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TRADIÇÕES INDIANAS

Tradicionalmente, os indianos costumam comer usando a mão direita literalmente, isto é sem nenhum
talher;

Hindus não comem carne bovina e muçulmanos não comem porco;

Deve se comer usando somente a mão direita, visto que a mão esquerda é usada para propósitos
higiênicos e portanto considerada impura. Porém, é aceitável passar pratos ou vasilhas com a mão
esquerda;

Tocar a comida em um prato comum, ou seja que vai ser divido para todos, pode causar que os outros
evitem comê-lo;

Lavar as mãos antes e depois das refeições é muito importante. Em algumas casas hindus, eles esperam
que você lave sua boca também;

Para alguns hindus, é um insulto um visitante agradecer pela comida após ter terminado de comer, visto
que eles dizem que dizer obrigado é considerado uma forma de pagamento.

Se você está bebendo água ou outra bebida num copo ou outro container que será usado por outros,
nunca toque o copo ou container com seus lábios. Segure o copo um pouco acima da boca e então
entorne aos poucos dentro da boca sem tocar o copo com a boca;

É muito comum entre os hindus utilizarem muitos cerimoniais em sua vida diária. Por exemplo, os
brâmanes (casta alta) não comem nenhum tipo de carne, e derivados como ovos e outros. Quando
comem por engano ou fazem outras coisas que segundo eles os torna impuros, eles costumam fazer um
ritual de purificação que, algumas vezes, consiste em beber urina de vaca (que eles dizem que é
sagrada). Alguns rituais de purificação incluem cinco produtos da vaca, considerados sagrados para os
hindus: leite, coalhada, gordura, urina e fezes.

Um antigo costume hindu, já fora de uso, dizia que para uma mulher devota, seu marido era
literalmente um deus. Para agradar seu marido a esposa deveria de boa vontade fazer qualquer coisa. A
principal razão para ela viver era servir seu marido e obedecer a risca todos os seus desejos. Uma esposa
era para comer somente após seu marido ter terminado e comer então no prato sujo de seu marido.

O Taj Mahal é um mausoléu situado em Agra, uma cidade da Índia e o mais conhecido dos monumentos
do país. Encontra-se classificado pela UNESCO como Património da Humanidade. Foi recentemente
anunciado como uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno em uma celebração em Lisboa no
dia 7 de Julho de 2007.

A obra foi feita entre 1630 e 1652 com a força de cerca de 20 mil homens, trazidos de várias cidades do
Oriente, para trabalhar no sumtuoso monumento de mármore branco que o imperador Shah Jahan
mandou construir em memória de sua esposa favorita, Aryumand Banu Begam, a quem chamava de
Mumtaz Mahal ("A jóia do palácio"). Ela morreu após dar à luz o 14º filho, tendo o Taj Mahal sido
construído sobre seu túmulo, junto ao rio Yamuna.

Assim, o Taj Mahal é também conhecido como a maior prova de amor do mundo, contendo inscrições
retiradas do Corão. É incrustado com pedras semipreciosas, tais como o lápis-lazúli entre outras. A sua
cúpula é costurada com fios de ouro. O edifício é flanqueado por duas mesquitas e cercado por quatro
minaretes.

Supõe-se que o imperador pretendesse fazer para ele próprio uma réplica do Taj Mahal original na outra
margem do rio, em mármore preto, mas acabou deposto antes do início das obras por um de seus filhos.



O CASAMENTO

Os rituais

1. O início da cerimônia do casamento consiste num ritual chamado vagdanam, ou seja "entrega de palavra". Nesta
parte do casamento, para consagrar o início, a mãe do noivo coloca no colo da noiva uma cesta com frutas e um
pouco de açúcar cristal, símbolo do desejo de felicidade e prosperidade no ciclo que se inicia.

2. A noiva, por sua vez, oferece um pote com iogurte e mel ao noivo, simbolizando a pureza e a doçura que eles
querem para suas vidas.

3. Neste momento, os noivos trocam grinaldas de flores, para invocar tudo o que for auspicioso e bom para a união.

4. Na continuação, o noivo oferece um pote de arroz ou trigo em grão para o oficiante, simbolizando que, embora ele
esteja entrando numa fase nova e diferente da sua existência, não esquecerá nem da caridade nem de outras acções
em benefício da sociedade e dos necessitados.

