Prof. Dr. Harold Gordon Fowler
   popecologia@hotmail.com
Ecossistema
Do Serengeti
                          KENYA




               TANZANIA
O Serenegti é um ecossistema de planalto..
..e bosques de savana
O Serengeti é sazonal com períodos de chuva
…e períodos secos
Os atores
 Connochaetus tarinus   Loxodonta africanus   Damaliscus topi




Aepyceros melampus
                                              Syncerus caffer
Os atores                Lycaon pictus
               Morbillvirus




Homo sapiens



                              Panthera leo
Populações
A regulação das populações de
Connochaetus taurinus
Connochaetus taurinus é a espécie dominante
desse ecossistema
..usando o altiplano na época chuvosa..
..e migrando aos bosques na época seca
Padrões de migração de Connochaetus taurinus
A regulação da
      população de
     Connochaetus
        taurinus
•   O que ocasionou o aumento?
Incidência de Morbillvirus no
                             Serengeti

                   100
% com anticorpos




                   80                Connochaetus
                                     taurinus
                   60

                   40                     Syncerus
                                          Bufalo
                                           caffer
                   20

                    0
                    1955     1960         1965       1970
                                    Ano
A população de Connochaetus tarinus
do Serengeti aumentou e ficou quase
              estável
                          1800      Morbillvirus
                                    eliminado
   Connochaetus tarinus




                          1500
                                                                         K?
         (x 1000)




                          1200

                          900

                          600

                          300

                            0
                             1950   1960     1970   1980   1990   2000
População de Connochaetus tarinus
no Serengeti



                        0,20                  y = -8,795ln(x) + 66,778
                                                     R² = 0,3805

                        0,10
      Taxa de aumento




                                                                         r
                        0,00

                        -0,10

                        -0,20
                             1950 1960 1970 1980 1990 2000

                                        Ano
População de Connochaetus tarinus
no Serengeti


                           0,20
                                              y = -0,0002x + 0,18
         Taxa de aumento   0,10                   R² = 0,6772

                           0,00

                           -0,10

                           -0,20
                                   0      500     1000     1500
                                       População x1000
População de Connochaetus tarinus
no Serengeti
                                            y = -2E-07x2 + 0,0002x + 0,0581
                     0,20                             R² = 0,7944
   Taxa de aumento




                     0,10


                     0,00


                     -0,10


                     -0,20
                             0        500          1000           1500

                                 População x1000
População de Connochaetus tarinus
no Serengeti


                     0,20
   Taxa de aumento




                     0,10


                     0,00


                     -0,10


                     -0,20
                             0    500            1000   1500
                                 População x1000
Mudança do tamanho populacional (N)
    Um exemplo de crescimento quase
    logístico
        Crescimento Populacional do Búfalo
        Africano, Syncerus caffer
   Ao eliminar a doença rinder            A população de búfalo se
   pest,da Seregetei, a população         estabelece dentro de uma
   de búfalo cresceu                      década
    Número de búfalos




                        Eliminação de
                        Rinder Pest




                                   Anos
A regulação da
   população de
Connochaetus tarinus
A eliminação da doença exótica
Morbillvirus permitiu um aumento
da população

Por que ficou estável?
O alimento da estação seca per capita do
Connochaetus tarinus regula a população
              no Serengeti

                                   350
 Kg alimento/mês na estação seca




                                   300
                                   250
                                   200
                                   150
                                   100
                                   50
                                    0
                                     1960   1970   1980   1990   2000
Retroalimentação e o
regulação dos ecossistemas

Connochaetus tarinus é regulado pelo alimento.
Essa retroalimentação negativa sinaliza que
o sistema pode se autoregular e que o
 manejo do ecossistema não é sempre necessário
Interações complexa e
 mudança natural: efeitos
  indiretos do ambiente



A extensão de incêndios nos pastos foi monitorado
durante os últimos 40 anos com um declínio recente
de extensão..
Área do Serengeti queimada na estação seca



                        100
                         90
                         80
      % Area Queimada




                         70
                         60
                         50
                         40
                         30
                         20
                         10
                          0
                           1960   1970   1980   1990   2000
                                         Ano
Os elefantes começam a experimentar
       crescimento populacional


