Sintese Turma2 Drec Sessao5 Formadoras 03 Dez

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Sintese Turma2 Drec Sessao5 Formadoras 03 Dez

  1. 1. Síntese das actividades do 4º tema  O  Modelo  de  Auto‐Avaliação  das  Bibliotecas  Escolares:  metodologias  de  operacionalização  (Parte I). Turma 2 ‐ 5ª Sessão (19 a 24 de Novembro)  Caros(as) Formandos(as):   Após análise das vossas tarefas desta 5ª sessão de formação, que tinha como objectivos:  • Compreender  como  é  que  a  auto‐avaliação  pode  ser  concretizada  para  demonstrar  a  contribuição da BE para o ensino e aprendizagem e a missão e objectivos da escola;  • Ganhar familiaridade com o processo de auto‐avaliação adoptado pelo Modelo de Auto‐ avaliação RBE e capacitar para a sua aplicação;  • Conhecer as técnicas e instrumentos propostos, o modo como se organizam e podem ser  usados,  cumpre‐nos tecer alguns comentários globais sobre o decorrer da actividade:  1. Actividades propostas/cumprimento das tarefas:     • Para  a  realização  da  actividade  desta  sessão  de  formação  que  constava  apenas  de  1  tarefa,  ainda  que  dividida  em  diversas  fases,  foram  disponibilizados  3  documentos,  2  de  leitura  obrigatória e 1 de leitura facultativa.   • Na primeira fase solicitou‐se que:  a) Escolhessem,  em  alternativa,  um  dos  seguintes  Domínios/Subdomínios:  A.2.  Promoção  das  Literacias  da  Informação,  Tecnológica  e  Digital;  B.  Leitura  e  Literacia  ou  C.1.  (Apoio  a  Actividades Livres, Extra‐Curriculares e de Enriquecimento Curricular);  b) Escolhessem no Domínio/Subdomínio seleccionado dois Indicadores, um que considerem de  Processo  e  outro  que  considerem  de  Impacto/Outcome,  e  analisassem  detalhadamente  esses indicadores;  c) Tendo  como  pano  de  fundo  a  vossa  biblioteca,  estabelecessem  um  Plano  de  Avaliação  em  profundidade daqueles dois Indicadores, recorrendo ao texto da sessão, às Orientações para  a aplicação do Modelo incluídas na versão actualizada do mesmo, disponível no sítio RBE, e  ao texto de leitura complementar: Basic Guide To Program Evaluation  • A tarefa solicitada foi realizada por 34 Formandos, distribuídos do seguinte modo:  A.2. Promoção das Literacias da Informação, Tecnológica e Digital – 12 formandos   B. Leitura e Literacia – 15 formandos  C.1.  Apoio  a  Actividades  Livres,  Extra‐Curriculares  e  de  Enriquecimento  Curricular  –  7  formandos    Formadoras: Dina Mendes / Helena Duque Novembro de 2009  1/11 
  2. 2. A diversidade de escolhas pelos três domínios/sub‐domínios tinha como objectivo um equilíbrio  nas realizações e consequentemente uma partilha mais eficaz quanto ao modo como tratavam os  mesmos  indicadores.  Manifestamos  a  nossa  satisfação  pela  globalidade  dos  formandos  ter  cumprido o solicitado, alterando alguns, inclusive, a sua opção inicial. Informamos ainda que não  excluímos nenhuma das tarefas propostas, procurando ter em consideração algumas das razões  apresentadas.  • A grande maioria dos formandos cumpriu os prazos definidos para as tarefas propostas.    2. Síntese Global dos trabalhos apresentados    Planear a avaliação torna‐se uma acção fundamental para o sucesso desta missão de conhecer o  que  temos  e  o  que  fazemos  com  vista  à  alteração  de  práticas,  à  promoção  de  alterações  que  visem a melhoria contínua. Esta nossa opinião é corroborada por muitos de vós que, num plano  teórico,  apresentaram  globalmente  esse  pressuposto:  a  consciencialização  da  importância  da  auto‐avaliação e o conhecimento do modelo de autoavaliação das bibliotecas são dois aspectos  primordiais  que  conduzem  imediatamente  à  compreensão  de  que  planear  a  avaliação  é  um  procedimento  de  crucial  importância.  