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Tabela 1 – Pessoas Inadimplentes
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Os indicadores de inadimplência apresentados neste material sumarizam todas as informações ...
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É importante notar que a variação no número de pessoas inadimplentes registradas na base do SPC Brasil não
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 A faixa etária do devedor no último dia do mês de referência (d...
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INFORMAÇÕES RELEVANTES
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Relatório da Inadimplência - Junho 2014

  1. 1. 1 Indicadores Econômicos SPC Brasil e CNDL Dados Regionais Dados referentes a junho de 2014 SUMÁRIO RELEASE DE IMPRENSA 2 ANÁLISE ECONÔMICA 5 Resumo 5 Região Norte 9 Região Nordeste 12 Região Centro-Oeste 15 Região Sudeste 18 Região Sul 21 METODOLOGIA DOS INDICADORES 24 INFORMAÇÕES RELEVANTES 28 Presidentes Roque Pellizzaro Junior (CNDL) Roberto Alfeu Pena Gomes (SPC Brasil)
  2. 2. 2 Acre e Roraima lideram alta da inadimplência em junho, aponta SPC Brasil Média nacional foi de 4,39%. Região Norte teve crescimento acima da média: de 7,09%. Para economistas, mercado em desaceleração confirma tendência de alta para os próximos meses No mês de junho, Acre e de Roraima se destacaram como os estados em que houve a maior variação do número de consumidores inadimplentes. As altas foram de 10,58% e de 10,47%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são do indicador mensal de inadimplência regional calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Dentre os cinco estados que registraram a maior variação de CPFs inadimplentes, dois são da região Norte – Acre (10,58%) e Roraima (10,47%) – e três da região Nordeste – Maranhão (9,40%), Sergipe (8,43%) e Ceará (8,13%). Na avaliação dos economistas do SPC Brasil, o resultado do indicador regional reforça a tendência de alta da inadimplência nacional – que em junho apresentou crescimento de 4,39% em relação a junho do ano passado – que deve se repetir ao longo do segundo semestre. Crescimento do Total de Inadimplentes por Estado Variação anual em % (mesmo mês do ano anterior) “Essa tendência tem forte relação com o cenário de enfraquecimento da atividade econômica brasileira, apertada pela elevação da taxa de juros, alta da inflação e pelo menor crescimento da massa salarial”, explica a economista do SPC Brasil, Marcela Kawauti. Apesar de a pesquisa ter apontado crescimento de inadimplentes em todos os estados brasileiros, onze tiveram avanço menor do que a média nacional (4,39%): Piauí (0,95%), Espírito Santo (1,36%), Distrito Federal (2,45%), Alagoas (2,49%), Mato Grosso (2,81%), Rio de Janeiro (3,02%), Santa Catarina (3,89%), Pará (4,04), Mato Grosso do Sul (4,10%), Rondônia (4,11%) e Rio Grande do Sul (4,37%). Para o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, o fato de todas as unidades da federação apresentarem crescimento na quantidade de inadimplentes mostra que, independentemente das particularidades econômicas de cada região, a atividade do país como um todo está desacelerando em comparação com os anos anteriores. “O avanço da inadimplência não se deve apenas a fatores sazonais ou regionais. O detalhamento de junho do indicador mostra que o atual panorama macroeconômico tem impactado negativamente 10,58 10,47 9,40 8,43 8,13 7,29 6,59 6,01 5,74 5,59 5,45 5,14 4,95 4,84 4,66 4,42 4,39 4,37 4,11 4,10 4,04 3,89 3,02 2,81 2,49 2,45 1,36 0,95 AC RR MA SE CE RN PR AP TO BA PE SP MG GO PB AM MédiaBrasil RS RO MS PA SC RJ MT AL DF ES PI
  3. 3. 3 no atraso de pagamentos das dívidas no Brasil de uma forma generalizada”, disse Pellizzaro Junior. Número de dívidas em atraso A quantidade total de dívidas em atraso no banco de dados ao qual o SPC Brasil tem acesso mostrou, em junho, aumento médio de 5,00% em relação ao mesmo mês de 2013. A variação ficou muito próxima à alta de 5,21% verificada no mês anterior. Já a abertura regional do total de dívidas em atraso mostra que as taxas de crescimento anual referentes às regiões Nordeste (7,43%), Norte (7,09%) e Sul (5,06%) ficaram acima da média nacional (5,00%). As regiões Sudeste e Centro-Oeste tiveram avanços ligeiramente menores, de 4,33% e de 4,14%. Crescimento anual (%) em Junho de 2014 De acordo com os dados do SPC Brasil, apenas 11 das 27 unidades da federação apresentaram um crescimento da quantidade de dívidas menor na quantidade de dívidas menor do que a média nacional (5,00%): Amazonas (4,97%), Rio Grande do Sul (4,93%), São Paulo (4,93%), Alagoas (4,85%), Goiás (4,48%), Mato Grosso (4,35%), Santa Catarina (3,51%), Rio de Janeiro (3,22%), Distrito Federal (1,93%), Piauí (1,19%) e o Espírito Santo (0,06%). Número de Dívidas por Estado Variação anual em % (mesmo mês do ano anterior) 7,43% 7,09% 5,06% 4,33% 4,14% Nordeste Norte Sul Sudeste Centro-Oeste 16,36 11,25 11,01 10,13 8,23 7,74 7,48 7,45 6,86 6,54 6,52 6,43 6,21 5,98 5,93 5,17 5,00 4,97 4,93 4,93 4,85 4,48 4,35 3,51 3,22 1,93 1,19 0,06 AC RR CE MA RN AP PE PA TO PB SE BA PR RO MS MG MédiaBrasil AM RS SP AL GO MT SC RJ DF PI ES
  4. 4. 4 O Acre, que em maio ocupava a segunda posição no ranking das maiores altas anuais, passou a liderar o avanço do total de dívidas em junho, mostrando crescimento de 16,36%. Em segundo e terceiro lugares aparecemos estados de Roraima e do Ceará, que ocupavam a primeira e a sexta posições, respectivamente, no mês anterior. Metodologia O novo indicador SPC Brasil e CNDL de inadimplência do consumidor tem abrangência nacional e calcula tanto o número de brasileiros inadimplentes quanto o de dívidas atrasadas. Baixe o material completo por cada Estado da federação e a série histórica em https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos Informações à imprensa: Guilherme de Almeida (61) 3213-2030 | (61) 8350 3942 guilherme.dealmeida@inpressoficina.com.br Vinícius Bruno (11) 3251-2035 | (11) 9-7142-0742 | (11) 9-4161-6181 vinicius.bruno@inpressoficina.com.br