                                  3500
  Número de Loxodonta africanus




                                  3000

                                  2500

                                  2000

                                  1500

                                  1000

                                  500

                                    0
                                     1950   1960   1970   1980   1990   2000
Padrão de Precipitação anual por estação
seca e molhada
                                                 Ano        Chuviosa
                 120
                                      109
                 100                                                                 100
                                                 92
                                                                 86
    Chuva (mm)




                  80
                            72                                        75
                                 65
                  60 63                                62 61               61
                                                                                56
                                            52
                  40                                        40
                            30                                             30 27
                                                                 26 25
                  20                                   18
                       12               11
                                 7 10 9
                   0
                    1965                     1970                      1975                1980
                                                            Ano
Sobrevivência de plantulas
                                  1977-1969      1974-1977
      100


             90


             80


             70


             60
  Sobrevivência




             50


             40


             30


             20


             10


                  0
                      0   3   6     9         12        15   18   21   24
                                        Idade (meses)
O aumento de Connochaetus tarinus
está relacionada negativamente com a área
                queimada
                       100


                        80
     % área queimada




                        60


                        40


                        20


                        0
                             0        500      1000      1500     2000
                                 Número de Connochaetus tarinus
                                            (X 1000)
Interações complexas entre
  Connochaetus tarinus e o
         ambiente


A extensão de incêndios nos pastos diminuiu
a um valor mínimo de 10-20% na década de 1980

Devido ao aumento de pastoreio produzido
 pela alta densidade de wildebeest
1980
                1986




       Savana
1991            2003
Densidade de Árvores no Serengtei
A taxa instantânea de mudança de densidade de árvores
aumentou acentuadamente na década de 1980 e 1990
                                    0,6
       Taxa de mudança de árvores



                                    0,5
                                    0,4
                                    0,3
                                    0,2
                                    0,1
                                    0,0
                                    -0,1
                                    -0,2
                                        1920 1930 1940 1950 1960 1970 1980 1990 2000 2010
A densidade relativa de árvores




                                1,0
                                0,9
Densidade relativa de árvores




                                0,8
                                0,7
                                0,6
                                0,5
                                0,4
                                0,3
                                0,2
                                0,1
                                0,0
                                   1960   1970   1980   1990   2000   2010
Densidade relativa de arvores

                       Densidade relativa 1920 - 2000

              1,6
              1,4
              1,2
  Proporção




               1
              0,8
              0,6
              0,4
              0,2
               0
                1920   1940     1960     1980    2000   2020
Interações complexas
      entre o Connochaetus
      tarinus e o ambiente
Existe uma interação dos
componentes bióticos e abióticos
com os bióticos com influencia sobre
o abiótico
A queda de queimadas de árvores aumento o
recrutamento de árvores na savana e nos
bosques
Interações complexas
 da mudança natural:
  efeitos indiretos do
       ambiente
Existe uma interação dos componentes
bióticos e abióticos com os bióticos com
Influencia sobre o abiótico
Exemplos da
 mudança natural: A
    interação entre
  elefantes e árvores
Os bosques na savana da África
diminuíram rapidamente na década
de 1960
Árvores e a
       predação por
  Loxodonta africanus
Na década de 1960, Loxodonta africanus
Foi culpado pelo declínio de árvores
maduros de Acácia
nas savanas da África.

    - redução do número de elefantes
Loxodonta africanus derruba árvores maduras e foi
culpado pelo declínio de árvores
Árvores e a predação
por Loxodonta africanus
Na década de 1970 – fogo em vez de
elefantes foi a causa principal do
declínio (Norton-Griffiths)

Os elefantes têm outro papel quando se
alimentam de plântulas
Dublin observou que os elefantes eliminaram quase
todas as plântulas
Recrutas da árvores e número de
      elefantes na Mara
  Ln (recrutas de árvores)
                             3,0
 Ln (Seedling recruits)

                             2,0
                             1,0        1960
                             0,0
                             -1,0                             1980
                             -2,0
                             -3,0
                             -4,0
                                    0    20     40     60    80       100
                                         % Elephant Population
                                        % da População de Elefantes
Árvores e a predação por
             elefantes
Na década de 1980 – evidencia experimental
(Holly Dublin) do que os elefantes em densidades
altas, como na Mara, inibem a regeneração

      -Os elefantes mantêm o pasto estável
Retirada de elefantes no Serengeti por caça
ilegal na década de 1980 mas não na Mara…..
População de Elefantes do Serengeti


