Fluzz capítulo 2

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Fluzz capítulo 2

  1. 1. Capítulo 2 | Inumeráveis interworlds AUGUSTO DE FRANCO Vida humana e convivência social nos novosmundos altamente conectados do terceiro milênio 1
  2. 2. 2
  3. 3. 2 Inumeráveis interworldsE naquele instante ele viu o planeta inteiro: cada vila, cada cidade, cada metrópole, os lugares desertos e os lugares plantados. Todas as formas que se chocavam em sua visão traziam relacionamentos específicos de elementos interiores e exteriores. Ele via as estruturas da sociedade imperial refletidas nas estruturas físicas de seus planetas e de suas comunidades. Como um gigantesco desdobramento dentro dele, ele via nessa revelação o que ela devia ser: uma janela para as partes invisíveis da sociedade. Percebendo isso, notou que todo sistema devia possuir tal janela. Mesmo o sistema representado por ele mesmo e o universo. Começou a perscrutar as janelas, como um voyeur cósmico. Frank Herbert em Os filhos de Duna (1976) 3
  4. 4. Muitos mundos, isso mesmo. Não existe um mundo que se possa dizer o mundo, a não ser por efeito de hierarquização. Pensar e falar do mundo é tentar impingir um só mundo. Pois os mundos são muitos. Um só mundo é uma invenção do broadcasting. Broadcasting – um para muitos – é, obviamente, centralização, quer dizer, hierarquia. Tirem as TVs e as rádios, os jornais e revistas, as agências de notícias, talvez o cinema e não sobrará mais um só mundo. Sem o broadcasting já teremos múltiplos mundos: cada qual configurado pelas nossas conexões. Com a internet esses mundos se multiplicam velozmente, mas não por difusão e sim por interconexão. Desse ponto de vista, interconnected networks (internet) é, na verdade, interconnected worlds. E fluzz é o vento que varre esses inumeráveis interworlds. No mundo hierárquico, não há interface para fluzz. Mas quando fluzz for do regime dos múltiplos mundos interconectados, esses mundos serão os novos Highly Connected Worlds do terceiro milênio.Pense em um mundo sem TV e rádio, sem jornais e revistas, sem agênciasde notícias, sem editoras e distribuidoras de livros de domínio privado esem cinema. Não, não estamos propondo uma volta à Idade Média.Teremos telefone, Internet, redes P2P, redes Mesh e qualquer mídia(sobretudo interativa) não baseada no padrão um-para-muitos (incluídospaming). Neste caso não haverá mais um (mesmo) mundo para todos.Sem o broadcasting esvai-se a ilusão de um mesmo mundo para todos emtermos sociais. Ficará claro que cada um tem o seu (próprio) mundo (emtermos sociais). Mas ninguém estará aprisionado no seu mundo, poispoderá se conectar com outros mundos (os mundos das outras pessoas).Teremos uma rede de mundos: muitos mundos interconectados. Quantomaior a interatividade de uma rede de mundos, mais-fluzz ele – o mundosocial configurado por essa rede – será. 4
  5. 5. Mas... atenção! Quanto mais-fluzz for um mundo, menor (não em termosgeográficos ou populacionais e sim em termos sociais) ele será. Mundosgrandes, nesse sentido, quer dizer, com altos graus de separação, sãomundos menos-fluzz. A interatividade reduz o tamanho do mundo e issonão é uma função do número de seus elementos (pessoas e aglomeradosde pessoas) e sim dos seus graus de distribuição e conectividade.Onde fluzz está mais “ativo”, os mundos se contraem. Há umamassamento. Small-world networks são efeitos de crunching (umneologismo cunhado a partir da palavra crunch).Não havendo um mundo isolado dos demais, o tamanho do mundo de cadaum será função do “vento” (fluzz) que varre seus interworlds. Osinterworlds serão inumeráveis; portanto, a rigor, o mundo de cada um é,potencialmente, uma série de inumeráveis mundos em interação. Sim, tudodepende da interatividade. O que significa dizer que não