Relatorio rhianne jose para o estágio

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Relatorio rhianne jose para o estágio

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE METODOLOGIA DE ENSINO PRÁTICA DE ENSINO DE MATEMÁTICA RELATÓRIO DE ESTÁGIOENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO JOSÉ ANDRES RODRIGUEZ RHIANNE KLEINJOHANN VITORINO Florianópolis, julho de 2009.
  2. 2. -2- JOSÉ ANDRES RODRIGUEZ RHIANNE KLEINJOHANN VITORINO Relatório de Estágio Sete Sistema de Ensino Ensino FundamentalColégio Estadual Wanderley Junior 1º Ano do Ensino Médio Prática de Ensino de Matemática de 1º grau – MEN 5364 Prática de Ensino de Matemática de 2º grau – MEN 5365 Professora Supervisora: Rosilene Beatriz Machado Florianópolis, julho de 2009.
  3. 3. -3- SUMÁRIOAPRESENTAÇÃO. ............................................................................................. 04CAPÍTULO 1 – A OBSERVAÇÃO. ................................................................ 061.1. Descrição do ambiente escolar. ...................................................................... 071.2. Entrevista com os professores de matemática. .............................................. 111.3. Relatórios de observação. .............................................................................. 16 1.3.1 Observação das aulas no ensino fundamental. ................................. 16 1.3.2 Observação das aulas no 1º ano. ................................................ 181.4. Análise do livro didático. ................................................................................ 19 1.4.1 Análise do livro didático do ensino fundamental. ............................. 19 1.4.2 Análise do livro didático do 1º ano. .................................................. 201.5. Ponto de reflexão. ............................................................................................ 22 1.5.1 A grade curricular do ensino fundamental para jovens e adultos deve ser a mesma para o ensino fundamental regular? ........................................ 22 1.5.2 Rede Pública de Ensino: entre a “realidade” e a realidade. ............... . 25CAPÍTULO 2 – ENSINO FUNDAMENTAL. .................................................. 282.1. Projeto de ensino. ............................................................................................ 29 2.1.1 Plano de ensino. ................................................................................. 31 2.1.2 Planos de aula. ................................................................................... 342.2. Relatório da docência. .................................................................................... . 782.3. Avaliação. ............................................................................................. . 85 2.3.1. Avaliação dos alunos quanto às aulas de Rhianne. ............................ 86 2.3.2. Avaliação dos alunos quanto às aulas de José. ................................. 89CAPÍTULO 3 – 1º ANO. ..................................................................................... . 923.1. Projeto de ensino. .................................................................................. 93 3.1.1 Plano de ensino. ................................................................................. 95 3.1.2 Planos de aula de Rhianne. ................................................................ 99 3.1.3 Planos de aula de José. ....................................................................... 1173.2. Relatório da docência de Rhianne. .............................................................. 1413.3. Relatório da docência de José. .............................................................. 1443.4. Avaliação. ...................................................................................................... 147 3.4.1 Avaliação aplicada por Rhianne. ....................................................... 147 3.4.2 Avaliação aplicada por José. ............................................................. 148 3.4.3 Avaliação dos alunos em relação às aulas de Rhianne. .................... 149 3.4.4 Avaliação dos alunos em relação às aulas de José. ...................... 153CAPÍTULO 4 - CONCLUSÃO. ......................................................................... 157REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS ............................................................. 162ANEXOS. .............................................................................................................. 163
  4. 4. -4- APRESENTAÇÃO Este é o relatório de estágio dos acadêmicos do curso de Matemática Licenciatura daUniversidade Federal de Santa Catarina, José Andrés Rodriguez e Rhianne KleinjohannVitorino, das disciplinas prática de ensino da matemática de 1° e 2° graus, que tem porobjetivo relatar as experiências vividas no ambiente escolar, nesta fase de conclusão curso. O estágio foi realizado com uma turma de Supletivo de 6º a 9º ano do ensinofundamental noturno, no Sete Sistema de Ensino, localizado no centro do município deBiguaçu, grande Florianópolis. Além desta turma de Ensino Fundamental, trabalhamos comuma turma de 1º ano do ensino médio noturno do Colégio Wanderley Junior, localizado emBarreiros, município de São José, também na grande Florianópolis. Na primeira instituição, desenvolvemos o estágio com um projeto de aulas de reforçoextracurricular, e por este motivo não era obrigatória a frequencia dos alunos. Esta turma temaulas de segunda à quinta-feira. A sexta-feira é reservada para realização de provas desegunda chamada e outras atividades, incluindo nosso estágio. O objetivo era então, trabalharcom uma espécie de plantão de dúvidas e, além disso, trazer informações e outros conteúdosmatemáticos com aplicação no cotidiano de cada um dos estudantes. Nesta instituição,fizemos a primeira observação no dia 24 de março. No dia 27 de março já iniciamos a práticadocente, pois de acordo com o conteúdo trabalhado pela professora é que desenvolvemos oplanejamento das aulas. Na segunda instituição, nosso estágio foi desenvolvido numa turma de 1º ano doEnsino Médio regular. Era uma turma com alunos multirepetentes, outros alunos quedesistiram por um tempo e retornaram, ou seja, reunia alunos de várias idades. No primeirodia de observação fomos surpreendidos com um comentário de que escolhemos a turma maisindisciplinada, barulhenta e complicada para se trabalhar. A professora estava iniciando naturma junto conosco, já que ela era substituta, pois o professor que iniciara o ano letivo haviasaído da escola. Ela mesma estava entrando na turma com este receio porque fora o que ouviudos colegas professores. Este relatório está organizado em quatro capítulos. O primeiro abrange a observaçãodo ambiente escolar, a entrevista com os professores regentes, as observações das aulas emcada turma, a análise dos livros didáticos utilizados pelos professores e nosso ponto dereflexão. No segundo descrevemos o projeto de ensino, os planos de aula, os relatórios dedocência e as avaliações da turma de ensino fundamental.
  5. 5. -5- No terceiro descrevemos o projeto de ensino, os planos de aula, os relatórios dedocência e as avaliações da turma do 1° ano do ensino médio. E por fim, no quarto capítulo a conclusão, onde optamos por fazer uma reflexão detodos os obstáculos enfrentados no período de estágio.
  6. 6. -6- CAPÍTULO 1– A OBSERVAÇÃO
  7. 7. -7-1.1. DESCRIÇÃO DO AMBIENTE ESCOLARSETE Sistema de EnsinoAs informações sobre a escola nos foram passadas pela secretária Nara Caroline Martins.A escola na comunidadeLocalização e inserção da escola na comunidade – Centro da cidade de Biguaçu, grandeFlorianópolis, SC.Condições socioculturais e econômicas da comunidade onde a escola está inserida – Demaneira geral a escola atende alunos de baixa renda familiar (até R$1.000,00) e que namaioria dos casos não estudaram em idade regular pelo fato de precisarem trabalhar desdemuito jovens, grande parte na área rural.Estrutura da escolaDireção, orientação, supervisão – A escola possui um diretor geral, e um diretor pedagógicoresponsável pelas tarefas de orientação e supervisão.Numero de alunos da escola –170 alunos.Níveis de ensino da escola – A escola oferece Educação de Jovens e Adultos de EnsinoFundamental (5ª à 8ª séries) e Ensino Médio, Cursos Profissionalizantes e Pré- Vestibular.Comunidade atendida pela escola – A escola atende alunos residentes no centro de Biguaçu etambém de bairros periféricos, tais como Fundos, Prado, Praia João Rosa, Jardim Carandaí,Vendaval, Rio Caveiras e Saudade. Atrai também alunos de bairros de cidades vizinhas comoSerraria e Barreiros (São José), Ganchos (Governador Celso Ramos) e Antonio Carlos.Recursos da escolaHumanos: corpo docente de matemática, número de professores, de serventes, de servidoresadministrativos – No total são 8 professores, dentre estes, 1 de matemática; 1 servente e 2secretárias.
  8. 8. -8-Físicos: número de salas de aula, laboratórios, etc; - A escola dispões de 6 salas de aula, todasclimatizadas, 1 laboratório de informática e 1 biblioteca.Didáticos: os recursos didáticos que a escola oferece na área da disciplina de estágio – Estão àdisposição data-show, retro-projetor, laboratório de informática, biblioteca, além de acessowirelles em todas as salas de aula.Aspectos pedagógicosConcepções subjacentes de trabalho, projetos, etc.; como a escola recebe e aplica as políticaspúblicas oficiais (propostas curriculares, PCN, etc.)A escola procura atender de maneira coerente todas estas políticas públicas, direcionando-asde forma a bem atender seu público alvo.Plano de ensino do professor da disciplina, planejamento; - o professor apresenta o plano deensino que deve atender aos objetivos para este sistema de ensino.Sistema de avaliação – Cada série tem duração de 1 semestre. Neste período cada professordeve realizar pelo menos 4 avaliações para através de média aritmética fechar as notas. Naturma de Ensino Fundamental além da avaliação quantitativa, para cada aluno faz-se umaavaliação descritiva da sua evolução durante o semestre.Possibilidades de trabalho fora da escola. (Arquivos Públicos, Museus, etc.)Os professores têm liberdade de planejar atividades fora da escola. No entanto esta não é umaprática comum, haja vista que as aulas acontecem no período noturno e durante o dia (horárioem que estas instituições podem receber alunos) grande parte deles trabalha.