5. Depois, as mães dos noivos vão para fora da sala levando um pote com água e passam uma faca sobre ele, para
proteger o casal de influências negativas.

6. Aqui, o pai da noiva verte uma colher de água no solo, simbolizando o sacrifício que a família está fazendo para
deixar a moça partir. Como condição pede um juramento do seu novo genro: "quero que jure que fará minha filha
feliz, realizada e próspera". O noivo, por três vezes seguidas, repete: "tenho sucesso na missão de fazer minha
esposa feliz, realizada e próspera".

II - Vivaha, a união

1. Aqui começa o casamento propriamente dito, com a invocação da felicidade. Os noivos ficam frente a
frente, a noiva voltada para o leste. O irmão da noiva verte, com as mãos em forma de concha, alguns
grãos de arroz nas mãos dela que, por sua vez, as une firmemente oferecendo os grãos ao fogo,
enquanto o noivo diz "ela está fazendo a oferenda para o fogo. Que a inteligência presente no brilho do
fogo permita que ela tenha uma vida feliz e longa. Que esta relação prospere. Que esta oferenda nos
una".

2. Nesta segunda etapa do vivaha, chamada panigrahana, o noivo segura a mão direita da noiva dizendo:
"tomo tua mão em nome da felicidade. Que vivas uma vida muito longa e feliz comigo, teu marido. As
forças da natureza deram-te a mim e deram-me a ti. Tu és a terra, eu sou o céu. Casemos e tenhamos
descendência. Que tenhamos muitos filhos e que eles vivam uma vida longa. Que possamos ver cem
outonos juntos". Aqui, o noivo está responsabilizando-se pela felicidade e o bem-estar da noiva.

3. Agora, o oficiante dá três nós, amarrando a barra do vestido da noiva à camisa do noivo, simbolizando
a união sagrada.

4. Na quarta etapa do casamento, asmarohana, o noivo pede para a noiva subir uma pedra, colocada no
lado Norte do altar, que simboliza a firmeza do relacionamento, cujos alicerces são a fidelidade, a
confiança, o respeito e a devoção mútuos. Enquanto ela sobe ou coloca o pé direito sobre a pedra, ele
diz: "sobe nesta pedra. Que sejamos firmes como ela. Que haja fidelidade, confiança, respeito e devoção
entre nós".

5. O seguinte passo é agni pradakshina, a circunvolução do fogo sagrado. Os noivos oferecem grãos de
arroz ao fogo e, na continuação, ambos dão sete voltas em torno dele, em sentido horário. Durante as
três primeiras voltas, a noiva vai à frente. Nas quatro últimas, vai o noivo. Esse passeio ritual em torno
do fogo equivale a uma jornada simbólica em torno do Sol, representando o ciclo de suas próprias vidas,
que viverão juntos a partir desse momento.

6. Saptapadi significa "sete passos" (sapta = sete, padi = passos). É a parte mais importante do ritual.
Conta a lenda que, durante o casamento de Shiva e Parvati, Shiva pediu a Parvati que, após a
circunvolução ritual do fogo, ficasse do seu lado esquerdo, para consagrar o casamento. Ela recusou-se a
aceitar o casamento como concluído, a menos que ele aceitasse em outorgar-lhe sete pedidos. Ele
concordou e, por sua vez, pediu-lhe que fizesse o mesmo e assim esse costume foi integrado no
casamento. O saptapadi consiste em andar juntos por sete passos em direção ao Norte. A cada passo,
eles fazem sete pedidos, pronunciando estas palavras: "um passo pelo nosso amor, dois passos para
termos bons alimentos, três passos pela nossa força, quatro passos pela nossa felicidade, cinco passos
pela prosperidade, seis passos pelos filhos que teremos, sete passos pela devoção". Essa fala pode ser
dita pela noiva ou pelo noivo.

