PPT Matosinhos 16jun2015

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Apresentação utilizada na acção de capacitação-acção para operacionais em Matosinhos, no dia 16 de Junho de 2015, organizada no âmbito do projecto FUTURO 100000 árvores, pelo CRE Porto/Universidade Católica do Porto em colaboração com o Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra e Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra.

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  1. 1. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 1/50 Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras Hélia Marchante ESAC – Escola Superior Agrária de Coimbra, Instituto Politécnico de Coimbra CEF - Centro de Ecologia Funcional, Universidade de Coimbra
  2. 2. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 2/50 Manhã 1: Breve introdução/contextualização 2: Identificação de algumas das espécies de plantas invasoras que ocorrem na região e metodologias de controlo 3: Plataforma de mapeamento de plantas invasoras – em www.invasoras.pt Tarde Demonstração e experimentação de algumas metodologias de controlo
  3. 3. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 3/50 1: Introdução ao tema das invasões biológicas: terminologia, impactes...
  4. 4. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 4/50 Alguns conceitos (1) • Plantas NATIVAS (≈ espontâneas, indígenas, autóctones) • Plantas EXÓTICAS (≈ introduzidas, alóctones) Richardson et al., 2000, Div & Dist. 6: 93-107 Pyšek et al., 2004, Taxon, 53(1): 131-143
  5. 5. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 5/50 Alguns conceitos (2) Planta INVASORA Planta INFESTANTE 5 A MAIORIA DAS EXÓTICAS NÃO SÃO INVASORAS
  6. 6. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 6/50 Quais os impactes que as plantas invasoras promovem? Porque precisamos controlá-las?
  7. 7. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 7/50 • Ecológicos – ameaça à biodiversidade e equilíbrio dos ecossistemas (competição com espécies nativas, alteração dos ciclos de nutrientes, água, etc.) – impactes nos serviços dos ecossistemas (alimentos, fornecimento de água e recursos diversos, regulação do clima, cheias, doenças, etc.) – alteração/uniformização dos ecossistemas/paisagens – alteração dos regimes de fogo – alteração das cadeias ecológicas/alimentares • Económicos (Europa: >10 biliões): – produtividade - espécies que invadem áreas agrícolas, florestais ou piscícolas (aquáticas), pragas, epidemias, etc. – gestão e controlo de invasoras e recuperação de sistemas invadidos – turismo, etc. Impactes das plantas invasoras (1) Célia Laranjeiro Vitor CarvalhoFrancisco Caetano
  8. 8. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 8/50 Impactes das plantas invasoras (2) • Diminuição da disponibilidade de água nos lençóis freáticos – espécies muito exigentes no seu consumo, quer pelas suas características, quer pelas densidades elevadas que atingem • Impactes na saúde pública – espécies que provocam doenças, alergias, ou funcionam como vectores de pragas • … As espécies invasoras são uma das maiores ameaças ao bem-estar ambiental e económico do planeta GISP (Global Invasive Species Programme)
  9. 9. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 9/50 Mas a maioria das plantas exóticas não revelam comportamento invasor… O pior… são as “poucas” que revelam!
  10. 10. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 10/50 Legislação – Decreto-Lei n.º 565/99 Introdução intencional de espécies exóticas na natureza Exceções “económicas” - agricultura, horticultura, interesse zootécnico (DL n.º 28039, 14-09-1937 DL n.º165/74, 22 de abril DL n.º 205/2003, 12 de setembro Despacho 20194/2009; nº 4, artigo 19º, DL 16/2009, 14 janeiro) Regulamento (UE) Nº 1143/2014 de 22 Outubro 2014  0 200 400 600 800 Exóticas (casuais + naturalizadas + invasoras) Potencial desconhecido Com potencial invasor (casuais + naturalizadas) Invasoras
  11. 11. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 11/50 Acacia dealbata Link Acacia karroo Hayne Acacia longifolia (Andrews) Willd. Acacia mearnsii De Wild. Acacia melanoxylon R. Br. Acacia pycnantha Bentham Acacia retinodes Schlecht. Acacia cyanophylla Lindl Ailanthus altissima (Mill.) Swingle Arctotheca calendula (L.) Levyns Azolla filiculoides Lam. Carpobrotus edulis (L.) N. E. Br. Conyza bonariensis (L.) Cronq. Datura stramonium L. Eichhornia crassipes (Mart.) Solms Elodea canadensis Michx Erigeron karvinskianus DC. Eryngium pandanifolium Cham. & Schlecht. Galinsoga parviflora Cav. Hakea salicifolia (Vent.) B.L. Burtt Hakea sericea Schrader Ipomoea acuminata (Vahl) Roemer & Schultes Myriophyllum brasiliense Cambess. Oxalis pes-caprae L. Pittosporum undulatum Vent. Robinia pseudoacacia L. Senecio bicolor (Willd.) Tod. subsp. cineraria (DC.) Chater Spartina densiflora Brongn. Tradescantia fluminensis Velloso Cortaderia selloana (J. A. & J. H. Schultes) Aschers & Graebner. Arundo donax L. Opuntia spp. Legislação – Decreto-Lei n.º 565/99 (Anexo I)
  12. 12. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 12/50 Como gerir estas espécies?