  9. 9. -9-E.E.B. Wanderley JúniorAs informações sobre a escola nos foram passadas pela Supervisora Escolar Sra. TâniaMaurícia Willamil Silva Kamers.A escola na comunidadeLocalização e inserção da escola na comunidade – Rua Otto Júlio Malina, área central doBairro Ipiranga e também de Barreiros.Características da comunidade onde a escola está inserida – Reúne diferentes grupos, classessociais e localidades. Atendemos alunos do município de São José, dos bairros: Solemar,Areias, Kobrasol, Campinas, Barreiros, Serraria e de outros municípios como: Biguaçu eGovernador Celso Ramos.Relação da escola com a comunidade – Nossa presença na comunidade sempre foi forte, emespecial até o ano de 2008 com a existência de nossa fanfarra e grupo de dança, bem comooutros projetos. Além da presença na comunidade com esses projetos, nossa escola também sedestaca com o curso profissionalizante do Magistério.Condições socioculturais e econômicas da comunidade onde a escola está inserida – Comoafirmamos no início desse questionário temos em nossa escola diferentes grupos sociais,sendo que, recebemos crianças e adolescentes vindos de bolsões de pobreza bem como dediversas realidades sócio-culturais.Estrutura da escolaDireção, orientação, supervisão:Diretora Geral: Noeli Freiberger;Assessora de direção: Maria Olívia Coimbra de Luca;São três orientadoras educacionais, uma supervisora e três ATPS (Assistente TécnicoPedagógico).Número de alunos da escola – 1441. São em média 32 alunos por turma.
  10. 10. - 10 -Níveis de ensino da escola – Fundamental (5ª à 8ª séries), ensino médio e magistério. A escolafunciona nos três turnos: matutino, vespertino e noturno.Recursos da escolaQual o número de professores da escola? Em torno de sessenta professores.Qual o número de professores de matemática? Oito.Existem professores ACTs na escola? Em caso positivo, que disciplina leciona?Sim. Um de química, quatro de inglês, um de biologia, três de geografia, quatro de português,dois de educação especial, um de didática, um para a sala de tecnologia, um de educaçãofísica, um de educação e diversidade, um de história, um de artes, dois de matemática e seisestagiários.Número de serventes e servidores administrativos: – Onze serventes e dezoito servidores(setes afastados).Físicos: número de salas de aula, laboratórios, etc. - A escola tem 19 salas de aula. Olaboratório de informática está desativado.Didáticos: os recursos didáticos que a escola oferece na disciplina de matemática – Osrecursos básicos de qualquer disciplina: livros, DVDs (filmes), data show, etc. A princípio,nada específico da área da matemática.Há biblioteca na escola? Qual é o horário de funcionamento? – Sim. Funciona nos trêsperíodos quando possível.Aspectos pedagógicosPossibilidades de trabalho fora da escola. (Arquivos Públicos, Museus, etc.) – Estaspossibilidades costumam ficar a critério dos professores e seus planejamentos, sendo que estasestratégias de pesquisa em outros espaços é sempre bem-vinda.
  11. 11. - 11 -1.2. ENTREVISTA COM OS PROFESSORES DE MATEMÁTICA Segue abaixo a entrevista feita com a professora regente da disciplina de matemáticadoa ensino fundamental do Sete Sistema de Ensino:Nome do(a) Professor(a): Gabriela Rios StahelinIdade: 22 anos Formação/Instituição: Matemática Licenciatura / UFSCVocê é efetivo ou substituto? Efetivo Leciona há quantos anos? 2 anosVocê leciona em outra instituição de ensino? Qual?Sim. No Colégio Francisco José Ferreira Neto, localizado na cidade de São José.Qual é a sua carga horária de trabalho semanal? 32 horas/aula.Existe reunião pedagógica na escola? Sim. Você participa? Sim.Qual é a freqüência destas reuniões? Semestrais.Quais os recursos didáticos utilizados por você, na elaboração dos planos de aula?Os mais utilizados nesta instituição são livros e listas de exercícios. Já na outra que tambémleciono uso além dos já citados, de filmes, retro projetor e data show.Em quais métodos de ensino você se baseia para ministrar suas aulas?Baseio-me principalmente no método tradicional de ensino.Você conhece a realidade dos alunos e as considera na hora do planejamento?Conheço as suas realidades e preciso considerá-las para a preparação das minhas aulas.Quais fatores auxiliam e quais atrapalham no bom andamento das aulas?Acredito que o principal para um bom ou mau andamento das aulas é o material didáticoutilizado. No caso da turma do Fundamental que estamos trabalhando, acredito que por ser
  12. 12. - 12 -difícil a escolha de um livro para seguir em sala, é essencial um ótimo planejamento, sendoassim selecionados os assuntos matemáticos que são essenciais para que o aluno consiga nofuturo, ingressar no Ensino Médio.Você tem oportunidade e autonomia para analisar e escolher o material que consideraadequado na elaboração do planejamento?Nesta instituição posso estar dando sugestões para a reformulação das apostilas que sãoutilizadas no Ensino Médio. Quanto a turma do Fundamental, estes não possuem um material,portanto tenho total liberdade ao estar planejando os assuntos que irei apresentar a turma nodecorrer do semestre.Você leciona para outros níveis de ensino? Quais séries/anos?Ensino Fundamental, Ensino Médio e Pré – Vestibular.Se você leciona ou já lecionou para turmas do ensino regular, faça um paralelo entre suaprática com esta turma (educação de jovens e adultos – supletivo) e com as outras.Considera o currículo adequado? O ensino é eficiente? Tem algo que você mudaria?Quando o ensino na Educação de jovens e adultos é presencial, considero-o eficiente. Pelaexperiência que tenho tanto no ensino regular como no supletivo, posso assegurar que amaioria dos alunos do supletivo (principalmente os mais velhos) vai para a sala de aula commais vontade de aprender, aproveitando o máximo do tempo. Quanto ao currículo, apesar dotempo ser reduzido, acredito que conseguimos passar aos alunos o conteúdo que é essencialpara sua formação com êxito.Fique a vontade para fazer qualquer observação que você acha que pode contribuirpara o nosso trabalho com a turma e também com a prática docente posterior.Por ser uma turma de Fundamental, é essencial que o professor tenha muita paciência, poissabe que está trabalhando com alunos de diferentes séries. E para a prática docente acreditoque tudo que vocês citaram acima (escolha de recursos didáticos, os métodos de ensino, oplanejamento), faz parte do que precisamos para conseguir ter sucesso no andamento denossas aulas.
  13. 13. - 13 - Segue abaixo a entrevista feita com o professor regente da disciplina de matemática do1° ano do ensino médio da Escola de Educação Básica Wanderley Junior:Nome do(a) Professor(a): Rogério Martins MiguelIdade: 41anosVocê é efetivo ou substituto? Efetivo Leciona há quantos anos? 14 anosVocê leciona em outra instituição de ensino? Qual?Sim. Rede Municipal de Educação de São José.Qual é a sua carga horária de trabalho semanal? 60 horas/aula.Existe reunião pedagógica na escola? Sim. Você participa? Sempre que possível.Qual é a freqüência destas reuniões? Geralmente bimestrais.Quais os recursos didáticos utilizados por você, na elaboração dos planos de aula?Quadro e giz; jogos didáticos; material multimídia quando possível; livros didáticos.Em quais métodos de ensino você se baseia para ministrar suas aulas?Procuro partir sempre do conhecimento que o aluno já possui e acredito nas interações emgrupo.Você tem informações sobre a realidade dos alunos e as considera na hora doplanejamento?Gostaria muito de ter. Ajudaria no relacionamento e nas avaliações feitas. Infelizmente nãotenho.
  14. 14. - 14 -Quais fatores auxiliam e quais atrapalham no bom andamento das aulas?Auxiliam: Os poucos alunos que ainda acreditam na escola e buscam nela seu conhecimentopessoal e intelectual.Atrapalham: A falta de interesse de alguns alunos.Você tem oportunidade e autonomia para analisar e escolher o material que consideraadequado na elaboração do planejamento?Sim, tenho. Procuro elaborá-lo dentro da realidade da escola e de meus alunos.Você leciona para outros níveis de ensino? Quais séries/anos?Ensino Fundamental e Médio; Formação de Professores de Séries Iniciais.Se você leciona ou já lecionou para turmas do ensino regular, em outros períodos(matutino ou vespertino) faça um paralelo entre a vivência com esta turma(considerando o período de observação) e com as outras. Você considera o currículoadequado? O ensino é eficiente? Tem algo que você mudaria?Estudar e trabalhar à noite é mais difícil devido à carga horária de trabalho diurno. Oprofessor deve estar atendo a esta realidade e planejar suas aulas com esse foco.Trabalho com duas turmas de 8ª série no período vespertino e vejo que os alunos da tardeestão em outro nível de maturidade e um pouco mais motivados pelo aprendizado devido aospais serem mais presentes.Falar de currículo é complicado. É uma discussão permanente e precisa ser adequado àrealidade de nossos alunos. A escola/professor precisa ser mais “atraente”.O que você considera importante na avaliação? Como você avalia seus alunos?O desenvolvimento que o aluno faz para resolver o problema/desafio matemático proposto.Acredito muito no potencial de cada aluno e procuro incentivá-los a criarem suas própriasestratégias de resolução. Considero muito importante na avaliação o interesse, a participação eprincipalmente a assiduidade.
  15. 15. - 15 -Fique a vontade para fazer qualquer observação que você acha que pode contribuirpara o nosso trabalho com a turma e também com a prática docente posterior.Parabenizo a Rhianne pelo seu dom de cativar e ensinar. Parece que está fazendo o querealmente gosta.Parabenizo o José pelo seu espírito inovador e encorajador no ramo da educação.Ser professor hoje em dia, disputando com tantas tecnologias e problemas sociais, não é nadafácil. Porém, acredito muito na educação e incentivo meus alunos a serem sempre os“melhores” em tudo o que fazem. Professor Rogério.
