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Livro fragmentos(1) (1)

Este documento é uma coleção de poemas sobre amor perdido escritos por Sylvia Senny e Edson Maciel. Os poemas exploram temas como saudade, solidão, medo, lembranças e o desejo de voltar no tempo para consertar erros do passado ou reavivar o amor perdido. A coleção é dividida em sete partes, cada uma contendo vários poemas curtos que expressam os sentimentos dos autores sobre o término de seu relacionamento por meio de imagens e reflexões sobre o amor.

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Sylvia Senny & Edson Maciel
Poesias
Fragmentos de um
amor perdido
1
Dedicado ao grupo Experimental da
Academia Araçatubense De Letras
Dedicatórias:
Dedico ao Pai Eterno, que fez dos meus
sonhos um milagre contínuo, ao Grupo
Experimental da Academia
Araçatubense de letras, Hélio
Consolaro e á meu esposo, Damião, com
muito carinho. E á Carlos Lucchesi,
escritor e professor que corrigiu e apoiou
esta obra
Sylvi a Sen n y ( Silvia Ra m o s S.
Feitos a )
Dedico à minha eterna Musa
inspiradora, ao meu filho Lucas. A
todas as pessoas que amam, aos
artistas anônimos, ao Grupo
Experimental da Academia
Araçatubense de Letras e á Deus,
2
pois, sem eles este livro não seria
possível.
Edso n Maciel
Aos Leitores:
De tudo um pouco,
As flores, o perfume,
A luz do vaga-lume,
O odor da rosa,
As cores do arco-íris,
Canção em verso e prosa...
Um pouco de tudo,
O sabor da amizade,
A dor da saudade,
Á distância do amor,
O vôo do beija-flor.
De tudo um pouco,
Tem nas entrelinhas!
Respostas e apelos,
Descuidos e zelos...
Prazer,
Vida,
Aliança,
3
Selos!
Fragmentos de um amor desfeito...
Sonhe conosco!Boa leitura.
FRAGMENTOS DE UM AMOR PERDIDO
PARTE 01
De tudo ficou um pouco,
Ou do pouco um dia
Descobrimos que ficou tudo.
Pois o coração jamais é mudo,
E o pulsar fala irradia...
Seria o amor a melhor das sinas?
O ultimo beijo,
Dois corpos se abraçando,
Uma lágrima rolando...
Seria o amor a melhor das sinas?
Talvez seja!
Alma que lateja,
Grito que não cala.
Isso é amor?
Amor que de ti exala.
Sim, amor que procuro reter em minhas mãos.
Pérola preciosa
De valor incalculável,
Porque vem do coração.
É de tudo um pouco,
4
Sem duvida e sem razão,
Um pouco de graça, singela pirraça.
O amor é uma canção.
De tudo ficou um pouco...
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O rosto de menina.
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Que mata aos poucos,
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No leito frio... Sozinho.
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Que com seu punho compõe.
Sim a solidão é companheira;
Traz você ao meu lado,
Traz teu veemente descaso,
Traz meu eu ao acaso.
5
Parte 02
Eu sei, a solidão é companheira,
Mas que poso eu fazer?
Sou um homem que tem sentimentos
Faço dela minha razão de viver.
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3 – As principais características de cada tendência pedagógica, na ordem: o p...
