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anos) consumiu algum tipo de droga
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• Isso significa que a g...
BRASIL
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pessoas já usaram cocaína, o
que em termos comparativos
não é muito diferente aos
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• Mas enquanto em outros países
como nos EUA, o uso de
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• tem diminuído bastante, no
Brasil, vem aumentando.
• Apreensões de cocaína
triplicaram em poucos anos no
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Brasil é o aumento do consumo
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também aumentou no Brasil (o
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motivaram a liberação pela
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OUTROS PAÍSES
• - Quanto ao número de mortes por
causa do uso de drogas, em países
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• O número de novos casos de
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constatados em Portugal entre
toxicodependentes é oito vezes
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• Relatório relativo a 2006 coloca
Portugal no topo da lista dos países
europeus com mais elevado número de
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• “Continua a ser notório um
crescente consumo de cocaína no
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• No capítulo “Tendências” do
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as empresas fabricantes do tabaco
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Dados sobre uso de drogas b e m 13 08

  1. 1. Dados sobre uso de drogas no Brasil e no mundo, segundo Mina Carakushansky, Diretora de Prevenção da ABRAD (Associação Brasileira de Alcoolismo e Drogas)
  2. 2. • - 5% da população mundial (de 15 a 64 anos) consumiu algum tipo de droga ilícita no último ano. • Isso significa que a grande maioria das pessoas do mundo, 95% (falando em aspecto macro) não usam drogas ilícitas • (Dados do último relatório das Nações Unidas de 2012).
  3. 3. BRASIL • No Brasil, de 0,5 a 1% das pessoas já usaram cocaína, o que em termos comparativos não é muito diferente aos índices de muitos outros países do mundo.
  4. 4. • Mas enquanto em outros países como nos EUA, o uso de cocaína • tem diminuído bastante, no Brasil, vem aumentando.
  5. 5. • Apreensões de cocaína triplicaram em poucos anos no Brasil, que tem se transformado em uma rota de drogas da América do Sul para a África e para a Europa. • (Dados do último relatório das Nações Unidas de 2012).
  6. 6. • - Outro aspecto preocupante no Brasil é o aumento do consumo de maconha (por ser considerada "uma droga leve", mas que na realidade é 10 a 20 vezes mais potente do que a maconha de 20 anos atrás)
  7. 7. O uso de metanfetaminas também aumentou no Brasil (o maior consumidor do mundo), cujo uso é muitas vezes associado aos regimes para emagrecer. • (Dados do último relatório das Nações Unidas de 2012).
  8. 8. • Em estudos feitos com jovens brasileiros, mais de uma década atrás, as classes C e D consumiam menos drogas do que as classes A e B. • Mas isso está mudando pois parece que à medida que há mais disponibilidade de recursos, os menos favorecidos economicamente, começam também a usar mais.
  9. 9. • O Brasil ainda se ressente pela falta de estudos estatísticos confiáveis (elaborados com rigor cientifico). Alguns estudos parciais que já foram feitos mais recentemente, e por projeções feitas pelo IBGE, quantificam um milhão e duzentos mil usuários de crack.
  10. 10. • Os números são dramáticos e motivaram a liberação pela Presidente Dilma de uma verba de 4 bilhões de reais para tentar enfrentar o problema do crack no Brasil.
  11. 11. OUTROS PAÍSES • - Quanto ao número de mortes por causa do uso de drogas, em países que têm uma política mais permissiva sobre as drogas, podem ser citados os próprios números que o Observatório Europeu sobre Drogas (em Portugal) e o Instituto Português de Drogadependência divulgam sobre esse aspecto específico no país (Portugal):
  12. 12. • O número de novos casos de HIV/Sida e Hepatite C constatados em Portugal entre toxicodependentes é oito vezes superior à média verificada nos demais estados membros da União Européia.
  13. 13. • Relatório relativo a 2006 coloca Portugal no topo da lista dos países europeus com mais elevado número de consumidores de drogas injetáveis infectados com • HIV (703 casos). • Fonte: Observatório Europeu das Drogas e Toxicodependência – Novembro • de 2007.
  14. 14. • “Continua a ser notório um crescente consumo de cocaína no país, • embora não seja tão grave como aquele que é verificável em Espanha. O • aumento do consumo da cocaína é verdadeiramente problemático.”
  15. 15. • No capítulo “Tendências” do consumo de cocaína, os novos dados • (Inquéritos de 2005-2007) confirmam a tendência crescente registrada no • último ano em França, Irlanda, Espanha, Reino Unido, Itália, Dinamarca e • Portugal.
  16. 16. • - Com 219 mortes de overdose por ano, Portugal apresenta um dos piores resultados com uma morte todos os dois dias. • Com a Grécia, a Áustria e a Finlândia, somos um dos países que registrou um aumento superior a 30% em 2005.
  17. 17. • Os óbitos com resultados positivos nos exames toxicológicos de drogas efetuados em 2007, no Instituto Nacional de Medicina Legal, representam o valor mais elevado desde 2001, consolidando assim a tendência de crescimento verificada desde 2005.
  18. 18. • Entre 2001 e 2007 o consumo de droga aumentou 4,2%, tendo a percentagem de pessoas que alguma vez na vida consumiram drogas, passado de 7,8% para 12%: • - Maconha de 12,4% para 17%; • - Cocaína de 1,3% para 2,8%; • - Heroína de 0,7% para 1,1%: • - Ecstasy de 0,7% para 1,3%.