depende dacapacidade ou do esforço de cada um de se fazer ver por muitos. Assim,nos novos Highly Connected Worlds, gente famosa (poderosa, rica, supercertificada ou titulada, admirada por qualquer outra qualidade intrínsecamassivamente reconhecida ou atribuída externamente à interação), tende anão ser mais tão relevante. Com isso vai também por água abaixo essadesastrosa idéia de sucesso, que predominou nos séculos passados,baseada na capacidade de alguém de se destacar dos demais.Impelido por fluzz, ninguém se deixará desvalorizar facilmente no circoglobal montado para selecionar (e apresentar apenas) algumas atrações epara polarizar sobre elas a atenção dos demais. Cada qual pode ser aatração no seu próprio mundo e nos mundos conectados a esse mundo.Uma aldeia global montada para subordinar os vários mundos a apenasalguns, dando a impressão de que só estes últimos existem, está com osdias contados. Teremos inumeráveis aldeias globais. 5
  6. 6. Highly Connected Worlds Seu mundo-fluzz é sua timelineO estilhaçamento do mundo único é uma mudança de época jamaispresenciada pelas chamadas civilizações (patriarcais, guerreiras, quer dizer,hierárquicas). Os padrões de vida e convivência social estão mudando. Issosignifica que você também está mudando. Porque estão mudando seusrelacionamentos recorrentes: sim, seu mundo-fluzz é sua timeline. Não, porcerto, a timeline do Twitter, mas aquela que rola no espaço-tempo dosfluxos e que não pode ser captada por quaisquer das ferramentas digitais p-based disponíveis.Essa mudança é a rede. À medida que aumenta a interatividade da rede naqual você está imerso, fenômenos surpreendentes começam a acontecer.Com a queda brusca dos graus de separação, chegará rapidamente o diaem que você chamará um taxi em uma cidade de dez milhões de habitantese o motorista dirá: “O senhor não é o Steven Strogatz, que investiga redessociais e que descobriu que o mundo está ficando pequeno maisrapidamente do que imaginávamos?”.Isso, é claro, se você for de fato o Steven Strogatz. Mas, de certo modo, sevocê é o motorista que se relaciona (ou que se relaciona com quem serelaciona, ou que se relaciona com quem se relaciona com quem serelaciona) com Steven Strogatz, sobretudo se ele (ou quem se relacionacom ele) está na sua timeline e você (ou quem se relaciona com você) nadele, você será um pouco Steven Strogatz (na medida inversa do seu graude separação dele): eis o ponto! Tal mudança vai muito além do queimaginávamos porque você está fazendo parte de um organismo capaz deinteligência e, quem sabe, de outros atributos ou qualidades que sequerconseguimos imaginar.Os Highly Connected Worlds tendem a ser organismos humanos coletivos.Atenção: superorganismos humanos, não organismos super-humanos! Elessão os campos para o nascimento do ‘indivíduo social’. Steven Strogatz faráparte de você e você fará parte dele porque ambos farão parte de ummesmo organismo, não em termos metafóricos, como quando usávamos apalavra ‘organismo’ para designar o que imaginávamos que fosse ‘asociedade’. Não. Trata-se de um organismo mesmo. E humano. 6
  7. 7. O indivíduo social está nascendo agora. Mas ele já estava presente, comoprefiguração, desde o início, quando se constituíram os primeiros sereshumanos. Para lembrar a bela Canción Tonta de García Lorca (1924), nós,os humanos, só o éramos enquanto estávamos “bordados en la almohada”da rede-mãe (1).O indivíduo-social não pôde se consumar como humanidade enquanto algoestava impedindo: a escassez de conexões, uma escassez artificialmenteintroduzida por modos de regulação não-pluriárquicos. Fluzz não podiapassar. Mas fluzz é empowerfulness. Se fluzz não pode soprar o corpo nãose vivifica.Essa mudança, todavia, é diferente – e única – em cada mundo. Não, não ésempre a mesma coisa. Depende