7. Logo, o oficiante diz: "que as responsabilidades éticas sejam cumpridas, que os recém casados
compartilhem suas riquezas, que compartilhem seus momentos felizes e os menos felizes também, que
se mantenham distantes dos cinco inimigos (raiva, medo, avareza, apego e egoísmo), que sejam felizes
em todas as estações, que sejam fiéis em pensamento e ação, que cultivem juntos as virtudes".

8. Após os sete passos, a esposa fica em pé do lado esquerdo do esposo. Isso simboliza que ele irá
defendê-la sempre que for preciso, usando seu braço direito. Aqui conclui-se o casamento.



VIDA APÓS O CASAMENTO.....

Não deve ser fácil para uma mulher ocidental viver num país cheio de crenças, superstições e rituais,
onde ela só pode pronunciar o nome do marido no dia do casamento e, jamais, poderá chamar sua
sogra pelo nome.
Uma moça (ou menina) não pode escolher seu pretendente, pois o compromisso da união é com a casta
a que pertence e não com seus sentimentos. E, para protegê-la contra a esperteza do coração, nada
melhor que lhe providenciar um casamento, o quanto mais jovem possível. Por isso, vemos tantas
crianças viúvas, sofrendo o martírio do afastamento social.

A esposa vai morar na casa do marido, junto com os sogros e toda a família, servindo aos caprichos da
sogra. Deve deixar suas roupas usadas para trás, levando apenas as novas. Essa é uma forma de não
ficar apegada à vida anterior e levar sorte para a nova. O mais engraçado, nessa superstição, é que o
marido não abre mão de coisa alguma. A mulher precisa se livrar do apego, mas o homem jamais. A
esposa ainda deve usar o mangala (um colar que representa o compromisso de união, fidelidade,
lealdade e boa sorte), assim como é um meio de mostrar que está casada. O mangala deve corresponder
às nossas alianças.

A situação da viúva é uma aberração, pois o “bendito” Código de Manu mais parece um instrumento de
flagelo em sua vida. As leis embutidas em tal código dizem que, para honrar a memória do marido, uma
viúva “decente” e exemplo moral para toda a família, jamais poderá conhecer o suor de outro corpo.
Tem que definhar sozinha, honrando a memória do “digníssimo”, mesmo que esse tenha sido um
carrasco em vida. Ela deve ser a personificação do bom exemplo, que é ser uma esposa ideal e
devotada.

Mais terrível era a prática do Sati (Sutee), costume antigo que obrigava a viúva a ser queimada na pira,
junto com o corpo do marido. Esse costume teve início durante as invasões islâmicas, quando as viúvas
eram queimadas com o esposo, para não servirem ao invasor. Mas, depois, tal absurdeza passou a ser
normal na vida da mulher hindu. Mesmo que a Constituição indiana nada reze sobre a proibição de uma
viúva casar-se de novo, o costume continua. A prática do Sati foi rigorosamente proibida, mas algumas
mulheres, principalmente nas aldeias, ainda fogem da lei e a praticam.

Segundo certos historiadores, a prática do Sati possui algumas hipóteses:

•o fato de o homem querer se proteger contra a mulher, com medo de ser assassinado, principalmente
via envenenamento, numa sociedade onde a escolha do companheiro é feita pelos pais, ou seja,
imposta, muitas vezes com uma cruel desproporção de idade (velho + criança);

•o desinteresse da família do falecido em manter a viúva, que é vista como um peso morto para essa
(ainda que ficando com todos os bens do filho morto).

Grande parte das viúvas, ainda nos dias de hoje, perde o seu prestígio dentro da sociedade hindu,
passando por toda sorte de dificuldades. Ou elas ficam na casa da sogra como trastes velhos, ou na
“casa das viúvas”, vivendo do que mendigam às margens do Rio Ganges. Devem usar o sári de cor
branca, cuja cor só é notada, quando a viúva goza de uma boa posição (normalmente nas classes altas)
junto à família, pois as esmolambadas viúvas do Ganges parecem vestir a cor cinza encardida.
Na Índia, existem bem mais meninos que meninas, fato raro em quase todo o mundo. E a resposta, para
quem quiser saber o porquê, está no fetocídio (retirada ou expulsão do feto, por “livre” vontade),
apesar de proibido por lei (já sabemos que as leis na Índia são tão obedecidas, quanto as que vigoram
no trânsito). As famílias continuam prestigiando o nascimento do sexo masculino. Sendo uma tristeza
para a linhagem o fato de ganhar só meninas (sem falar no tormento causado pela sogra).