  5. 5. 5 RESUMO Em junho de 2014, o número de pessoas físicas com dívidas em atraso registradas nas bases as quais o SPC Brasil tem acesso apresentou crescimento de 4,39% na comparação com o mesmo mês de 2013. Embora tenha havido uma acomodação do avanço em relação a maio, o resultado superou a taxa de aumento verificada em junho do ano anterior. De modo geral, os resultados específicos das regiões seguiram na mesma direção da média nacional e reforçam a tendência de crescimento do total de inadimplentes. Tal tendência tem relação com o cenário de enfraquecimento da atividade econômica atual, caracterizada pela elevação da taxa de juros1 , elevação da inflação2 , recuo dos indicadores de confiança do comércio3 e crescimento moderado da massa salarial.4 Tendo em vista esse panorama econômico mais difícil, a acomodação do crescimento de inadimplentes registrada em junho pode ser, a princípio, considerada como um fenômeno pontual. Contribui para essa hipótese o fato de que as taxas de crescimento do total de dívidas registradas na base do SPC Brasil, na comparação ano contra ano, continuam em patamares elevados (gráfico 1). Nesse sentido, a análise dos resultados dos próximos meses faz-se necessária para corroborar essa hipótese de acomodação do crescimento da inadimplência. Número de Dívidas por Região Gráfico 1 Variação anual (mesmo mês do ano anterior) Crescimento anual (%) em Junho de 2014 1 Com ciclo de aperto monetário iniciado em abril de 2013, a taxa Selic encontra-se atualmente no patamar de 11% a.a. 2 Em junho de 2014, o índice de preços IPCA apresentou variação de 0,40% no mês, acumulando alta de 6,52% em 12 meses. Com esse resultado, o índice superou o teto da meta (6,50%) estipulada pelo Conselho Monetário Nacional. 3 No trimestre findo em junho, o Índice de Confiança do Comércio da FGV mostrou queda de 6,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, maior recuo desde 2011. 4 Segundo o Banco Central do Brasil, a massa salarial ampliada disponível, em termos reais, cresceu 3,1% em março de 2014, considerando a variação acumulada nos últimos 12 meses. A massa salarial ampliada disponível é obtida pelo Banco Central do Brasil através da soma de todos os salários e rendimentos, líquidos de imposto de renda, somados a benefícios de proteção social (como bolsa família) e benefícios previdenciários. Os dados foram corrigidos pela inflação (medida pelo IPCA) pelo SPC Brasil. Esse indicador mede, portanto, o poder de compra da população. 0% 2% 4% 6% 8% set-13 out-13 nov-13 dez-13 jan-14 fev-14 mar-14 abr-14 mai-14 jun-14 Brasil: 5,00%
  6. 6. 6 A abertura regional do total de dívidas permite observar que as taxas de crescimento anual referentes às regiões Nordeste, Norte e Sul ficaram acima da média nacional. Do total dos Estados, 16 apresentaram variações superiores à média nacional. A partir da análise estadual (gráfico 2), observa-se que o Acre, que em maio ocupava a segunda posição no ranking das maiores altas anuais, passou a liderar o avanço do total de dívidas em junho, mostrando crescimento de 16,36%. O Estado foi seguido de Roraima e Ceará, os quais ocupavam a primeira e sexta posições, respectivamente, no mês anterior. Número de Dívidas por Estado Gráfico 2 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior) 0,06% 1,19% 1,93% 3,22% 3,51% 4,35% 4,48% 4,85% 4,93% 4,93% 4,97% 5,17% 5,93% 5,98% 6,21% 6,43% 6,52% 6,54% 6,86% 7,45% 7,48% 7,74% 8,23% 10,13% 11,01% 11,25% 16,36% ES PI DF RJ SC MT GO AL SP RS AM MG MS RO PR BA SE PB TO PA PE AP RN MA CE RR AC Média Nacional: 5,00%
  7. 7. 7 Tabela 1 – Pessoas Inadimplentes Jun/13 Mai/14 Jun/14 Jun/13 Jun/14 4,24% 9,19% 6,10% 25,93% 26,35% 5,85% 8,71% 2,49% 1,62% 1,59% 3,30% 7,48% 5,59% 7,45% 7,54% 4,25% 11,83% 8,13% 3,53% 3,66% 8,88% 13,18% 9,40% 3,11% 3,26% 3,35% 8,96% 4,66% 1,45% 1,45% 2,36% 10,23% 5,45% 4,88% 4,93% 6,66% -1,20% 0,95% 1,31% 1,27% 3,10% 11,28% 7,29% 1,55% 1,59% 4,18% 6,63% 8,43% 1,02% 1,06% 6,76% 8,67% 4,81% 8,81% 8,84% 13,03% 13,72% 10,58% 0,36% 0,38% 1,02% 6,28% 4,42% 2,11% 2,12% 4,79% 14,25% 6,01% 0,48% 0,49% 8,90% 7,48% 4,04% 4,04% 4,02% 10,86% 13,29% 4,11% 0,85% 0,85% 10,91% 17,48% 10,47% 0,21% 0,22% 5,50% 8,18% 5,74% 0,76% 0,77% 2,97% 9,53% 4,42% 39,93% 39,94% 4,53% 5,14% 1,36% 1,98% 1,93% 5,49% 10,40% 4,95% 8,84% 8,88% 2,13% 9,34% 3,02% 9,26% 9,14% 2,11% 9,67% 5,14% 19,85% 20,00% 3,81% 10,92% 5,15% 12,93% 13,02% 5,06% 12,73% 6,59% 5,21% 5,32% 1,94% 9,01% 4,37% 4,59% 4,59% 4,56% 10,71% 3,89% 3,13% 3,12% 4,54% 10,10% 3,80% 7,76% 7,72% 1,52% 11,24% 2,45% 1,48% 1,45% 4,12% 9,29% 4,84% 3,37% 3,38% 2,52% 8,75% 4,10% 1,06% 1,06% 9,21% 11,44% 2,81% 1,85% 1,82% 1,53% 8,91% -7,37% 4,65% 4,13% Centro-Oeste Distrito Federal (DF) Goiás (GO) Mato Grosso do Sul (MS) Mato Grosso (MT) Região não determinada Rio de Janeiro (RJ) São Paulo (SP) Sul Paraná (PR) Rio Grande do Sul (RS) Santa Catarina (SC) Rondônia (RO) Roraima (RR) Tocantins (TO) Sudeste Espírito Santo (ES) Minas Gerais (MG) Sergipe (SE) Norte Acre (AC) Amazonas (AM) Amapá (AP) Pará (PA) Ceará (CE) Maranhão (MA) Paraíba (PB) Pernambuco (PE) Piauí (PI) Rio Grande do Norte (RN) Variação anual (em relação ao mesmo mês do ano anterior) Participação no total de inadimplentes do Brasil Nordeste Alagoas (AL) Bahia (BA)
