1*** ***(Heterónimo de )“Sempre é TEMPO de ser poetisaE neste enredo inalo a brisaToxicodependente o meu ser normal parali...
2Escrever não só alivia a minha alma dos meus tormentos, mas alivio o conceitodos tormentos da alma – a sensação de que nã...
31. Cabe a mim sorrirPor ser tão falsa comigoE não triste, porque –Por mim foste enganado, oh velho amante amigoSou eu ape...
4Ao vento ridicularizador vai-se (…)(…) Sim – mal acabo a serEsse para que tencionava beijar (meu próprio ser)E nessa sede...
5Que elimina futuros sofrimentosE a consolidaçãoQue perdeste noção do amorPois és motivo pela desconfiança e dorE generali...
6Me cansa o ser alheio e fito-meEstrangeira num dado poente com promessasDa morte se fazendo em mim, bomba relógio já acti...
718.Quando o ódio toma conta da almaNada mais é logico e congruente para –Para, para continuar a viver sem amorPois todo n...
8Chegado ao final inacabado deste rascunhoLiberto-me de ser ninguém que mal não sou e assomoPara todos que sou uma marione...
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Lettya nologia impirica (SER)

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Lettya nologia impirica (SER)

  1. 1. 1*** ***(Heterónimo de )“Sempre é TEMPO de ser poetisaE neste enredo inalo a brisaToxicodependente o meu ser normal paralisa”
  2. 2. 2Escrever não só alivia a minha alma dos meus tormentos, mas alivio o conceitodos tormentos da alma – a sensação de que não sou uma inútil – sinto!Quando as pessoas se identificam com oque sinto e fazem como eu faço daleitura e da escrita um refúgio de ser…, amar é bom quando não seimportamos com as consequências que esse sentir pode causar,permanecemos quietos adentro de um enredo egoísta e o reflexo de expelirpaixão e amor a todos se converte na definição exacta, concisa ou melhor dizerno seu sentido translato possível de que amamos, de que estamosapaixonados – mas este pequeno livro.Ops, ops!Livro não! Rascunhos de um ser que se nega continuamente em ser e não ser.Onésia Maloa, um sorriso com muito amor, meu amor.Lettya Nenny Shantaren (“Heterónimo de Jovenal Maloa”);Parecer que minto saber me desconhecer.
  3. 3. 31. Cabe a mim sorrirPor ser tão falsa comigoE não triste, porque –Por mim foste enganado, oh velho amante amigoSou eu apenasEssa falsidadeQue mal se interessa com os outrosE nem com o futuro lógicoNa lógica de fazer bem – colherei o bemMal me prendo a essas promiscuidades, vês!Que não tenho crenças em amar, sou como ninguémApenas eu me apegando nas coisas e nos bens.2. Matar a triste noite – Homicídio.Não é tarefa minha – A princípio.O dia disso se responsabiliza – e eu focalizo.Apenas me faço cúmplice disso (…)(…) Amo assistir esse massacre rotineiroEm que essa massa alaranjada quente nasceE neste mesmo parto a fria escuridão desapareceE ao findar disso o cansaço sonolento se faz meu cativeiro.3. Lutar por igualdadePara viver em paz comigo mesmoE como andar sobre a luz pensando estar no escuroE por pensar e isso serDesisto de igualar-me a qualquer categoria de masculinidadeE deixo esse comigo mesmo para comigo mesmaDelicio-me do meu cérebro lógico e maduroE penso como verdade fosse a realização do inverso do amanhecer.4. Beijo-me a cada sorriso a minha almaSexar comigo mesma o espirito me agradaPor nada, sozinha do meu clitéros acendo a chama (…)(…) Depois disso não durmo! Viro a noite junto a madrugada.5. Lábios, carne e muita vontadeVontade de mim mesma tenho, e a carneQue me são meus lábios carregam uma falsidadeDe eu estar a beijar outros lábios –Depois desse momento lucido ao vento a minha ilusão,
  4. 4. 4Ao vento ridicularizador vai-se (…)(…) Sim – mal acabo a serEsse para que tencionava beijar (meu próprio ser)E nessa sede de iludir-me a ilusão faz-se desaparecerNão farei isso mais em frente de um espelho para não correrO risco de ver com tamanha lucidezQue me beijarei outra vez.6. Narrar oque vivo – ComplicadoSorrir sem motivo – ArriscadoPois sou isto que mal sei se souO corpo que a alma a tempos rejeitou.7. Há vezes que apenas é necessário dividirSofrimentos permanentes com que ama-mosE se para subtrairmos o necessário termos assumirQue nada sem nossas paixões e amores somos –– Apenas uma corpo feminino carente de serE poder amar para alcançar de novo o rejuvenescer.8. Morrer!Faça isso a cada diaE sem querer – muitas vezes morroPor saber que da arte de ressuscitar tenho poderE junto a alegria, magia de espantar-me e dizer quem diriaQue a morte tem medo de mim a da vida Pédio, socorro –E acordada estou eu aqui alma transcendenteRejeitada dia e noite pelos depois hemisférios tristementeNem viva e nem mortaDa casa para fora encontro-me na porta.9. SaberCrescerPoderDizerQue amarQue chorar por amarQue gritar de paixãoQue tirar lição da ilusãoÉ a firmaçãoDa maturaçãoDo controle dos sentimentos
