BGI abre-se para o Mundo

257 visualizações

Publicada em

Concurso de empeendedorismo do ISCTE-IUL e do MIT-Portugal vai ser exportado, abrindo
“clones” no Brasil, Médio Oriente, China, Macau e Europa do Norte.

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
257
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

BGI abre-se para o Mundo

  1. 1. Tiragem: 18056País: PortugalPeriod.: SemanalÂmbito: Economia, Negócios e.Pág: 2Cores: Preto e BrancoÁrea: 27,11 x 34,32 cm²Corte: 1 de 3ID: 47408034 29-04-2013 | Emprego & UniversidadesBrasil, Médio Oriente, Euro-pa do Norte, China ou Ma-cau. Estes são os sítios onde,no próximo ano, deverãoexistir “clones” do BuildingGlobal Innovators, de for-ma a impulsionar as rela-ções económicas e comer-ciais com Portugal. Depois de, em apenas trêsedições, o Venture Competition do ISCTE-IUL e MIT-Portugal ter envolvido mais de milaspirantes a empreendedores de 27 países ede, só na edição de 2013, 42% dos participan-tes serem internacionais, vindos de 13 paísesdiferentes, chega a vez do próprio BuildingGlobal Innovators se internacionalizar.“A proposta de valor é obviamente com-plementaridade. Não vamos reinventar aroda, mas aquilo que pudermos impulsionarcom a chegada a esses mercados, óptimo”, dizo director-executivo do programa, GonçaloAmorim, que explica: “Irá, por isso, haver, umconjunto de clones BGI com parceiros locais,a reportar a uma BGI global – que vai ter baseem Portugal –, e o nosso investimento nestemomento é em sistemas de informação paracriar esta rede”.O Building Global Innovators ISCTE-IULMIT-Portugal Venture Competition, com umprémio de um milhão de euros, é o maior con-curso de apoio ao empreendedorismo emPortugal. Atribui quatro prémios, no valor to-tal de um milhão de euros, para apoiar a cria-ção de quatro ‘start-ups’. E a ideia é lançar eapoiar empresas focadas na comercializaçãode produtos ou serviços tecnológicos inova-dores e baseados em modelos de negócio es-caláveis. E só entram na equação os projectoscom potencial para a internacionalização,avisa Gonçalo Amorim: “Procuramos projec-tos que possam ser internacionalizados. Éfundamental essa dimensão internacional,que pode não estar desenvolvida no momen-to da candidatura, mas tem de ter essa possi-bilidade de ambição”.Com parceiros como o Deshpande Centerfor Innovation, o The Main Trust Center forMIT Enterpreneurship e o Grupo CGD, atra-vés da Caixa Capital, o Building Global Inno-vators está aberto a ‘start-ups’ e ‘spin-outs’com menos de cinco anos e um volume de fac-turação inferior a 2,5 milhões de euros. Epara serem elegíveis aos apoios financeiros,as quatro vencedoras em cada edição têm deter parte das operações localizadas em Portu-gal, numa lógica de ‘smart specialization’.‘Coaching’e‘mentoring’fazempartedoprémioAlém do apoio financeiro, as equipas benefi-ciam de um apoio adicional em espécie esti-mado em um milhão de euros. O que incluimais de mil horas de ‘coaching’ e ‘mentoring’estruturado numa base semanal.Osvencedoresdaterceiraediçãojáforamco-nhecidos em Março e, esta semana, 11 ‘start-ups’ partem para Boston para participar no ‘e-teams’III,queserealizanopólodoMITnaque-la cidade norte-americana, durante duas sema-nas,aolongodasquaishaveráváriasactividadesde ‘business development’ e ‘networking’ com‘start-ups’ internacionais, do MIT, de Cambrid-ge e um International Showcase Event com in-vestidoresinternacionais.A próxima edição, a quarta, do BuildingGlobal Innovators ISCTE-IUL MIT-PortugalVenture Competition, foi lançada na semanapassada, numa cerimónia que teve lugar nasinstalações do ISCTE-IUL, em Lisboa, e ondese ficou a saber que os semi-finalistas das trêsprimeiras edições já asseguraram capital naordem de mais de 15 milhões de euros e cria-ram 130 postos de trabalho.As candidaturas estão abertas até ao pró-ximo dia 14 de Maio e podem ser feitas atra-vés do ‘site’ do concurso. ■ JoanaMoura“Building GlobalInnovators”abre-seao mundo já em 2014Concurso de empeendedorismo do ISCTE-IUL e do MIT-Portugal vai ser exportado, abrindo“clones” no Brasil, Médio Oriente, China, Macau e Europa do Norte.VENCEDORES DAS EDIÇÕES ANTERIORESAround KnowledgeEmpresa fundada em 2009 por trêsinvestigadores universitários que queriamestabelecer