  16. 16. - 16 -1.3. RELATÓRIOS DE OBSERVAÇÃO 1.3.1 OBSERVAÇÃO DAS AULAS DO ENSINO FUNDAMENTAL Realizamos a observação do ensino fundamental em uma turma de supletivo compostapor 33 alunos cuja professora é Gabriela Rios Stahelin. Como a proposta nessa turma era diferenciada, as observações e a prática docenteocorriam em conjunto. As observações aconteciam toda quarta-feira das 19h e 25min às 20h e50 min e, na sexta-feira das 19h às 20h e 30 min acontecia a prática docente, sendo cada aulade 45 minutos, totalizando quatro horas-aulas semanais. Estivemos na escola no dia 24 de março para a apresentação à turma e à professora.Tivemos a oportunidade de conversar com a professora e saber detalhes sobre a turma.Recebemos o plano de ensino e iniciamos a observação naquele dia. A professora Gabriela utiliza o método tradicional. Ela explica o conteúdo no quadrocom exemplos e em seguida passa exercícios para os alunos resolverem. No período deobservação, durante a resolução dos exercícios pudemos circular pela sala auxiliando osalunos com mais dificuldades ou qualquer um que nos solicitasse ajuda. Para avaliar estes alunos são aplicados testes individuais aos quais se atribui notaquantitativa e, além disso, é feita uma avaliação descritiva ao final do curso, considerandotodo o desempenho e a evolução do aluno naquele período. Um dos fatores que nos chamou a atenção foi a percepção dos diferentes objetivos dosalunos que compunham a turma. Como já mencionamos anteriormente, trata-se de uma turmade supletivo que reúne pessoas das mais diversas idades e interesses, com idades de 16 a 60anos. Dentre eles, alguns nos relataram que estão entre 25 e 30 anos sem estudar. Como em todo ambiente escolar, há muita conversa e brincadeiras durante a aula e aprofessora precisa chamar a atenção em vários momentos. Alguns alunos fazem piadas comas dificuldades dos colegas, dizendo que estes devem voltar ao “primário”... Ficou claro naprimeira aula, quando a professora leu os nomes dos alunos que participariam das aulas dereforço, que alguns estariam ali obrigados pelos pais. Outros, porque precisam do certificadopara conseguir um trabalho melhor e para isso pretendem dar continuidade ao ensino médio,também oferecido pela instituição. Outros ainda, porque não tiveram oportunidade quandoestavam na idade de frequentar o ensino regular. Enfim, o professor tem que estar preparadopara lidar com essa diversidade cultural.
  17. 17. - 17 - Dentre os alunos que participaram das aulas de reforço, vários tinham muitasdificuldades, mas também participaram alunos que queriam um pouco mais de conhecimento.Isso exigia que nós tivéssemos sempre atividades extras como forma de desafio para que essesalunos não desistissem das aulas. Em geral, o relacionamento entre os alunos pareceu ser amigável, assim como orelacionamento entre os alunos e a professora.
  18. 18. - 18 - 1.3.2 OBSERVAÇÃO DAS AULAS DO 1º ANO DO ENSINO MÉDIO Realizamos a observação do ensino médio no 1° ano, turma 19 do Colégio WanderleyJúnior, turma composta por 32 alunos. As aulas aconteciam no horário das 21:10h às 22:30h nas segundas-feiras e das 21:10hàs 21:50 min de sextas-feiras, sendo cada aula de 40 minutos totalizando três aulas porsemana. Nosso início de observação foi um pouco conturbado. Já no primeiro dia, fomosinformados de que o professor não havia comparecido e por isso, as aulas foram antecipadas eos alunos dispensados mais cedo. Dessa forma, nosso retorno aconteceria na próxima sexta-feira, dia 03 de abril. Neste dia, ao chegarmos, novamente não pudemos assistir às aulas. Oprofessor havia se desligado da escola e uma nova professora se apresentaria mas começariasuas atividades apenas na segunda-feira, dia 06 de abril. Dessa forma, o período de observação ocorreu do dia 06 de abril ao dia 27 de abril, osconteúdos ministrados foram: Funções. Assistimos durante este período aulas expositivas. A professora utiliza em boa parte desuas aulas o método tradicional, utilizando como base o livro Matemática Completa - 1ª série– Ensino Médio – Editora FTD, que é o livro adotado para o Ensino Médio no ColégioWanderley Júnior. O andamento das aulas acontecia da seguinte forma: explicação doconteúdo por meio de exemplos, em seguida alguns exercícios para os alunos resolverem. A professora utiliza como forma de avaliação listas de exercícios que os alunos devementregar a cada semana. Ela corrige e lhes devolve. Prova, é realizada apenas uma porbimestre.
  19. 19. - 19 -1.4. ANÁLISE DO LIVRO DIDÁTICO 1.4.1 ANÁLISE DO LIVRO DIDÁTICO DO ENSINO FUNDAMENTAL Pelo fato de o currículo ser diferenciado, nesta turma não há um único livro didáticoutilizado pelos alunos e tampouco pela professora, para elaboração das suas aulas. Por estemotivo, optamos então pela escolha de um livro de 6ª série (7º ano) para fazer esta análise,pois este contempla a maior parte dos conteúdos presentes no plano de ensino. O livro escolhido foi “Tempo de Matemática” do autor Miguel Asis Name. O livro é dividido em vinte e oito capítulos contendo: Conjunto dos Números Inteiros;Conjunto dos Números Racionais; Médias; Equações de 1º Grau com Uma e Duas Incógnitas;Resolução de Problemas Através de Sistemas; Razão; Proporção; Regra de Três;Percentagem; Juros Simples; Noções de Geometria; Ângulos. O conteúdo é apresentado de forma clara, utilizando linguagem matemática formalcom exemplos de fatos do dia-a-dia do aluno, acompanhados de figuras coloridas, o quefacilita a sua compreensão. Os capítulos são esquematizados da forma seguinte: parte teórica, exercícios defixação, exercícios complementares, exercícios selecionados e testes de revisão. O livro fazpoucas referências à história da matemática. Traz algumas situações problemas e desafios,segue uma linha tradicional. Em algumas situações há contextualização dos conteúdos. De maneira geral, consideramos o livro “Tempo de Matemática” de Miguel AsisName adequado aos fins pretendidos. Apesar de ser uma importante ferramenta de auxílio, queremos ressaltar nossa opiniãode que o livro didático não deve ser utilizado como única fonte de inspiração na elaboraçãodas aulas o professor. Para aperfeiçoar suas aulas, o professor deve procurar outrosinstrumentos, materiais concretos e outras maneiras de instigar seus alunos ao estudo dadisciplina.
  20. 20. - 20 - 1.4.2 ANÁLISE DO LIVRO DIDÁTICO DO 1º ANO Descrição: O livro adotado pelo professor do 1° ano do ensino médio “Matemática Completa”dos autores José Ruy Giovanni e José Roberto Bonjorno é utilizado nos primeiros anos doensino médio do colégio Wanderley Junior. O livro é dividido em 11 capítulos que são: geometria métrica plana; trigonometria nostriângulos; conjuntos; funções; função polinomial; função modular; função exponencial;função logarítmica; noções de matemática financeira; trigonometria no ciclo e progressões. O livro está estruturado da seguinte maneira: início de cada capítulo traz a explicaçãodo conteúdo com exemplos e em seguida listas de exercícios. Entre as listas de exercíciossempre tem um pequeno texto abordando algo do assunto em questão, informação sobre aorigem dos termos, como por exemplo: origem das palavras: seno, cosseno e tangente. O livro é bem colorido, chamando bastante atenção aos exemplos e exercíciosresolvidos. Estes últimos aparecem em cor azul. Ao final de cada capítulo, há uma sessão “Recordando”, que traz exercícios deconcursos e vestibulares. Avaliação: Este livro, além de ter uma ótima apresentação gráfica com ilustrações diversificadas,faz articulação com diferentes áreas do conhecimento, como: História, Geografia, Literatura,Meio Ambiente, Tecnologia e outros. Ao aluno é possibilitado interpretar e relacionar o ensino da Matemática com situaçõesdo seu cotidiano, como por exemplo: nas noções básicas de Conjunto (pg. 80), há umacorrelação entre a formação de um time de futebol e a Matemática. São inúmeras situaçõesonde os autores mostram que essa disciplina, muito mais do que um emaranhado de números,faz parte da vida e da história da humanidade, trazendo informações desde a Geometriaaplicada, como na técnica do Origami (pg. 33); na Arquitetura e Astronomia, até informaçõessobre os números das guerras ou aplicações financeiras. Ou seja, nesse livro cujo propósitomaior é o ensino da Matemática, o aluno aprende sobre vários conteúdos diferentescorrelacionando-os com os números. Numa linguagem clara, os autores conseguiram mostrar que fazendo articulações entreos diferentes saberes, podem aguçar o interesse dos alunos do ensino médio, uma vez que a
  21. 21. - 21 -Matemática, se aplicada isoladamente, é vista pela maior parte dos alunos como tediosa edistante da praticidade. Eis ai o grande mérito dessa obra: mostrar que o ensino da Matemática deve estarassociado à interpretação de conteúdo com sua aplicação nas diferentes áreas deconhecimento; assim o aluno que aprende a “ler o idioma matemático”, não só apreende seuconteúdo com gosto, mas aprende a aplicá-lo no seu dia-a-dia. Essa abordagem didática vem ao encontro do que elegemos como diretriz na nossaatuação em sala de aula, uma vez que entendemos a relação pedagógica em Matemática comosendo “a leitura dos números” como elementos aplicáveis na vida das pessoas, sendo queaqueles que se apropriam desse instrumento alcançam com mais facilidade os seus objetivos. Portanto, entendemos que a obra em questão supre as nossas expectativas didáticas evai além; isto é, facilita a interação professor/aluno e apresenta um conteúdo que pode seradequadamente apropriado e aplicado no decorrer da vida dos discentes.