         80000             Caça Ilegal

                                         Leis
         60000                           De marfim
Número




         40000



         20000



            0
             1950   1970      1990           2010
Ajudou a regeneração
desde 1980 no Serengeti
(mas não em Mara)
..com muito alimento para os elefantes desde 1990
..e uma reprodução elevada no
Serengeti
Estados múltiplos de populações de
                               árvores no Serengeti
                         35
Cobertura de árvores %

                         30                 1990s
                         25
     % Tree cover




                                  1950s
                         20

                         15
                                  Poaching
                                  Caça ilegal
                         10
                                                       Fogo
                                                         Fire

                          5            1970s,80s
                          0
                              0      1000           2000        3000

                                  Número de Numbers
                                    Elephant Elefantes
Triangulo de Mara 1944
1983
Serengeti - Mara 2005


                 TANZANIA


KENYA
Árvores e a predação por
            elefantes

No Serengeti, a redução dos incêndios
(por herbívora) permitiu a regeneração de árvores e
o retorno ao estado de bosque se os elefantes
tinham uma densidade inicial baixa.

Atualmente, a densidade de elefantes é elevada
com muitos árvores

Em Mara, as altas densidades de elefantes
continuam manter o sistema em estado de pastos

Resulta em estados múltiplos de vegetação
A interação de
      elefantes e árvores
Os dados de larga duração da abundância de árvores e
herbívoros permitem uma interpretação das
perturbações naturais (experimentos naturais) como a
caça ilegal e a queimada dos pastos.

Essas perturbações não são previsíveis!
A interação de leões com
        árvores
O número de leões nos bosques do Serengeti
continuou aumentar após o wildebeest
atingir níveis estáveis
                   350                                                   lion
                                                                          leão                1600
                                                                         wildebeest
                   300                                                                        1400


                                                                                              1200
                   250
   Lion de leões
Número number




                                                                                              1000
                   200
                                                                                              800
                   150
                                                                                              600

                   100
                                                                                              400

                    50                                                                        200


                     0                                                                        0
                     1955   1960   1965   1970   1975   1980   1985   1990   1995   2000   2005
O número de leões dos bosques do Serengeti
entrou em colapso devido a vírus de cães
domésticos
                   0,15                                            0,15


                   0,10                                              0,1


                   0,05
          r leão


                                                                   0,05




                                                          r lion
                   0,00                                               0
                                                                           4

                   -0,05                                           -0,05


                   -0,10                                            -0,1
                           0   100        200      300              400

                                     População de Leões
O número de leões dos bosques do Serengeti
entrou em colapso devido a vírus de cães
domésticos

                                 Wildebeest per capita de leão

                 0,15


                   0,1


                 0,05
        r leão




                    0
                         4   5           6             7         8

                 -0,05


                  -0,1
                                             Wildbeest / leão
O número de leões dos bosques do Serengeti
entrou em colapso devido a vírus de cães
domésticos
                    0,15


                    0,10


                    0,05
           r leão




                    0,00


                    -0,05


                    -0,10
                            0         500         1000            1500
                                População de Wildebeest (x1000)
O Aumento da Vegetação na Savana


Usada pelos leões para caçar
- Muda a resposta funcional do predador
- melhora a capacidade do predador caçar presa
- resultou num aumento de predadores
  e diminuição das presas residentes
A interação de leões com
           árvores




As mudanças demonstram um efeito de acima por
Embaixo dos predadores sobre partes do sistema
Exemplos de mudança
    não natural


  O efeito da caça excessiva
Mudança de Syncerus
                                              caffer 1890-2003

         80000                                                Observado
                                                              Observed
                                                              Registrado
                                                              Reported
         70000

         60000
                                   retirada            Caça Ilegal
         50000
Número
Number




                    A grande
         40000      Epizootica de
         30000
                    Morbillvirus

         20000

         10000

             0
             1890    1910   1930      1950      1970   1990      2010

Dados de Sinclair e Mduma
Exemplos de mudança não
           natural:



O efeito da transferência de doenças de áreas
humanas a vida silvestre:

O exemplo de vírus sobre leões e cães selvagens
O número de leões dos bosques do Serengeti
entrou em colapso devido a vírus de cães
domésticos
                       350                                                            1600


                       300                                                            1400




                                                                  Wildebeest x 1000
                                                                                      1200
                       250

                                                                                      1000
     Número de leões




                       200
                                                                                      800
                       150
                                                                                      600

                       100                   EPIDEMIA                                 400
                                             DE VIRUS
                       50                                                             200

