade de um cordeiro e nada reclama, nem mesmo o supremoe nada reclama, nem mesmo o supremo abandono em que o deixaram quaseabandono em que o deixaram quase todos os diletos discípulos da suatodos os diletos discípulos da sua doutrina!doutrina!
  12. 12. A cruzA cruz  –– Senhor, em vista da necessidade deSenhor, em vista da necessidade de resolução rápida, sugiro a pena dosresolução rápida, sugiro a pena dos açoites na praça pública, por ver se assimaçoites na praça pública, por ver se assim conseguimos amainar as iras populares,conseguimos amainar as iras populares, evitando ao prisioneiro a morteevitando ao prisioneiro a morte ignominiosa nas mãos de celerados semignominiosa nas mãos de celerados sem consciência... Diante de todos, foi Jesusconsciência... Diante de todos, foi Jesus açoitado, de maneira impiedosa, aosaçoitado, de maneira impiedosa, aos berros estridentes da multidão amotinada.berros estridentes da multidão amotinada.
  13. 13. A cruzA cruz  –– Senhor, em vista da necessidade deSenhor, em vista da necessidade de resolução rápida, sugiro a pena dosresolução rápida, sugiro a pena dos açoites na praça pública, por ver se assimaçoites na praça pública, por ver se assim conseguimos amainar as iras populares,conseguimos amainar as iras populares, evitando ao prisioneiro a morteevitando ao prisioneiro a morte ignominiosa nas mãos de celerados semignominiosa nas mãos de celerados sem consciência... Diante de todos, foi Jesusconsciência... Diante de todos, foi Jesus açoitado, de maneira impiedosa, aosaçoitado, de maneira impiedosa, aos berros estridentes da multidão amotinada.berros estridentes da multidão amotinada.
  14. 14. A cruzA cruz  –– Não tendes, porventura, algum prisioneiro comNão tendes, porventura, algum prisioneiro com processo consumado, que possa substituir o profeta emprocesso consumado, que possa substituir o profeta em tão horrorosas penas? As massas possuem almatão horrorosas penas? As massas possuem alma caprichosa e versátil e é bem possível que a de hoje secaprichosa e versátil e é bem possível que a de hoje se satisfaça com a crucificação de algum criminoso, emsatisfaça com a crucificação de algum criminoso, em lugar desse homem, que pode ser um mago oulugar desse homem, que pode ser um mago ou visionário, mas é um coração caridoso e justo.visionário, mas é um coração caridoso e justo.  –– Jesus!... Jesus!... Absolvemos Barrabás!...Jesus!... Jesus!... Absolvemos Barrabás!... Condenamos a Jesus!... Crucificai-o!... Crucificai-o!...Condenamos a Jesus!... Crucificai-o!... Crucificai-o!...
  15. 15. A cruzA cruz  –– Irmãos, era de ver-se a suave resignação do Senhor, noIrmãos, era de ver-se a suave resignação do Senhor, no derradeiro instante!... Olhar fixo no céu, como se já estivessederradeiro instante!... Olhar fixo no céu, como se já estivesse gozando a contemplação das beatitudes celestes, no reino degozando a contemplação das beatitudes celestes, no reino de nosso Pai, vi que o Mestre perdoava caridosamente todas asnosso Pai, vi que o Mestre perdoava caridosamente todas as injúrias! Apenas um dos seus discípulos mais queridos seinjúrias! Apenas um dos seus discípulos mais queridos se conservava ao pé da cruz, amparando a sua mãe noconservava ao pé da cruz, amparando a sua mãe no angustioso transe!... Dos seus habituais seguidores, poucosangustioso transe!... Dos seus habituais seguidores, poucos estavam presentes na hora dolorosa, certamente porque nós,estavam presentes na hora dolorosa, certamente porque nós, os que tanto o amávamos, não podíamos externar nossosos que tanto o amávamos, não podíamos externar nossos sentimentos diante da turba enfurecida, sem graves perigossentimentos diante da turba enfurecida, sem graves perigos para a nossa segurança pessoal. Não obstante,para a nossa segurança pessoal. Não obstante, desejaríamos, todos, experimentar os mesmosdesejaríamos, todos, experimentar os mesmos padecimentos!... De vez em quando, um que outro maispadecimentos!... De vez em quando, um que outro mais atrevido de seus verdugos se aproximava do corpo chagadoatrevido de seus verdugos se aproximava do corpo chagado no martírio, dilacerando-lhe o peito com a ponta das lançasno martírio, dilacerando-lhe o peito com a ponta das lanças impiedosas!...impiedosas!...
