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O tipo e o horizonte temporal dos financiamentos VIII

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Uma das principais preocupações que deve ser tida ao negociar um financiamento com a Banca, passa pelo mesmo ter o tipo e o prazo adequado à necessidade em causa

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O tipo e o horizonte temporal dos financiamentos VIII

  1. 1. O Tipo e o Horizonte Temporal dos Financiamentos CJA Business Consulting FEV14 http://www.linkedin.com/pub/carlos-jeronimo-augusto/66/279/758 www.facebook.com/pages/CJA-Business-Consulting/308092695989242 www.cja-bc.com carlos.jeronimo.augusto@cja-bc.com TLM 911161776 O Tipo e o Horizonte Temporal dos Financiamentos VIII PARTE VI Crédito de Médio e Longo Prazo III Crédito de Reestruturação ou Consolidação O Crédito de Reestruturação ou Consolidação (CRC) surge porque algo não correu bem. Portanto a primeira fase de um crédito deste tipo, não tem a ver com o crédito… Se a iniciativa é da empresa, há que antes de mais, analisar muito bem o que correu menos bem ( o nível de actividade, o tipo de financiamento que existe, as previsões de retorno de um investimento, ou qualquer outro factor ou factores ). Após conclusões sólidas do análise, implementar as correcções ou adaptações necessárias e só depois de pode avançar para uma proposta de CRO. Avançar sem tratar muito bem esta fase baixa as possibilidades de obter um CRO nas condições adequadas e baixa muitíssimo a possibilidade de cumprimento, independentemente da solução que seja encontrada ao nível do financiamento. Já com a análise efectuada e os devidos acertos tratados, existe uma perspectiva de como a actividade irá decorrer nos tempos vindouros. É com base nesse trabalho previsional que deve ser negociada a renegociação. Caso a iniciativa do CRC seja do banco, a análise é similar, mas eventualmente mais simples, porque refere essencialmente a parte financeira pura. Na negociação, entre a posição típica do banco, que perante um alerta quer ver reembolsado o mais rápido possível o seu capital e a posição típica da empresa que quer o menor esforço de tesouraria possível, há que encontrar um meio termo. Um meio termo que respeite a capacidade previsional de libertação de fundos da empresa e que apresente um prazo de reembolso não demasiado extenso para o banco. Existem diversos instrumentos na montagem operacional de CRC que permitem atingir estes objectivos. Mas há que os atingir. Para a empresa, principalmente, mas também para o banco, aceitar um CRC com condições que à partida tenham uma baixa probabilidade de serem cumpridas, é pôr-se numa situação pior que a situação de partida. Passa mais tempo e perde uma oportunidade de se viabilizar.
  2. 2. O Tipo e o Horizonte Temporal dos Financiamentos CJA Business Consulting FEV14 http://www.linkedin.com/pub/carlos-jeronimo-augusto/66/279/758 www.facebook.com/pages/CJA-Business-Consulting/308092695989242 www.cja-bc.com carlos.jeronimo.augusto@cja-bc.com TLM 911161776 Quando o problema ressurgir, por exemplo após um período de carência, a situação está mais degradada e a negociação será muito mais difícil. São portanto factores fundamentais neste tipo de crédito conseguir transmitir muito bem ao banco a visão da empresa sobre a solução e manter uma posição negocial flexível, mas consciente e assertiva de modo a conseguir um acordo cumprível. Não abordámos na primeira parte do texto sobre CRC, mas nestas situações, a primeira pergunta do banco é: Tem garantias reais para dar? É natural que o banco queira reforçar garantias. Os bancos querem sempre reforçar garantias! E aproveitam todas as oportunidades. Aqui, sobretudo perante um pedido de renegociação por parte do cliente, sentem uma legitimidade maior para essa posição. Determinados fundos tinham sido disponibilizados, com determinado plano de reembolso. Se a empresa não consegue reembolsar como previu e pede ajuda ao banco, então ele pede algo em troca. Se não existirem garantias, não existem. Resolvido. Há que negociar sem elas. Se existirem, a empresa passa a ter uma posição negocial mais favorável, que deve conscientemente utilizar. Um reforço de garantias é para o banco algo de essencial. Então pela parte da empresa há também que conseguir o que lhe é essencial. Dá, mas pede algo em troca. Um plano de reembolso adequado e uma melhoria nas taxas e comissões. E se o valor da garantia o suportar ( se for folgadamente superior ao valor do crédito ) e a empresa necessitar, um acréscimo ao crédito, que bem aplicado poderá melhorar as condições de exploração da empresa e ser reembolsado em condições favoráveis. Numa situação de CRC, por iniciativa do banco ou da empresa, a empresa está por norma numa situação de fragilidade. Mas esta situação de fragilidade não deve levar a aceitação de condições, sobretudo ao nível do plano de reembolso, que não sejam as adequadas. Há sobretudo que ter e transmitir a consciência que uma boa solução é boa para ambas as partes.
  3. 3. O Tipo e o Horizonte Temporal dos Financiamentos CJA Business Consulting FEV14 http://www.linkedin.com/pub/carlos-jeronimo-augusto/66/279/758 www.facebook.com/pages/CJA-Business-Consulting/308092695989242 www.cja-bc.com carlos.jeronimo.augusto@cja-bc.com TLM 911161776 E deve aproveitar para tentar melhorar as condições; pelo menos fazer tudo para conseguir as melhores condições possíveis. É uma situação de fragilidade, mas que não deve ser pontualmente ultrapassada a qualquer preço. Conclusão Crédito de Médio e Longo Prazo De novo algumas notas a título de resumo: - há que adequar sempre o plano de reembolso à capacidade de geração de fundos. Não respeitar este princípio é um erro gravíssimo. - a existência de garantias e essencial no CMLP. Há que existir disponibilidade, mas também imaginação - o tratamento de um CMLP é um momento por excelência para parar e olhar para a empresa, que não deve ser desperdiçado - muitas vezes os problemas que surgem na montagem de um CMLP, quer no pedido quer na aprovação, são ultrapassáveis com soluções fora do mainstream, adaptadas a cada caso. Pela “personalização” inerente não cabe neste âmbito elencá-las. Mas que quase sempre existem é uma verdade… - um CMLP, deve ser sempre atempadamente tratado. Evitam-se decisões menos boas forçadas pelo factor tempo ou evita-se tratar a solicitação já numa posição frágil
  4. 4. O Tipo e o Horizonte Temporal dos Financiamentos CJA Business Consulting FEV14 http://www.linkedin.com/pub/carlos-jeronimo-augusto/66/279/758 www.facebook.com/pages/CJA-Business-Consulting/308092695989242 www.cja-bc.com carlos.jeronimo.augusto@cja-bc.com TLM 911161776 Final Um agradecimento pelo interesse que revelaram os nossos leitores ao acompanharem estas publicações. Um desejo de que as mesmas tenham sido interessantes e que tenham contribuído para alguma reflexão útil. Mais um agradecimento pelo feed back que temos recebido, que nos tem permitido análises diferentes e que enriquecem a nossa visão deste e de outros temas. Uma certeza de que a melhor compreensão recíproca entre as empresas e a banca será muito positiva pata ambas as partes. Uma disponibilização a dar a contribuição da CJA BUSINESS CONSULTING, na certeza que podemos aportar valor acrescentado às empresas nossas clientes. OBRIGADO

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