  13. 13. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 13/50 Prevenção + Detecção precoce & Resposta Rápida  erradicação… – Educação e sensibilização ambiental são essenciais – Não usar espécies invasoras – Não introduzir novas sem avaliar potencial invasor Estabelecer PRIORIDADES (espécies, áreas, objectivos, etc.)  áreas em início de invasão, árvores isoladas e pequenos núcleos... devem ser prioridade para controlo Gestão deve considerar SEMPRE controlos de CONTINUIDADE! (sementes numerosas ou com grande longevidade, exemplares que rebentam de touça ou raiz, etc.)  Gestão de áreas invadidas deve ser a médio/longo prazo. PERSISTÊNCIA! Identificação correcta da espécie  metodologias de controlo adequadas  aplicação correcta das metodologias de controlo. Muito importante: monitorizar, avaliar, registar, publicitar! Rever e modificar plano de gestão se necessário! Gestão de Plantas Invasoras (muito resumido!)
  14. 14. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 14/50 Como perder a guerra contra as invasoras em 5 simples passos • Ter mais olhos que barriga • Subestimar (e desconhecer) o inimigo • Virar costas ao inimigo • Acreditar em receitas milagrosas • Ignorar o regime de fogo adaptado de Caetano 2011
  15. 15. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 15/50 2- Principais plantas invasoras em Portugal - Quem são e como as podemos controlar Invasoras.pt
  16. 16. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 16/50 mimosa (Acacia dealbata) – Austrália Invade principalmente vales e zonas montanhosas, margens de cursos de água e vias de comunicação
  17. 17. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 17/50 Mimosa (Acacia dealbata) VídeoApenas anel não funciona!
  18. 18. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 18/50 Vantagens • Eficaz (na espécie e época certa) • Fácil operacionalização com grupos grandes e variados • Não exige ferramentas difíceis de operar • Aplicável em árvores de quase todos os diâmetros • Geralmente não estimula a emissão de rebentos radiculares • Eco-Friendly Desvantagens • Moroso • Minucioso • Dependente da espécie e da época do ano • Obriga a duas intervenções espaçadas a meses • Impacte visual/opinião pública • Bastante oneroso se realizado extensivamente (elevada mão de obra) Descasque
  19. 19. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 19/50 Vantagens • Eficaz (na espécie e época certa) • Fácil operacionalização com grupos grandes e variados • Não exige ferramentas difíceis de operar • Aplicável em árvores de quase todos os diâmetros • Geralmente não estimula a emissão de rebentos radiculares • Eco-Friendly Desvantagens • Moroso • Minucioso • Dependente da espécie e da época do ano • Obriga a duas intervenções espaçadas a meses • Impacte visual/opinião pública • Bastante oneroso se realizado extensivamente (elevada mão de obra) Descasque
  20. 20. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 20/50 Mimosa (Acacia dealbata) - Arranque manual
  21. 21. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 21/50 Mimosa (Acacia dealbata) – corte + fitocida controlo de continuidade: arranque; deixar crescer e descascar; cortes sucessivos; dependendo dos locais, pulverização com fitocida (em último caso!). Germinação: arranque, corte com motorroçadora < 20cm
  22. 22. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 22/50 Vantagens • Razoável eficácia no controlo de touças (dependendo de vários factores) • Redução de custos nas intervenção subsequentes • Possibilita a utilização de equipamentos moto-manuais economia de mão de obra. • Aplicável em árvores de todos os diâmetros Corte com aplicação de fitocidas Desvantagens • Resultados muito variáveis (e.g., rebentos radiculares). • Complexo e perigoso. • Obriga ao uso de EPI’s e formação • Condicionado por condições cli- matéricas, mobilidade no terre- no e restrições ao uso fitocidas. • Eficácia afectada pelas condi- ções do local, inconsistência nas técnicas e conservação dos fitocida.