O fetocídio agravou-se com a utilização do exame de ultra-sonografia nas mulheres grávidas, pois ficam
conhecendo o sexo do bebê com antecedência. Sendo menina, os pais pedem a sua retirada aos
médicos, como se tratasse de um cancro. Mesmo nas classes mais altas, a visão é a mesma.

O fato é tão grave, a ponto de o governo do país já se preocupar com tal desproporção entre os sexos. E,
como medida radical, o exame só pode ser feito em mulheres que tragam risco na gravidez. Mesmo
assim, muitos médicos praticam o aborto seletivo, infringindo a lei. Nas camadas, que não podem pagar
um obstetra, a criança (menina) na maioria das vezes é jogada no Rio Ganges logo após o nascimento. O
mais triste é saber que, em qualquer um dos casos, a decisão é tomada pelo marido, sem que a mulher
possa participar, pois sua subserviência a ele não permite contestação. Quer queira ou não, terá que
obedecer. A escassez de mulheres na população indiana já está levando ao compartilhamento de
esposa. É comum o irmão mais velho compartilhar sua esposa com os mais novos e com os primos.

Ser rechaçada significa que a mulher não será aceita por nenhum pretendente, normalmente por
problemas de ordem moral. Como as famílias hindus não aprovam que os filhos fiquem solteiros, ficar
encravada é uma triste sina. A vítima será humilhada por todos os entes familiares.

Até a presença de mulheres nos funerais de cremação é impedida. A justificativa é de que elas são muito
frágeis na demonstração de seus sentimentos, fato que atrasa a reencarnação do falecido. Penso que
elas choram mais por pensar no destino que as aguarda.



A economia da Índia é a 10º maior economia do mundo. O PIB do país, em 2007, chegou à casa dos
U$800 bilhões, com um crescimento de 8% em relação ao ano anterior.

A economia indiana é a 2ª que mais cresce no mundo. Contudo, a desigualdade social no país, ao invés
de diminuir, aumenta cada vez mais. O PIB per capita da população indiana, em 2007, foi de U$2,700. A
taxa de inflação foi de 5,9% ao ano em 2007.

O principal responsável pelo crescimento econômico na Índia é o setor de serviços, embora seja o setor
agrícola o responsável por 3 em cada 5 empregos no país. Contudo, o índice de desemprego na Índia foi
de 7,2% em 2007.

Os produtos agrícolas mais comuns são: arroz, trigo, algodão, chá, cana-de-açúcar, juta, sementes
oleaginosas, especiarias, legumes e verduras. A criações de aves, cabras, ovelhas, búfalos e peixes
também são bem comuns na Índia.
O principal produto de mineração é o minério de ferro, embora sejam explorados também: carvão,
diamante, cromita e asfalto natural.

O setor industrial na Índia está cada vez mais diversificado. As áreas que mais se desenvolvem são as
seguintes: aço, equipamentos e máquinas, cimento, alumínio, fertilizantes, têxteis, juta, biotecnologia,
produtos químicos, softwares e medicamentos.

A indústria cinematográfica da Índia merece destaque. O país é o que mais produz filmes anualmente. A
indústria cinematográfica do país é chamada de Bollywood, em referência a cidade de Bombaím, (antiga
Mumbai) e a Hollywood (berço da indústria cinematográfica norte-americana). O nome utilizado não faz
jus a todas as produções de cinema da Índia, pois nem todos os filmes são produzidos em Bombaím.

A economia da Índia passou a crescer após as reformas econômicas que ocorreram em 1991. Desde
então, os níveis de pobreza, desnutrição e o analfabetismo históricos no país, estão diminuindo
lentamente, embora permaneçam muito altos.

Apesar do grande desenvolvimento econômico da Índia nos últimos anos, o governo continua gastando
mais do que arrecada, o que aumenta a dívida externa do país. Além disso, o rápido crescimento da
população resulta em maior necessidade de investimentos sociais, ambientais e econômicos por parte
do governo.

