O Processo De Auto Avaliacao No Contexto Escola

555 visualizações

Publicada em

Publicada em: Turismo, Tecnologia
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
555
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
4
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
4
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

O Processo De Auto Avaliacao No Contexto Escola

  1. 1. O processo de Auto-Avaliação no contexto Escola/Agrupamento Integração e Explicitação
  2. 2. O Papel e as mais valias da Auto-Avaliação da BE <ul><li>O processo de Auto-Avaliação permite desenvolver uma abordagem essencialmente qualitativa, orientada para uma análise dos processos e dos resultados numa perspectiva formativa, permitindo identificar as necessidades e os pontos fracos com vista a melhorá-los; </li></ul><ul><li>Ajuda a BE a estabelecer metas para o seu plano de desenvolvimento; </li></ul><ul><li>Permite uma avaliação aprofundada nas áreas específicas; </li></ul><ul><li>Permite uma articulação com toda a escola centrada no processo ensino-aprendizagem; </li></ul><ul><li>Permite o auto-conhecimento; </li></ul><ul><li>Permite que as escolas/agrupamentos desenvolvam a sua própria agenda com vista nos aspectos particulares da escolas, que os agentes identificaram como áreas que necessitam de melhoria; </li></ul>
  3. 3. O Papel e mais valias da Auto-Avaliação da BE <ul><li>Permite priorizar as suas necessidades em função dos objectivos desejados; </li></ul><ul><li>É parte integrante e evidente de melhoria da escola; </li></ul><ul><li>Ajuda funcionários e equipa da BE a cumprir as suas funções com mais eficácia; </li></ul><ul><li>Aumenta a consciencialização do valor/importância da BE; </li></ul><ul><li>Permite promover mais o uso da BE; </li></ul><ul><li>Permite melhorar o próprio desempenho dos professores; </li></ul><ul><li>Beneficia pedidos de financiamento adicionais </li></ul><ul><li>Prepara tudo e todos para a inspecção; </li></ul><ul><li>Faculta a actuação da própria BE no apoio ao currículo e no processo-ensino aprendizagem; </li></ul>
  4. 4. O processo e o necessário envolvimento da Escola/Agrupamento <ul><li>Deve ser um processo contínuo e participativo; </li></ul><ul><li>Deve ser democrático e envolver todas as partes, baseado na confiança e no trabalho em equipa; </li></ul><ul><li>Deve ser um ciclo que inclui a identificação de prioridades para a melhoria; </li></ul><ul><li>Não é só da responsabilidade do pessoal da BE, mas de todos com uma participação activa; </li></ul><ul><li>Deve estar intimamente relacionado com os objectivos globais da escola, nomeadamente no apoio ao processo de ensino-aprendizagem; </li></ul>
  5. 5. O processo e o necessário envolvimento da Escola/Agrupamento <ul><li>Deve envolver o director desde o início do processo e este ser líder coadjuvante neste processo aglutinador; </li></ul><ul><li>Devem ser chamados a participar professores, alunos, pais ou outros agentes importantes neste processo; </li></ul><ul><li>Deve enquadrar-se no contexto da escola e ter em conta as diferentes estruturas com as quais é necessário interagir; </li></ul><ul><li>O Conselho Pedagógico é um dos órgãos de extrema importância e decisão máxima deste processo; </li></ul><ul><li>Só com o envolvimento de todos, com o estabelecimento de ligações com a própria avaliação da Escola/Agrupamento, só com um plano conjunto delineado de melhorias, é que se poderá avaliar o impacto da BE na escola perante a inspecção e outros avaliadores externos, assim como ser parte reguladora da vida escolar, permitindo articular, colaborar e comunicar em permanência na escola e com outros stakeholders. </li></ul>