Só  é  possível  avaliar  de  forma  consciente  se  pensarmos,  antecipadamente, no que queremos saber, como e quando vamos fazer, do que necessitamos,…  Enfim, se elaborarmos um plano de avaliação.  Neste sentido, pensar na avaliação implica, desde já, tomar em consideração os procedimentos  necessários  à  sua  execução,  desde  a  selecção  ponderada  do  domínio  a  avaliar,  como  o  conhecimento profundo dos indicadores de referência, mas também a capacidade para prever o  envolvimento  de  outros  intervenientes  e  recursos  que,  desde  logo,  são  fundamentais  para  o  desenvolvimento desse processo. Posto isto, consideramos que a realização da actividade desta  sessão  se  revelou  extremamente  importante  nesta  fase  mais  operativa  da  formação,  por  ter  constituído uma oportunidade dos formandos abordarem, mais uma vez, a estrutura do modelo  de  auto‐avaliação,  mas  numa  perspectiva  prática  e  operacional.  As  dificuldades  ou  as  dúvidas  sentidas  para  a  sua  concretização,  tendo  em  conta  que  se  trata  de  uma  fase  preparatória  fundamental,  acreditamos  que  funcionaram  como  estímulo  à  boa  preparação  de  quem  deve  e  quer  levar  até  ao  fim  o  estudo  e  preparação  para  a  utilização  do  Modelo,  bem  como  para  o  decurso  do  próprio  processo  de  auto‐avaliação  da  BE,  não  descurando  como  alguns  afirmam,  outras  entidades  que  colaborem  na  análise/interpretação  dos  resultados  e  elaboração  de  conclusões, nomeadamente parceiros integrados em Grupos de trabalho concelhios.     De  um  modo  global  os  trabalhos  revelaram  um  satisfatório  nível  de  qualidade  que  adveio  das  leituras efectuadas e em muitos casos do conhecimento da realidade da sua BE/escola, de forma  mais  profunda,  procurando  identificar  (e  em  algumas  situações  concretizar)  as  fases  de  elaboração  de  um  plano  de  avaliação:  1.  Identificação  do  objecto  da  avaliação;  2.  Tipo  de  avaliação  de  medida  a  empreender  (quantitativa/qualitativa  ou  com  triangulação  de  dados);  3.Métodos  e  instrumentos  a  utilizar;  4.Intervenientes;  5.  Calendarização;  6.  Planificação  da  Formadoras: Dina Mendes / Helena Duque Novembro de 2009  2/11 
  3. 3. recolha e tratamento de dados; 7. Análise e comunicação da informação; 8.Constrangimentos.    De  forma  mais  aprofundada  e  tendo  com  base  os  resultados  de  avaliações  anteriores,  ou  de  âmbito  mais  teórico,  os  formandos  procuraram  apresentar/contextualizar  a  sua  escolha,  identificados  pontos  fortes  e/ou  fracos,  apontando  acções  justificativas  para  o  plano  que  apresentavam; anteciparam, em muitas situações alguns problemas e perspectivaram decisões a  tomar para a realização eficaz de um plano de avaliação: actividades concretas tendo em conta  áreas de intervenção prioritárias, alunos/turmas envolvidas, professores e outras estruturas, mas  também  quanto  a  instrumentos,  tempos  de  aplicação,...  Reconhecemos,  no  entanto,  que  um  plano  de  avaliação  deve  ultrapassar  o  carácter  meramente  teórico  que  muitos  lhe  imprimiram,  para se tornar um instrumento operativo que ao longo do tempo deve ser monitorizado e alvo de  acertos, tendo em conta possíveis constrangimentos, a bem da sua plena eficácia. Mesmo assim,  tomando consciência que a avaliação se baseia em evidências e que é necessário estabelecer‐se a  diferença  entre  indicadores  de  processo  e  de  impacto,  globalmente,  em  cada  domínio/subdomínio  procuraram  diferenciar  as  acções  que  são  desenvolvidas  ‐  trabalho  realizado pela BE e como é feito ‐ processo; do conhecimento de como os serviços da BE estão a  responder  às  necessidades  dos  utilizadores  ‐    como  os  ajudam  a  atingir  determinadas  competências  de  âmbito  curricular,  como  contribuem  para  atingir  determinados  objectivos  do  projecto  de  escola  ‐  impacto.  