                        0                                                 0
                        1950   1960   1970   1980   1990   2000        2010
O último Lycaon pictus
do ecossistema do
Serengeti, 1992
Lycaon pictus do Serengeti sofreu
epidemias de vírus desde 1966

         120

                        y = -30,41ln(x) + 110,78
         100
                              R² = 0,7992

         80
Número
Número




         60

         40

         20

          0
Exemplos de mudança não
          natural:



Dados de larga duração proporcionam
evidencias dos efeitos lentos
(freqüentemente não percebidos) do
Homem sobre os ecossistemas naturais,
como caça ilegal, doenças e outros
Os efeitos da perturbação
 produzida pelo Homem sobre
         os ecossistemas



A diversidade de aves e insetos na
agricultura: comparação de áreas
protegidas com ecossistemas humanos
vizinhos no Serengeti
Estimativas por rarefação do número de espécies de
aves: 50% das espécies desaparecem na agricultura

                              70

                              60
                                               Savana
         Número de Espécies
                              50

                              40

                              30

                              20
                                                Agricultura
                              10

                               0
                                   0   200       400       600   800
                                             Individuais
Abundância de insetos por bandeja em
    pastos, savana e agricultura
                        30
                                              Plains
                        25                    Savanna 1
                                              Savanna 2
    Números/armadilha



                        20                    Village 1
                                              Village 2
                        15

                        10

                         5

                         0
                             FLIES   HOMOPT   WASP
Número de espécies de inseto por bandeja em
      pastos, savanas e agricultura
    a
                         14 Pastagem    Savana 1    Savana 2   Agricola 1   Agricola 2

                         12
    Número de Espécies




                         10

                         8

                         6

                         4

                         2

                         0
                                 DIPT              HOMO         WASP
Densidade de insetos em savanas e
           agricultura

           b                 Agricultura   Savana
                 40

                 35

                 30

                 25
     Dedensida




                 20

                 15

                 10

                  5

                  0
                      Chão           Arbusto        Arvore
                             Vegetação
Densidade de insetos em savanas e
           agricultura

                                 Série1   Série2
      a           60

                  50

                  40
      Densidade




                  30

                  20

                  10

                  0
                       Insects                       Seed / Fruit

                                  Tipo de Alimento
Os efeitos da perturbação
antrópica sobre os ecossistemas


As áreas protegidas servem como
referencias.
São necessárias para detectar o
impacto do Homem (pseudo-replicação)
É?
   Áreas protegidas mudam naturalmente por
    eventos naturais e pela sucessão natural.
   Essas mudanças podem ter consequências
    indiretas sobre o resto do ecossistema
   Estados múltiplos de combinações de espécies
    podem ocorrer naturalmente
   As mudanças naturais ocorrem em períodos longos
    de tempo, e o manejo não deve ser formulado
    para manter um estado estável.
   As mudanças produzidas pelo Homem podem ser
    detectadas pela comparação de áreas dentro e
    fora das área protegidas. O manejo deve
    mitigar essas mudanças dentro das áreas
    protegidas.
   O monitoramento de mudanças de larga duração é
    necessário para interpretar eventos não
    previsíveis
E chegamos ao...
Populações
         Fim