  8. 8. 8 Tabela 2 – Quantidade de Dívidas Jun/13 Mai/14 Jun/14 Jun/13 Jun/14 1,18% 6,37% 7,43% 24,54% 25,11% 4,62% 5,47% 4,85% 1,55% 1,55% 1,79% 4,60% 6,43% 7,25% 7,35% 0,67% 10,25% 11,01% 3,36% 3,55% 8,67% 10,26% 10,13% 2,80% 2,93% -1,01% 6,35% 6,54% 1,33% 1,35% -4,15% 7,57% 7,48% 4,52% 4,62% 4,56% -4,48% 1,19% 1,20% 1,16% -0,91% 8,18% 8,23% 1,42% 1,46% 1,34% 2,33% 6,52% 1,13% 1,14% 6,67% 7,56% 7,09% 8,22% 8,38% 15,59% 14,77% 16,36% 0,32% 0,36% 1,60% 4,15% 4,97% 1,97% 1,97% 4,22% 11,91% 7,74% 0,46% 0,47% 7,80% 7,58% 7,45% 3,62% 3,71% 11,97% 10,65% 5,98% 0,91% 0,91% 11,60% 16,12% 11,25% 0,19% 0,20% 5,94% 4,93% 6,86% 0,75% 0,77% 1,86% 4,75% 4,33% 40,34% 40,08% 2,30% -0,50% 0,06% 2,14% 2,04% 3,50% 5,35% 5,17% 9,28% 9,29% -1,06% 4,09% 3,22% 9,34% 9,18% 2,49% 5,35% 4,93% 19,58% 19,56% 3,10% 6,00% 5,06% 14,46% 14,47% 4,57% 6,94% 6,21% 5,73% 5,79% 1,70% 5,19% 4,93% 4,81% 4,81% 2,75% 5,60% 3,51% 3,92% 3,87% 2,79% 4,77% 4,14% 8,19% 8,12% -2,00% 1,62% 1,93% 1,54% 1,49% 3,95% 3,91% 4,48% 3,72% 3,70% 0,61% 6,50% 5,93% 0,94% 0,95% 5,64% 8,08% 4,35% 1,99% 1,98% -1,37% -3,37% -5,23% 4,25% 3,84% Centro-Oeste Distrito Federal (DF) Goiás (GO) Mato Grosso do Sul (MS) Mato Grosso (MT) Região não determinada Rio de Janeiro (RJ) São Paulo (SP) Sul Paraná (PR) Rio Grande do Sul (RS) Santa Catarina (SC) Rondônia (RO) Roraima (RR) Tocantins (TO) Sudeste Espírito Santo (ES) Minas Gerais (MG) Sergipe (SE) Norte Acre (AC) Amazonas (AM) Amapá (AP) Pará (PA) Ceará (CE) Maranhão (MA) Paraíba (PB) Pernambuco (PE) Piauí (PI) Rio Grande do Norte (RN) Variação anual (em relação ao mesmo mês do ano anterior) Participação no total de dívidas em atraso do Brasil Nordeste Alagoas (AL) Bahia (BA)
  9. 9. 9 Região Norte Pessoas físicas inadimplentes na base do SPC Brasil Em junho de 2014, o número de pessoas físicas inadimplentes da Região Norte cresceu 4,81% (gráfico 3) em relação ao mesmo mês do ano anterior. A alta foi inferior à variação de + 6,76% registrada em junho de 2013, nessa mesma base de comparação. Embora o resultado sugira uma acomodação do crescimento da inadimplência em relação a períodos anteriores, a tendência ainda é de crescimento do número de pessoas com dívidas em atraso na região. Na passagem de maio para junho, foi registrada uma queda de -3,55% do total de inadimplentes. Inadimplentes na Região Norte Gráfico 3 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior) Fonte: SPC Brasil. Os dados não refletem apenas o aumento do número de pessoas físicas inadimplentes no Brasil, mas também o aumento do registro das pessoas inadimplentes nas bases de dados do SPC Brasil. Todos os Estados que compõem a região apresentaram altas na base anual de comparação. Destaques para Acre e Roraima (gráfico 4), os quais tiveram crescimentos de 10,58% e 10,47%, respectivamente. É importante ponderar que o Estado do Pará, embora tenha apresentado um avanço mais modesto frente a outros Estados da região, possui a maior representatividade sobre o total de dívidas do Norte (gráfico 5), o que explica a maior contribuição desse Estado (1,85 pontos percentuais – tabela 3) para a alta regional de 4,81%. Inadimplentes nos Estados da Região Norte Gráfico 4 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior) Tabela 3 - Impactos sobre variação regional (em pontos percentuais) Total Norte 4,81 AC 0,43 AM 1,06 AP 0,33 PA 1,85 RO 0,40 RR 0,25 TO 0,49 7,75% 7,74% 7,50% 6,76% 8,67% 4,81% Mai/12 Jun/12 Mai/13 Jun/13 Mai/14 Jun/14 4,39%4,81% 10,58% 4,42% 6,01% 4,04%4,11% 10,47% 5,74% 0% 5% 10% 15% 20% TotalBrasil TotalNorte AC AM AP PA RO RR TO Mai/14 Jun/14
  10. 10. 10 Gráfico 5 - Participação no total de inadimplentes do Brasil* Fonte: SPC Brasil. A região considerada é a de moradia do devedor. *As participações não somam 100% por não incluírem dívidas sem cadastro da região de moradia do devedor. Dívidas em atraso na base do SPC Brasil Em junho de 2014, o total de dívidas da região Norte apresentou crescimento de 7,09% no ano (gráfico 6), variação ligeiramente superior àquela registrada no mesmo período de 2013. Na passagem de maio para junho, houve queda de 0,27%. Número de Dívidas na Região Norte Gráfico 6 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior) Fonte: SPC Brasil. A região considerada é a de moradia do devedor. Todos os Estados que compõem a região apresentaram altas na comparação anual. Destaques para Acre e Roraima (gráfico 7), os quais mostraram variações de+ 16,36% e + 11,25%, respectivamente. Vale destacar ainda que o Pará é o Estado com maior participação sobre o total de dívidas da região Norte (gráfico 8). Assim, apesar de ter mostrado uma alta menos intensa do que aquelas registradas em outros Estados do Norte, o Pará foi responsável pelo maior impacto (3,28 pontos percentuais) sobre a variação regional de 7,09%. Total de Dívidas nos Estados da Região Norte Gráfico 7 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior) Tabela 4 - Impactos sobre variação regional (em pontos percentuais) Total Norte 7,09 AC 0,64 AM 1,19 AP 0,43 PA 3,28 RO 0,66 RR 0,26 TO 0,63 6,48% 6,06% 7,17% 6,67% 7,56% 7,09% Mai/12 Jun/12 Mai/13 Jun/13 Mai/14 Jun/14 5,00% 7,09% 16,36% 4,97% 7,74% 7,45% 5,98% 11,25% 6,86% 0% 5% 10% 15% Total Brasil Total Norte AC AM AP PA RO RR TO Mai/14 Jun/14 8,84% 7,72% 26,35% 39,94% 13,02% RR: 0,22% AM: 2,12% AC: 0,38% RO: 0,85% TO: 0,77% PA: 4,02% AP: 0,49%
  11. 11. 11 Gráfico 8 - Participação no total de dívidas do Brasil Fonte: SPC Brasil. A região considerada é a de moradia do devedor. *As participações não somam 100% por não incluírem dívidas sem cadastro da região de moradia do devedor. 8,38% 8,12% 25,11% 40,08% 14,47% RR: 0,20% AM: 1,97% AC: 0,36% RO: 0,91% TO: 0,77% PA: 3,71% AP: 0,47%