  5. 5. 5Que elimina futuros sofrimentosE a consolidaçãoQue perdeste noção do amorPois és motivo pela desconfiança e dorE generalizas o ser num só único padrão.10.Vendo, tudo que de mim restouVendo o poente triste que tanta poluição mundanaDo mundo se isolou – vendo a paisagem que souPara poluírem-me com prazeres em vossas camasE engolir o sorriso falso que em mim chorou pela ausência da famaE a realidade que por dinheiro agora ignoro – sacanas!11.Aolam Bocaj Onidranreb – frase ocultaNão fale! quem com isto discordaSe cale e calmamente apenas observaSe isto te interessa suga-me e tome notaDe quão profunda e a covaQue trago em mim e mal sei se há corda (“…”)(“…”) Que te faça subir e verO real significa ao inverterAolam Bocaj Onidranreb pode ter.(“Ao meu querido pai, Bernardino Jacob Maloa”)112.Quero assediar-meAté o constrangimento da minha almaNaufragar em mim mesmaObservar-me sendo eu o problemaCativa a mercê da minha podridão –Deste infernal dilemaQuero eu por completa ser – istoQue em versos ou estrofe acima citoE se eu poder-me transformar neste escritoDe ser ninguém e então de ser eu mesma desisto.13.Viver basta-me!Mentiras me fartam e essaQue me é rotineira e repetitiva1Poema nº11(“Ao meu querido pai, Bernardino Jacob Maloa”)1
  6. 6. 6Me cansa o ser alheio e fito-meEstrangeira num dado poente com promessasDa morte se fazendo em mim, bomba relógio já activaAbsorve-me!Como se me visse distanteAbduzo-me!Para uma nave em meus pensares –E em versos falantesSinto-me tão vossa, negando-me serDe uma personalidade só – Mulher.14.Morri!Pois, muitas vidas –Vive e Pari!Centenas – de mimEspalhadas por aiAo redor de mimAlma morta de ser tantas outrasE depois não ser nada a não ser – sobras.15.Quando alvejei o meu serO projéctil da morte desertou-mePela rotineira actividade por mim executadaE já sabida sem sucesso, em morrerMas desta sorrindo afirmou e perguntou-me!Em vez de matares-te nos versos, minha amadaDesfila a sua mortal classe, já que a vida te é madrasta (…)(…) Por continuar216.Há um oásis em meu desconcertoE na fome de ser muitas em nada serCativo-me por isso – por me desconhecerMesmo de olhos abertos sentir-me espirito cego.17.Quando a noite me é princesaFaço-me escrava e me prostro inerteFitando musculados e fixos olharesA uma incerta certa beleza, reluzente e acesaCintilando na imensidão deste enorme poenteQue o universo e suas constelações estrelares.2Falta de ideais para a finalização.
  7. 7. 718.Quando o ódio toma conta da almaNada mais é logico e congruente para –Para, para continuar a viver sem amorPois todo nos é atrito ao nosso redorContrariandoSendo oposiçãoSe negandoCompactuar com a paixãoE o sorriso por outros tempos reflexo do amorNessas almas se fazem mascaras de ódio e muita –E muita, muita dor.19.Me renego a serSer é complexo demaisPrefiro muito mais parecerEsse complexo demais (“…”)(“…”) A vida não éParece ser e o seu porquêPouco me interessaAo menos se eu tivesse uma conversa –Com ela para saber os motivos da sua falsidadePois a minha já é sabida, livrar-me da minha humanidade.20.Dentro de mimNão há só uma mulherHá também um abismo de serMuita gente, e assimPosso bem dizerQue tenho toda gente do mundo dentro de mimSe eu quiser.21.PoesiaMagiaAlegriaFantasia de serSem arte é morrerCondenar-se a morteJogar aos porcos as jóias e a sortePerder-se na bússola de ser. – (“esquecer o meu norte”).
  8. 8. 8Chegado ao final inacabado deste rascunhoLiberto-me de ser ninguém que mal não sou e assomoPara todos que sou uma marioneta e mal sou eu que calunhoE nem foi eu também que quis errar, já que presumoQue não sou mais autora deste ultimo escrito sem a minha identidade.Lettya Nenny ShantarenArthur Dellarubia(Heterónimos de Jovenal Maloa).

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