Como  alguns  salientaram,  o  impacto  incide  sobretudo  sobre  a  verificação  dos  efeitos  do  trabalho  desenvolvido  pela  BE  para  a  aprendizagem  dos  alunos,  mas  também para o seu maior uso, em contexto curricular, pelos próprios professores.   Se  alguns  formandos  ainda  se  equivocaram  na  identificação  de  indicadores  de  processo  e  de  impacto,  a  grande  maioria  seleccionou  de  forma  assertiva,  de  entre  as  opções,  os  indicadores  correctos. Relembramos, em forma de sistematização, que os indicadores de processo remetem  para  uma  redacção  do  tipo:  A  BE  desenvolve,  colabora,  assegura,  realiza,  etc…,  enquanto  os  indicadores  de  impacto  utilizam  expressões  como:  os  alunos  revelam,  demonstram,  adquirem,  aplicam, estabelecem, desenvolvem, usam, participam, etc. Por vezes, a dificuldade em distinguir  existe  quando  na  redacção  dos  factores  críticos  de  sucesso  surge  a  explicitação  de  processos  desenvolvidos  pela  BE,  com  vista  à  melhoria  de  resultados/competências  dos  alunos,  mas  que  não  provocam  impactos  directos/imediatos  no  conhecimento/comportamento  dos  utilizadores  (apenas indiciam).    Constatámos  que,  no  que  se  refere  à  apresentação  de  um  plano,  utilizaram  as  formas  mais  diversificadas.  Se  alguns  optaram  pela  execução  de  uma  grelha,  outros  preferiram  uma  apresentação  em  texto  corrido,  outros  apresentaram  ainda  uma  espécie  de  grelha  corrida.  Na  sua  análise  alguns  foram  mais  exaustivos  e  outros  apresentaram  planos  muito  gerais,  ou  mais  limitados,  restringindo‐se  muito  à  identificação  dos  indicadores,  factores  críticos  de  sucesso,  instrumentos  de  recolha,  calendarização  (calcula‐se  que  da  aplicação  dos  instrumentos  de  recolha  ou  das  actividades  a  realizar)  e  acções  de  melhoria  (impossíveis  de  prever  à  data  da  execução  do  Plano,  uma  vez  que  decorrem  do  próprio  processo  de  avaliação),  transpondo  Formadoras: Dina Mendes / Helena Duque Novembro de 2009  3/11 
  4. 4. praticamente, em grande medida, as tabelas do Modelo, que não representam, como é natural,  um Plano de Avaliação.  Apesar de tudo, queremos referir que, cumulativamente, as propostas apresentadas acabaram,  por  focalizar  com  maior  ou  menor  profundidade  aspectos  essenciais  a  considerarem  na  elaboração de um plano da avaliação: planificação e/ou calendarização das actividades previstas  inerentes  ao  lançamento  da  avaliação,  de  enquadramento,  diagnóstico,  reconhecimento  do/s  problema/s  e  objecto/s  da  avaliação,  identificação  dos  factores  críticos  aplicáveis,  selecção  dos  métodos  e  técnicas  a  utilizar  (menos  claros),  levantamento  de  necessidades/recursos  necessários, intervenientes no processo, aplicação dos instrumentos identificados para a recolha  de  dados,  limitações,  recolha  e  análise  dos  dados,  interpretação,  síntese  e  comunicação  dos  resultados, etc.     A  terminologia  utilizada  também  apresentou  variações,  percebendo‐se,  no  entanto,  que  na  utilização  dos  diferentes  termos  se  estavam  a  referir  a  um  mesmo  tipo  de  elementos:  por  exemplo,  amostra/público‐alvo/destinatários  /  intervenientes;  enquadramento  /  contextualização; limitações / constrangimentos; motivação / sensibilização / envolvimento, etc.   Por  outro  lado,  foi  diferente  também  a  abordagem  micro  ou  macro  utilizada  pelos  diferentes  formandos,  sem  que  uma  contradiga  ou  impeça  a  outra.  