O documento explora a gestão do jacinto-de-água (Eichhornia crassipes) em uma área de 5,29 km², destacando seus impactos negativos, como a competição com a flora nativa e a degradação da qualidade da água. A remoção mecânica, utilizando a ceifeira-aquática, é mencionada como uma estratégia para mitigar a disseminação da espécie invasora. Além disso, o texto ressalta a importância da pataira de Fermentelos como habitat para várias espécies de aves.