  22. 22. - 22 -1.5. PONTO DE REFLEXÃO 1.5.1 A grade curricular do ensino fundamental para jovens e adultos deve ser a mesma do ensino fundamental regular? A história do ensino no Brasil mostra que já nos tempos do império havia umapreocupação, segundo Alves (2007), em dar uma educação mínima aos chamados “adultosanalfabetos livres ou libertos. Já na Constituição Brasileira de 1824, podemos encontrarvestígios de uma preocupação com esta modalidade de ensino”. Com o passar do tempo, já nadécada de 20, houve acentuado crescimento dos centros urbanos com a modernização dosmeios de produção e a necessidade de iniciar a qualificação da mão-de-obra. Nesse contextohistórico é que começou, então, o desenvolvimento do Ensino Fundamental para Jovens eAdultos (EJA), passando por diferentes estágios de aperfeiçoamento até a atualidade. Durante esse processo, normas de funcionamento foram aperfeiçoadas, visando levar oaluno do ensino supletivo à iniciação no processo de saber ler, escrever e contar, assim comoa formação profissional conforme as demandas regionais. Em 1996 a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDBEN, no capítuloreferente à EJA, Art. 37 definiu que: “A educação de jovens e adultos será destinada àquelesque não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idadeprópria”. De modo geral o intuito da Educação de Jovens e Adultos era definido como: levar àspessoas os conhecimentos básicos necessários para uma inserção social e profissional,resgatando a falta de escolarização no tempo considerado adequado. Pode-se observar já numprimeiro olhar que havia uma intenção diferenciada entre o Ensino Regular e o EnsinoSupletivo voltado mais para a perspectiva de formar mão-de-obra qualificada. Olhando a Educação de Jovens e Adultos a partir da ótica do aluno, esta modalidade seapresenta como forma de escapar da exclusão social que, em geral a população mais carente,tem se defrontado historicamente. Além disso, a crescente disputa por emprego exige maior emelhor qualificação de mão-de-obra; assim o ensino vislumbra uma possibilidade de fugadessa exclusão social. Todavia, a conquista do ensino superior apresenta-se ainda, como umobstáculo para aqueles que por algum motivo não puderam frequentar as salas de aula doensino regular; ou seja, de alguma forma os alunos são atraídos pela idéia de buscar oaperfeiçoamento, mesmo por meio do ensino supletivo.
  23. 23. - 23 - Diante do exposto podemos já, acenar uma resposta à questão em discussão. Pararesponder levamos em conta a diversidade cultural do Brasil considerando que, mesmo nãotendo acesso ao ensino Regular, muitas pessoas desenvolvem um aprendizado independente;uma linguagem própria a determinados nichos e no caso da matemática, aprendem muitasvezes a calcular de modo ímpar, apenas usando o cérebro; isto é, sem usar recursos como:calculadoras ou fórmulas matemáticas aprendidas nos bancos escolares. Não é raroencontrarmos pessoas em feiras e comércios que dão respostas rápidas e certas muito antes dealguém acenar o uso de uma calculadora. Nesse sentido Schliemann (1988) in Porto e Carvalho (1995) confirma: “...conhecimentos matemáticos construídos no mundo do trabalho por crianças, jovens e adultos trabalhadores... revelam não só performances interessantes de trabalhadores no enfrentamento de situações que envolvem o conhecimento matemático, mas particularmente os limites desses conhecimentos para lidar com os algoritmos construídos cientificamente”. Entrando na objetivação da resposta, se pensarmos na necessidade do país, demodernizar o seu parque industrial e assim ser mais competitivo com mão-de-obra qualificadae pessoas instruídas; e se considerarmos ainda, que alguns alunos procuram tal modalidade deensino como forma de aperfeiçoamento profissional, há que se responder: não! A gradecurricular não deve ser a mesma. No caso da Educação de Jovens e Adultos, deve-se ensinaras operações básicas do ensino regular. Priorizar a capacitação da mão-de-obra, e incentivartambém, o crescimento pessoal por meio dessa instrução diferenciada, o que não impede essealuno de, posteriormente, procurar meios de acessar o ensino superior em uma faculdade ouuniversidade. Devemos considerar, todavia que tal modalidade de ensino precisa ter mais atençãonas políticas públicas, bem como ter professores mais engajados e uma sociedade disposta areceber esses “novos cidadãos”. Corroborando essa idéia, Britto (2003:24) In Alves 2007,salienta que: o preconceito linguístico resulta do preconceito social e das formas políticas e econômicas de exclusão, e não será eliminado por uma política linguística corretiva. Portanto, o professor deve fazer sugestões aos estudantes e não apenas correções a partir da variedade linguística padrão, sob pena de estar ampliando o preconceito já sofrido por essas pessoas. Conforme Lopes e Sousa, ...Mister se faz evidenciar que a EJA é uma educação possível e capaz de mudar significativamente a vida de uma pessoa, permitindo-lhe reescrever sua história de vida. Sabe-se que educar é muito mais que reunir pessoas numa sala de aula e transmitir-lhes um conteúdo pronto. É papel do professor, especialmente do professor que atua na
  24. 24. - 24 - EJA, compreender melhor o aluno e sua realidade diária. Enfim, é acreditar nas possibilidades do ser humano, buscando seu crescimento pessoal e profissional... E assim, “a educação, como uma chave indispensável para o exercício da cidadania nasociedade contemporânea, vai se impondo cada vez mais nestes tempos grandes”. (Despachodo Ministro da Educação, Diário Oficial da União de 19/07/2000). Portanto, a Educação de Jovens e Adultos, ou o ensino supletivo, apresenta ao seupúblico alvo, a possibilidade de resgatar seus direitos negados por condições de vidadesfavoráveis ao crescimento intelectual. Dependemos então, não só de uma legislação queabarque as defasagens impostas, mas também, de professores despojados de preconceitos ecomprometidos com a proposta de levar o conhecimento para essas pessoas, que só agorativeram a oportunidade de retornar aos estudos.
  25. 25. - 25 - 1.5.2 Rede Pública de Ensino: entre a “realidade” e a realidade... O exercício da docência é um constante repensar ações frente a pessoas em formação.Tal compromisso demanda um despojar de idéias pré-concebidas acerca de diferenteshistórias de vida em seus amplos contextos sociais. Foi partindo desse pressuposto que nosenveredamos ao estágio no Ensino Médio da Rede Pública Estadual em Santa Catarina,cientes do compromisso social que as instituições de ensino têm para com seus alunos e certosde encontrar um ambiente propício não só à aquisição do saber regulamentar, mas também, daformação de cidadãos comprometidos com o desenvolvimento da sociedade. Já num primeiro momento, nos deparamos com a Proposta Curricular de SantaCatarina (2005), cuja redação nos fez pensar no compromisso político que deve envolver taisinstituições “...a Escola Pública de Santa Catarina vem buscando organizar sua ação educativapor intermédio de um currículo que deixa de ter função meramente técnica, para assumir ascaracterísticas de um artefato social...” Nessa linha de raciocínio, tal proposta aponta ainda algumas condutas relevantes porparte do professor, dentre as quais este deve ser: crítico e criativo; despojado de preconceitos;ter interesse por pesquisas; estar aberto aos conhecimentos prévios dos alunos; valer-se dasnovas tecnologias; estar em contínuo aperfeiçoamento dentre outros; enfim o professor deveser um profissional aberto ao conhecimento científico e apto a interagir com seus alunos demodo criativo. Corroborando tais recomendações, pudemos assistir em nossas casas, publicidadesveiculadas nos meios de comunicação, principalmente na TV aberta, matérias que enfatizamtodo o esforço do governo do Estado de Santa Catarina no sentido de garantir uma educaçãode qualidade a toda clientela da Rede Pública de Ensino. Essas propagandas nos levaram apensar em dado momento, que encontraríamos mesmo, um ambiente propício ao aprendizadonestes estabelecimentos de ensino. Todavia, nos deparamos com uma realidade muito longedaquilo que é veiculado na televisão: “uniforme e material escolar para todos”. No entanto,não há livro para todos, nem para a professora, que recebeu o seu livro após uma semana deaula. Os alunos têm que devolver o livro na biblioteca após cada aula, porque tem a metade daquantidade que deveria ter para aquela turma. Essa constatação vem ao encontro do que Ezpeleta e Rockwell (1989), disseram sobrea escola pública: “...A escola tem uma história documentada, geralmente escrita a partir do poder estatal (...) o Estado, numa medida mínima (...) tem oferecido uma educação primária (...) mantém os professores como trabalhadores
  26. 26. - 26 - assalariados (...) dá um certificado sem controle de qualidade (...) É outra a visão que se tem do Estado quando visto a partir da escola, “de baixo para cima”(...)” Durante o estágio propriamente dito, nos vimos diante de uma realidade no ensinopúblico, que difere em alguns aspectos daquilo que observamos na Rede Particular. Asprincipais situações referem-se à descontinuidade das aulas, isto é, nos deparamos com umasérie de reivindicações por parte dos professores, que vêem seus salários defasados; altoíndice de absenteísmo; desmotivação para o exercício da função gerado por todo esse quadropolítico desfavorável ao bom exercício docente, bem como alunos desmotivados também poresse quadro, onde se vê escassez de materiais didáticos e outros recursos necessários aoadequado funcionamento da escola, ou seja, o lugar onde professores e alunos deveriamsentir-se acolhidos para ensinar/aprender, não oferece reais condições de trabalho, embora oespaço físico esteja lá. Com descrença nesse modelo, podemos inferir que o planejamento de ensino na RedePública deve considerar as reivindicações dos profissionais da educação, como inerentes aoprocesso educacional ora vigente. Significa dizer que as greves; a escassez de condiçõesadequadas de ensinar/aprender; bem como a sobrecarga de trabalho docente, já fazem parte docontexto ao qual ficam expostos os alunos da Rede Pública de Ensino. De acordo com Silva(2004), “todo conhecimento depende da significação e esta, por sua vez, depende de relaçõesde poder”. Não queremos dizer com isso, que devemos aceitar essa situação como algo “natural”;mas sem considerar essa correlação de fatores, não é possível vislumbrar uma mudança, paramelhor, nesse quadro. Ou seja, sem vontade política, não há mudança de fato e o queobservamos com indignação; é a propagação na mídia de fatos enganosos: O governo diz que“faz investimentos na educação”, no entanto vimos, falta de recursos; professores malremunerados; cursos de formação onde se vislumbra apenas a aquisição do certificado comoforma de enriquecer o currículo; e em suma, um desmantelamento do serviço público, numjogo de “faz-de-conta” onde o governo de um lado pinta um belo cenário e do outro osprofissionais que se sobrecarregam não apenas para suprir as falhas do Estado, mas tambémpara manter sua própria sobrevivência, não alcançando dessa forma a eficiência necessária nasua função de ensinar. E entre estes dois estão os alunos. Na própria redação da Proposta Curricular supracitada, verificamos a corroboraçãoacerca dessa discussão, podendo verificar que muitos profissionais cumprem uma dupla outripla jornada de trabalho e muitas vezes não estão devidamente capacitados para a docência.