A Índia já pode ser considerada uma potência em sua região e é apontada como capaz de se tornar uma
das grandes potências mundiais do século XXI.

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  • 1. TRADIÇÕES INDIANAS Tradicionalmente, os indianos costumam comer usando a mão direita literalmente, isto é sem nenhum talher; Hindus não comem carne bovina e muçulmanos não comem porco; Deve se comer usando somente a mão direita, visto que a mão esquerda é usada para propósitos higiênicos e portanto considerada impura. Porém, é aceitável passar pratos ou vasilhas com a mão esquerda; Tocar a comida em um prato comum, ou seja que vai ser divido para todos, pode causar que os outros evitem comê-lo; Lavar as mãos antes e depois das refeições é muito importante. Em algumas casas hindus, eles esperam que você lave sua boca também; Para alguns hindus, é um insulto um visitante agradecer pela comida após ter terminado de comer, visto que eles dizem que dizer obrigado é considerado uma forma de pagamento. Se você está bebendo água ou outra bebida num copo ou outro container que será usado por outros, nunca toque o copo ou container com seus lábios. Segure o copo um pouco acima da boca e então entorne aos poucos dentro da boca sem tocar o copo com a boca; É muito comum entre os hindus utilizarem muitos cerimoniais em sua vida diária. Por exemplo, os brâmanes (casta alta) não comem nenhum tipo de carne, e derivados como ovos e outros. Quando comem por engano ou fazem outras coisas que segundo eles os torna impuros, eles costumam fazer um ritual de purificação que, algumas vezes, consiste em beber urina de vaca (que eles dizem que é sagrada). Alguns rituais de purificação incluem cinco produtos da vaca, considerados sagrados para os hindus: leite, coalhada, gordura, urina e fezes. Um antigo costume hindu, já fora de uso, dizia que para uma mulher devota, seu marido era literalmente um deus. Para agradar seu marido a esposa deveria de boa vontade fazer qualquer coisa. A principal razão para ela viver era servir seu marido e obedecer a risca todos os seus desejos. Uma esposa era para comer somente após seu marido ter terminado e comer então no prato sujo de seu marido. O Taj Mahal é um mausoléu situado em Agra, uma cidade da Índia e o mais conhecido dos monumentos do país. Encontra-se classificado pela UNESCO como Património da Humanidade. Foi recentemente anunciado como uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno em uma celebração em Lisboa no dia 7 de Julho de 2007. A obra foi feita entre 1630 e 1652 com a força de cerca de 20 mil homens, trazidos de várias cidades do Oriente, para trabalhar no sumtuoso monumento de mármore branco que o imperador Shah Jahan mandou construir em memória de sua esposa favorita, Aryumand Banu Begam, a quem chamava de
  • 2. Mumtaz Mahal ("A jóia do palácio"). Ela morreu após dar à luz o 14º filho, tendo o Taj Mahal sido construído sobre seu túmulo, junto ao rio Yamuna. Assim, o Taj Mahal é também conhecido como a maior prova de amor do mundo, contendo inscrições retiradas do Corão. É incrustado com pedras semipreciosas, tais como o lápis-lazúli entre outras. A sua cúpula é costurada com fios de ouro. O edifício é flanqueado por duas mesquitas e cercado por quatro minaretes. Supõe-se que o imperador pretendesse fazer para ele próprio uma réplica do Taj Mahal original na outra margem do rio, em mármore preto, mas acabou deposto antes do início das obras por um de seus filhos. O CASAMENTO Os rituais 1. O início da cerimônia do casamento consiste num ritual chamado vagdanam, ou seja "entrega de palavra". Nesta parte do casamento, para consagrar o início, a mãe do noivo coloca no colo da noiva uma cesta com frutas e um pouco de açúcar cristal, símbolo do desejo de felicidade e prosperidade no ciclo que se inicia. 2. A noiva, por sua vez, oferece um pote com iogurte e mel ao noivo, simbolizando a pureza e a doçura que eles querem para suas vidas. 3. Neste momento, os noivos trocam grinaldas de flores, para invocar tudo o que for auspicioso e bom para a união. 