Por  exemplo,  quando  no  Modelo,  no  Indicador B1 se identifica como factor de sucesso, a organização de actividades de promoção de  leitura e se remete na Recolha de evidências para os registos dessas actividades, o que se solicita  à  BE  no  final  do  processo  global  de  auto‐avaliação  do  Domínio  não  é  apenas  que  diga  que  organizou as ditas actividades, mas que as identifique, apontando as evidências (dados) que lhe  permitem sustentar o seu valor em termos de desempenho da BE. Isto implica um planeamento  dessas  actividades  onde  à  partida  se  incorpore  desde  logo  a  preocupação  da  sua  avaliação,  através da recolha de evidências que, adicionadas a outras, darão uma visão global do trabalho  da  BE  em  relação  com  este  indicador.  Se  quisermos  dar  outro  exemplo,  desta  feita  sobre  um  indicador de impacto, como o B3, o mesmo processo de demonstração se lhe aplica. Não basta  referir genericamente que os alunos desenvolveram as competências a ou b. Devem identificar‐ se as actividades concretas que foram realizadas em relação com esse objectivo e os dados que  se conseguiu recolher que atestam que essas competências foram efectivamente desenvolvidas.  Também para o subdomínio A 2 se deve fazer uma análise semelhante: se os indicadores A.2.1.,  A.2.2.,  A.2.3.  são  indicadores  de  processo,  o  A.2.4.  ou  A.2.5  apontam,  como  se  disse,  para  o  desenvolvimento  de  competências  inerentes  ao  desenvolvimento  de  actividades  específicas  promovidas/favorecidas  pelo  programa  da  BE  ‐  na  medida  em  que  permite  conhecer  os  benefícios  para  os  utilizadores  na  sua  interacção  com  a  BE.  Situação  análoga  também  para  o  Subdomínio  C1,  focalizado  no  uso  livre  da  biblioteca  onde  reconhecemos,  dada  a  complementaridade  de  acções  descritas  nos  factores  críticos  de  sucesso,  poderem  indiciar  informações quanto a indicadores de processo e de impacto.  Formadoras: Dina Mendes / Helena Duque Novembro de 2009  4/11 
  5. 5. Pelo exposto, afirmamos que na avaliação de um indicador devemos considerar como “matéria‐ prima”  actividades  concretas  e  evidências  concretas  (tangíveis).  São  elas  que,  no  seu  conjunto,  nos  permitirão  no  final  fazer  determinadas  afirmações  e  estabelecer  juízos  em  relação  ao  seu  valor. É por isso que os dois níveis de abordagem são indissociáveis, um sistemático, apoiado no  trabalho  do  dia‐a‐dia  e  nas  actividades  que  vamos  desenvolvendo  ao  longo  do  ano,  outro  de  síntese do que realizámos e de construção de uma visão global sobre a qual somos capazes de  reflectir.  Reconhecemos  que  algumas  das  propostas  apresentadas  se  destacaram.  Facto  que  atribuímos,  entre outros factores, à experiência dos colegas que testaram o modelo no(s) ano(s) anterior(es),  à  maior  ou  menor  empatia  com  o  domínio/subdomínio  seleccionado  (ou  que  lhes  foi  atribuído  tendo em conta a limitação do nº de formandos por cada opção), ou até à maior experiência na  área das bibliotecas. Neste momento, acreditamos que todos compreenderam a utilidade da sua  execução, e, decerto, farão uso de mais esta ferramenta, quando aplicarem o Modelo.    Embora  não  existisse  uma  segunda  fase  do  trabalho,  constatámos  que  alguns  colegas  comentaram aspectos concretos das tarefas dos colegas, sobretudo dos que realizaram sobre os  mesmos  indicadores,  o  que  constituiu,  decerto,  um  bom  momento  de  aprendizagem  colaborativa, que muito nos satisfez.    