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EVOLUÇÃO DOEVOLUÇÃO DO
SISTEMA CEREALIFEROSISTEMA CEREALIFERO
EM PORTUGALEM PORTUGAL
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Características geraisCaracterísticas gerais
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Solos de PortugalSolos de Portugal
Fonte: Ministério da Agricultura
Quadro n.º : Solos de Portugal
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Produções por regiõesProduções por regiões
Fonte: INE, Estatisticas
Agrícolas
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 TRIGOTRIGO
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 MILHOMILHO
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ANÁLISE DOS PREÇOSANÁLISE DOS PREÇOS
E SUAS IMPLICAÇÕESE SUAS IMPLICAÇÕES
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DISPONIBILIDADEDISPONIBILIDADE
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TECNOLOGIASTECNOLOGIAS
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MECANIZAÇÃOMECANIZAÇÃO
 Desde os anos 60 generalizou-se oDesde os anos 60 generalizou-se o
uso do tractor, da ceifei...
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Ceifa com ceifeiraCeifa com ceifeira
debulhadoradebulhadora
Fonte: in “O voo do arado”, 1996
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SemeadorSemeador
Fonte: Catálogo da Renault
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ADUBOS QUIMICOSADUBOS QUIMICOS
 Cresceu acentuadamente oCresceu acentuadamente o
emprego de adubos químicos.emprego ...
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CONHECIMENTOCONHECIMENTO
TÉCNICO NASTÉCNICO NAS
ACTIVIDADESACTIVIDADES
 O conhecimento que provinha deO conhecimento...
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RELAÇÃO ENTRE ORELAÇÃO ENTRE O
SISTEMA PECUÁRIOSISTEMA PECUÁRIO
SISTEMAS DE PRODUÇÃOSISTEMAS DE PRODUÇÃO
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Distribuição do efectivoDistribuição do efectivo
pecuário pelo paíspecuário pelo país
 Em Trás-os-Montes predominam ...
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 Actividades antigas, como a ceifa e aActividades antigas, como a ceifa e a
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CeifaCeifa
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CeifaCeifa
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1230571221 evolucao do_sistema_cerealifero_em_portugal_continental

  1. 1. 11 EVOLUÇÃO DOEVOLUÇÃO DO SISTEMA CEREALIFEROSISTEMA CEREALIFERO EM PORTUGALEM PORTUGAL CONTINENTALCONTINENTAL
  2. 2. 22 CLIMACLIMA Características geraisCaracterísticas gerais
  3. 3. 33 TEMPERATURATEMPERATURA MÁXIMAMÁXIMA TemperaturaMáxima ZONANORTE 0 5 10 15 20 25 30 35 JaneiroFevereiroMarçoAbrilMaioJunhoJulhoAgostoSetembroOutubroNovembroDezembro Tempo(meses) Temperatura(ºC) Vila Real de Trás-os Viseu Temperatura Máxima ZONACENTRO 0 5 10 15 20 25 30 35 JaneiroFevereiro Março Abril Maio Junho Julho AgostoSetembroOutubroNovembroDezembro Tempo(meses) Temperatura(ºC) Temperatura Máxima ZONASUL 0 5 10 15 20 25 30 35 JaneiroFevereiro Março Abril Maio Junho Julho AgostoSetembro OutubroNovembroDezem Tempo(meses) Temperarura(ºC) Fonte: Anuários Climatológicos, 1950 - 1981