Wildebeest

  • 1.
    Prof. Dr. HaroldGordon Fowler popecologia@hotmail.com
  • 2.
  • 4.
    O Serenegti éum ecossistema de planalto..
  • 5.
  • 6.
    O Serengeti ésazonal com períodos de chuva
  • 7.
  • 8.
    Os atores Connochaetustarinus Loxodonta africanus Damaliscus topi Aepyceros melampus Syncerus caffer
  • 9.
    Os atores Lycaon pictus Morbillvirus Homo sapiens Panthera leo
  • 10.
    Populações A regulação daspopulações de Connochaetus taurinus
  • 11.
    Connochaetus taurinus éa espécie dominante desse ecossistema
  • 12.
    ..usando o altiplanona época chuvosa..
  • 13.
    ..e migrando aosbosques na época seca
  • 14.
    Padrões de migraçãode Connochaetus taurinus
  • 15.
    A regulação da população de Connochaetus taurinus • O que ocasionou o aumento?
  • 16.
    Incidência de Morbillvirusno Serengeti 100 % com anticorpos 80 Connochaetus taurinus 60 40 Syncerus Bufalo caffer 20 0 1955 1960 1965 1970 Ano
  • 17.
    A população deConnochaetus tarinus do Serengeti aumentou e ficou quase estável 1800 Morbillvirus eliminado Connochaetus tarinus 1500 K? (x 1000) 1200 900 600 300 0 1950 1960 1970 1980 1990 2000
  • 18.
    População de Connochaetustarinus no Serengeti 0,20 y = -8,795ln(x) + 66,778 R² = 0,3805 0,10 Taxa de aumento r 0,00 -0,10 -0,20 1950 1960 1970 1980 1990 2000 Ano
  • 19.
    População de Connochaetustarinus no Serengeti 0,20 y = -0,0002x + 0,18 Taxa de aumento 0,10 R² = 0,6772 0,00 -0,10 -0,20 0 500 1000 1500 População x1000
  • 20.
    População de Connochaetustarinus no Serengeti y = -2E-07x2 + 0,0002x + 0,0581 0,20 R² = 0,7944 Taxa de aumento 0,10 0,00 -0,10 -0,20 0 500 1000 1500 População x1000
  • 21.
    População de Connochaetustarinus no Serengeti 0,20 Taxa de aumento 0,10 0,00 -0,10 -0,20 0 500 1000 1500 População x1000
  • 22.
    Mudança do tamanhopopulacional (N) Um exemplo de crescimento quase logístico Crescimento Populacional do Búfalo Africano, Syncerus caffer Ao eliminar a doença rinder A população de búfalo se pest,da Seregetei, a população estabelece dentro de uma de búfalo cresceu década Número de búfalos Eliminação de Rinder Pest Anos
  • 23.
    A regulação da população de Connochaetus tarinus A eliminação da doença exótica Morbillvirus permitiu um aumento da população Por que ficou estável?
  • 24.
    O alimento daestação seca per capita do Connochaetus tarinus regula a população no Serengeti 350 Kg alimento/mês na estação seca 300 250 200 150 100 50 0 1960 1970 1980 1990 2000
  • 25.
    Retroalimentação e o regulaçãodos ecossistemas Connochaetus tarinus é regulado pelo alimento. Essa retroalimentação negativa sinaliza que o sistema pode se autoregular e que o manejo do ecossistema não é sempre necessário
  • 26.
    Interações complexa e mudança natural: efeitos indiretos do ambiente A extensão de incêndios nos pastos foi monitorado durante os últimos 40 anos com um declínio recente de extensão..
  • 27.
    Área do Serengetiqueimada na estação seca 100 90 80 % Area Queimada 70 60 50 40 30 20 10 0 1960 1970 1980 1990 2000 Ano
  • 28.
    Os elefantes começama experimentar crescimento populacional 3500 Número de Loxodonta africanus 3000 2500 2000 1500 1000 500 0 1950 1960 1970 1980 1990 2000
  • 29.
    Padrão de Precipitaçãoanual por estação seca e molhada Ano Chuviosa 120 109 100 100 92 86 Chuva (mm) 80 72 75 65 60 63 62 61 61 56 52 40 40 30 30 27 26 25 20 18 12 11 7 10 9 0 1965 1970 1975 1980 Ano
  • 30.
    Sobrevivência de plantulas 1977-1969 1974-1977 100 90 80 70 60 Sobrevivência 50 40 30 20 10 0 0 3 6 9 12 15 18 21 24 Idade (meses)
  • 31.
    O aumento deConnochaetus tarinus está relacionada negativamente com a área queimada 100 80 % área queimada 60 40 20 0 0 500 1000 1500 2000 Número de Connochaetus tarinus (X 1000)
  • 32.
    Interações complexas entre Connochaetus tarinus e o ambiente A extensão de incêndios nos pastos diminuiu a um valor mínimo de 10-20% na década de 1980 Devido ao aumento de pastoreio produzido pela alta densidade de wildebeest
  • 33.
    1980 1986 Savana 1991 2003
  • 34.