Para  terminar,  apresentamos  aqui  também  alguns  dos  constrangimentos  que  recorrentemente  foram salientando, relativamente à aplicação do modelo, e que convém desde já ponderarem:  • Trabalho muito exaustivo, que implica tempo/horas de dedicação de uma equipa responsável  (que não apenas o Professor Bibliotecário ‐ PB) – tarefas múltiplas que exigem um conjunto  de conhecimentos e competências específicas (associada a esta ideia salientam a importância  da formação);  • Pouca  experiência  de  alguns  PB  em  actividades  de  gestão;  a  realidade  de  um  agrupamento  com diversas bibliotecas e/ou serviço de bibliotecas ou ainda a existência a tempo parcial de  PB em algumas escolas/agrupamentos pode dificultar a elaboração operacional de um plano  de avaliação;   • Ausência de recursos humanos que constituam uma equipa coesa que trabalhe o modelo de  forma assertiva;  • Inexistência, ainda, em algumas BE, de poucas rotinas na recolha de evidências – o que pode  originar “falha” em processos cruciais;  • Uma rede tecnológica (in)eficaz que suporte muitas das tarefas rotineiras de recolha de dados  – sobretudo quantitativos;  Formadoras: Dina Mendes / Helena Duque Novembro de 2009  5/11 
  6. 6. • A medição do impacto das acções/serviços da BE no desenvolvimento de competências é um  processo  mais  moroso,  que  exige  a  consolidação  de  práticas  sistemáticas  de  trabalho  colaborativo/planificação conjunta.  • A  complexidade  de  envolver  um  grupo  coeso  dos  actores  educativos  no  processo  de  avaliação, não apenas da BE, mas no contexto da própria avaliação da escola.     Findo  este  quinto  domínio  de  formação,  desejamos  a  todos  a  continuação  de  uma  boa  participação e trabalho nesta oficina de formação.   Nas  páginas  seguintes,  que  consideramos  de  anexo,  apresentamos  um  exemplo  base  (apenas  isso), ilustrativo de alguns procedimentos inerentes à aplicação do modelo. O exemplo facultado  (apenas  de  um  dos  domínios)  não  procura  substituir  qualquer  outra  metodologia  na  vossa  organização.  As Formadoras  Formadoras: Dina Mendes / Helena Duque Novembro de 2009  6/11 
  7. 7. A. Processos, intervenientes e calendarização (exemplo – com calendarização hipotética)  Escola: ……………………………….  .      Biblioteca Escolar    AVALIAÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR                 2009 / 10  Domínio A      Apoio ao Desenvolvimento Curricular                           Envolver a escola no processo de avaliação  Intervenientes  Professor Bibliotecário  Envolvimento da comunidade escolar:  Equipa da BE  Reuniões  com  o  Director,  presidentes  do  Conselho  Pedagógico,  da  equipa  responsável  pelo  Conselho Executivo  processo  de  auto‐avaliação,  do  Conselho  Geral  e  da  Associação  de  Pais:  motivação  e  Conselho Pedagógico  compromisso institucional na aplicação do modelo; formalização de alguns procedimentos;   Conselho Geral  Diagnóstico da situação – selecção do domínio a avaliar   Setembro  Associação de Pais  Divulgação do Modelo de Auto‐avaliação  Professor Bibliotecário  Levantamento de necessidades – recursos Humanos, financeiros, materiais.  Equipa da BE  Apresentação do modelo ao Conselho Pedagógico  DIRECTOR  Professor Bibliotecário  Constituição  de  uma  equipa,  sob  a  responsabilidade  do  professor  bibliotecário,  para  Equipa da BE  implementação do processo de auto‐avaliação (definição de tarefas e etapas)  DIRECTOR   Professores    Calendarizar o processo e definir estratégias de implantação do modelo  Intervenientes  Calendarização / cronograma do faseamento do processo.  Professor Bibliotecário  Definição dos instrumentos de recolha de evidência;  Equipa da BE  Elaboração das grelhas de registos de dados  Professor Bibliotecário  Selecção e identificação das amostras: questionários e grelhas de observação  Equipa da BE  Outubro  Professores  CP e CG  Análise e aprovação do plano de avaliação, no Conselho Pedagógico e Conselho Geral.  