Este documento discute como a historiografia do cinema brasileiro tratou das "Chanchadas" dos anos 1950, baseando-se nas críticas da época que estabeleciam fronteiras rígidas entre o trágico e o cômico, relegando a comédia a um plano secundário. Isso reproduziu uma tradição ocidental que valoriza a tragédia em detrimento do cômico, influenciada por Aristóteles. O artigo argumenta que é preciso reinterpretar as comédias levando em conta essas questões e