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educaçao especial

  1. 1. A INCLUSÃO DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA COMUM Losch Wall Fontes Padilha Profª. Luciana Monteiro do Nascimento Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI Licenciatura em Matemática (MAD 1071) – Educação Especial 12/06/2009RESUMOA inclusão é um desafio que ao ser devidamente enfrentado pela escola comum, provoca amelhoria da qualidade da Educação pois para os alunos com e sem deficiência possam exercer odireito à educação em sua plenitude. Dentro dessa nova visão, é de fundamental importância quesejam vistos como indivíduos diferentes e não como indivíduos deficientes, uma vez que seupotencial pode ser desenvolvido e explorado. Para tanto, é preciso mudar a história da EducaçãoEspecial. É indispensável que essa escola aprimore suas práticas, a fim de atender às diferenças.Esse aprimoramento é necessário, sob pena de os alunos passarem pela experiência educacionalsem tirar dela o proveito desejável, tendo comprometido um tempo que é valioso e irreversível emsuas vidas: o momento do desenvolvimento.Palavras-chave: Inclusão; Desafio; Educação.1 INTRODUÇÃO Discutir a questão da inclusão de pessoas com necessidades especiais na escola e nasociedade, tornou-se primordial para o desenvolvimento da educação, no entanto, o cotidiano daspessoas com necessidades especiais não tem sofrido grandes alterações, e continuam a sobreviverentre conflitos e dificuldades. Muito se fala em diversidade e direitos. Entretanto, poucos são osavanços e muitos são os obstáculos enfrentados pelos não apenas pelas pessoas portadoras denecessidades especiais como também pelos profissionais envolvidos pela questão. Conforme Susko (2006), “Inclusão escolar, não significa simplesmente matricular o alunocom necessidades especiais na classe comum, mas significa dar ao professor e a escola o suportenecessário à sua ação pedagógica”. Este trabalho destina-se a fazer uma breve análise da Educação Especial, observando ainclusão e a promoção da diversidade .
  2. 2. 22 EDUCAÇÃO ESPECIAL A Educação Inclusiva para Almeida (2009), “não surgiu ao acaso, ela é um produto históricode uma época e de realidades educacionais contemporâneas, uma época que exige que nósabandonemos muitos dos nossos estereótipos e preconceitos, na identificação do verdadeiro objetoque está sendo delineado”. A partir da década de 90 as discussões referentes a educação das pessoas com necessidades especiais começaram a adquirir alguma consistência, face às políticas anteriores de caracterizadas pela descontinuidade e dimensão secundária. A nova LDB 9.394/96 em seu capítulo V coloca que a educação dos portadores de necessidades especiais deve se dar de preferência na rede regular de ensino, o que traz uma nova concepção na forma de entender a educação e integração dessas pessoas. (MARTINS, 2009). Para Cunha (2009) a criança portadora de necessidades especiais tem direito a educação quenecessita. Oferecer-lhe menos do que ela precisa é colocar em risco seu direito à felicidade poisdificilmente poderá ter um bom auto-conceito dentro de situações nas quais suas dificuldadesficarão mais evidentes. O paradigma social define que as escolas precisam ser reestruturadas para acolher todos os aspectos representados pelos alunos especiais, no entanto essa mudança deve considerar a necessidade de investimento e recursos a fim de tornar viável a nova realidade. Todo o processo deve envolver as equipes interdisciplinares que devem compreender (psicóloigo, professor e pedagogo), bem como uma gama de profissionais voltados ao ensino inclusivo” (RODRIGUES, 2006). A sensibilização e a capacitação dos funcionários das instituições de ensino comoprofessores, orientadores, coordenadores etc, é o único caminho para que haja uma melhor interaçãoentre os alunos com necessidades especiais e os demais. Percebe-se então que a escola é muito importante na formação do sujeito em todos os aspectos. É um lugar de aprendizagem de diferenças e de trocas de conhecimentos, precisando, portanto atender a todos sem distinção, a fim de não promover fracassos, discriminações e exclusões (CARVALHO, 2004). Guimarães (2003), afirma que há 110 mil alunos com alguma deficiência estudando emescolas regulares. A inclusão é uma possibilidade que se abre para o aperfeiçoamento da educação escolar e para o benefício de todos os alunos com e sem deficiência. Depende, contudo, de uma disponibilidade interna para enfrentar as inovações e essa condição não é comum aos sistemas educacionais e aos professores em geral. (MOANTOAN, 2009).
  3. 3. 33 CONCLUSÃO Apesar de todos os avanços conquistados pelas pessoas portadoras de necessidadesespeciais, ainda hoje, são muitos os obstáculos à serem superados. Dentro dessa nova visão, é defundamental importância que sejam vistos como indivíduos diferentes e não como indivíduosdeficientes, uma vez que seu potencial pode ser desenvolvido e explorado. Para tanto, é precisomudar a história da Educação Especial. A educação bem como a formação e qualificação dos Educadores tornou-se de primordialimportância para a realização dessa nova perspectiva. Assim, é necessário desenvolver estratégiasde apoio, propondo a criação de um modelo de ensino com estruturas e métodos didático-pedagógico, que respeitem sua cultura e autonomia, formando e preparando professores com umprograma curricular adequado4 REFERÊNCIAALMEIDA, M. S. R. Conversando sobre Escola Inclusiva. Disponível em:<http://www.profala.com/arteducesp11.htm >. Acesso em 04 jun. 2009.CARVALHO, R.E. Educação Inclusiva com os Pingos nos Is. Porto Alegre: Mediação, 2004.CUNHA, N. Inclusão de pessoas deficientes na escola comum. Disponível em:<http://www.indianopolis.com.br/si/site/1101>. Acesso em 08 jun. 2009.GUIMARÃES A. A inclusão que funciona. Revista Escola. Ed. Abril. Ed 165 – set/2003.MARTINS, V. Educação Especial. Disponível em:<http://www.centrorefeducacional.com.br/edespeci.htm>. Acesso em 04 jun. 2009.MONTOAN, M. T. E. Uma escola de todos, para todos e com todos: o mote da inclusão.Disponível em: <http://www.lite.fae.unicamp.br/papet/2002/nt/ta1.5.htm>. Acesso em 04 abr. 2009.RODRIGUES L. Psicologia Evangélica. Disponível em:<http://www.fepar.edu.br/psicologia/anteriores/27_2006/noticias.htm>. Acesso em 08 jun. 2009.SUSKO L.L. Psicologia Evangélica. Disponível em:<http://www.fepar.edu.br/psicologia/anteriores/27_2006/noticias.htm>. Acesso em 08 jun. 2009.
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