  4. 4. 44 TEMPERATURATEMPERATURA MÍNIMAMÍNIMA TemperaturaMínima ZONANORTE 0 5 10 15 JaneiroFevereiroMarço AbrilMaioJunhoJulhoAgostoSetembroOutubro NovembroDezembro Tempo(meses) Tempratura(ºC) Vila Real de Trás-os-Montes Viseu TemperaturaMínima ZONACENTRO 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 JaneiroFevereiro Março Abril Maio Junho Julho AgostoSetembroOutubroNovembroDezembro Tempo(meses) Tempratura(ºC) Montijo Santarém Temperatura Mínima ZONASUL 0 5 10 15 20 JaneiroFevereiro Março Abril Maio Junho Julho AgostoSetembroOutubroNovembroDezembro Tempo(meses) Temperatura(ºC) Évora Beja Fonte: Anuários Normais Climatológicos, 1951-1980
  5. 5. 55 INSOLAÇÃOINSOLAÇÃO Insolação ZONANORTE 0 50 100 150 200 250 300 350 400 JaneiroFevereiroMarço AbrilMaioJunhoJulhoAgostoSetembroOutubro NovembroDezembro Tempo(meses) Insolação(horas) Vila Real de Trás-os-Montes Viseu Insolação ZONACENTRO 0 50 100 150 200 250 300 350 400 JaneiroFevereiro Março Abril Maio Junho Julho AgostoSetembroOutubroNovembroDezembro Tempo(meses) Insolação(horas) Montijo Santarém Insolação ZONASUL 0 50 100 150 200 250 300 350 400 JaneiroFevereiro Março Abril Maio Junho Julho AgostoSetembro OutubroNovembroDezembro Tempo(meses) Insolação(horas) Évora Beja Fonte: Anuários Climatológicos, 1950 - 1981
  6. 6. 66 GEADAGEADA Geada ZONA NORTE 0 2 4 6 8 10 12 14 JaneiroFevereiroMarço AbrilMaioJunhoJulhoAgostoSetembroOutubro Novembro Dezembro Tempo(meses) Geada(dias) Vila Real de Trás-os-Montes Viseu Geada ZONASUL 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 JaneiroFevereiro Março Abril Maio Junho Julho AgostoSetembro OutubroNovembroDezembro Tempo(meses) Geada(dias) Évora Beja Fonte: Anuários Climatológicos, 1950 - 1981
  7. 7. 77 PRECIPITAÇÃOPRECIPITAÇÃO Precipitação ZONANORTE 0 50 100 150 200 JaneiroFevereiroMarçoAbrilMaioJunhoJulhoAgostoSetembroOutubro Novembro Dezembro Tempo(meses) Precipitação(mm) Vila Real de Trás-os-Montes Viseu Precipitação ZONA CENTRO 0 20 40 60 80 100 120 JaneiroFevereiro Março Abril Maio Junho Julho AgostoSetembroOutubroNovembroDezembro Tempo(meses) Precipitação(mm) Precipitação ZONASUL 0 20 40 60 80 100 JaneiroFevereiro Março Abril Maio Junho Julho AgostoSetembroOutubroNovembroDezembro Precipitação(mm) Évo Beja Fonte: Anuários Climatológicos, 1950 - 1981
  8. 8. 88 Solos de PortugalSolos de Portugal Fonte: Ministério da Agricultura Quadro n.º : Solos de Portugal
  9. 9. 99 Produções por regiõesProduções por regiões Fonte: INE, Estatisticas Agrícolas
  10. 10. 1010 ÁREAS CULTIVADAS EÁREAS CULTIVADAS E PRODUÇÕES DOSPRODUÇÕES DOS PRINCIPAIS CEREAISPRINCIPAIS CEREAIS  TRIGOTRIGO Gráfico n.º :Gráfico n.º : Evolução da superfície cultivada e da produção de trigoEvolução da superfície cultivada e da produção de trigoEvolução da superficie cultivada e da produção de trigo 0 100000 200000 300000 400000 500000 600000 700000 1976/1984 1986 1988 1990 1992 1994 1996 1998 2000 2002 Anos Área (há) Produção (ton) Fonte: Estatística Agrícola (INE) de 1984 a 2003
  11. 11. 1111  MILHOMILHO Evolução da superficie cultivada e da produção do milho 0 200000 400000 600000 800000 1000000 1200000 1400000 1976/1984 1986 1988 1990 1992 1994 1996 1998 2000 2002 Anos produção (ton) Área (há) Fonte: Estatística Agrícola (INE) de 1984 a 2003