  12. 12. 12 Região Nordeste Pessoas físicas inadimplentes na base do SPC Brasil Em junho de 2014, o número de pessoas físicas inadimplentes da Região Nordeste cresceu 6,10% (gráfico 9) em relação ao mesmo mês do ano anterior. Embora o resultado mostre relativa acomodação do número de inadimplentes frente às taxas de crescimento mais altas registradas em meses anteriores, a tendência continua ser de aumento do total de pessoas com dívidas em atraso. Assim como observado para a média nacional, o avanço de junho é superior ao verificado no mesmo mês de 2013, quando o indicador registrou avanço de 4,24% no Nordeste. Na passagem de maio para junho, a variação foi de -2,50% do número de inadimplentes. Inadimplentes na Região Nordeste Gráfico 9 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior) Fonte: SPC Brasil. Os dados não refletem apenas o aumento do número de pessoas físicas inadimplentes no Brasil, mas também o aumento do registro das pessoas inadimplentes nas bases de dados do SPC Brasil. Todos os Estados que compõem a região apresentaram altas na comparação anual. Destaques para Maranhão e Sergipe (gráfico 10), que registraram avanços de 9,40% e 8,43%, respectivamente. É importante ponderar que a Bahia, embora tenha apresentado um avanço mais modesto frente a outros Estados da região, possui a maior representatividade sobre o total de inadimplentes do Nordeste (gráfico 11), sendo responsável pela principal contribuição (1,61 pontos percentuais – tabela 5) para a alta regional de 6,10%. Inadimplentes nos Estados da Região Nordeste Gráfico 10 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior) Tabela 5 - Impactos sobre variação regional (em pontos percentuais) Total Nordeste 6,10 AL 0,16 BA 1,61 CE 1,11 MA 1,13 PB 0,26 PE 1,03 PI 0,05 RN 0,44 SE 0,33 8,72% 8,25% 4,51% 4,24% 9,19% 6,10% Mai/12 Jun/12 Mai/13 Jun/13 Mai/14 Jun/14 4,39% 6,10% 2,49% 5,59% 8,13% 9,40% 4,66% 5,45% 0,95% 7,29% 8,43% -5% 0% 5% 10% 15% 20% TotalBrasil TotalNordeste AL BA CE MA PB PE PI RN SE Mai/14 Jun/14
  13. 13. 13 Gráfico 11 - Participação no total de inadimplentes do Brasil* Fonte: SPC Brasil. A região considerada é a de moradia do devedor. *As participações não somam 100% por não incluírem dívidas sem cadastro da região de moradia do devedor. Dívidas em atraso na base do SPC Brasil Em junho de 2014, o total de dívidas da região Nordeste apresentou crescimento de 7,43% no ano (gráfico 12), variação superior àquela registrada no mês anterior. O resultado reforça a tendência de crescimento do número de dívidas, a qual pode ser parcialmente explicada pelo cenário de piora da atividade econômica. Na passagem de maio para junho, houve elevação de 1,29 do número de dívidas registradas nas bases as quais o SPC Brasil tem acesso. Número de Dívidas na Região Nordeste Gráfico 12 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior) Fonte: SPC Brasil. Os dados não refletem apenas o aumento do número de pessoas físicas inadimplentes no Brasil, mas também o aumento do registro das pessoas inadimplentes nas bases de dados do SPC Brasil. Todos os Estados que compõem a região apresentaram altas na comparação anual. Destaques para Ceará e Maranhão (gráfico 13), os quais mostraram variações de 11,01% e 10,13%, respectivamente. Vale destacar que a Bahia é o Estado com maior participação sobre o total de dívidas da região Nordeste (gráfico 14). Assim, apesar de ter mostrado uma alta menos intensa do que aquelas registradas em outros Estados da região, o Estado foi responsável pelo maior impacto (1,90p.p – tabela 6) sobre a variação regional de 7,43%. Total de Dívidas nos Estados da Região Nordeste Gráfico 13 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior)Tabela 6 - Impactos sobre variação regional (em pontos percentuais) Total Nordeste 7,43 AL 0,31 BA 1,90 CE 1,51 MA 1,15 PB 0,35 PI 0,06 RN 0,48 SE 0,30 6,79% 6,26% 1,39% 1,18% 6,37% 7,43% Mai/12 Jun/12 Mai/13 Jun/13 Mai/14 Jun/14 5,00% 7,43% 4,85% 6,43% 11,01% 10,13% 6,54%7,48% 1,19% 8,23% 6,52% -7% -2% 3% 8% 13% TotalBrasil TotalNordeste AL BA CE MA PB PE PI RN SE Mai/14 Jun/14 8,84% 7,72% 26,35% 39,94% 13,02% MA: 3,26% PI: 1,27% RN: 1,59% PB: 1,45% PE: 4,93% AL: 1,59% SE: 1,06% CE: 3,66% BA: 7,54%
  14. 14. 14 Gráfico 14 - Participação no total de dívidas do Brasil* Fonte: SPC Brasil. A região considerada é a de moradia do devedor. *As participações não somam 100% por não incluírem dívidas sem cadastro da região de moradia do devedor. 8,38% 8,12% 25,11% 40,08% 14,47% MA: 2,93% PI: 1,16% RN: 1,46% PB: 1,35% PE: 4,62% AL: 1,55% SE: 1,14% CE: 3,55% BA: 7,35%
  15. 15. 15 Região Centro-Oeste Pessoas físicas inadimplentes na base do SPC Brasil Em junho de 2014, o número de pessoas físicas inadimplentes da Região Centro-Oeste cresceu 3,80% (gráfico 15) em relação ao mesmo mês do ano anterior. O resultado sugere uma acomodação do crescimento de devedores frente às taxas de avanço registradas em meses anteriores. No entanto, a tendência continua sendo de crescimento do total de pessoas com dívidas em atraso, a qual é corroborada pelo cenário de enfraquecimento da atividade econômica como um todo. Na passagem de maio para junho, foi registrada uma queda de 5,30% do total de inadimplentes. Inadimplentes na Região Centro-Oeste Gráfico 15 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior) Fonte: SPC Brasil. Os dados não refletem apenas o aumento do número de pessoas físicas inadimplentes no Brasil, mas também o aumento do registro das pessoas inadimplentes nas bases de dados do SPC Brasil. Todos os Estados que compõem a região apresentaram altas na base anual de comparação. Destaques para Goiás e Mato Grosso do Sul (gráfico 16), os quais registram taxas de crescimento de 4,84% e 4,10%, respectivamente. É importante ponderar que o Estado de Goiás também possui a maior representatividade sobre o total de devedores da região (gráfico 17), sendo assim responsável pela maior contribuição (2,10 pontos percentuais – tabela 7) para a alta regional de 3,80%. Inadimplentes nos Estados da Região Centro-Oeste Gráfico 16 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior) Tabela 7 - Impactos sobre variação regional (em pontos percentuais) Total Centro-Oeste 3,80 DF 0,47 GO 2,10 MS 0,56 MT 0,67 5,35% 3,85% 3,59% 4,54% 10,10% 3,80% Mai/12 Jun/12 Mai/13 Jun/13 Mai/14 Jun/14 4,39% 3,80% 2,45% 4,84% 4,10% 2,81% 0% 5% 10% 15% TotalBrasil TotalCentro- Oeste DF GO MS MT Mai/14 Jun/14