  19. 19. • - Portugal é o segundo país europeu atrás do Luxemburgo, com maior taxa de consumidores problemáticos e de drogas por via injetável. • Fonte: Relatório Anual sobre a Situação do País em Matéria de Drogas em • 2006.
  20. 20. • Enquanto as taxas de uso de anfetaminas e cocaína dobraram em Portugal, as apreensões desta última droga aumentaram sete vezes entre • 2001 e 2006, a sexta mais elevada do Mundo.
  21. 21. MACONHA • É difícil avaliar as tendências do consumo intensivo maconha na Europa, • mas entre os países que participaram nas duas pesquisas de campo, entre 2004 e 2007 (França, Espanha, Irlanda, Grécia, Itália, Países Baixos e • Portugal), houve um aumento médio de aproximadamente 20%.
  22. 22. • Desde a implementação da descriminalização em Portugal, o número de • homicídios relacionados com a droga aumentou 40%. “Foi o único país • europeu a evidenciar um aumento significativo de homicídios entre 2001 e • 2006.
  23. 23. • Os produtores de maconha, por um processo de engenharia e/ou • manipulação genética, têm vindo a “carregar” nas taxas de THC • (tetrahidrocannabinol) seu princípio ativo, o que faz com que a planta • (cannabis sativa) seja hoje muito mais viciante que há 30 anos atrás
  24. 24. • semelhança aliás do que se passa com as empresas fabricantes do tabaco • como a Philip Morris que cada vez mais carregam” na nicotina aumentando • a sua representação no cigarro, tornando-o, assim como a maconha, mais • viciante, como resposta às campanhas contra seu consumo, cada vez em • maior número.
  25. 25. • _Pela atrofia cerebral e pela destruição de neurônios, ( “Science & Vie” de • Maio de 2007 e (principalmente) “Lancet” de Março de 2007), a maconha provoca uma deterioração mental progressiva com déficits mais ou menos • acentuados (dependendo da frequência de uso) de atenção, concentração e memória, com inevitável repercussão na vida escolar e/ou profissional • (Portugal tem a maior taxa de abandono escolar de toda a Europa).
  26. 26. • Assim se a média européia é de 18%, Portugal tem uma taxa de 38%... ) • Segundo um estudo de 2007 do “Lancet” reproduzido no britânico “Independent” e no suíço “Matin” previa-se que no ano de 2010 um terço de todos os casos de esquizofrenia em todo o mundo seriam • devidos à maconha. As psicoses mais comuns são esquizofrenia (mais) e • psicose maníaco-depressiva(bipolar), (menos).
  27. 27. • Uma especial referência ao pedido de desculpa aos leitores, tão humilde como nobremente assumido pela direção do “Independent” através da sua • editora Rose Boycot, depois de constatado o logro (engano) que constituiu a • campanha despenalizadora do consumo da maconha assumida emblematicamente pelo jornal desde 1997.
  28. 28. • Na Itália, desde 2006 não há mais distinção entre drogas “leves” e “duras” alinhando assim com o espírito da Convenção Internacional das • Nações Unidas de 1961 revista em 1972, que 165 países de todo o mundo • incluindo Portugal assinaram, e que inclui a maconha no grupo dos narcóticos, como a heroína e a cocaína.
  29. 29. A Itália, como a generalidade dos países (168 que assinaram a Convenção de Viena de 1987), entendem que todo o uso não médico ou científico de drogas não faz sentido e como tal deve ser proibido.
  30. 30. • A Inglaterra, a Austrália, a Suíça e a Holanda (onde cada vez se restringe • mais a venda de maconha através dos coffee-shops) são países que estão • voltando atrás em suas políticas liberalizadoras, mas essa volta é sempre • difícil, pois já existem muitos “atores econômicos” que não entregam • facilmente o que passaram a lucrar com essas políticas.(fornecedores, política, comerciantes)
  31. 31. • A maioria dos países europeus, com óbvias diferenças, são • bastante similares em termos de educação para os jovens, moradia, • alimentação. Na maioria dos países desse continente, o uso de maconha • entre os jovens na faixa etária de 15-16 anos, varia de 1 a 10%.
  32. 32. • Mas na Espanha (com políticas suaves em relação ao uso de drogas), esse • índice de uso de maconha é de 20%. • Na Holanda é de 15%, na Bélgica (12%), na Inglaterra (11%).
  33. 33. • Os países que querem voltar atrás em sua política, especialmente em • relação à maconha, se convenceram do que a ciência vem provando cada • vez mais: que o uso de maconha, longe de ser uma "droga leve", tem • efeitos nocivos sobre o cérebro ainda em formação dos jovens,
  34. 34. • que o uso de drogas "leves" abriu a porta para o estabelecimento de organizações • criminosas e traficantes de drogas "mais pesadas" como é o caso atual da • Holanda, onde o número de crimes violentos aumentou.
  35. 35. • Em Nova Zelândia, entrará em vigor uma lei (já aprovada) que exige que • os fabricantes das chamadas "party pills" (pilulas de festa) tipo Ecstasy, e • bebidas que produzem "um aumento de energia", provem que os seus • produtos não causam efeitos nocivos, antes de poderem comercializá-los.

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