  12. 12. 1212 ANÁLISE DOS PREÇOSANÁLISE DOS PREÇOS E SUAS IMPLICAÇÕESE SUAS IMPLICAÇÕES Gráfico n.º:Gráfico n.º: Variação dos preçosVariação dos preços anuais dos cereais em Portugalanuais dos cereais em Portugal Variação dos preços anuais dos cereais emPortugal Continenetal 0 10 20 30 40 50 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 Anos Preçosanuaisdoscereais (Euros/100Kg.) Trigo mole Cevada forrageira Trigo duro Milho Arroz Fonte: Estatísticas agrícolas
  13. 13. 1313 DISPONIBILIDADEDISPONIBILIDADE DE FACTORES DEDE FACTORES DE PRODUÇÃO EPRODUÇÃO E NOVASNOVAS TECNOLOGIASTECNOLOGIAS
  14. 14. 1414 MECANIZAÇÃOMECANIZAÇÃO  Desde os anos 60 generalizou-se oDesde os anos 60 generalizou-se o uso do tractor, da ceifeirauso do tractor, da ceifeira debulhadora e da utilização dodebulhadora e da utilização do semeador de sementeira directa.semeador de sementeira directa.  A substituição do gado deA substituição do gado de trabalho pela tracção mecânicatrabalho pela tracção mecânica
  15. 15. 1515 Ceifa com ceifeiraCeifa com ceifeira debulhadoradebulhadora Fonte: in “O voo do arado”, 1996
  16. 16. 1616 SemeadorSemeador Fonte: Catálogo da Renault
  17. 17. 1717 ADUBOS QUIMICOSADUBOS QUIMICOS  Cresceu acentuadamente oCresceu acentuadamente o emprego de adubos químicos.emprego de adubos químicos.  A crescente vulgarização dosA crescente vulgarização dos fungicidas e produtosfungicidas e produtos fitofarmacêuticos e das medidasfitofarmacêuticos e das medidas de protecção sanitária dos gadosde protecção sanitária dos gados contribuiu para acentuar ocontribuiu para acentuar o domínio do agricultor sobre odomínio do agricultor sobre o meio e fazer recuar o peso dasmeio e fazer recuar o peso das crenças e superstições no combatecrenças e superstições no combate às pragas e doenças que afectamàs pragas e doenças que afectam plantas e animais.plantas e animais.
  18. 18. 1818 CONHECIMENTOCONHECIMENTO TÉCNICO NASTÉCNICO NAS ACTIVIDADESACTIVIDADES  O conhecimento que provinha deO conhecimento que provinha de uma relação directa com auma relação directa com a natureza passaram a dar lugar aosnatureza passaram a dar lugar aos motores eléctricos, à avaliação demotores eléctricos, à avaliação de uma extensa gama de produtosuma extensa gama de produtos fitofarmacêuticos para fazer frentefitofarmacêuticos para fazer frente aos produtos fitossanitários assimaos produtos fitossanitários assim como uma vasta gama de aduboscomo uma vasta gama de adubos e de alimentos concentrados parae de alimentos concentrados para os animais.os animais.
  19. 19. 1919 RELAÇÃO ENTRE ORELAÇÃO ENTRE O SISTEMA PECUÁRIOSISTEMA PECUÁRIO SISTEMAS DE PRODUÇÃOSISTEMAS DE PRODUÇÃO DE CEREAISDE CEREAIS  Antigamente as principaisAntigamente as principais funções dos bovinos nos sistemasfunções dos bovinos nos sistemas agro pastoris era a ligação entre oagro pastoris era a ligação entre o monte e a terra de cereal, nomonte e a terra de cereal, no processo de transferência daprocesso de transferência da fertilidade do primeiro para afertilidade do primeiro para a segunda, e o fornecimento desegunda, e o fornecimento de energia de tracção para osenergia de tracção para os trabalhos agrícolas.trabalhos agrícolas.