  16. 16. 16 Gráfico 17 - Participação no total de inadimplentes do Brasil* Fonte: SPC Brasil. A região considerada é a de moradia do devedor. *As participações não somam 100% por não incluírem dívidas sem cadastro da região de moradia do devedor. Dívidas em atraso na base do SPC Brasil Em junho de 2014, o total de dívidas da região Centro-Oeste apresentou crescimento de 4,14% no ano (gráfico 18), variação superior àquela registrada no mesmo período de 2013. Na passagem de maio para junho, houve queda de 0,19%. Número de Dívidas na Região Centro-Oeste Gráfico 18 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior) Fonte: SPC Brasil. Os dados não refletem apenas o aumento do número de pessoas físicas inadimplentes no Brasil, mas também o aumento do registro das pessoas inadimplentes nas bases de dados do SPC Brasil. Todos os Estados que compõem a região apresentaram altas na comparação anual. Destaques para Mato Grosso do Sul e Goiás (gráfico 19), os quais mostraram variações de 5,93% e 4,48%, respectivamente. Vale destacar ainda que Goiás é o Estado com maior participação sobre o total de dívidas do Centro-Oeste (gráfico 20), sendo também responsável pelo maior impacto (2,03 pontos percentuais) sobre a variação regional de 4,14%. Total de Dívidas nos Estados da Região Centro-Oeste Gráfico 19 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior) Tabela 8 - Impactos sobre variação regional (em pontos percentuais) Total Centro-Oeste 4,14 DF 0,36 GO 2,03 MS 0,68 MT 1,06 4,32% 2,85% 2,14% 2,79% 4,77% 4,14% Mai/12 Jun/12 Mai/13 Jun/13 Mai/14 Jun/14 5,00% 4,14% 1,93% 4,48% 5,93% 4,35% -2% 3% 8% TotalBrasil TotalCentro-Oeste DF GO MS MT Mai/14 Jun/14 MT: 1,82% MS: 1,06% DF:1,45% GO:3,38% 8,84% 7,72% 26,35% 39,94% 13,02%
  17. 17. 17 Gráfico 20 - Participação no total de dívidas do Brasil* Fonte: SPC Brasil. A região considerada é a de moradia do devedor. *As participações não somam 100% por não incluírem dívidas sem cadastro da região de moradia do devedor. 8,38% 8,12% 25,11% 40,08% 14,47% MT: 1,98% MS: 0,95% DF:1,49% GO:3,70%
  18. 18. 18 Região Sudeste Pessoas físicas inadimplentes na base do SPC Brasil Em junho de 2014, o número de pessoas físicas inadimplentes da Região Sudeste cresceu 4,42% (gráfico 21) em relação ao mesmo mês do ano anterior. Embora o resultado sugira uma acomodação do crescimento da inadimplência em relação a períodos anteriores, a tendência ainda é de crescimento do número de pessoas com dívidas em atraso na região. Vale ressaltar que a alta foi superior à variação de + 2,97% registrada em junho de 2013, nessa mesma base de comparação. Na passagem de maio para junho, foi registrada uma queda de -4,44% do total de inadimplentes. Inadimplentes na Região Sudeste Gráfico 21 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior) Fonte: SPC Brasil. Os dados não refletem apenas o aumento do número de pessoas físicas inadimplentes no Brasil, mas também o aumento do registro das pessoas inadimplentes nas bases de dados do SPC Brasil. Todos os Estados que compõem a região apresentaram altas na base anual de comparação. Destaques para São Paulo e Minas Gerais (gráfico 22), os quais registram taxas de crescimentos de 5,14% e 4,95%, respectivamente. É importante ponderar que São Paulo possui a maior representatividade sobre o total de endividados do Sudeste (gráfico 23), sendo responsável assim pela contribuição mais elevada (2,56 pontos percentuais – tabela 9) para a alta anual regional de 4,42%. Inadimplentes nos Estados da Sudeste Gráfico 22 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior) Tabela 9 - Impactos sobre variação regional (em pontos percentuais) Total Sudeste 4,42 ES 0,07 MG 1,10 RJ 0,70 SP 2,56 6,44% 4,07% 1,88% 2,97% 9,53% 4,42% Mai/12 Jun/12 Mai/13 Jun/13 Mai/14 Jun/14 4,39% 4,42% 1,36% 4,95% 3,02% 5,14% 0% 5% 10% 15% TotalBrasil TotalSudeste ES MG RJ SP Mai/14 Jun/14
  19. 19. 19 Gráfico 23 - Participação no total de inadimplentes do Brasil* Fonte: SPC Brasil. A região considerada é a de moradia do devedor. *As participações não somam 100% por não incluírem dívidas sem cadastro da região de moradia do devedor. Dívidas em atraso na base do SPC Brasil Em junho de 2014, o total de dívidas da região Norte apresentou crescimento de 4,33% no ano (gráfico 24), variação superior àquela registrada no mesmo período de 2013. Na passagem de maio para junho, houve queda de 0,14%. Número de Dívidas na Região Sudeste Gráfico 24 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior) Fonte: SPC Brasil. Os dados não refletem apenas o aumento do número de pessoas físicas inadimplentes no Brasil, mas também o aumento do registro das pessoas inadimplentes nas bases de dados do SPC Brasil. Todos os Estados que compõem a região apresentaram altas na base anual de comparação. Destaques para Minas Gerais e São Paulo (gráfico 25), os quais mostraram variações de 5,17% e 4,93%, respectivamente. Vale destacar ainda que São Paulo é o Estado com maior participação sobre o total de dívidas da região (gráfico 26), sendo também o responsável pelo maior impacto (2,39 pontos percentuais – tabela 10) sobre a variação regional de 4,33%. Total de Dívidas nos Estados da Região Sudeste Gráfico 25 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior) Tabela 10 - Impactos sobre variação regional (em pontos percentuais) Total Sudeste 4,33 ES 0,00 MG 1,19 RJ 0,75 SP 2,39 6,70% 4,56% 1,13% 1,86% 4,75% 4,33% Mai/12 Jun/12 Mai/13 Jun/13 Mai/14 Jun/14 5,00% 4,33% 0,06% 5,17% 3,22% 4,93% -2% 3% 8% TotalBrasil TotalSudeste ES MG RJ SP Mai/14 Jun/14 8,84% 7,72% 26,35% 39,94% 13,02% MG: 8,88% SP:20% ES:1,93% RJ:9,14%