4. Na continuação, o noivo oferece um pote de arroz ou trigo em grão para o oficiante, simbolizando que, embora ele esteja entrando numa fase nova e diferente da sua existência, não esquecerá nem da caridade nem de outras acções em benefício da sociedade e dos necessitados. 5. Depois, as mães dos noivos vão para fora da sala levando um pote com água e passam uma faca sobre ele, para proteger o casal de influências negativas. 6. Aqui, o pai da noiva verte uma colher de água no solo, simbolizando o sacrifício que a família está fazendo para deixar a moça partir. Como condição pede um juramento do seu novo genro: "quero que jure que fará minha filha feliz, realizada e próspera". O noivo, por três vezes seguidas, repete: "tenho sucesso na missão de fazer minha esposa feliz, realizada e próspera". II - Vivaha, a união 1. Aqui começa o casamento propriamente dito, com a invocação da felicidade. Os noivos ficam frente a frente, a noiva voltada para o leste. O irmão da noiva verte, com as mãos em forma de concha, alguns grãos de arroz nas mãos dela que, por sua vez, as une firmemente oferecendo os grãos ao fogo, enquanto o noivo diz "ela está fazendo a oferenda para o fogo. Que a inteligência presente no brilho do fogo permita que ela tenha uma vida feliz e longa. Que esta relação prospere. Que esta oferenda nos una". 2. Nesta segunda etapa do vivaha, chamada panigrahana, o noivo segura a mão direita da noiva dizendo: "tomo tua mão em nome da felicidade. Que vivas uma vida muito longa e feliz comigo, teu marido. As forças da natureza deram-te a mim e deram-me a ti. Tu és a terra, eu sou o céu. Casemos e tenhamos
  • 3. descendência. Que tenhamos muitos filhos e que eles vivam uma vida longa. Que possamos ver cem outonos juntos". Aqui, o noivo está responsabilizando-se pela felicidade e o bem-estar da noiva. 3. Agora, o oficiante dá três nós, amarrando a barra do vestido da noiva à camisa do noivo, simbolizando a união sagrada. 4. Na quarta etapa do casamento, asmarohana, o noivo pede para a noiva subir uma pedra, colocada no lado Norte do altar, que simboliza a firmeza do relacionamento, cujos alicerces são a fidelidade, a confiança, o respeito e a devoção mútuos. Enquanto ela sobe ou coloca o pé direito sobre a pedra, ele diz: "sobe nesta pedra. Que sejamos firmes como ela. Que haja fidelidade, confiança, respeito e devoção entre nós". 5. O seguinte passo é agni pradakshina, a circunvolução do fogo sagrado. Os noivos oferecem grãos de arroz ao fogo e, na continuação, ambos dão sete voltas em torno dele, em sentido horário. Durante as três primeiras voltas, a noiva vai à frente. Nas quatro últimas, vai o noivo. Esse passeio ritual em torno do fogo equivale a uma jornada simbólica em torno do Sol, representando o ciclo de suas próprias vidas, que viverão juntos a partir desse momento. 6. Saptapadi significa "sete passos" (sapta = sete, padi = passos). É a parte mais importante do ritual. Conta a lenda que, durante o casamento de Shiva e Parvati, Shiva pediu a Parvati que, após a circunvolução ritual do fogo, ficasse do seu lado esquerdo, para consagrar o casamento. Ela recusou-se a aceitar o casamento como concluído, a menos que ele aceitasse em outorgar-lhe sete pedidos. Ele concordou e, por sua vez, pediu-lhe que fizesse o mesmo e assim esse costume foi integrado no casamento. O saptapadi consiste em andar juntos por sete passos em direção ao Norte. A cada passo, eles fazem sete pedidos, pronunciando estas palavras: "um passo pelo nosso amor, dois passos para termos bons alimentos, três passos pela nossa força, quatro passos pela nossa felicidade, cinco passos pela prosperidade, seis passos pelos filhos que teremos, sete passos pela devoção". Essa fala pode ser dita pela noiva ou pelo noivo. 7. Logo, o oficiante diz: "que as responsabilidades éticas sejam cumpridas, que os recém casados compartilhem suas riquezas, que compartilhem seus momentos felizes e os menos felizes também, que se mantenham distantes dos cinco inimigos (raiva, medo, avareza, apego e egoísmo), que sejam felizes em todas as estações, que sejam fiéis em pensamento e ação, que cultivem juntos as virtudes". 8. Após os sete passos, a esposa fica em pé do lado esquerdo do esposo. Isso simboliza que ele irá defendê-la sempre que for preciso, usando seu braço direito. Aqui conclui-se o casamento. VIDA APÓS O CASAMENTO..... Não deve ser fácil para uma mulher ocidental viver num país cheio de crenças, superstições e rituais, onde ela só pode pronunciar o nome do marido no dia do casamento e, jamais, poderá chamar sua sogra pelo nome.