  6. 6. A relação com o processo de planeamento <ul><li>A BE deve estar integrada nos planos estratégicos e operacionais da escola e na visão e objectivos educativos da escola; </li></ul><ul><li>O PB deve ser orientador, colaborador e interventor no percurso formativo e curricular dos alunos; deve cooperar com os professores no desenvolvimento curricular e apoiar as diferentes literacias (digitais e da informação); </li></ul><ul><li>O PB deve planificar o trabalho colaborativo e ajudar os professores das diferentes disciplinas; </li></ul><ul><li>A BE deve estar atenta às práticas de gestão que desenvolve e ao impacto que essas têm na escola e no sucesso educativo dos alunos; assim como demonstrar a importância da mesma no processo ensino-aprendizagem e no sucesso escolar da escola/agrupamento; </li></ul>
  7. 7. A relação com o processo de planeamento <ul><li>Permite à BE articular as actividades programadas/planeadas pela mesma, centradas no processo de ensino-aprendizagem com toda a escola e assim fundir o processo de Auto-Avaliação desta com os objectivos da Escola/Agrupamento; </li></ul><ul><li>Preparar a inspecção à Escola/Agrupamento; </li></ul><ul><li>Melhorar as leituras escolares; </li></ul><ul><li>Ensinar alto nível de capacidades de pensamento; </li></ul><ul><li>Proporcionar acesso a recursos de informação numa variedade de formatos; </li></ul><ul><li>Melhorar todas as áreas de currículo; </li></ul><ul><li>Certificar estudantes e outro pessoal face às TIC; </li></ul><ul><li>(…) </li></ul>
  8. 8. A integração dos resultados na Auto-Avaliação <ul><li>A avaliação da BE deve estabelecer ligações com a avaliação da escola e do relatório de avaliação desta; assim como deve transitar uma síntese que venha a integrar o relatório da escola para que a avaliação externa feita pela inspecção possa avaliar o impacto da BE na escola, mensionando-a no relatório final de avaliação da mesma; </li></ul><ul><li>Os resultados da avaliação da BE devem ser comunicados a todos; </li></ul>
  9. 9. Domínios de avaliação do processo de Auto-Avaliação <ul><li>Os domínios seleccionados representam as áreas essenciais para que a BE cumpra, de forma efectiva, os pressupostos e objectivos que suportam a sua acção no processo educativo: </li></ul><ul><li>A – Apoio ao Desenvolvimento Curricular </li></ul><ul><li>A.1- Articulação Curricular da BE com as estruturas pedagógicas e os docentes; </li></ul><ul><li>A.2- Desenvolvimento da Literacia da Informação; </li></ul><ul><li>B – Leitura e Literacias </li></ul><ul><li>C – Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à Comunidade </li></ul><ul><li>C.1- Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular; </li></ul><ul><li>C.2- Projectos e Parcerias; </li></ul><ul><li>D – Gestão da Biblioteca Escolar </li></ul><ul><li>D.1- Articulação da BE com a Escola/Agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE; </li></ul><ul><li>D.2- Condições Humanas e materiais para a prestação de serviços; </li></ul><ul><li>D.3- Gestão da colecção/da informação; </li></ul>
  10. 10. Síntese Escola/Agrupamento Departamentos Alunos Pais/Encarregados de Educação/ Funcionários BE Medir o sucesso não é um fim em si, é uma ferramenta para a melhoria, in 68th IFLA Council and General Conference
  11. 11. Conclusão <ul><li>A Auto-Avaliação é parte integrante do ciclo de planeamento do desenvolvimento. Este planeamento é importante, porque este processo começa por definir prioridades e acaba por transformar boas ideias em boas práticas… </li></ul><ul><li>Segundo Simons (1982) a Auto-Avaliação é um reforço profissional e uma actividade que deve ser introduzida como parte contínua da prática profissional. </li></ul>
  12. 12. Bibliografia <ul><li>Texto de apoio da sessão; </li></ul><ul><li>Bibliografia indicada: </li></ul><ul><li>Mcnicola, Sarah (2008) Incorporating library provision in School self-evalution; </li></ul><ul><li>68th IFLA Council and General Conference (2002); </li></ul>

×