  20. 20. 20 Gráfico 26 - Participação no total de dívidas do Brasil* Fonte: SPC Brasil. A região considerada é a de moradia do devedor. *As participações não somam 100% por não incluírem dívidas sem cadastro da região de moradia do devedor. 8,38% 8,12% 25,11% 40,08% 14,47% MG: 9,29% SP:19,56% ES: 2,04% RJ:9,18%
  21. 21. 21 Região Sul Pessoas físicas inadimplentes na base do SPC Brasil Em junho de 2014, o número de pessoas físicas inadimplentes da Região Sul cresceu 5,15% (gráfico 27) em relação ao mesmo mês do ano anterior. Embora o resultado sugira uma acomodação do crescimento da inadimplência em relação a maio, a tendência ainda é de aumento do número de pessoas com dívidas em atraso na região. Na passagem de maio para junho, foi registrada uma queda de 4,98% do total de inadimplentes. Inadimplentes na Região Sul Gráfico 27 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior) Fonte: SPC Brasil. Os dados não refletem apenas o aumento do número de pessoas físicas inadimplentes no Brasil, mas também o aumento do registro das pessoas inadimplentes nas bases de dados do SPC Brasil. Todos os Estados que compõem a região apresentaram altas na base anual de comparação. Destaques para Paraná (gráfico 28), que mostrou crescimento de 6,59%. É importante destacar que o Estado de Paraná possui a maior representatividade sobre o total de inadimplentes da região (gráfico 29), sendo assim responsável pelo principal impacto (2,66 pontos percentuais – tabela 11) para a alta mensal regional de 4,81%. Inadimplentes nos Estados da Região Sul Gráfico 28 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior) Tabela 11 - Impactos sobre variação regional (em pontos percentuais) Total Sul 5,15 PR 2,66 RS 1,55 SC 0,94 6,79% 7,03% 3,81% 3,81% 10,92% 5,15% Mai/12 Jun/12 Mai/13 Jun/13 Mai/14 Jun/14 4,39% 5,15% 6,59% 4,37% 3,89% 0% 5% 10% 15% TotalBrasil TotalSul PR RS SC Mai/14 Jun/14
  22. 22. 22 Gráfico 29 - Participação no total de inadimplentes do Brasil* Fonte: SPC Brasil. A região considerada é a de moradia do devedor. *As participações não somam 100% por não incluírem dívidas sem cadastro da região de moradia do devedor. Dívidas em atraso na base do SPC Brasil Em junho de 2014, o total de dívidas da região Norte apresentou crescimento de 5,06% no ano (gráfico 30), variação ligeiramente superior àquela registrada no mesmo período de 2013. Na passagem de maio para junho, houve queda de 0,27%. Número de Dívidas na Região Sul Gráfico 30 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior) Fonte: SPC Brasil. Os dados não refletem apenas o aumento do número de pessoas físicas inadimplentes no Brasil, mas também o aumento do registro das pessoas inadimplentes nas bases de dados do SPC Brasil. Todos os Estados que compõem a região apresentaram altas na base anual de comparação. Destaques para o Paraná (gráfico 31), com variação de 6,21%. Vale destacar ainda que o Paraná é o Estado com maior participação sobre o total de dívidas da região Sul (gráfico 32) sendo responsável pelo principal impacto (2,49 pontos percentuais) sobre a variação regional de 5,06%. Total de Dívidas nos Estados da Região Sul Gráfico 31 - Variação anual (mesmo mês do ano anterior) Tabela 12 - Impactos sobre variação regional (em pontos percentuais) Total Sul 5,06 PR 2,49 RS 1,64 SC 0,95 9,59% 9,89% 3,36% 3,10% 6,00% 5,06% Mai/12 Jun/12 Mai/13 Jun/13 Mai/14 Jun/14 5,00% 5,06% 6,21% 4,93% 3,51% 0% 5% 10% TotalBrasil TotalSul PR RS SC Mai/14 Jun/14 8,84% 7,72% 26,35% 39,94% 13,02% PR:5,32% RS:4,59% SC: 3,12%
  23. 23. 23 Gráfico 32 - Participação no total de dívidas do Brasil* Fonte: SPC Brasil. A região considerada é a de moradia do devedor. *As participações não somam 100% por não incluírem dívidas sem cadastro da região de moradia do devedor. 8,38% 8,12% 25,11% 40,08% 14,47% PR:5,79% RS:4,81% SC: 3,87%
  24. 24. 24 METODOLOGIA DOS INDICADORES Os indicadores de inadimplência apresentados neste material sumarizam todas as informações disponíveis nas bases de dados a que o SPC Brasil tem acesso (simplificadamente chamados de "Bases de dados do SPC Brasil"). A abrangência dos dados é nacional, com informações de capitais e interior de todos os 26 estados da federação, além do Distrito Federal. Quando um consumidor deixa de pagar um título, seja ele uma fatura de cartão de crédito, uma conta de água ou um boleto de uma compra parcelada em uma loja, a empresa associada ao SPC Brasil pode (mas não é obrigada a) registrar essa inadimplência junto ao SPC Brasil. Em geral, as empresas credoras costumam registrar a inadimplência depois de verificar que o pagamento não ocorre mesmo após 30 dias após o vencimento. Entretanto, não há regra, e o registro pode ocorrer no dia seguinte ao vencimento ou mais de um ano após o vencimento. O consumidor é informado via correspondência sobre o registro e poderá, a qualquer momento, pagar a dívida ou renegociá-la. Em ambos os casos, o registro referente àquela pendência será retirado da base do SPC Brasil, mas o consumidor ainda pode constar como inadimplente (“negativado”) se tiver outras pendências. Para todos os indicadores abaixo, o SPC Brasil considera que uma dívida é a relação de um credor com um devedor, mesmo que esse credor tenha registrado várias pendências desse devedor junto ao SPC Brasil. Assim, se o consumidor deixa de pagar quatro parcelas de uma mesma compra e tem por isso quatro registros no SPC Brasil, os indicadores abaixo assumem que esse consumidor tem apenas uma dívida, já que os registros foram, todos, feitos pela mesma empresa credora associada (mesmo CNPJ). Cada pessoa física inadimplente é classificada, mensalmente, de acordo com sua idade no último dia do mês de referência (data de extração