  • 4. Uma moça (ou menina) não pode escolher seu pretendente, pois o compromisso da união é com a casta a que pertence e não com seus sentimentos. E, para protegê-la contra a esperteza do coração, nada melhor que lhe providenciar um casamento, o quanto mais jovem possível. Por isso, vemos tantas crianças viúvas, sofrendo o martírio do afastamento social. A esposa vai morar na casa do marido, junto com os sogros e toda a família, servindo aos caprichos da sogra. Deve deixar suas roupas usadas para trás, levando apenas as novas. Essa é uma forma de não ficar apegada à vida anterior e levar sorte para a nova. O mais engraçado, nessa superstição, é que o marido não abre mão de coisa alguma. A mulher precisa se livrar do apego, mas o homem jamais. A esposa ainda deve usar o mangala (um colar que representa o compromisso de união, fidelidade, lealdade e boa sorte), assim como é um meio de mostrar que está casada. O mangala deve corresponder às nossas alianças. A situação da viúva é uma aberração, pois o “bendito” Código de Manu mais parece um instrumento de flagelo em sua vida. As leis embutidas em tal código dizem que, para honrar a memória do marido, uma viúva “decente” e exemplo moral para toda a família, jamais poderá conhecer o suor de outro corpo. Tem que definhar sozinha, honrando a memória do “digníssimo”, mesmo que esse tenha sido um carrasco em vida. Ela deve ser a personificação do bom exemplo, que é ser uma esposa ideal e devotada. Mais terrível era a prática do Sati (Sutee), costume antigo que obrigava a viúva a ser queimada na pira, junto com o corpo do marido. Esse costume teve início durante as invasões islâmicas, quando as viúvas eram queimadas com o esposo, para não servirem ao invasor. Mas, depois, tal absurdeza passou a ser normal na vida da mulher hindu. Mesmo que a Constituição indiana nada reze sobre a proibição de uma viúva casar-se de novo, o costume continua. A prática do Sati foi rigorosamente proibida, mas algumas mulheres, principalmente nas aldeias, ainda fogem da lei e a praticam. Segundo certos historiadores, a prática do Sati possui algumas hipóteses: •o fato de o homem querer se proteger contra a mulher, com medo de ser assassinado, principalmente via envenenamento, numa sociedade onde a escolha do companheiro é feita pelos pais, ou seja, imposta, muitas vezes com uma cruel desproporção de idade (velho + criança); •o desinteresse da família do falecido em manter a viúva, que é vista como um peso morto para essa (ainda que ficando com todos os bens do filho morto). Grande parte das viúvas, ainda nos dias de hoje, perde o seu prestígio dentro da sociedade hindu, passando por toda sorte de dificuldades. Ou elas ficam na casa da sogra como trastes velhos, ou na “casa das viúvas”, vivendo do que mendigam às margens do Rio Ganges. Devem usar o sári de cor branca, cuja cor só é notada, quando a viúva goza de uma boa posição (normalmente nas classes altas) junto à família, pois as esmolambadas viúvas do Ganges parecem vestir a cor cinza encardida.