Professor Bibliotecário  Divulgação/  articulação  com  os  órgãos  de  Gestão  Intermédia:  Departamentos,  Conselho  de  Professor Bibliotecário  Directores de Turma  Professores  Professor  Bibliotecário  e  Inicio da constituição de um portefólio  equipa      Recolher  a informação // envolver a escola  Intervenientes  Professor Bibliotecário  Aplicação dos questionários aos professores – 1º momento  Professores  Aplicação  de  uma  cheklist  à  Biblioteca  (documentos  produzidos  para  apoio  às  diferentes  Professor  Bibliotecário  e  Novembro  actividades)  equipa  Recolha  de  Evidências  ‐  início  do  processo…  ‐  análise  de:  Projecto  educativo,  Projecto  Professor  Bibliotecário  e  curricular  de  Escola,  Plano  anual  de  actividades,  Plano  de  actividades  da  BE,  Regulamento,  equipa   Plano de acção da Equipa PTE…  Professor Bibliotecário   Aplicação dos questionários aos alunos (QP1) – 1º momento  Alunos;  Professores  Aplicação da grelha de observação (O1) (1ª fase).  /directores de Turma    Recolher  a informação // envolver a escola    Recolha  de  Evidências  –  continuação  ‐  análise  de:  Projecto  educativo,  Projecto  curricular  de  Professor  Bibliotecário  e  Escola, Plano anual de actividades, Plano de actividades da BE, Regulamento, Plano de acção  equipa  da Equipa PTE…  Dezembro  Professor  Bibliotecário  e  Registo das reuniões com as estruturas pedagógicas da escola (1º momento).   equipa  Professor  Bibliotecário  e  Tratamento dos dados dos questionários   equipa/colaboradores  Professor  Bibliotecário  Monitorização do processo  /equipa;  DIRECTOR  e  CIBE    Recolher  a informação / Desenvolver actividades / envolver a escola  Intervenientes  Aplicação da grelha de observação (O1) (2ª fase).  Alunos  /professores/professor  Janeiro  Aplicação da grelha de análise de trabalhos escolares (T1) (1ª fase)  Bibliotecário  Professor  Bibliotecário  Levantamento e registo das actividades de articulação curricular/literacia da informação e dos  Formadoras: Dina Mendes / Helena Duque Novembro de 2009  7/11 
  8. 8. materiais de apoio produzidos (1º momento).  Recolha  de  evidências  e  tratamento  estatístico  relativos  à  Biblioteca  Escolar  (1º  Período):  e equipa  Actividades  lectivas  na  BE;  ocupação  para  apoios  educativos;  utilização  de  TIC  (portáteis+projector) em actividades lectivas na biblioteca.    Recolher  a informação / Desenvolver actividades / envolver a escola  Intervenientes  Entrevistas  a:  coordenador  da  área  projecto,  coordenadores  de  Departamento,  coordenador  Professor  Bibliotecário  e  Fevereiro  da equipa PTE, coordenador dos directores de turma e 2 alunos por cada ano de escolaridade  equipa  Alunos  Aplicação  da  grelha  de  observação  (O1)  (3ª  fase)  –  actividades  Tipo  (que  devem  estar  /professores/professor  planificadas)  Bibliotecário    Intervenientes  Recolher a informação /Desenvolver actividades/ envolver a escola  Alunos  /professores/professor  Aplicação da grelha de análise de trabalhos escolares (T1) (2ª fase)  Bibliotecário  Professor  Bibliotecário  e  Março/Abril  Levantamento e registo das actividades de articulação curricular/literacia da informação e dos  equipa  materiais de apoio produzidos (2º momento).  Alunos  Aplicação da grelha de observação (O1) (4ª fase) – actividades Tipo  /professores/professor  Bibliotecário  professores/professor  Aplicação dos questionários aos professores – 2º momento  Bibliotecário  Professor  Bibliotecário  Monitorização do processo  /equipa e CIBE    Recolher a informação / Desenvolver actividades / envolver a escola  Intervenientes  Professor Bibliotecário   Aplicação dos questionários aos alunos (QP1) – 2º momento  Alunos;  Professores  /directores de Turma  Maio  Levantamento e registo de novas actividades realizadas até à data no domínio da articulação  Professor  Bibliotecário  e  curricular e literacia da informação  