dos dados que embasam os indicadores do SPC Brasil). Por exemplo, suponha que o consumidor inadimplente João tinha 24 anos em fevereiro e completa 25 anos no começo de março. Tudo o mais constante, a faixa etária “18 a 24 anos” mostrará queda do número de inadimplentes entre fevereiro e março, enquanto a faixa “25 a 29 anos” mostrará alta. Para cerca de 4% dos CPFs, o SPC Brasil não tem informação sobre a data de nascimento. No futuro, se um cliente do SPC Brasil cadastrar essa informação na base de dados, as séries históricas com abertura por faixa etária podem sofrer revisões. Nesse caso, a categoria “faixa etária ignorada” sofrerá redução e a faixa etária correspondente sofrerá aumento do número de CPFs. Esse processo visa aumentar continuamente a acurácia da informação. As séries históricas relativas aos dados comentados nesse texto estão disponíveis para download em https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos. Indicador 1: Pessoas físicas Inadimplentes na base de dados do SPC Brasil Este indicador mostra a variação mês a mês do número de pessoas físicas registradas na base do SPC Brasil. Cada pessoa física inadimplente é contada apenas uma vez, independente do número de dívidas que tenha em atraso. Exemplo: na tabela abaixo, duas pessoas físicas, João e Pedro, intercalam meses em que aparecem inadimplentes na base do SPC Brasil. Pode-se classificar João e Pedro, mês a mês, da seguinte forma: jan/13 fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 João Inadimplente Inadimplente Inadimplente Inadimplente Inadimplente Pedro Inadimplente Inadimplente Inadimplente Inadimplente Inadimplente Número de pessoas físicas inadimplentes 2 2 1 1 2 2 Indicador "pessoas inadimplentes PF" - variação mensal ------ 0% -50% 0% 100% 0%
  25. 25. 25 É importante notar que a variação no número de pessoas inadimplentes registradas na base do SPC Brasil não representa, exatamente, o número de pessoas inadimplentes no Brasil, por três motivos.  A base de dados do SPC Brasil é a que tem a maior capilaridade nacional, mas existem outros serviços de proteção ao crédito, cujos dados não são considerados para este indicador.  Há empresas que, eventualmente ou sempre, decidem não registrar o atraso de seus clientes. Isso pode ocorrer, por exemplo, porque o cliente tem uma relação de longa data com a empresa.  Há empresas que só registram o atraso de seus clientes muito tempo após o vencimento da fatura, possivelmente após esgotarem todas as tentativas de negociação. Por isso, pode ocorrer que a inadimplência tenha aumentado em janeiro, mas o aumento do número de devedores só ocorra em março na base do SPC Brasil. As pessoas físicas inadimplentes são classificadas de acordo com:  Sua faixa etária no último dia do mês de referência (data de extração dos dados que embasam os indicadores do SPC Brasil).  Sua faixa de tempo de atraso, que é igual ao atraso da dívida em atraso mais antiga registrada no SPC. Por exemplo, suponha que: o A empresa B registre o consumidor João em janeiro de 2013 por dívida vencida em dezembro. Ao final de janeiro, a dívida estará atrasada 40 dias. Se a dívida não for paga em fevereiro, ao final de fevereiro ela estará atrasada 68 dias (=40+28 dias de fevereiro). o A empresa A registre o consumidor João em fevereiro de 2013, por dívida vencida há bastante tempo (seis meses antes). Tentou negociar com o consumidor, mas não conseguiu, e por isso decidiu registrar a inadimplência. Ao fim de fevereiro, a dívida estava atrasada 181 dias. Indicador 2: Dívidas em atraso na base do SPC Brasil Este indicador mostra a variação mês a mês da quantidade total de dívidas em atraso de pessoas físicas. Exemplo: Os credores A, B e C são as empresas para quem João e Pedro, as duas pessoas físicas do exemplo do indicador 1, devem. Os credores podem ser lojistas, empresas de serviços, como telefonia, energia, fornecimento de água, etc. A soma das dívidas de todos os devedores resulta na quantidade total de dívidas da base do SPC Brasil. jan/13 fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 Credor A Adimplente 181 dias Adimplente Adimplente Adimplente 20 dias Credor B 40 dias 68 dias 99 dias Adimplente Adimplente 25 dias Credor C Adimplente Adimplente Adimplente Adimplente 361 dias Adimplente 40 dias 181 dias 99 dias -------- 361 dias 25 dias De 31 a 60 dias De 181 a 360 dias De 91 a 180 dias Nenhuma De 361 dias a 2 anos De 14 a 30 dias Vencimento mais antigo Credor Dias em atraso (intervalo entre data de vencimento e o último dia do mês de referência) Faixa de tempo de atraso Devedor Credor Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho credor A Inadimplente Inadimplente credor B Inadimplente Inadimplente Inadimplente Inadimplente credor C Inadimplente Total de dívidas em atraso 1 2 1 - 1 2 credor A Inadimplente Inadimplente Inadimplente credor B Inadimplente Inadimplente Inadimplente credor C Inadimplente Inadimplente Total de dívidas em atraso 1 2 - 3 1 1 2 4 1 3 2 3 -------- 100% -75% 200% -33% 50% João Pedro Quantidade de dívidas em atraso (João + Pedro) Indicador "Dívidas em atraso PF" - variação mensal