    Densidade de Árvoresno Serengtei A taxa instantânea de mudança de densidade de árvores aumentou acentuadamente na década de 1980 e 1990 0,6 Taxa de mudança de árvores 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 0,0 -0,1 -0,2 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1980 1990 2000 2010
  • 35.
    A densidade relativade árvores 1,0 0,9 Densidade relativa de árvores 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 0,0 1960 1970 1980 1990 2000 2010
  • 36.
    Densidade relativa dearvores Densidade relativa 1920 - 2000 1,6 1,4 1,2 Proporção 1 0,8 0,6 0,4 0,2 0 1920 1940 1960 1980 2000 2020
  • 37.
    Interações complexas entre o Connochaetus tarinus e o ambiente Existe uma interação dos componentes bióticos e abióticos com os bióticos com influencia sobre o abiótico A queda de queimadas de árvores aumento o recrutamento de árvores na savana e nos bosques
  • 38.
    Interações complexas damudança natural: efeitos indiretos do ambiente Existe uma interação dos componentes bióticos e abióticos com os bióticos com Influencia sobre o abiótico
  • 39.
    Exemplos da mudançanatural: A interação entre elefantes e árvores Os bosques na savana da África diminuíram rapidamente na década de 1960
  • 41.
    Árvores e a predação por Loxodonta africanus Na década de 1960, Loxodonta africanus Foi culpado pelo declínio de árvores maduros de Acácia nas savanas da África. - redução do número de elefantes
  • 42.
    Loxodonta africanus derrubaárvores maduras e foi culpado pelo declínio de árvores
  • 43.
    Árvores e apredação por Loxodonta africanus Na década de 1970 – fogo em vez de elefantes foi a causa principal do declínio (Norton-Griffiths) Os elefantes têm outro papel quando se alimentam de plântulas
  • 44.
    Dublin observou queos elefantes eliminaram quase todas as plântulas
  • 45.
    Recrutas da árvorese número de elefantes na Mara Ln (recrutas de árvores) 3,0 Ln (Seedling recruits) 2,0 1,0 1960 0,0 -1,0 1980 -2,0 -3,0 -4,0 0 20 40 60 80 100 % Elephant Population % da População de Elefantes
  • 46.
    Árvores e apredação por elefantes Na década de 1980 – evidencia experimental (Holly Dublin) do que os elefantes em densidades altas, como na Mara, inibem a regeneração -Os elefantes mantêm o pasto estável
  • 47.
    Retirada de elefantesno Serengeti por caça ilegal na década de 1980 mas não na Mara…..
  • 48.
    População de Elefantesdo Serengeti 80000 Caça Ilegal Leis 60000 De marfim Número 40000 20000 0 1950 1970 1990 2010
  • 49.
    Ajudou a regeneração desde1980 no Serengeti (mas não em Mara)
  • 50.
    ..com muito alimentopara os elefantes desde 1990
  • 51.
    ..e uma reproduçãoelevada no Serengeti
  • 52.
    Estados múltiplos depopulações de árvores no Serengeti 35 Cobertura de árvores % 30 1990s 25 % Tree cover 1950s 20 15 Poaching Caça ilegal 10 Fogo Fire 5 1970s,80s 0 0 1000 2000 3000 Número de Numbers Elephant Elefantes
  • 53.
  • 54.
  • 55.
    Serengeti - Mara2005 TANZANIA KENYA
  • 56.
    Árvores e apredação por elefantes No Serengeti, a redução dos incêndios (por herbívora) permitiu a regeneração de árvores e o retorno ao estado de bosque se os elefantes tinham uma densidade inicial baixa. Atualmente, a densidade de elefantes é elevada com muitos árvores Em Mara, as altas densidades de elefantes continuam manter o sistema em estado de pastos Resulta em estados múltiplos de vegetação
  • 57.
    A interação de elefantes e árvores Os dados de larga duração da abundância de árvores e herbívoros permitem uma interpretação das perturbações naturais (experimentos naturais) como a caça ilegal e a queimada dos pastos. Essas perturbações não são previsíveis!
  • 58.
    A interação deleões com árvores
  • 59.
    O número deleões nos bosques do Serengeti continuou aumentar após o wildebeest atingir níveis estáveis 350 lion leão 1600 wildebeest 300 1400 1200 250 Lion de leões Número number 1000 200 800 150 600 100 400 50 200 0 0 1955 1960 1965 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005
  • 60.