equipa  Professor  Bibliotecário  e  Tratamento dos dados dos questionários e grelhas aplicados   equipa/colaboradores    Recolher  a informação // envolver a escola  Intervenientes  Professor  Bibliotecário  e  Recolha de evidências e tratamento estatístico relativos à Biblioteca Escolar (3º Período)  Junho  equipa  Professor  Bibliotecário  e  Recolha, sistematização, tratamento e análise de toda a informação recolhida  equipa    Registar dos dados, definir relatório e propor acções de melhoria  Intervenientes  Descrição da situação; identificação dos pontos fracos e fortes; relação com os  standards de  Professor  Bibliotecário  e  desempenho; definição e periodização de acções de melhoria; redacção do Relatório Final de  equipa /colaboradores  Avaliação  Comunicação/apresentação  em  Conselho  Pedagógico.  Reflexão  sobre  os  resultados  e  Professor  Bibliotecário  e  Julho  recomendações para o plano de melhoria.  equipa /órgão de Gestão  Proposta de plano de melhoria para o próximo ano lectivo.  Elementos do CP  Professor  Bibliotecário,  Divulgação Pública dos resultados da avaliação (homepage da BE, Boletim)  equipa,  e  órgão  de  gestão      Formadoras: Dina Mendes / Helena Duque Novembro de 2009  8/11 
  9. 9. B. Instrumentos de Recolha de Evidências    A.1. Articulação Curricular da BE com as estruturas Pedagógicas e os docentes   Instrumentos de Recolha de Evidências    A.1.1. Cooperação da BE com as estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica  da escola/agrupamento.  G1  Grelha de registo de reuniões/contactos – Departamentos curriculares /Directores   de Turma /Conselhos de Turma/ Conselhos Docentes ano/curso  GA1  Grelha de registo de actividades realizadas  E1  . Estatísticas ‐utilização da BE ‐desenvolvimento de actividades curriculares    A.1.2.  Parceria  da  BE  com  os  docentes  responsáveis  pelas  áreas  curriculares  não  disciplinares  (ACND)   G2  Grelha de registo de reuniões/contactos – Docentes Área de Projecto  G3  Grelha de registo de reuniões/contactos – Docentes Formação Cívica  G4  Grelha de registo de reuniões/contactos – Docentes Estudo Acompanhado  GA2  Grelha de registo de actividades realizadas /projectos  QD1  Questionário aos professores.    A.1.3.  Articulação  da  BE  com  os  docentes  responsáveis  pelos  serviços  apoios  especializados  e  educativos (SAE)  G5  Grelha de registo de reuniões/contactos – Coordenador Apoios Educativos  G6  Grelha de registo de actividades realizadas /projectos  QD1  Questionário aos professores.  M1  Mapa de ocupação da BE para apoios educativos    A.1.4. Ligação da BE ao Plano Tecnológico da Educação (PTE) e a outros programas e projectos  curriculares de acção, inovação pedagógica e formação existentes na escola/agrupamento   G7  Grelha de registo de reuniões/contactos – Responsável/professores PTE  QD1  Questionário aos professores.  G8  Grelha de registo de actividades realizadas /projectos    A.1.5.Integração  da  BE  no  plano  de  ocupação  dos  tempos  escolares  (OTE)  da  escola/agrupamento.  G10  Grelha de registo de reuniões/contactos – Docentes das várias disciplinas  QD1   Questionário aos professores  L1  L1. Listagem de materiais didácticos de apoio às diferentes actividades e instrumentos de difusão.    A.1.6.  Colaboração  da  BE  com  os  docentes  na  concretização  das  actividades  curriculares  desenvolvidas no seu espaço ou tendo por base os seus recursos  G10  Grelha de registo de reuniões/contactos – Docentes das várias disciplinas  QD1  Questionário aos professores  L1  Listagem de materiais didácticos de apoio às diferentes actividades e instrumentos de difusão.            Formadoras: Dina Mendes / Helena Duque Novembro de 2009  9/11 