uma ponte entre o mundoacadémico e o mundo dos negócios,passando a fazer parte do Programa MITPortugal - Innovation & EntrepreneushipInitiative start-up. Está incubada naINSerralves, a incubadora da Fundaçãode Serralves, e foi a grande vencedorada primeiro edição do Building GlobalInnovators ISCTE-IUL MIT Portugal VentureCompetition.1MusikkiÉ o nome português que alia a músicaà tecnologia e que pretende ser umproduto global. A empresa de JoãoAfonso, Juliana Teixeira e Pedro Almeidanasceu em Aveiro no início de 2012,mas a equipa já pensava no projectoantes. Criaram um motor de buscamusical, a que juntaram, posteriormente,uma aplicação no Facebook. Umadas novas funcionalidades do ‘site’é fazer com que a partilha vá alémdo Facebook e do Twitter.2VeniamA empresa comercializa dispositivos esoftware de comunicações que podem serinstalados em qualquer veículo, permitindoque carros e camionetas se possam ligarde forma fiável uns aos outros e às redesde comunicações móveis existentes, sejamelas do tipo celular, WiFi ou mesmo só entreveículos. O sistema está neste momento emfase de piloto na cidade do Porto, naquelaque é já a maior rede veicular do mundo,e já conta com investimento de ‘businessangels’ e um projecto QREN aprovado.3O director executivo do BGI, GonçaloAmorim, apresentou na passada semanaa 4ª edição do Venture Competition.NÚMEROS● No total das três ediçõesdo concurso, houve 287candidaturas de 27 países;● Foram escolhidos 60finalistas e dispensadasmais de três mil horasde mentorado;● 48 finalistas incorporaram‘start-ups’;● Com mais de 15 milhõesde euros adjudicados,geraram 130 novosempregos.● O prémio financeiro éde um milhão de eurospara apoiar a criaçãode quatro ‘start ups’.
  2. 2. Tiragem: 18056País: PortugalPeriod.: SemanalÂmbito: Economia, Negócios e.Pág: 3Cores: CorÁrea: 18,11 x 36,75 cm²Corte: 2 de 3ID: 47408034 29-04-2013 | Emprego & UniversidadesOUTROS PROGRAMASDE EMPREENDEDORISMOÑaves financia 30%do capital socialO nome do programa vem da cadeiraNovas Aventuras Empresariais, da AESE.É uma componente académica que fazparte do conteúdo programáticodo Executive MBA AESE/IESE e cujoobjectivo é incentivar à criaçãode negócios inovadores. Para isso, foiinclusivamente criada a Naves Sociedadede Capital de Risco, que dá um limitede 250 mil euros por projecto ouempresa, sem ultrapassar 30% do capitalsocial. Havendo necessidade de maisinvestimento financeiro, a Naves SCRcontacta outras empresas de capitalde risco para as convidar a participar.O apoio financeiro da Naves é activadopelos promotores interessadosem avançar com a implementaçãodo projecto e, pontualmente, existeum prémio atribuído por ‘sponsor’. Cadaempresa participada implica, assim, um‘alumnus’ da escola como administradornão executivo. E este apoio destina-sea todos os participantes em programasde longa duração da AESE (com estatutode ‘alumni’), com especial incidêncianos diplomados com o Executive MBAAESE/IESE.Nova criou IdeaCompetitionO Nova Idea Competition é um concursointerno de planos de negócioda Universidade Nova de Lisboa,constituído por equipas compostaspor elementos das várias faculdades.A última edição, contou com 14 equipas,54 alunos, quatro faculdades e foramentregues 19 mil euros em prémios,tendo o concurso contado com váriospatrocinadores: BPI, Aks, On-CampusParque das Nações, Fnac-Chiado, entreoutras. A ideia é promover e incentivara cultura empreendedora dentroda universidade, estimulando o trabalhomultidisciplinar. Os alunos têm ainda‘workshops’ de empreendedorismoe os chamados “Dias da PI” (protecçãodas invenções), que se destinam aesclarecer e sensibilizar os alunos paraestas questões, além do EnterpreneursMeet USA, um ciclo de video-conferênciascom empreendedores americanos, que serealiza na embaixada americana.130O Venture Competition do ISCTE-IULe MIT-Portugal já criou 130 empregos.Paula Nunes
  3. 3. Tiragem: 18056País: PortugalPeriod.: SemanalÂmbito: Economia, Negócios e.Pág: 1Cores: CorÁrea: 28,13 x 24,85 cm²Corte: 3 de 3ID: 47408034 29-04-2013 | Emprego & UniversidadesUM MILHÃO PARA CRIARNOVOS NEGÓCIOSConcurso “Building Global Innovators” ISCTE /MIT-Portugal deverá chegara todo o mundo no próximo ano. Competição já apoiou a criaçãode mais de 100 empregos. P. 2

×