    O número deleões dos bosques do Serengeti entrou em colapso devido a vírus de cães domésticos 0,15 0,15 0,10 0,1 0,05 r leão 0,05 r lion 0,00 0 4 -0,05 -0,05 -0,10 -0,1 0 100 200 300 400 População de Leões
  • 61.
    O número deleões dos bosques do Serengeti entrou em colapso devido a vírus de cães domésticos Wildebeest per capita de leão 0,15 0,1 0,05 r leão 0 4 5 6 7 8 -0,05 -0,1 Wildbeest / leão
  • 62.
    O número deleões dos bosques do Serengeti entrou em colapso devido a vírus de cães domésticos 0,15 0,10 0,05 r leão 0,00 -0,05 -0,10 0 500 1000 1500 População de Wildebeest (x1000)
  • 63.
    O Aumento daVegetação na Savana Usada pelos leões para caçar - Muda a resposta funcional do predador - melhora a capacidade do predador caçar presa - resultou num aumento de predadores e diminuição das presas residentes
  • 65.
    A interação deleões com árvores As mudanças demonstram um efeito de acima por Embaixo dos predadores sobre partes do sistema
  • 66.
    Exemplos de mudança não natural O efeito da caça excessiva
  • 67.
    Mudança de Syncerus caffer 1890-2003 80000 Observado Observed Registrado Reported 70000 60000 retirada Caça Ilegal 50000 Número Number A grande 40000 Epizootica de 30000 Morbillvirus 20000 10000 0 1890 1910 1930 1950 1970 1990 2010 Dados de Sinclair e Mduma
  • 68.
    Exemplos de mudançanão natural: O efeito da transferência de doenças de áreas humanas a vida silvestre: O exemplo de vírus sobre leões e cães selvagens
  • 69.
    O número deleões dos bosques do Serengeti entrou em colapso devido a vírus de cães domésticos 350 1600 300 1400 Wildebeest x 1000 1200 250 1000 Número de leões 200 800 150 600 100 EPIDEMIA 400 DE VIRUS 50 200 0 0 1950 1960 1970 1980 1990 2000 2010
  • 70.
    O último Lycaonpictus do ecossistema do Serengeti, 1992
  • 71.
    Lycaon pictus doSerengeti sofreu epidemias de vírus desde 1966 120 y = -30,41ln(x) + 110,78 100 R² = 0,7992 80 Número Número 60 40 20 0
  • 72.
    Exemplos de mudançanão natural: Dados de larga duração proporcionam evidencias dos efeitos lentos (freqüentemente não percebidos) do Homem sobre os ecossistemas naturais, como caça ilegal, doenças e outros
  • 73.
    Os efeitos daperturbação produzida pelo Homem sobre os ecossistemas A diversidade de aves e insetos na agricultura: comparação de áreas protegidas com ecossistemas humanos vizinhos no Serengeti
  • 74.
    Estimativas por rarefaçãodo número de espécies de aves: 50% das espécies desaparecem na agricultura 70 60 Savana Número de Espécies 50 40 30 20 Agricultura 10 0 0 200 400 600 800 Individuais
  • 75.
    Abundância de insetospor bandeja em pastos, savana e agricultura 30 Plains 25 Savanna 1 Savanna 2 Números/armadilha 20 Village 1 Village 2 15 10 5 0 FLIES HOMOPT WASP
  • 76.
    Número de espéciesde inseto por bandeja em pastos, savanas e agricultura a 14 Pastagem Savana 1 Savana 2 Agricola 1 Agricola 2 12 Número de Espécies 10 8 6 4 2 0 DIPT HOMO WASP
  • 77.
    Densidade de insetosem savanas e agricultura b Agricultura Savana 40 35 30 25 Dedensida 20 15 10 5 0 Chão Arbusto Arvore Vegetação
  • 78.
    Densidade de insetosem savanas e agricultura Série1 Série2 a 60 50 40 Densidade 30 20 10 0 Insects Seed / Fruit Tipo de Alimento
  • 79.
    Os efeitos daperturbação antrópica sobre os ecossistemas As áreas protegidas servem como referencias. São necessárias para detectar o impacto do Homem (pseudo-replicação)
  • 80.
    É?  Áreas protegidas mudam naturalmente por eventos naturais e pela sucessão natural.  Essas mudanças podem ter consequências indiretas sobre o resto do ecossistema  Estados múltiplos de combinações de espécies podem ocorrer naturalmente  As mudanças naturais ocorrem em períodos longos de tempo, e o manejo não deve ser formulado para manter um estado estável.  As mudanças produzidas pelo Homem podem ser detectadas pela comparação de áreas dentro e fora das área protegidas. O manejo deve mitigar essas mudanças dentro das áreas protegidas.  O monitoramento de mudanças de larga duração é necessário para interpretar eventos não previsíveis
  • 81.
  • 82.