de “onde” (ou como) o fluxo (o)corre.Manoel de Barros (1993) inventou “que um rio que flui entre dois jacintoscarrega mais ternura que um rio que flui entre dois lagartos” (2). Pois é. Nolimite, você fará seu mundo. Quer dizer, você (ou você e sua timeline – oque tende a ser a mesma coisa) será o mundo e os mundos serão tantosquanto as identidades coletivas que forem usinadas por fluzz.Isso significa que os Highly Connected Worlds tendem a ser inumeráveis,assim como serão inumeráveis os interworlds, miríades de interfacesconectando miríades de mundos e “explodindo como uma ramada deneurônios”, para lembrar um artigo seminal de Pierre Lèvy (1998) (3).Em termos tecnológico-sociais, o grande desafio hoje, ao contrário do quereza a metafísica que esse Mark Zuckerberg – o chefe do Facebook – quernos empulhar – para torná-la, a sua plataforma proprietária única, a própriarede e não mais uma ferramenta –, é construir os inumeráveis interworldsque serão as novas internets.O Facebook tem mais de 500 milhões de usuários? É ruim. Seria melhor ter500 mil plataformas com mil usuários cada uma, conversando entre si...Tudo que não precisamos agora é reeditar a ilusão hierárquica de ummundo único. Uma sociedade em rede é uma configuração de miríades deHighly Connected Worlds interagentes. Essa é a única mudançaverdadeiramente sustentável: tudo que é sustentável tem o padrão de redeporque rede é redundância de processos e abundância (diversidade) decaminhos.A mudança-que-é-a-rede é fractal, não unitária. A mudança não é aemergência de muitos mundos locais (que, de resto, sempre existiram),mas os múltiplos caminhos (que não puderam existir nas civilizações 7
  8. 8. hierárquicas) entre o local e o global. E ela não se consumará sem essas“zonas de transição” que são interworlds. 8
  9. 9. InterworldsA nova internet – interconnected networks – são os incontáveisinterconnected worldsComeça assim: não uma Internet: miríades de internets. Bem, agora jáestá melhorando. Mas, como? Não estamos correndo o risco de perdertodas as referências – e, com isso, o sentido – com esse estilhaçamento?A preocupação com a fragmentação é uma herança típica de um mundopouco-fluzz. A totalidade não está dada, tem que ser consumada. E serãosempre totalidades, no plural. Eins und Alles.Que se dane se você não terá mais uma grande narrativa, um esquemaexplicativo geral. Não havendo um mundo (único), para que precisamosdisso? Por certo, você fica incomodado com a fragmentação dessesinumeráveis mundos que se fazem e liquefazem. Mas esse seu mal-estarbaumaniano (de Zygmunt Bauman) é pura falta de Pó de Flu (aquele “FlooPowder” inventado por Ignatia Wildsmith, da série Harry Potter de J. K.Rowling, usado para conexão à Rede do Flu); ou seja, é falta de interworlds.Trata-se de referenciar o bem-estar na (fluição da) relação, não na (solidezda) coisa.Ainda existem vários obstáculos à uma comunicação, por assim dizer,“isotropicamente distribuída” (capaz de manter as mesmas propriedades emtodas as direções): a centralização da rede em servidores, provedores,roteadores, cabos, satélites, torres, mainframes transceptores de ondaseletromagnéticas, geradores de energia, resfriadores, protocolos dereconhecimento, trânsito e integração de mensagens; a variedade delínguas e a falta de tradutores-transdutores universais móveis que operemem tempo real; a falta de programas de busca inteligente e de criação deambientes favoráveis à emergência de conteúdo novo por combinação não-humana (polinização mútua) de mensagens; a separação entre osdispositivos tecnológicos e o corpo humano; e a insuficiente interação entrepessoas e não-pessoas (desde a comunicação com outros seres sencientesou coletivamente inteligentes, animados e inanimados, até a parceriasimbiótica com uma variedade de seres vivos).Para começar: fluzz é obstruído pela centralização das comunicações (peladifusão centralizada um-para-muitos chamada broadcasting), mas tambémpela Internet descentralizada. O grande desafio hoje é construir os 9