 

Livro fragmentos(1) (1)

  • 1. Sylvia Senny & Edson Maciel Poesias Fragmentos de um amor perdido 1
  • 2. Dedicado ao grupo Experimental da Academia Araçatubense De Letras Dedicatórias: Dedico ao Pai Eterno, que fez dos meus sonhos um milagre contínuo, ao Grupo Experimental da Academia Araçatubense de letras, Hélio Consolaro e á meu esposo, Damião, com muito carinho. E á Carlos Lucchesi, escritor e professor que corrigiu e apoiou esta obra Sylvi a Sen n y ( Silvia Ra m o s S. Feitos a ) Dedico à minha eterna Musa inspiradora, ao meu filho Lucas. A todas as pessoas que amam, aos artistas anônimos, ao Grupo Experimental da Academia Araçatubense de Letras e á Deus, 2
  • 3. pois, sem eles este livro não seria possível. Edso n Maciel Aos Leitores: De tudo um pouco, As flores, o perfume, A luz do vaga-lume, O odor da rosa, As cores do arco-íris, Canção em verso e prosa... Um pouco de tudo, O sabor da amizade, A dor da saudade, Á distância do amor, O vôo do beija-flor. De tudo um pouco, Tem nas entrelinhas! Respostas e apelos, Descuidos e zelos... Prazer, Vida, Aliança, 3
  • 4. Selos! Fragmentos de um amor desfeito... Sonhe conosco!Boa leitura. FRAGMENTOS DE UM AMOR PERDIDO PARTE 01 De tudo ficou um pouco, Ou do pouco um dia Descobrimos que ficou tudo. Pois o coração jamais é mudo, E o pulsar fala irradia... Seria o amor a melhor das sinas? O ultimo beijo, Dois corpos se abraçando, Uma lágrima rolando... Seria o amor a melhor das sinas? Talvez seja! Alma que lateja, Grito que não cala. Isso é amor? Amor que de ti exala. Sim, amor que procuro reter em minhas mãos. Pérola preciosa De valor incalculável, Porque vem do coração. É de tudo um pouco, 4
  • 5. Sem duvida e sem razão, Um pouco de graça, singela pirraça. O amor é uma canção. De tudo ficou um pouco... O sorriso que me encanta, Seu olhar que me fascina, O rosto de menina. Um amor que não termina! E se do pouco ficar tudo? Sensato ou absurdo? Um pouco de perfume... És tudo, essência? É vida, ou contrafeito? Não tem clemência! Oh, amor insano que dói no peito! Que mata aos poucos, Que corrói como veneno, Cantiga triste, dor que insiste No leito frio... Sozinho. A solidão de um menino Que almeja o seio da mãe, Ou a dor de um homem, Que com seu punho compõe. Sim a solidão é companheira; Traz você ao meu lado, Traz teu veemente descaso, Traz meu eu ao acaso. 5
  • 6. Parte 02 Eu sei, a solidão é companheira, Mas que poso eu fazer? Sou um homem que tem sentimentos Faço dela minha razão de viver. E que razão mais eu teria Se não viver por amor. Amor que alegra o dia, Ou me faz chorar de dor. De tudo ficou um pouco... O beijo que eu lhe dei, Seus cabelos que afaguei, Teu corpo que acariciei. Ah... De tudo ficou um pouco, Passado que não passa, Futuro que não chega, Angustia sem fim. Visão que aconchega, Abraço tua imagem ao peito. Ofereço-te meu virtuoso leito, E o que mais quer que eu te jure? Peço-te em casamento? Oh! Vem para perto 6
  • 7. Vem ao vento, Vem amado, Vem... Oh causa e efeito, Percorria seu corpo Centímetro por centímetro. Seu perfume me invadia Ah minha amada, Ainda sinto sua pele macia. Nos meus sonhos eu te sinto; Eu te tenho você me tem, É um amor precioso, Amo-te como convém. Quando virás novamente? Guardo teu gosto na mente, E seu abraço me retém! Ah... Minha menina Visitarei os teus sonhos Como um pássaro peregrino Cortejando a mais bela flor. Oh! Poeta que destino! Isso me cobre de saudade, E me mata de amor! Minha musa... Razão do meu viver, Se saudade te mata de amor Então a muito estou a morrer! Meu Deus vem às lembranças, 7
  • 8. Angustia de quem vive, Tristeza que não tem fim. Acabará essa sina quando voltares pra mim. Fragmentos de lembranças parte 03 Lembra-me os versos de Vinícius Lembra-me de teus vícios Amei-te desde o inicio, Só não sabia admitir. E por mais que o tempo passe; Amo-te mais... Muito mais... Porque o amor é Espírito, é corpo, é querer. É desejar e não ter! E de tudo um pouco, Esse amor tão reverso, Ofereço-te meus versos, Lembra do café expresso? Duvido que possas esquecer. Nunca hei de esquecer Este momento tão lindo. De tudo fica um pouco; Meu amor... Meu bem querer. Se me amou desde o inicio, E eu correspondi á este amor; Então porque separamo-nos, Você pode explicar-me? 8