  10. 10.   A.2. Promoção da Literacia da Informação  Instrumentos de Recolha de Evidências    A.2.1. Organização de actividades de formação de utilizadores na escola/agrupamento  GA3  Grelha de registo de actividades realizadas no âmbito da formação de utilizadores.  L2.  Listagem de materiais informativos e lúdicos de apoio à formação de utilizadores e instrumentos de difusão  O2  Grelha de observação de utilização da BE    A.2.2. Promoção do ensino em contexto de competências de informação da escola/agrupamento  G11  Grelha de registo de reuniões/contactos – Órgãos pedagógicos e docentes  L3  Listagem de materiais de apoio produzidos e editados – literacia da informação  GA4.  Grelha de registo de actividades realizadas neste âmbito  GE  Guião de Entrevista    A.2.3.  Promoção  do  ensino  em  contexto  de  competências  tecnológicas  e  digitais  na  escola/agrupamento.  GA5  Grelha de registo de actividades realizadas no âmbito da promoção das TIC/educação para os média.  GA6  Grelha de registo de actividades de formação no domínio da literacia digital.  L3  Listagem de materiais de apoio produzidos e editados visando a adequada utilização da Internet    A.2.4.  Impacto  da  BE  nas  competências  tecnológicas,  digitais  e  de  informação  dos  alunos  na  escola/agrupamento  O1.  Grelha de observação de utilização da BE  T1.  Grelha de análise de trabalhos escolares dos alunos.  QD1  Questionário aos professores.  QA1  Questionário aos alunos  GE  Guião de Entrevista  E2  Estatísticas ‐utilização dos computadores na BE    A.2.5.  Impacto  da  BE  no  desenvolvimento  de  valores  e  atitudes  indispensáveis  à  formação  da  cidadania e à aprendizagem ao longo da vida.  O2  Grelha de observação de utilização da BE  QD1  Questionário aos professores  QA1  Questionário aos alunos        Instrumentos de Recolha   G – grelhas de registo de reuniões/contactos GA – grelhas de registo de actividades; GE‐ Guião de  entrevista  E  –  estatísticas  QD  –  Questionário  aos  Docentes  QA  –  Questionário  aos  alunos  M  –  Mapa  de  ocupação  da  BE  L  –  Listagem  de  materiais  produzidos  e  editados  O  –  Grelha  de  observação de utilização da BE T – Grelha de análise de trabalhos escolares   Formadoras: Dina Mendes / Helena Duque Novembro de 2009  10/11 
  11. 11.   C. Amostragem  Amostra ‐ critérios para amostra    Questionários: QD1  Universo  ….  Amostra   X Professores  Percentagem  20% de professores ou….  Aplicação  …. (indicar mês ou meses)    A Amostragem da aplicação será distribuída do seguinte modo:  Docentes do departamento de…..   X Professores  Docentes do departamento de…..  X Professores  Docentes ACND  X Professores  Docentes de…  X Professores  ….  ….  Nota: abranger a diversidade de professores da escola, aplicando os questionários aos diferentes  departamentos,  nos  domínios  em  que  se  justifica;  a  professores  mais  antigos  na  escola  e  a  professores recém‐chegados, etc  Questionários: QA1  Universo  ….  Amostra   X Alunos  Percentagem  10 % de alunos  Aplicação  …. (indicar mês ou meses)    Nota: a Amostragem da aplicação aos alunos será distribuída de modo semelhante ao exemplo  para  os  professores,  mas  tendo  em  conta  que  se  deve:  ‐abranger  a  diversidade  de  alunos  da  escola:  os  vários  níveis  de  escolaridade,  as  várias  origens/nacionalidades;  rapazes  e  raparigas;  alunos com necessidades educativas, etc.    Universo – definição da Amostra  ‐ Representativa  ‐ Método a utilizar  ‐ Amostragem casual:  ‐ Amostragem aleatória simples ou Amostragem estratificada (?!)  ‐…      Grelhas de Observação (10 % do nº de turmas em cada nível de escolaridade…?! Ou tendo em  conta projectos específicos, de forma sequencial…)     Formadoras: Dina Mendes / Helena Duque Novembro de 2009  11/11 

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