  10. 10. interworlds que são as novas internets. Trata-se de um desafio ao mesmotempo social e tecnológico.Rolou por décadas uma discussão fora de lugar sobre as ameaças datecnologia. Muitas pessoas tinham medo de que a tecnologia fosse nosdominar, nos afastar das outras pessoas, prejudicar nossa saúde física oumental ou, até mesmo, inviabilizar a vida humana no planeta.Mas, em termos sociais, não há nenhum problema com a tecnologia. Oproblema é com a tecnologia que introduz artificialmente escassezcentralizando a rede social e ensejando o controle.Por certo, os sistemas de dominação não teriam podido se manter sem ocontrole dos insumos básicos: a terra, a água, os alimentos e as fontes deenergia. Mas a escassez foi introduzida por um tipo determinado detecnologia urbana, hidráulica e agrícola: sem essa escassez (programada,em certa medida) de recursos sobrevivenciais, esses sistemas dedominação não teriam podido se reproduzir.Assim, durante milênios fomos submetidos a tecnologias que viabilizavam ocontrole. Por exemplo, o modelo hidráulico redistribuidor de água em canaisde irrigação, construídos e controlados pela tecnologia faraônica, criava operigo ao adensar povoamentos em locais de risco, em uma proporção queia muito além daquela exercida pela natural atração das terras mais férteis.O objetivo era o controle. Se o povo não vivesse sob a ameaça (do perigo),como poderia ser recompensado pela sua aquiescência, sendo salvo doperigo? E como poderia ser castigado por sua desobediência à ordem, sendoabandonado ao perigo? (4)Agora precisamos de tecnologia para viabilizar e acelerar a distribuição darede social. Quanto menor a possibilidade de comando-e-controle, mais-fluzz será essa tecnologia. Isso vale para tudo: energia e matéria, átomos ebits. E vale também para a comunicação.Assim como fluzz é obstruído pela centralização das comunicações e pelaInternet descentralizada, ele também é obstruído por todas as separações:desde aquelas impostas pela barreira da língua (que separa pessoas quefalam idiomas diferentes), passando pela busca burra (que separa quemprocura de quem gera conhecimento), pelos dispositivos tecnológicosinterativos separados do corpo humano e, inclusive, no limite, pelaseparação entre pessoas e não-pessoas. 10
  11. 11. A barreira da língua é uma das principais remanescências do mundo únicohierárquico. É curioso que, mesmo tendo sido imposto um mundo único,persistam várias línguas (cerca de 7 mil idiomas). Isso porque o mundoúnico não é monocentralizado e sim multicentralizado (ou descentralizado)em algumas identidades imaginárias (que chamamos de nações, povos ouculturas sócio-territoriais, dominados hoje por menos de duas centenas deEstados).A metáfora bíblica sobre isso é esclarecedora. Na mesma Babel – não emvárias – as pessoas não podiam se comunicar umas com as outras. Não eraum problema de saber interpretar um código, de falar a mesma língua. Oque houve em Babel foi a impossibilidade de um conversar, não porque aspessoas falassem vários idiomas e sim porque não conseguiam coordenarmutuamente suas atitudes (o linguagear, na expressão de Maturana, quepressupõe e exige cooperação) e, desse modo, não se entendiam (sem umacoplamento estrutural não pode haver comunicação). É a pirâmide (atopologia centralizada da rede social babeliana) que impede esse (assimcomo qualquer outro) conversar. Tal problema só tem solução social, nãotecnológica.A solução para Babel é a rede social distribuída. No entanto, o problema daremanescência de várias línguas, entendidas como