  • 9. Eu me recordo de cada detalhe: Nossos beijos e abraços, Sua maneira de me olhar Ah... Vem comigo semear! Fragmentos de minha sina- parte 04 O amor esta nas ruas, Nos cinemas, nos teatros... Nas frases construídas, Naquela questão mal resolvida! Quando falamos de amor Não há maldade O que há é uma luz Que nada mais é do que sinceridade. Minha menina, Eu a induzi ao erro? Perdoe-me não tive a intenção Acredite por favor... Acredita em meu amor? Com a mais pura sinceridade? Faz bem querida... Faz bem! Amar você esta é minha verdade. Por ser amor é eterno; A mais bela flor pela eternidade, Cultuada dia após dia, E por esta causa, sem brevidade. Meu amor, meu bem querer; 9
  • 10. Quero-te desde o inicio, Dor que mata aos poucos, Não quero te perder... Meu Deus o que estou dizendo! Estou eu te perdendo? Não sei onde estas. Sequer onde andas... Ou, se um dia fostes minha. Minha musa... Minha rainha! Eu ouço tua voz ao longe, Como a Sunamita em Cantares. Procuro-te nos lugares, Procuro-te na natureza. Sim eu parti! Ainda não sei explicar... Ouvi a voz dos loucos, Ouvi a voz dos que não sabem amar, Sonho com teus versos, inverso é meu lidar. Oh1 Amado não tenho coragem... Não tenho coragem de voltar! Ouço seus poemas na voz de outros. Eles não me conhecem. E os que sabem de mim, não sabem de ti. E os maus conselheiros não vêem, Onde você subiu! Minha alma é tua, embora distante; Meu seio é frio... 10
  • 11. Paz eqüidistante, No jardim que não se abriu. Fragmentos do medo- parte 04 Minha pequena musa Tua voz é brisa suave Procura-me na natureza? Não vês? Estou em teu coração. Inspiração no meu peito, Sonhas com meus versos? Não tem coragem de voltar? Tem medo de me amar? Sim, eu tenho medo. Medo de ser feliz, Medo também de chorar. Ah! Se eu vencesse esse desafio... Já não usaria um desvio. E para teus braços, Eu iria voltar! Medo de ser feliz... Tem medo de ser feliz? Teu silencio não me convence. Vença o desafio e volte para mim! Meu coração anseia, Meus pés não obedecem, 11
  • 12. O teu abraço que vagueia, E meus sonhos apetecem. Fragmentos de uma lembrança viva-parte 05 Recordo-me do teu cheiro de mulher... Teu sorriso lindo. Meu Deus que saudade! Recordas de verdade? Recordas do meu rosto? E dos meus cabelos negros, E da boca gosto? Como poderia esquecer: Cada parte do teu corpo Que percorria envolvia Na palma de minhas mãos, Como água cristalina? Você! Imagem que me fascina. Teu silencio é áspero, Machuca. Tristeza sem fim... Como flechas fincadas em mim! Como posso eu me livrar Dos que fazem pressão sobre nós? Eles não sabem amar. Insensível sentimento atroz! 12
  • 13. Eu me recusei a ouvir, Abafada ficou tua voz... Mas, eu os ouço. Eu os ouço falar de nós! Andei por toda cidade, E nos meses que se passaram; Sim, eu amei de verdade. Mas, nosso amor massacrou. Quem dera ter a coragem De te pedir perdão. Quem dera tivesse o caráter, Que expressas em teu coração. Também estou decepcionada, Mas nego-me a admitir. Outro dia te vi na estrada, E pra você quase sorri. Ouço tua voz todos os dias, Todo momento todo instante; Vem de manhã, à tarde e a noite... As lagrimas se dissolvem em musica triste. Este amor que massacraram Esta dentro do meu peito. Inquieto... Morro a cada dia em meu leito. Se eu morrer... 13
