Este documento discute o uso da zombaria como uma arma antifeminista para ridicularizar e diminuir as mulheres que lutavam por direitos e desafiavam os papéis de gênero tradicionais. Ele explora exemplos históricos de como a zombaria foi usada contra feministas, desde a Grécia Antiga até o período da contracultura de 1960-1980 no Brasil, quando publicações como O Pasquim ridicularizaram militantes feministas.