  20. 20. 2020 Distribuição do efectivoDistribuição do efectivo pecuário pelo paíspecuário pelo país  Em Trás-os-Montes predominam os bovinosEm Trás-os-Montes predominam os bovinos de carne de raças autócnes, alimentam-se dode carne de raças autócnes, alimentam-se do pastoreio em terrenos baldios semeados epastoreio em terrenos baldios semeados e quando estabulados no Inverno sãoquando estabulados no Inverno são alimentados com feno. essencialmente à basealimentados com feno. essencialmente à base de centeio e aveiade centeio e aveia  Na Beira – Interior, são característicos osNa Beira – Interior, são característicos os ovinos de leite que se alimentam de centeio eovinos de leite que se alimentam de centeio e azevém no Outono / Inverno e de pastagensazevém no Outono / Inverno e de pastagens espontâneas na Primavera / Verão.espontâneas na Primavera / Verão.  No Alentejo predominam os rebanhos deNo Alentejo predominam os rebanhos de bovinos e ovinos, para produção de carne. Abovinos e ovinos, para produção de carne. A alimentação dos animais é feita à base dealimentação dos animais é feita à base de pastagens em alguns casos melhoradas oupastagens em alguns casos melhoradas ou semeadas de sequeiro.semeadas de sequeiro.
  21. 21. 2121 MÃO-DE-OBRAMÃO-DE-OBRA  Actividades antigas, como a ceifa e aActividades antigas, como a ceifa e a debulha passaram a ser operaçõesdebulha passaram a ser operações dependentes da eficácia solitária dasdependentes da eficácia solitária das máquinas.máquinas.  Relativamente aos últimos quarentaRelativamente aos últimos quarenta anos podemos referir que os queanos podemos referir que os que trabalham na agricultura sãotrabalham na agricultura são actualmente metade do que eram emactualmente metade do que eram em meados do século;meados do século;  A feminização aumentou;A feminização aumentou;  Envelhecimento dos agricultoresEnvelhecimento dos agricultores acentuou-se;acentuou-se;  A maior parte das famílias ligadas aA maior parte das famílias ligadas a explorações agrícolas vivem deexplorações agrícolas vivem de rendimentos exteriores à agricultura;rendimentos exteriores à agricultura;
  22. 22. 2222 CeifaCeifa Fonte: in “O voo do arado”, 1996
  23. 23. 2323 CeifaCeifa Fonte: in “O voo do arado”, 1996
  24. 24. 2424 POPULAÇÃOPOPULAÇÃO AGRÍCOLAAGRÍCOLA População Agrícola Total 0 200000 400000 600000 800000 1000000 1200000 1400000 1600000 1950 1960 1970 1981 1991 Anos População Total Patrões 0 20000 40000 60000 80000 100000 120000 140000 160000 1950 1960 1970 1981 1991 Anos População Patrões Trabalhadores porconta própria 0 50000 100000 150000 200000 250000 300000 350000 400000 1950 1960 1970 1981 1991 Anos População Trabalhadores por conta própria Trabalhadorfamiliarnão remunerado 0 50000 100000 150000 200000 1950 1960 1970 1981 1991 Anos População Trabalhador familiar não remunerado Trabalhadorporconta de outrem 0 200000 400000 600000 800000 1000000 1950 1960 1970 1981 1991 Anos População Trabalhador por conta de outrem 0 2000000 4000000 6000000 População 1950 1970 1991 Anos Comparaçãoentre apopulaçãoactivae a populaçãoagrícola Total População activacom 12 emaisanos Fonte: Estatisticas Agrícolas, INE
  25. 25. 2525 FIMFIM

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