  • 5. Na Índia, existem bem mais meninos que meninas, fato raro em quase todo o mundo. E a resposta, para quem quiser saber o porquê, está no fetocídio (retirada ou expulsão do feto, por “livre” vontade), apesar de proibido por lei (já sabemos que as leis na Índia são tão obedecidas, quanto as que vigoram no trânsito). As famílias continuam prestigiando o nascimento do sexo masculino. Sendo uma tristeza para a linhagem o fato de ganhar só meninas (sem falar no tormento causado pela sogra). O fetocídio agravou-se com a utilização do exame de ultra-sonografia nas mulheres grávidas, pois ficam conhecendo o sexo do bebê com antecedência. Sendo menina, os pais pedem a sua retirada aos médicos, como se tratasse de um cancro. Mesmo nas classes mais altas, a visão é a mesma. O fato é tão grave, a ponto de o governo do país já se preocupar com tal desproporção entre os sexos. E, como medida radical, o exame só pode ser feito em mulheres que tragam risco na gravidez. Mesmo assim, muitos médicos praticam o aborto seletivo, infringindo a lei. Nas camadas, que não podem pagar um obstetra, a criança (menina) na maioria das vezes é jogada no Rio Ganges logo após o nascimento. O mais triste é saber que, em qualquer um dos casos, a decisão é tomada pelo marido, sem que a mulher possa participar, pois sua subserviência a ele não permite contestação. Quer queira ou não, terá que obedecer. A escassez de mulheres na população indiana já está levando ao compartilhamento de esposa. É comum o irmão mais velho compartilhar sua esposa com os mais novos e com os primos. Ser rechaçada significa que a mulher não será aceita por nenhum pretendente, normalmente por problemas de ordem moral. Como as famílias hindus não aprovam que os filhos fiquem solteiros, ficar encravada é uma triste sina. A vítima será humilhada por todos os entes familiares. Até a presença de mulheres nos funerais de cremação é impedida. A justificativa é de que elas são muito frágeis na demonstração de seus sentimentos, fato que atrasa a reencarnação do falecido. Penso que elas choram mais por pensar no destino que as aguarda. A economia da Índia é a 10º maior economia do mundo. O PIB do país, em 2007, chegou à casa dos U$800 bilhões, com um crescimento de 8% em relação ao ano anterior. A economia indiana é a 2ª que mais cresce no mundo. Contudo, a desigualdade social no país, ao invés de diminuir, aumenta cada vez mais. O PIB per capita da população indiana, em 2007, foi de U$2,700. A taxa de inflação foi de 5,9% ao ano em 2007. O principal responsável pelo crescimento econômico na Índia é o setor de serviços, embora seja o setor agrícola o responsável por 3 em cada 5 empregos no país. Contudo, o índice de desemprego na Índia foi de 7,2% em 2007. Os produtos agrícolas mais comuns são: arroz, trigo, algodão, chá, cana-de-açúcar, juta, sementes oleaginosas, especiarias, legumes e verduras. A criações de aves, cabras, ovelhas, búfalos e peixes também são bem comuns na Índia.
  • 6. O principal produto de mineração é o minério de ferro, embora sejam explorados também: carvão, diamante, cromita e asfalto natural. O setor industrial na Índia está cada vez mais diversificado. As áreas que mais se desenvolvem são as seguintes: aço, equipamentos e máquinas, cimento, alumínio, fertilizantes, têxteis, juta, biotecnologia, produtos químicos, softwares e medicamentos. A indústria cinematográfica da Índia merece destaque. O país é o que mais produz filmes anualmente. A indústria cinematográfica do país é chamada de Bollywood, em referência a cidade de Bombaím, (antiga Mumbai) e a Hollywood (berço da indústria cinematográfica norte-americana). O nome utilizado não faz jus a todas as produções de cinema da Índia, pois nem todos os filmes são produzidos em Bombaím. A economia da Índia passou a crescer após as reformas econômicas que ocorreram em 1991. Desde então, os níveis de pobreza, desnutrição e o analfabetismo históricos no país, estão diminuindo lentamente, embora permaneçam muito altos. Apesar do grande desenvolvimento econômico da Índia nos últimos anos, o governo continua gastando mais do que arrecada, o que aumenta a dívida externa do país. Além disso, o rápido crescimento da população resulta em maior necessidade de investimentos sociais, ambientais e econômicos por parte do governo. A Índia já pode ser considerada uma potência em sua região e é apontada como capaz de se tornar uma das grandes potências mundiais do século XXI.