idiomas, como códigosque podem ser traduzidos, tem solução tecnológica. Dispositivos móveiscom programas de tradução simultânea, capazes de receber e emitir dadose voz, são partes (por aproximação, assimilação ou simbiose) dessasinterfaces complexas que chamamos de interworlds.A falta de programas i-based de navegação inteligente, da busca(semântica) à polinização (criativa, ensejadora de múltiplos significados),também é um obstáculo à interação entre os mundos. Mas tal desafio podeser superado caso não se insista em recriar monstruosos sistemas degerenciamento do conhecimento (top down) e em arquivar significadosúnicos de modo centralizado (como faz, por exemplo, a Wikipedia).Repetindo: toda tecnologia é bem-vinda, inclusive aquela que modifica oscorpos humanos, desde que possibilite mais distribuição. Há muito tempoestamos modificando nossos corpos: tomamos inibidores seletivos darecaptação da serotonina (e. g., fluoxetina) e da fosfodiesterase-5 (e. g.,sildenafila), injetamos insulina transgênica, fazemos implantes (dentários,auditivos e inclusive de chips capazes de devolver a visão), inserimosnanopartículas para corrigir rugas na pele, usamos próteses de todo tipo einstalamos órgãos ou partes de órgãos internos artificiais. Por que não 11
  12. 12. poderíamos inserir em nossos corpos outros dispositivos capazes de ampliare acelerar a comunicação?Pode-se argumentar que não temos como saber se, no longo prazo, tudoisso prejudicará a saúde. Mas também não temos como atestar isso emrelação à maioria dos medicamentos que tomamos ou das intervençõesmédicas que realizamos. Todas essas substâncias e procedimentos, emcerta medida, provocam doenças ou desencadeiam novos padrões de saúdeou ensejam novos reequilíbrios saúde-doença. Sim, saúde não é ausênciade doenças, mas a estabilidade relativa de um sistema que, se estiver vivo,estará necessariamente afastado do equilíbrio, convivendo, portanto, comalterações que convencionamos chamar de doenças (e que só sãochamadas assim do ponto de vista de um padrão de saúde, baseado emindicadores cujos parâmetros de normalidade são variáveis com época,lugar, cultura, conhecimento). Só seres inanimados estão livres de doenças(ainda que as infestações de vírus em seres cibernéticos também possamvir, coerentemente, a ser encaradas como doenças).Por outro lado, do ponto de vista biológico, já existe a parceria simbióticado corpo humano com outros seres vivos. Somos, na verdade, colônias debactérias, comunidades de microorganismos. Somos os planetas onde viveboa parte dos seres vivos. Tal parceria está presente no interior de nossaunidade vital: a célula nucleada é o resultado da associação com umprocarionte que passou a compor o novo organismo por endossimbiose.Mas todas as tecnologias que podem apoiar, vamos dizer assim, osurgimento das múltiplas internets distribuídas, não são, elas próprias, osinterworlds que conectam os mundos em rede aqui chamados de HighlyConnected Worlds. Esses interworlds são sociais – fundamentalmente, sãoredes sociais – não dispositivos tecnológicos. Ou seja, no limite, osinterworlds são pessoas. 12
  13. 13. Inumeráveis interworlds| 2(1) Cf. LORCA, Frederico Garcia (1924). “Canción Tonta” in Canciones (ObrasCompletas I). Madrid: Aguilar, 1978.(2) BARROS, Manoel (1993). Poesia Completa. São Paulo: Leya, 2010.(3) LÉVY, Pierre (1998). “Uma ramada de neurônios” in Folha de São Paulo:15/11/1998. Cf. ainda Caderno Mais da Folha de S. Paulo: 15/11/2002 (p. 5-3). Otexto está disponível em:<http://escoladeredes.ning.com/profiles/blogs/uma-ramada-de-neuronios>(4) Cf. FRANCO, Augusto (1998). O Complexo Darth Vader. Slideshare [469 viewsem 23/01/2011]<http://www.slideshare.net/augustodefranco/o-complexo-darth-vader> 13

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