  23. 23. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 23/50 Vantagens • Razoável eficácia no controlo de touças (dependendo de vários factores) • Redução de custos nas intervenção subsequentes • Possibilita a utilização de equipamentos moto-manuais economia de mão de obra. • Aplicável em árvores de todos os diâmetros Corte com aplicação de fitocidas Desvantagens • Resultados muito variáveis (e.g., rebentos radiculares). • Complexo e perigoso. • Obriga ao uso de EPI’s e formação • Condicionado por condições cli- matéricas, mobilidade no terre- no e restrições ao uso fitocidas. • Eficácia afectada pelas condi- ções do local, inconsistência nas técnicas e conservação dos fitocida. Vídeo
  24. 24. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 24/50 austrália (Acacia melanoxylon) – Austrália Invade principalmente vales e zonas montanhosas, margens de cursos de água e vias de comunicação
  25. 25. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 25/50 Austrália (Acacia melanoxylon) Controlo semelhante a mimosa, mas: - Descasques mais difíceis - Pulverizações menos eficientes
  26. 26. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 26/50 acácia-de-espigas (Acacia longifolia) – Austrália Invade principalmente dunas costeiras, cabos e margens de linhas de água
  27. 27. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 27/50 acácia-de-espigas (Acacia longifolia) CTC 2003 – Reserva Natural Dunas S.Jacinto Controlo biológico – Trichilogaster acaciaelongifoliae
  28. 28. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 28/50 espanta-lobos (Ailanthus altissima) – China Invade principalmente junto a vias de comunicação, áreas perturbadas, espaços urbanos; tem aumentado em florestas ribeirinhas
  29. 29. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 29/50 Corte simples
  30. 30. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 30/50 espanta-lobos (Ailanthus altissima) Injecção de fitocida Injecção de fitocida, por furos ou entalhes (outras espécies)Vídeo
  31. 31. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 31/50 Vantagens • Geralmente, elevada eficácia em termos de mortalidade de toiças e sistemas radiculares (dependendo da espécie e época do ano) • Aplicação relativamente fácil (com sistemas de infusão artesanais) • Fitocida não contacta com o exterior e é aplicado em quantidades muito reduzidas Vídeo Desvantagens • Moroso • Pode exigir equipamento perfuração com grande autonomia • Obriga a 2 intervenções espaçadas a meses para remover 1 mesma árvore • Bastante oneroso se realizado extensivamente (elevada mão de obra) Injecção de fitocidas
  32. 32. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 32/50 Vantagens • Geralmente, elevada eficácia em termos de mortalidade de toiças e sistemas radiculares (dependendo da espécie e época do ano) • Aplicação relativamente fácil (com sistemas de infusão artesanais) • Fitocida não contacta com o exterior e é aplicado em quantidades muito reduzidas Vídeo Desvantagens • Moroso • Pode exigir equipamento perfuração com grande autonomia • Obriga a 2 intervenções espaçadas a meses para remover 1 mesma árvore • Bastante oneroso se realizado extensivamente (elevada mão de obra) Injecção de fitocidas
  33. 33. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 33/50 háquea-picante (Hakea sericea) – Austrália Invade principalmente áreas perturbadas ou semi- naturais, junto a áreas onde foi plantada (e.g., sebes) Sementes acumuladas na planta, libertadas quando morre (arde)
  34. 34. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 34/50 háquea-picante (Hakea sericea) Corte + espera (12-18 meses) + fogo controlado ou destroçamento Arranque de plantas pequenas
  35. 35. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 35/50 penachos (Cortaderia selloana) –América doSul Invade principalmente dunas costeiras, margens de vias de comunicação e áreas perturbadas
  36. 36. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 36/50 erva-das-pampas (Cortaderia selloana) Arranque; Corte rente + espera + glifosato; remover plumas INÍCIO Setembro para sacos
  37. 37. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 37/50 Arundo donax canas – Ásia temperada? Europa Oriental? invade zonas húmidas (margens de linhas de água, paúis, zonas pantanosas…); áreas agrícolas e margens de estradas. Corte + espera + aplicação fitocida; cortes repetidos; arranque de rizomas; ensombramento
  38. 38. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 38/50 chorão-das-praias (Carpobrotus edulis) – África do Sul Invade principalmente dunas costeiras, cabos e taludes onde foi plantado
  39. 39. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 39/50 chorão-das-praias (Carpobrotus edulis) Sementes e propagação vegetativa: Continuidade!