  • 14. Não te verei mais. Então convivo com minha dor... E faço dela razão do meu viver. A dor não é uma razão sadia, Acho sádica essa mania, Mas, se de tudo um pouco eu teria. Tenho um pouco de você comigo! E viver assim... Quem diria? Sua lembrança parece castigo! Fragmentos: Arte de Amar – parte 06 Amo-te com vários nomes, Especificações e adjetivos. Amo-te com graça, como menino. Amo-te platonicamente como á uma musa, E em codinomes que me induza A seguir este destino! A dor não é mania, tampouco sadismo. É fruto do mais puro sentimento. Minha menina, a dor é efeito, De um amor que se perdeu. Amo-te com todo sentimento, Amo-te com toda mania, Amo-te em cada momento. Amo-te com toda loucura, 14
  • 15. Amo-te com toda sua graça, E com todo seu amargo fel... Ainda que distante, Não sei como suportar. Se pudesse te ver, Voltarias a me amar? E dizer que não te esqueço... Que és meu bem querer. Presença constante em meu ser, Razão eterna do meu viver! És como um clássico romance, Que nos prende ao ler Esta o fim ao nosso alcance. E não queremos o fim ter. Se num momento pudesses transmitir Tudo que preciso compreender, Quem sabe aliança seria eterna, Quem sabe a dor deixaria de ver? Talvez pairasse então a magia, Talvez o perdão invadisse meu ser. Oh! Como eu queria olhar-te sem medo. Como eu queria num sonho poder! Nosso caso é um romance. 15
  • 16. Uma imprevisível historia. O enredo é nosso dia a dia; E assim ficara na memória. Bem sabemos... Nossa aliança já é eterna. Por mais que procuremos nos afastar Sempre retornamos ao mesmo lugar. A magia esta no ar; Se pudesse te ver, Olhar nos teus olhos, E teu brilho reter. Medo? Meu Deus! Não tenha medo de mim. Como podes ter medo De alguém que vice por você. Viver por você... Esta é minha sina. Um misto de sonho e realidade; Insisto em não acordar. Quisera eu poder voltar No inicio de nosso relacionamento, Diria-te olhando nos olhos: Não me arrependo de te amar. Queria muito te ver. Meu deus! Não consigo te encontrar; Andas por onde não estou, 16
  • 17. Caminho por onde você não passa. Fragmentos de um tempo passado – parte 06 Acreditas no perdão? Fazes bem, também o creio. Perdoaria pessoas varias vezes, Se me perdoasses... Sem receio! Para vivermos momentos, E terminarmos o que começamos, Mas que em que em razão da tempestade... Tudo ficou pela metade! Afastou também meu sono, E a confiança foi embora. Não confio nas pessoas, Quisera viver som olhar as horas. Passa no relógio do tempo... Às vezes relembrando... Às vezes remoendo... E... Sem você vou vivendo. Queres ao passado voltar? E rever as promessas que não fez? E fazer tudo outra vez? Eu só queria caminhar Por um futuro entre as flores, Por aromas e odores... 17
  • 18. De felicidade e encanto... E sentir secar o pranto, Rodeada de teus amores. Quero ao passado voltar, Fazer tudo outra vez... O que fiz e o que não fiz. Colher a mais bela flor, E entregá-la a ti. E dizer que te amo loucamente. Caminharmos pelos jardins Para esquecer a dor. Sentir seu aroma, seu cheiro. Porque você para mim É rosa rara e especial Que cultivo em meu jardim. 18
  • 19. Um pouco de flor, um pouco de marfim Às vezes o coração é duro, Em dias que são assim... Tem dias que o rio transborda Que o falar mudo, O ouvir é surdo Que o peito explode num repente absurdo! Tem dias que lembro tuas palavras Incrédula, não quero crer que vice mentiu Que do meu querer desfez Que a promessa não cumpriu Tem dias que o sol não brilha Que o olhar é nublado E eu só queria estar Bem á seu lado. Tem dia que a esperança escoa Como água que desce a vala Tem dias que o peito chora E esta dor da perda não cala! Este rio que transborda meu amor é meu pranto Que insiste... Persiste. Um relógio a marcar minha dor. Meu amor se eu menti Foi por que a promessa Não me deixaram cumprir. 19
  • 20. Fragmentos: lágrimas- parte 07 Promessa de amor eterno Por uma musa imortal Chorar por emoção... Uma lágrima na imensidão. Lágrima que corre pela face Que se transforma num fio d’água Transformando-se num lago, Um rio que desce a cascata. Sabe o que embala meus sonhos É a lembrança da cor das águas Eram tão azuis, tão cálidas E eu fui fascinada com o brilho desta luz Que beleza, que destreza, que habilidade... Hoje me dizes que é verdade? Como vou acreditar? Queria ter essa certeza, Tão fugaz com natureza A insana sina de te amar! Meus dias estão sem cor Sinto falta do seu amor A tristeza e dissabor... Você sente meu temor? Oh, não venhas sem eu querer... Sem estar pronto o meu ser Sofro só por não saber Se foi ele o foi você? 20