  26. 26. 26 As dívidas em atraso são classificadas de acordo com:  A faixa etária do devedor no último dia do mês de referência (data de extração dos dados que embasam os indicadores do SPC Brasil).  A faixa de atraso da dívida, que é igual a diferença entre a data de vencimento e o último dia do mês de referência. Por exemplo, se a dívida venceu em 1º de março, o resultado de março, extraído no dia 31, informará que essa dívida está vencida há 30 dias.  Setor credor, identificado de acordo com a CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas). As empresas credoras foram classificadas pelas seções CNAE (identificadas por letras), conforme tabela abaixo. Indicador 3: Número médio de dívidas em atraso de pessoas físicas Este indicador mostra o número médio de dívidas em atraso, calculado através da divisão da quantidade total de dívidas em atraso de pessoas físicas pela quantidade total de pessoas físicas inadimplentes no mês de referência. Exemplo: ainda usando o exemplo inicial e dividindo-se o total de dívidas em atraso pela quantidade de pessoas inadimplentes, mês a mês, tem-se que o número médio de dívidas mensalmente. As pessoas inadimplentes e as dívidas são classificadas de acordo com a faixa etária do inadimplente, de maneira a permitir uma abertura desse indicador por faixa etária. Seção Descrição da seção CNAE Classificação utilizada no texto e nos A Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aqüicultura Outros B Indústrias extrativas Outros C iIndústrias de transformação Outros D Eletricidade e gás Água e luz E Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminaçãoÁgua e luz F Construção Outros G Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas Comércio H Transporte, armazenagem e correio Outros I Alojamento e alimentação Outros J Informação e comunicação Comunicação K Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados Bancos L Atividades imobiliárias Contador, advogado, arquiteto etc M Atividades profissionais, científicas e técnicas Outros N Atividades administrativas e serviços complementares Outros O Administração pública, defesa e seguridade social Outros P Educação Outros Q Saúde humana e serviços sociais Outros R Artes, cultura, esporte e recreação Outros S Outras atividades de serviços Outros T Serviços domésticos Outros U Organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais Outros ? Empresa sem CNAE classificado Outros Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho 2 4 1 3 2 3 2 2 1 1 2 2 1,000 2,000 1,000 3,000 1,000 1,500 Quantidade de dívidas em atraso Quantidade de pessoas físicas inadiplentes Numero médio de dívidas em atraso por pessoa inadimplente
  27. 27. 27 Indicador 4:Estimativa mensal do número de inadimplentes no Brasil O que mostra: estimativa mensal do número de pessoas físicas com dívidas em atraso no país A estimativa parte da base de dados do SPC Brasil. Em seguida, toma-se uma amostra aleatória de 600 CPFs regulares de pessoas de 18 a 90 anos, inadimplentes ou não. Esses CPFs são consultados no SPC Brasil e em outros serviços de proteção ao crédito. Com isso, verifica-se a proporção de inadimplentes em pelo menos uma das bases. Esse resultado é aplicado sobre o número de adultos na população brasileira em 2014 (projeção do IBGE). Como não há informação pública e consolidada sobre quais CPFs pertencem a pessoas já falecidas, aplicou-se um redutor de CPFs, com base na expectativa de mortalidade e nas informações do DataSUS.
  28. 28. 28 INFORMAÇÕES RELEVANTES Este material foi elaborado e publicado pelo SPC Brasil e tem como único objetivo prover informações sobre os indicadores econômicos produzidos pela Organização. Todos os dados desta publicação foram apurados criteriosamente por profissionais qualificados, a partir de fontes públicas e privadas, não tendo o SPC Brasil qualquer gerência e/ou responsabilidade sobre tais informações. O conteúdo deste documento, eventualmente, poderá apresentar opiniões e análises realizadas pelos profissionais responsáveis no momento da divulgação e poderá estar sujeito a alterações, a qualquer momento, sem aviso prévio. Os dados apresentados neste material poderão representar projeções de variáveis econômicas, elaboradas criteriosamente a partir de dados disponíveis no momento de sua elaboração, tendo em vista o cenário econômico atual macroeconômico. O SPC Brasil não se responsabiliza por eventuais alterações em suas projeções, análises e/ou por desvios de suas projeções em relação às fontes consultadas. Todos os dados apresentados nesse relatório têm caráter meramente informativo, sendo que o SPC Brasil não concede nenhuma segurança ou garantia, seja de forma expressa ou implícita, pela utilização dos mesmos para fins de avaliação ou tomada de decisão por seu consulente. Desta forma, o SPC Brasil não se responsabiliza por nenhuma consequência ou perda, patrimonial ou extrapatrimonial, decorrentes do uso de quaisquer dados ou análises desta publicação, sendo isento de todas as responsabilidades decorrentes do uso deste material. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial desta publicação, sob as penas da lei, exceto com autorização prévia e expressa do SPC Brasil ou com a citação integral da fonte. Sobre a CNDL Fundada em 1960, a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), é a mais antiga entidade representativa do comércio lojista. Reunindo as federações (representação local nos Estados) e câmaras de dirigentes lojistas (representação local nos municípios), a instituição tem como missão a defesa e o fortalecimento da livre iniciativa. Sobre o SPC Brasil O SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) é o sistema de informações da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), constituindo-se no maior banco de dados da América Latina em informações creditícias sobre pessoas físicas e jurídicas. A capilaridade alcançada pelo SPC Brasil é a mais representativa do setor. Sua base de dados reúne informações de todos os segmentos da economia nas 27 unidades da Federação. O SPC Brasil reúne informações creditícias de praticamente todos os CPFs do Brasil, estejam eles em situação de inadimplência ou não. Os serviços e soluções oferecidos pelo SPC Brasil auxiliam empresas a proteger-se de prejuízos, maximizar seus lucros e a promover ações de vendas e recuperação de crédito, incluindo prospecção de negócios e gestão de carteira.

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