  40. 40. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 40/50 bons-dias (Ipomoea acuminata) – regiões tropicais do mundo Invade principalmente áreas perturbadas (e.g., edifícios abandonados) e taludes onde foi plantads Corte + (espera +) aplicação fitocida; arranque
  41. 41. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 41/50 erva-da-fortuna (Tradescantia fluminensis) – América do Sul Invade principalmente sítios sombrios e húmidos, comum no sub-coberto de matas geridas, bosques naturais, áreas perturbadas, etc Arranque manual (enrolamento) Vídeo
  42. 42. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 42/50 jacinto-de-água (Eichhornia crassipes) – rio Amazonas Invade principalmente canais de irrigação, lagoas e lagoachos “Pato-Bravo” – ceifeiria aquática da CM Águeda (foto do site da CMÁgueda)
  43. 43. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 43/50 robínia (Robinia pseudoacacia) – América do Norte Invade principalmente áreas perturbadas, margens de vias de comunicação e de linhas de água, subcoberto de comunidades arbóreas degradadas,…
  44. 44. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 44/50 tintureira (Phytolacca americana) – América do Norte Invade principalmente Habitats ruderais e perturbados, campos agrícolas e margens de vias de comunicação. Arranque manual (fitocida ou corte)
  45. 45. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 45/50 etc. … plantas potencialmente invasoras… polígono-de-jardim lantana Qual o problema de uma planta sozinha? • mimosa - árvores isoladas • erva-das-pampas - milhares de sementes transportadas pelo vento • árvore-do-céu - muitas sementes e propagação vegetativa •Espécies com comportamento invasor esporádico/começam a dispersar •Espécies Invasoras noutros locais com clima semelhante ao nosso •Espécies de géneros com plantas invasoras •… tempo e estímulos…
  46. 46. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 46/50 3- Plataforma de mapeamento de plantas invasoras – em www.invasoras.pt
  47. 47. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 47/50 Mapa de avistamentos de plantas invasoras - projeto de Ciência Participativa, disponível em http://invasoras.pt/mapa-de- avistamentos/ Contribuições através de: – site – aplicação p/Smartphone Android
  48. 48. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 48/50 Obrigada! Mais informação: invasoras.pt https://www.facebook.com/InvasorasPt hmarchante@gmail.com
  49. 49. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 49/50 Referências usadas Almeida JD, Freitas H (2006) Exotic naturalized flora of continental Portugal - a reassessment. Botanica Complutensis 30:117-130 Hulme, P.E., Pysek, P., Nentwig, W. & Vilà, M. (2009) Will Threat of Biological Invasions Unite the European Union? Science, 40-41. Marchante, H.. 2011. Invasion of Portuguese dunes by Acacia longifolia: present status and perspectives for the future. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Universidade de Coimbra. Doutoramento em Biologia, especialidade em Ecologia. 184 pág. Marchante E, Freitas H, Marchante H (2008a) Guia prático para a identificação de Plantas Invasoras de Portugal Continental. Natura Naturata. Imprensa da Universidade de Coimbra, Coimbra Ministério do Ambiente (1999) Decreto-lei n.º 565/99 de 21 de Dezembro. In: Diário da República - I Série - A. 295: 9100-9114. Pyšek P, Richardson DM, Rejmanek M, Webster GL, Williamson M, Kirschner J (2004) Alien plants in checklists and floras: towards better communication between taxonomists and ecologists. Taxon 53 (1):131-143 Richardson DM, Pyšek P, Rejmánek M, Barbour MG, Panetta FD, West CJ (2000) Naturalization and invasion of alien plants: concepts and definitions. Divers Distrib 6:93-107 Vilà M, Espinar JL, Hejda M, Hulme PE, Jarošík V, Maron JL, Pergl J, Schaffner U, Sun Y, Pyšek P (2011) Ecological impacts of invasive alien plants: a meta-analysis of their effects on species, communities and ecosystems. Ecol Lett 14:702-708
  50. 50. Identificação e controlo eficiente de plantas invasoras|16junho15 | Matosinhos www.invasoras.pt 50/50 Alguma bibliografia e sites: Caetano, F. 2011. Formação no âmbito do Campo de Trabalho Científico sobre Controlo de Plantas Invasoras. 25-31 Julho 2011, Mata do Desterro, Seia. Organização: CFE/UC, ESAC e CISE, Município de Seia. Rainha, M. & Moça, R. 2011. “Controlo de Plantas Invasoras nos Perímetros Florestais das Serras da Mó e Viso e Serra da Freita - Estratégia da UGF da AMP e EDV”. No âmbito do Seminário sobre Plantas Invasoras. Organização: Fundação Mata do Buçaco, com colaboração do Centro de Ecologia Funcional, Escola Superior Agrária de Coimbra, Autoridade Florestal Nacional e Fundação Floresta Unida. 20 Maio. Wittenberg, R., Cock, M.J.W. (eds.) 2001. Invasive Alien Species: A Toolkit of Best Prevention and Management Practices. CAB International, Wallingford, Oxon, UK, xvii - 228. (online em http://www.gisp.org/) Tu, M., Hurd, C. & J.M. Randall. 2001. Weed Control Methods Handbook, The Nature Conservancy, http://tncweeds.ucdavis.edu, version: April 2001; http://www.invasive.org/gist/handbook.html http://alic.arid.arizona.edu/invasive/sub1/index.shtml http://www.invasiveanimals.com/ http://www.environment.gov.au/biodiversity/invasive/

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