  27. 27. - 27 -Já no perfil do aluno do ensino público, encontram-se muitas vezes discentes que já estão nomercado de trabalho, mas almejam progredir na vida por meio dos estudos; já chegamcansados à sala de aula, o que compromete o seu rendimento. Concluímos desse modo que o Ensino Regular é apresentado pelo Estado como sendocapaz de suprir as expectativas e necessidades da população catarinense; todavia vimos naprática que os profissionais tentam manter uma qualidade mínima de serviço, mas isso se dá amuito custo, uma vez que tendo que cumprir duplas jornadas nas escolas, ainda levamtrabalho para casa não sendo remunerados por isso. É preciso sim, romper com os discursospopulistas e demagógicos e apresentar propostas reais e exequíveis, com investimentos não sóno espaço físico, mas principalmente no educador, com cursos que realmente tenhamsignificado, que façam diferença na prática docente e não apenas vislumbre o certificado.Além disso, remunerar de forma adequada o profissional e permitir o descanso após um dia detrabalho.
  28. 28. - 28 - CAPÍTULO 2ENSINO FUNDAMENTAL
  29. 29. - 29 -2.1. PROJETO DE ENSINO 1- INTRODUÇÃO Durante o período de docência no ensino fundamental, trabalharemos com os conteúdos ministrados pela professora: adição, subtração, multiplicação, divisão de números inteiros; expressões numéricas; potenciação e radiciação; adição, subtração, multiplicação, divisão de números racionais; representação fracionária: adição e subtração com o mesmo denominador e com denominadores diferentes; multiplicação e divisão de frações; equação do 1º grau e equação do 2º grau. Conforme explicamos anteriormente, as observações e a prática acontecem de forma conjunta. Seguiremos o plano de ensino elaborado pela professora Gabriela Rios Stahelin. Serão ministradas 18 aulas. Trabalharemos conforme as orientações da professora regente da turma e da professora supervisora do estágio. Levaremos em consideração nossas observações das aulas para preparar o material a ser utilizado nas aulas de reforço. 2- JUSTIFICATIVA O conteúdo programático para esta turma leva em consideração os conteúdos básicos para que os alunos possam dar continuidade aos seus estudos no ensino médio. A maior ênfase está nas operações fundamentais. Trabalham também um pouco de equações do 1º e 2º graus. Esta última nem sempre é possível, o que não traz prejuízo aos alunos porque eles terão este conteúdo no 1º ano do ensino médio quando estudam funções. É importante ensinar estes conteúdos porque se os estudantes aprenderem bem as operações fundamentais poderão melhorar seus conhecimentos com o passar do tempo. Aos poucos poderão agregar novos conceitos a aprofundar seus estudos.
  30. 30. - 30 -3- OBJETIVOS• Desenvolver a capacidade de analisar, comparar, conceituar, representar, generalizar e abstrair;• Conhecer, interpretar e utilizar corretamente a linguagem matemática;• Adquirir conhecimentos que possibilitem a integração do aluno na sociedade;• Desenvolver raciocínio lógico e organizado que proporcione ao aluno melhor construção de seu aprendizado;• Associar a matemática a outras disciplinas;• Despertar no aluno a consciência de que a matemática está presente e é necessária no seu cotidiano;• Construir uma imagem da matemática como uma disciplina agradável e prazerosa.4- METODOLOGIA Por solicitação dos alunos, seguiremos o método da professora e quando possível,incrementaremos com outras informações.
  31. 31. - 31 - 2.1.1. PLANO DE ENSINO – ENSINO FUNDAMENTAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE METODOLOGIA DE ENSINO DISCIPLINA: Prática de Ensino de Matemática de 1º Grau PROFESSORA SUPERVISORA: Rosilene Beatriz Machado ESCOLA: SETE SISTEMA DE ENSINO PROFESSORA REGENTE: GABRIELA RIOS STAHELIN ENSINO FUNDAMENTAL NÚMEROS DE AULAS SEMANAIS: 4 (QUATRO) ESTAGIÁRIOS: JOSE ANDRES RODRIGUEZ E RHIANNE KLEINJOHANN VITORINOCRONOGRAMA PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS DATA HORÁRIO OBJETIVOS CONTEÚDOS METODOLOGIA AVALIAÇÃO 27/03/09 90’ (19:00 – 20:30) • Mostrar a aplicação dos • Adição e subtração de Jogo e exercícios Será avaliada a números inteiros no nosso dia-a- números inteiros. escritos. participação e a 6ª Feira dia; compreensão das regras do • Aplicar um jogo envolvendo jogo, bem como aRhianne e operações com números inteiros; execução dos exercícios José • Resolver expressões com propostos. números inteiros. 03/04/09 90’ (19:00 – 20:30) • Resolver expressões com • Expressões numéricas Lista de exercícios Será avaliado o interesse 6ª Feira números inteiros com maior grau com os sinais de escritos. dos alunos na resoluçãoRhianne e de dificuldade. associação: parênteses, dos exercícios e a José colchetes e chaves. dificuldade/facilidade na execução.
  32. 32. - 32 -DATA HORÁRIO OBJETIVOS CONTEÚDOS METODOLOGIA AVALIAÇÃO 17/04/09 90’ (19:00 – 20:30) • Trabalhar a multiplicação e • Adição, subtração, Resolução de Será avaliado o interesse 6ª Feira divisão de números inteiros; multiplicação e divisão de exercícios e dos alunos na resolução • Trabalhar com a regra de sinais números inteiros. explicação. dos exercícios e aRhianne e diferenciando da adição e dificuldade/facilidade na José subtração; execução. • Desafiar aos alunos que terminarem a lista de exercícios com outros diferenciados. 24/04/09 90’ (19:00 – 20:30) • Introduzir a potenciação com • Potenciação de números Aula expositiva Será avaliado o interesse 6ª Feira uma breve explicação e inteiros. com o apoio de dos alunos na resolução exemplos. exemplos e dos exercícios e aRhianne e exercícios. dificuldade/facilidade na José execução. 08/05/09 90’ (19:00 – 20:30) • Apresentar os números • Números racionais – Aula expositiva Será avaliado o interesse 6ª Feira racionais na forma fracionária; forma fracionária. com o apoio de dos alunos na resolução • Explicar a simplificação de exemplos e dos exercícios e aRhianne e frações; exercícios. dificuldade/facilidade na José • Trabalhar a adição e subtração execução. de frações com o mesmo denominador; • Trabalhar a adição e subtração de frações com denominadores diferentes; • Trabalhar a multiplicação e divisão de frações. 15/05/09 90’ (19:00 – 20:30) • Trabalhar todas as operações • Números racionais – Aula de exercícios Será avaliado o interesse 6ª Feira com números fracionários; forma fracionária. de revisão para a dos alunos na resolução • Exercitar a simplificação de prova. dos exercícios e aRhianne e frações. dificuldade/facilidade na José execução.
  33. 33. - 33 -22/05/09 90’ (19:00 – 20:30) • Apresentar os números • Números racionais – Aula expositiva Será avaliado o interesse6ª Feira decimais; forma decimal. com o apoio de dos alunos na resolução • Mostrar a importância destes exemplos e dos exercícios e aRhianne e números no dia-a-dia; exercícios. dificuldade/facilidade na José • Trabalhar com as operações: execução. adição, subtração e multiplicação de números decimais;29/05/09 90’ (19:00 – 20:30) • Explicar a representação de um • Números racionais – Aula expositiva Será avaliado o interesse6ª Feira número decimal em forma de forma decimal. com o apoio de dos alunos na resolução fração e vice-versa; exemplos e dos exercícios e aRhianne e • Trabalhar com as operações: exercícios. dificuldade/facilidade na José adição, subtração e multiplicação execução. de números decimais;05/06/09 90’ (19:00 – 20:30) • Reforçar a transformação de • Números racionais – Aula expositiva Será avaliado o interesse6ª Feira fração em número decimal e forma decimal. com o apoio de dos alunos na resolução decimal em fração; exemplos e dos exercícios e aRhianne e • Trabalhar com as operações: exercícios. dificuldade/facilidade na José adição, subtração, multiplicação execução. e divisão de números decimais;19/06/09 90’ (19:00 – 20:30)6ª FeiraRhianne e José
  34. 34. - 34 - 2.1.2. PLANOS DE AULA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE METODOLOGIA DE ENSINO DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO DE MATEMÁTICA DE 1º GRAU PROFESSORA SUPERVISORA: ROSILENE BEATRIZ MACHADO PROFESSORA REGENTE: GABRIELA RIOS STAHELIN ESTAGIÁRIOS: JOSE ANDRES RODRIGUEZ RHIANNE KLEINJOHANN VITORINO PLANO DE AULA I e IIESCOLA: Sete Sistema de EnsinoSÉRIE: Ensino FundamentalHORÁRIO: Início: 19:00h Término: 20:30h Duração: 90’ DATA: 27/03/09 2. ASSUNTO • Números inteiros. 2. CONTEÚDOS: • Adição e subtração de números inteiros. 3. OBJETIVOS: • Perceber a aplicação dos números inteiros em situações práticas; • Resolver, através de um jogo, operações com números inteiros; • Resolver expressões com números inteiros. 4. LINHAS DE AÇÃO: 4.1. Desenvolvimento Metodológico: Jogo. Materiais utilizados: Fichas vermelhas e azuis; dados vermelhos e azuis. Regras do jogo: 4 participantes (1 participante é o banqueiro, os demais são os jogadores).