  16. 16. A cruzA cruz  A massa movimentava-se, então, emA massa movimentava-se, então, em altercações numerosas... Gritos ensurdecedoresaltercações numerosas... Gritos ensurdecedores e impropérios revoltantes o cercavam na cruz,e impropérios revoltantes o cercavam na cruz, onde se lhe notava o copioso suor do instanteonde se lhe notava o copioso suor do instante supremo!.. Mas o Messias, como sesupremo!.. Mas o Messias, como se visualizasse profundamente os segredos dosvisualizasse profundamente os segredos dos destinos humanos, lendo no livro do futuro, fitoudestinos humanos, lendo no livro do futuro, fitou de novo as Alturas, exclamando com infinitade novo as Alturas, exclamando com infinita bondade: "Perdoa-lhes, meu Pai, porque nãobondade: "Perdoa-lhes, meu Pai, porque não sabem o que fazem!"sabem o que fazem!"
  17. 17. Jesus e Nós...Jesus e Nós...
  18. 18. Espiritismo é Jesus vivo!Espiritismo é Jesus vivo!  627. Uma vez que Jesus ensinou as verdadeiras leis de Deus, qual a627. Uma vez que Jesus ensinou as verdadeiras leis de Deus, qual a utilidade do ensino que os Espíritos dão? Terão que nos ensinar maisutilidade do ensino que os Espíritos dão? Terão que nos ensinar mais alguma coisa?alguma coisa? ““Jesus empregava amiúde, na sua linguagem, alegorias e parábolas,Jesus empregava amiúde, na sua linguagem, alegorias e parábolas, porque falava de conformidade com os tempos e os lugares. Faz-se misterporque falava de conformidade com os tempos e os lugares. Faz-se mister agora que a verdade se torne inteligível para todo mundo. Muito necessárioagora que a verdade se torne inteligível para todo mundo. Muito necessário é que aquelas leis sejam explicadas e desenvolvidas, tão poucos são osé que aquelas leis sejam explicadas e desenvolvidas, tão poucos são os que as compreendem e ainda menos os que as praticam. A nossa missãoque as compreendem e ainda menos os que as praticam. A nossa missão consiste em abrir os olhos e os ouvidos a todos, confundindo os orgulhososconsiste em abrir os olhos e os ouvidos a todos, confundindo os orgulhosos e desmascarando os hipócritas: os que vestem a capa da virtude e dae desmascarando os hipócritas: os que vestem a capa da virtude e da religião, a fim de ocultarem suas torpezas. O ensino dos Espíritos tem quereligião, a fim de ocultarem suas torpezas. O ensino dos Espíritos tem que ser claro e sem equívocos, para que ninguém possa pretextar ignorância eser claro e sem equívocos, para que ninguém possa pretextar ignorância e para que todos o possam julgar e apreciar com a razão. Estamospara que todos o possam julgar e apreciar com a razão. Estamos incumbidos de preparar o reino do bem que Jesus anunciou. Daí aincumbidos de preparar o reino do bem que Jesus anunciou. Daí a necessidade de que a ninguém seja possível interpretar a lei de Deus aonecessidade de que a ninguém seja possível interpretar a lei de Deus ao sabor de suas paixões, nem falsear o sentido de uma lei toda de amor e desabor de suas paixões, nem falsear o sentido de uma lei toda de amor e de caridade.”caridade.”

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