  • 21. Quem de fato me iludiu? E a calunia não existiu? Fale-me quem de fato ouviu. Se assim fora, isso foi vil! Quando o teu som partiu Em minha mente confusa Li seu poema de amor E nele eu era sua musa Uma angustia me abraçou... Frio na lida, na recusa, O seu cheiro em minha blusa Verto em lágrima obtusa. Acordei com o barulho da chuva As gotas caiam nervosas Vi na estante as rosas Já murchas que não joguei fora Comparei com a tempestade lá fora As flores já foram tão vivas! Agora morrendo sem vida Compara-se a pétala caída. Sinto falta de você... A todo o momento, angustia. Este querer sem poder. Sentimento que persiste. 21
  • 22. Se eu fosse você eu voltava pra mim E viveríamos juntos: Sonho? Utopia? Verdade? Magia? A calúnia existiu, Mas não partiu de mim Ah! Meu amor, Porque me virou as costas assim? Você é minha musa Tudo que escrevo Inspiro-me em você Banalidade?Futilidade? Não! Não vejo assim. Mas... Ah! Meu Deus... Quero-te só pra mim. Desde o dia em que nos afastamos Os dias tornaram-se longos As noites mais longas ainda Perdi minha alegria de viver Por que não te esqueço Um minuto se quer Um martelar constante Que fazer? Meu amor as flores que te mandei Em um momento de ódio Você não aceitou Planta-ás novamente 22
  • 23. E assim desta forma Bem sei que não morrerão Ficaram bem vivas No fundo do meu coração. Loucura? Não sei. Porque de tudo fica um pouco: Cada detalhe, cada momento Você e eu... Sonho meu. Sentimento insano. Fragmentos de um desfecho- parte 08 A porta fechada eu abri Ouvi de leve bater Não podia ser quem eu queria Não poderia ser você. Em disparada no peito 23
  • 24. O coração alertou, Iria eu abrir a porta? Titubeando eu vou. Presas ficaram minhas mãos Mas vencida pela saudade Ao girar a maçaneta Via a linda realidade Embrulho de papel e caneta Era um livro que chegou Está impresso: “Á minha musa.” E meu coração se alegrou. Aguardo de novo o bater da porta Mas, não conto pra ninguém Oh, poeta comigo se importa. Escute meu coração que diz: vem! Homenagem á Hélio Consolaro : Homens Maduros São os pais que nos carregavam, Ao colo com vigor. Ou os tiranos do castigo Da palmada com ardor! São os olhos da conquista. Os conselhos do avô. A segurança prevista No entardecer do amor. Os grisalhos da revista... 24
  • 25. O paletó amarelado, Ou o olhar de conquista, Que nunca fora apagado. Saber despertar a criança No interior da mulher, Suas mãos tocam na dama Com a carícia que ela quer! Quem venceu as tentações Das aventuras profanas, Hoje cuida com prazer de suas preciosas damas: A filha, a irmã, a esposa, flores venturosas que o cercam. Fazem destes homens charmosos amores que já não pecam! São suaves no tocar, meigos na grave voz. Um abraço os acalentara, Vigorosos, devotado a nós. www.sylviasenny.zip.net www.macieledson.blogspot.com E-mail: para contato: senyheart@gmail.com edmaciel.seu.amigo@hotmail.com Mini Biografia Edson Maciel: cidadão Araçatubense, solteiro, Funcionário Público gradua-se nestes 2009 em 25
  • 26. Filosofia, poeta, sindicalista, Tem nesta obra seu segundo livro de poemas. Sylvia Seny: Casada, amante da cidade onde hoje vive, encontrou em Araçatuba seu lugar e sua inspiração. Graduada em Letras, poetisa, escritora. Chamada á esta arte desde os oito anos de idade. Tem nessa humilde e promissora obra seu terceiro livro publicado, descritos num romance, um drama, e a poesia que á anos impregna seu sangue. Assim descrevo minha querida amiga e seu companheiro de poesia, ambos os autores membros do Grupo Experimental da Academia Araçatubense de Letras. Wallace Fernandes (Webmaster e Diagramador) 26
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