  35. 35. - 35 - 4.2. Desenvolvimento do Conteúdo: Em anexo (SEÇÃO 1.1) 4.3. Recursos Utilizados: Cartolinas; dados; quadro negro, giz, livros didáticos. 4.4. Avaliação: participação e a compreensão das regras do jogo, bem como a execução dos exercícios propostos. 4.5. Conteúdo da aula posterior: Exercícios sobre adição e subtração de números inteiros. 5. BIBLIOGRAFIA:MORI, Iracema. Matemática: Idéias e Desafios, 6ª série. 13ª edição. São Paulo: Saraiva,2005.SILVA, Jorge Daniel & Fernandes, Valter dos Santos. Matemática, 6ª série. São Paulo:IBEP. Biguaçu, 27 de Março de 2009._______________________________ ________________________________ Jose Andrés Rodriguez Rhianne Kleinjohann Vitorino _______________________________ Gabriela Rios Stahelin
  36. 36. - 36 -SEÇÃO 1.1Aula I e II1ª Parte:Desenvolvimento do jogo proposto no plano de Ensino.Materiais utilizados: Fichas vermelhas e azuis; dados vermelhos e azuis.Regras do jogo: 4 participantes (1 participante é o banqueiro, os demais são os jogadores).1ª rodada: Cada jogador lança 2 dados (1 vermelho e 1 azul) e realiza a operação; o vermelhorepresenta o valor negativo e o azul valor positivo. Todos os participantes são responsáveispor conferir o resultado. O banqueiro entrega ao jogador a quantidade de fichas (azuis ouvermelhas) de acordo com o resultado. Ao final do jogo, contam-se as fichas. Cada fichavermelha desconta uma ficha azul. Vence o que ficar com maior número de fichas azuis ou omenor número de fichas vermelhas. A cada quatro rodadas troca o banqueiro, para que todos os participantes sejamjogadores e também banqueiro.2ª rodada: Cada jogador lança 4 dados (2 vermelhos e 2 azuis) e realiza a operação. Somam-se os dois vermelhos; somam-se os dois azuis e por fim subtraem-se os resultados. Acontinuação do jogo é a mesma da 1ª rodada.
  37. 37. - 37 -2ª Parte:Em quais situações aparecem os números inteiros no nosso dia-a-dia?R: Temperatura, saldo, tabelas de campeonatos de futebol. • Vamos apresentar a reta numérica do conjunto Z. • Mostrar a distância entre os números inteiros: a idéia aqui é mostrar que não é apenas um erro de sinal quando a resposta é -5 e o aluno coloca apenas 5, mas fazer com que percebam que há uma distância de 10 unidades entre esses números. • Dar exemplos relacionados a extratos bancários, para explicar a diferença entre o negativo e o positivo, relacionando com a idéia de crédito e débito. Atividade: Preencha os espaços que estão em branco. Banco Sudamel Ag: 712 c/c: 01252-6 André dos Santos Limite cheque especial: R$ 500,00 Data Lançamento Saldo 05/03/09 Saldo anterior 140,00 - 08/03/09 Pagamento telefone 83,00 - 09/03/09 Crédito Salário 450,00 + 09/03/09 Saldo do dia 10/03/09 Pagamento água 60,00 - 10/03/09 Tarifa mensal 12,00 - 11/03/09 Pagamento de título 250,00 - 12/03/09 Saldo do dia
  38. 38. - 38 - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE METODOLOGIA DE ENSINO DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO DE MATEMÁTICA DE 1º GRAU PROFESSORA SUPERVISORA: ROSILENE BEATRIZ MACHADO PROFESSORA REGENTE: GABRIELA RIOS STAHELIN ESTAGIÁRIOS: JOSE ANDRES RODRIGUEZ RHIANNE KLEINJOHANN VITORINO PLANO DE AULA III e IVESCOLA: Sete Sistema de EnsinoSÉRIE: Ensino FundamentalHORÁRIO: Início: 19:00h Término: 20:30h Duração: 90’ DATA: 03/04/09 1. ASSUNTO • Números inteiros. 2. CONTEÚDOS: • Expressões numéricas com sinais de associação: parênteses, colchetes e chaves e as operações de adição e subtração. 3. OBJETIVOS: • Resolver expressões com números inteiros com maior grau de dificuldade. 4. LINHAS DE AÇÃO: 4.1. Desenvolvimento Metodológico: Aula expositiva e dialogada com auxílio de lista de exercícios sobre expressões numéricas, conforme as dificuldades observadas na aula do dia 01/04/09. 4.2. Desenvolvimento do Conteúdo: Em anexo (SEÇÃO 2.1) 4.3. Recursos Utilizados: Quadro negro, giz, livros didáticos, lista de exercícios. 4.4. Avaliação: participação e envolvimento dos alunos. 4.5. Conteúdo da aula anterior: Adição e subtração de números inteiros. 4.6. Conteúdo da aula posterior: Multiplicação e divisão de números inteiros.
  39. 39. - 39 -5. BIBLIOGRAFIA:MORI, Iracema. Matemática: Idéias e Desafios, 6ª série. 13ª edição. São Paulo: Saraiva,2005.SILVA, Jorge Daniel & Fernandes, Valter dos Santos. Matemática, 6ª série. São Paulo:IBEP. Biguaçu, 03 de abril de 2009._______________________________ ________________________________ Jose Andrés Rodriguez Rhianne Kleinjohann Vitorino _______________________________ Gabriela Rios Stahelin
  40. 40. - 40 -SEÇÃO 2.1Aula III e IV1 - Resolva as expressões:a) [(-2) + (-2) - (+3)] - (-7) = d) (-5) + (- 14) + (-15) + (+6) =b) (+20) - (-30) + (-10) + (+ 10) = e) –[(+4) - (-8)] + (-3) + (+10) =c) (- 3 - 5) – [- (+ 6 - 8) - (+6)] = f) (- 15 + 9 + 4) + (- 8 -3 +10) =2 – Para treinar mais um pouco, resolva:a) [( +2 ) + ( +4 )] - [( -9 ) + ( -8 )] = c) ( +10 ) + {- [( -5 ) + ( -6 )] + ( +3 )} =b) (+ 4 - 10) - (-7 - 16) = d) [ 4 + (- 2) - (- 5)] – [- 13 + (+ 7) – (-4)] =
  41. 41. - 41 -As atividades a seguir foram propostas aos alunos que terminaram rapidamente asatividades anteriores, porém até o final da aula a maioria havia copiado e tentadoresolver.1 – São Joaquim na Serra Catarinense amanheceu com a temperatura de – 4ºC. Ao longo dodia a temperatura subiu para 10ºC. De quanto foi a variação?2 – Observe a tabela de jogos do Campeonato Catarinense: Figueirense 4 2 Avaí Atlético de Ibirama 2 2 Brusque Avaí 5 4 Chapecoense Brusque 3 2 Atlético de IbiramaCalcule o saldo de gols de cada time.3 – Preencha o quadro abaixo de forma que todas as linhas, colunas e diagonais tenham amesma soma. -7 +4 +5 -7 -6 +10 +2 -3
  42. 42. - 42 - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE METODOLOGIA DE ENSINO DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO DE MATEMÁTICA DE 1º GRAU PROFESSORA SUPERVISORA: ROSILENE BEATRIZ MACHADO PROFESSORA REGENTE: GABRIELA RIOS STAHELIN ESTAGIÁRIOS: JOSE ANDRES RODRIGUEZ RHIANNE KLEINJOHANN VITORINO PLANO DE AULA V e VIESCOLA: Sete Sistema de EnsinoSÉRIE: Ensino FundamentalHORÁRIO: Início: 19:00h Término: 20:30h Duração: 90’ DATA: 17/04/09 1. ASSUNTO • Números inteiros. 2. CONTEÚDOS: • Expressões numéricas com sinais de associação: parênteses, colchetes e chaves e as operações: adição, subtração, multiplicação e divisão de números inteiros. 3. OBJETIVOS: • Resolver expressões com números inteiros fazendo uma revisão para a prova do dia 22 de abril. • Resolver desafios relativos ao conteúdo. 4. LINHAS DE AÇÃO: 4.1. Desenvolvimento Metodológico: Resolução de exercícios expressões numéricas, elaboradas com base na revisão realizada pela professora na aula do dia 14/04/09. 4.2. Desenvolvimento do Conteúdo: Em anexo (SEÇÃO 3.1) 4.3. Recursos Utilizados: Quadro negro, giz, livros didáticos, lista de exercícios. 4.4. Avaliação: participação e envolvimento dos alunos. 4.5. Conteúdo da aula anterior: Adição e subtração de números inteiros.
  43. 43. - 43 - 4.6. Conteúdo da aula posterior: potenciação de números inteiros. 5. BIBLIOGRAFIA:MORI, Iracema. Matemática: Idéias e Desafios, 6ª série. 13ª edição. São Paulo: Saraiva,2005.SILVA, Jorge Daniel & Fernandes, Valter dos Santos. Matemática, 6ª série. São Paulo:IBEP. Biguaçu, 17 de abril de 2009._______________________________ ________________________________ Jose Andrés Rodriguez Rhianne Kleinjohann Vitorino _______________________________ Gabriela Rios Stahelin
  44. 44. - 44 -SEÇÃO 3.1 Aula V e VI Apresentamos a seguir três expressões resolvidas e logo abaixo uma lista de exercíciospara que vocês possam treinar a resolução de expressões numéricas com adição, subtração,multiplicação e divisão.Fonte: Silva, Jorge Daniel & Fernandes, Valter dos Santos. Matemática. 6ª série. São Paulo: IBEP.
  45. 45. - 45 -
  46. 46. - 46 -Fonte: Mori, Iracema. Matemática: Idéias e Desafios, 6ª série. 13ª edição. São Paulo: Saraiva, 2005.
  47. 47. - 47 - Brincando com espelhoPara desenvolver esta atividade, você vai precisar de uma folha de papel quadriculado.Copie os números da figura seguinte, na posição em que eles estão, e complete as demais casas com os númeroscorretos. Existem dois “espelhos”, localizado no centro, onde forma uma cruz, com os números de -6 a +6. 2º quadrante 1º quadrante 3º quadrante 4º quadrantea) Os números do 2º quadrante são “imagens” dos que estão no 1º quadrante, refletidas no“espelho”. Quais são esses números? A resposta você deve preencher no papel quadriculado.b) Os números do 4º quadrante são “imagens” dos que estão no 1º quadrante, refletidas no“espelho”. Quais são esses números? A resposta você deve preencher no papel quadriculado.c) Os números do 3º quadrante são “imagens” dos que estão no 4º quadrante, ou no 2ºquadrante, refletidas no “espelho”. Quais são esses números? A resposta você deve preencher no papel quadriculado.d) Como você pode ver, os “espelhos” dividiram o plano em quatro regiões (quadrantes).Escolha e escreva abaixo, dois produtos de cada região.____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Atividade adaptada do livro: Mori, Iracema. Matemática: Idéias e Desafios, 6ª série. 13ª edição. São Paulo: Saraiva, 2005.
  48. 48. - 48 - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE METODOLOGIA DE ENSINO DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO DE MATEMÁTICA DE 1º GRAU PROFESSORA SUPERVISORA: ROSILENE BEATRIZ MACHADO PROFESSORA REGENTE: GABRIELA RIOS STAHELIN ESTAGIÁRIOS: JOSE ANDRES RODRIGUEZ RHIANNE KLEINJOHANN VITORINO PLANO DE AULA VII e VIIIESCOLA: Sete Sistema de EnsinoSÉRIE: Ensino FundamentalHORÁRIO: Início: 19:00h Término: 20:30h Duração: 90’ DATA: 24/04/09 1. ASSUNTO • Números inteiros. 2. CONTEÚDOS: • Potenciação. 3. OBJETIVOS: • Compreender a potenciação de números inteiros; • Verificar que uma multiplicação de fatores iguais pode ser escrita em forma de potência. 4. LINHAS DE AÇÃO: 4.1. Desenvolvimento Metodológico: Aula expositiva e dialogada com o apoio de exemplos e lista de exercícios. 4.2. Desenvolvimento do Conteúdo: Em anexo (SEÇÃO 4.1) 4.3. Recursos Utilizados: Quadro negro, giz, livros didáticos, lista de exercícios. 4.4. Avaliação: Interesse e participação dos alunos. 4.5. Conteúdo da aula anterior: Revisão para a prova: adição, subtração, multiplicação e divisão de números inteiros. 4.6. Conteúdo da aula posterior: Introdução ao conjunto dos números racionais.
  49. 49. - 49 - 5. BIBLIOGRAFIA:MORI, Iracema. Matemática: Idéias e Desafios, 6ª série. 13ª edição. São Paulo: Saraiva,2005.SILVA, Jorge Daniel & Fernandes, Valter dos Santos. Matemática, 6ª série. São Paulo:IBEP. Biguaçu, 24 de abril de 2009._______________________________ ________________________________ Jose Andrés Rodriguez Rhianne Kleinjohann Vitorino _______________________________ Gabriela Rios Stahelin
  50. 50. - 50 -SEÇÃO 4.1 Aula VII e VIII Noções de Potenciação A potenciação é utilizada para representar números muito grandes ou muito pequenos. Essa operação pode ser compreendida como uma multiplicação de fatores iguais quepodemos apresentar de forma “simplificada”, ou seja, forma de potência. expoente base 23= 8 potência O expoente significa quantas vezes você deve multiplicar a base. Veja os exemplos: a) 7 . 7 . 7 = 73 b) 5 . 5 . 5 . 5= 54 Números Naturais c) 2 . 2 . 2 . 2 . 2 = 75 Definição: Todo número elevado a zero é igual a 1. 70 = 1 50 = 1 120 = 1 1700 = 1 Para os números inteiros o procedimento é o mesmo. a) (+7) . (+7) . (+7) = (+7)3 b) (-5) . (-5) . (-5) . (-5) = (-5)4 Números Inteiros c) (-2) . (-2) . (-2) = (-2)3 Definição: Todo número elevado a zero é igual a 1. (-7)0 = 1 (-5)0 = 1 (-12)0 = 1 Lembre-se: Todo significa: sem exceção. Então, mesmo sendo um número negativo, o resultado será positivo.
  51. 51. - 51 - Veja como se resolve uma potenciação: a) 25 = 2.2.2.2.2 = 32 b) 34 = 3.3.3.3 = 81 c) (-2)3 = (-2). (-2). (-2) = d) (-3)4 = (-3). (-3). (-3) . (-3) = (+4) . (-2) = -8 (+9) . (+9) = +81 Exercícios1 – De acordo com os exemplos, resolva a potenciação:a) 24 = f) (-4)3 =b) 102 = g) (-4)2 =c) (-5)2 = h) (+2)3 =d) (-3)0 = i) (-2)3 =e) (+4)3 = j) (+9)0 =Observe o exemplo:(-3)1 = -3(-3)2 = +9 O que acontece com o sinal? 3(-3) = -27(-3)4 = +81Se o expoente for par, o resultado será: ___________________ (positivo ou negativo?)Se o expoente for ímpar, o resultado será: _________________ (positivo ou negativo?)2 - Não calcule. Diga apenas se o resultado é positivo ou negativo:a) (-2)15 = d) (+3)0 =b) (+10)12 = e) (-7)201 =c) (-4)0 = f) (+6)6 =
  52. 52. - 52 -Você acha que muda alguma coisa, se não tiver parênteses?(-3)2 = ? -32 = ?Veja:(-3)2 = (-3) . (-3) = +9 -32 = - (3. 3) = -93 – Resolva:a) (-5)2 = c) – 72 = e) – 33 =b) – 52 = d) (- 7)2 = f) (–3)3 = Atividades extras:1 – Qual foi o resultado do jogo de futebol Brasil x Itália na final da Copa do Mundo de1970? O resultado é obtido calculando as expressões:a) Brasil: (-4)3 : (-2)5 + 2 : (-10)0 = b) Itália: 82 : [32 – (1 - 23)] + (-3)1 =2 – Números cruzados: em cada item, de a a f, há uma potência de base 10. Qual é oexpoente de cada uma? c 1 f a 1 0 0 d 1 e 0 1 0 b 1 0 0 0 0 0 0 0Levar o aluno a perceber a relação entre o expoente e a quantidade de zeros da potência.3 – Resolva as expressões:a) 52 – [23 + (33 – 42 : 80)] =b) 36 : [25 - (3 + 5 . 2)] + 7 =c) (5. 23 + 70) + (12 – 90 + 6 . 32) =d) 25 + 16 + 9 – 92 =
  53. 53. - 53 - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE METODOLOGIA DE ENSINO DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO DE MATEMÁTICA DE 1º GRAU PROFESSORA SUPERVISORA: ROSILENE BEATRIZ MACHADO PROFESSORA REGENTE: GABRIELA RIOS STAHELIN ESTAGIÁRIOS: JOSE ANDRES RODRIGUEZ RHIANNE KLEINJOHANN VITORINO PLANO DE AULA IX e XESCOLA: Sete Sistema de EnsinoSÉRIE: Ensino FundamentalHORÁRIO: Início: 19:00h Término: 20:30h Duração: 90’ DATA: 08/05/09 1. ASSUNTO • Números racionais. 2. CONTEÚDOS: • Simplificação de frações; • Adição e subtração de frações com mesmo denominador; • Adição e subtração de frações com denominadores diferentes; • Multiplicação e divisão de frações. 3. OBJETIVOS: • Compreender a simplificação de frações; • Encontrar as frações equivalentes para resolução da adição e subtração de frações com denominadores diferentes; • Resolver a multiplicação e a divisão de frações; • Utilizar as regras de sinais no conjunto dos números racionais.
  54. 54. - 54 - 4. LINHAS DE AÇÃO: 4.1. Desenvolvimento Metodológico: Resolução de exercícios. 4.2. Desenvolvimento do Conteúdo: Em anexo (SEÇÃO 5.1) 4.3. Recursos Utilizados: Lista de exercícios xerocada. 4.4. Avaliação: Participação e envolvimento dos alunos. 4.5. Conteúdo da aula anterior: Potenciação de números inteiros. 4.6. Conteúdo da aula posterior: Operações no conjunto dos números racionais – forma fracionária. 5. BIBLIOGRAFIA:MORI, Iracema. Matemática: Idéias e Desafios, 6ª série. 13ª edição. São Paulo: Saraiva,2005.SILVA, Jorge Daniel & Fernandes, Valter dos Santos. Matemática, 6ª série. São Paulo:IBEP. Biguaçu, 08 de maio de 2009._______________________________ ________________________________ Jose Andrés Rodriguez Rhianne Kleinjohann Vitorino _______________________________ Gabriela Rios Stahelin
  55. 55. - 55 -SEÇÃO 5.1Aula IX e X1 – Simplifique as frações abaixo:a) 30 b) 45 c) 81 42 25 54d) 36 e) 18 f) 72 54 45 402 – Efetue as operações e simplifique o resultado quando possível:a) 2 + 3 = h) 2 - 6 = 3 5 15 30b) 14 - 3 = i) 8 + 1 = 2 2 18 36c) 4 - 8 = j) 7 - 15 = 6 6 8 16d) 8 + 7 = k) 10 + 10 = 5 5 12 36e) 9 - 15 = l) 4 - 6 = 8 8 12 24f) 10 - 6 = m) 7 - 3 = 15 5 15 25g) 4 - 5 = n) 5 - 11 = 7 21 16 32
  56. 56. - 56 -3 - Resolva as multiplicações:a) 3 . 5 = c) 7 . 9 = 5 4 8 6b) 12 . 6 = d) 8 . 6 = 5 7 12 44 – Resolva as divisões:a) 3 : 8 = d) 15 : 3 = 5 15 12 5b) 9 : 7 = e) 6 : 8 = 8 8 7 9c) 7 : 10 = f) 5 : 8 = 3 5 9 125 - Efetue as operações:a) (- 3 ) : (- 2 ) = e) ( 3 ) . (- 2 ) = 4 7 4 4b) ( 5 ) : (- 2 ) = f) ( - 4 ) : (- 2 ) = 3 4 5 5c) (- 1 ) : ( 3 ) = g) (- 2 ) . ( 1 ) = 3 2 3 5d) - 1 + 1 = h) ( 2 ) . (- 1 ) = 2 5 3 4
  57. 57. - 57 - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE METODOLOGIA DE ENSINO DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO DE MATEMÁTICA DE 1º GRAU PROFESSORA SUPERVISORA: ROSILENE BEATRIZ MACHADO PROFESSORA REGENTE: GABRIELA RIOS STAHELIN ESTAGIÁRIOS: JOSE ANDRES RODRIGUEZ RHIANNE KLEINJOHANN VITORINO PLANO DE AULA XI e XIIESCOLA: Sete Sistema de EnsinoSÉRIE: Ensino FundamentalHORÁRIO: Início: 19:00h Término: 20:30h Duração: 90’ DATA: 15/05/09 1. ASSUNTO • Números racionais. 2. CONTEÚDOS: • Adição e subtração de frações com mesmo denominador; • Adição e subtração de frações com denominadores diferentes; • Multiplicação e divisão de frações. 3. OBJETIVOS: • Resolver adição e subtração de frações com denominadores diferentes; • Resolver a multiplicação e divisão de frações; • Utilizar as regras de sinais no conjunto dos números racionais. 4. LINHAS DE AÇÃO: 4.1. Desenvolvimento Metodológico: Resolução de lista de exercícios como revisão para a prova do dia 20/05/09. 4.2. Desenvolvimento do Conteúdo: Em anexo (SEÇÃO 6.1) 4.3. Recursos Utilizados: Lista de exercícios xerocada. 4.4. Avaliação: Participação e envolvimento dos alunos. 4.5. Conteúdo da aula anterior: As quatro operações com frações. 4.6. Conteúdo da aula posterior: Operações com números decimais.
  58. 58. - 58 - 5. BIBLIOGRAFIA:MORI, Iracema. Matemática: Idéias e Desafios, 6ª série. 13ª edição. São Paulo: Saraiva,2005.SILVA, Jorge Daniel & Fernandes, Valter dos Santos. Matemática, 6ª série. São Paulo:IBEP. Biguaçu, 15 de maio de 2009._______________________________ ________________________________ Jose Andrés Rodriguez Rhianne Kleinjohann Vitorino _______________________________ Gabriela Rios Stahelin
  59. 59. - 59 -SEÇÃO 6.1Aula XI e XII1 - Resolva as seguintes expressões: 7 3 3 1 10 a) + = m) + + = 4 5 5 5 5 3 1 2 1 7 b) + = n) + − = 8 6 3 3 3 11 14 1 3 1 c) − = o) + + = 10 15 2 4 5 5 9 2 4 5 d) − = p) + − = 7 10 3 9 6 1 3 5 2 1 e) - − = q) − − = 2 4 2 3 6 1 f) 1- = 2 9 1 s) 5x x = 20 3 2 g) +2= 3 3 1 1 t) − x = 4 5 2 5 h) 2+ +1 = 3 1 1 u) + 2x = 2 3 1 2 j) x = 5 3 5 2 v) ÷ = 3 7 1 1 k) x( − ) = 6 5 3 1 x) ÷ = 8 8 2 5 l) (- ) x(− ) = 3 7 3 y) ÷ (−2) = 8 3 1 8 3 1 r) x x (− ) = z) 2- ÷ = 8 3 5 7 4
  60. 60. - 60 -2 - Usando os símbolos > ou <, compare os seguintes pares de números racionais: 8 5 3 5 5 2 11 15 a) ...... b) ...... c) ...... d) ...... 9 9 7 7 11 11 15 15 7 5 9 4 7 5 2 7 e) ...... f) ..... g) ...... h) ....... 9 6 10 5 12 8 5 10 3 5 1 5 5 10 i) ..... (- ) j) (- ).... (- ) k) (- ) .....(- ) 4 3 2 3 3 3(> significa “ maior que” Exemplo: 15 > 7)(< significa “ menor que” Exemplo: 7 < 15)
  61. 61. - 61 - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE METODOLOGIA DE ENSINO DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO DE MATEMÁTICA DE 1º GRAU PROFESSORA SUPERVISORA: ROSILENE BEATRIZ MACHADO PROFESSORA REGENTE: GABRIELA RIOS STAHELIN ESTAGIÁRIOS: JOSE ANDRES RODRIGUEZ RHIANNE KLEINJOHANN VITORINO PLANO DE AULA XIII e XIVESCOLA: Sete Sistema de EnsinoSÉRIE: Ensino FundamentalHORÁRIO: Início: 19:00h Término: 20:30h Duração: 90’ DATA: 22/05/09 1. ASSUNTO • Números racionais na forma decimal. 2. CONTEÚDOS: • Adição, subtração e multiplicação de números decimais. 3. OBJETIVOS: • Reconhecer a importância dos números decimais no nosso dia-a-dia. • Resolver as operações de adição, subtração e multiplicação de números decimais; 4. LINHAS DE AÇÃO: 4.1. Desenvolvimento Metodológico: Resolução de exercícios. 4.2. Desenvolvimento do Conteúdo: Em anexo (SEÇÃO 7.1) 4.3. Recursos Utilizados: Lista de exercícios xerocada. 4.4. Avaliação: Empenho na resolução das atividades. 4.5. Conteúdo da aula anterior: Revisão para a prova: adição, subtração, multiplicação e divisão de números inteiros. 4.6. Conteúdo da aula posterior: Adição, subtração, multiplicação e divisão de números decimais.
  62. 62. - 62 - 5. BIBLIOGRAFIA:MORI, Iracema. Matemática: Idéias e Desafios, 6ª série. 13ª edição. São Paulo: Saraiva,2005.SILVA, Jorge Daniel & Fernandes, Valter dos Santos. Matemática, 6ª série. São Paulo:IBEP. Biguaçu, 22 de maio de 2009._______________________________ ________________________________ Jose Andrés Rodriguez Rhianne Kleinjohann Vitorino _______________________________ Gabriela Rios Stahelin
  63. 63. - 63 -SEÇÃO 7.1Aula XIII e XIVAtividades
  64. 64. - 64 -
  65. 65. - 65 -
  66. 66. - 66 - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE METODOLOGIA DE ENSINO DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO DE MATEMÁTICA DE 1º GRAU PROFESSORA SUPERVISORA: ROSILENE BEATRIZ MACHADO PROFESSORA REGENTE: GABRIELA RIOS STAHELIN ESTAGIÁRIOS: JOSE ANDRES RODRIGUEZ RHIANNE KLEINJOHANN VITORINO PLANO DE AULA XV e XVIESCOLA: Sete Sistema de EnsinoSÉRIE: Ensino FundamentalHORÁRIO: Início: 19:00h Término: 20:30h Duração: 90’ DATA: 29/05/091. ASSUNTO • Números racionais.2. CONTEÚDOS: • Operações com números decimais.3. OBJETIVOS: • Representar número decimal em forma de fração e vice-versa; • Reconhecer a importância destes números no dia-a-dia; • Resolver as quatro operações com números decimais.4. LINHAS DE AÇÃO: 4.1. Desenvolvimento Metodológico: Resolução de exercícios. 4.2. Desenvolvimento do Conteúdo: Em anexo (SEÇÃO 8.1) 4.3. Recursos Utilizados: Lista de exercícios xerocada. 4.4. Avaliação: Empenho na resolução das atividades propostas. 4.5. Conteúdo da aula anterior: Adição, subtração e multiplicação de números decimais na forma fracionária. 4.6. Conteúdo da aula posterior: As quatro operações com números decimais.
  67. 67. - 67 -5. BIBLIOGRAFIA:MORI, Iracema. Matemática: Idéias e Desafios, 6ª série. 13ª edição. São Paulo: Saraiva,2005.SILVA, Jorge Daniel & Fernandes, Valter dos Santos. Matemática, 6ª série. São Paulo:IBEP. Biguaçu, 29 de maio de 2009._______________________________ ________________________________ Jose Andrés Rodriguez Rhianne Kleinjohann Vitorino _______________________________ Gabriela Rios Stahelin

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