Agosto 2012
Horácio Soares
horacio@digitalacesso.com
horacio.soares@internativa.com.br
facebook.com/internativabrasil
(21) 9925-5404 - @horaciosoares
Acessibilidade
 me lembra?
Acessibilidade
 para quem?
Todos nós...
Quem mais sofre com
     a falta de
  acessibilidade?
Marta e suas amigas…
Analfabeto
         funcional



     Um em cada cinco
   brasileiros (20,3%) é
analfabeto funcional, de
    acordo com a Pnad
(Pesquisa Nacional por
Amostra de Domicílios)
   2009, divulgada pelo
                 IBGE.
                           Homem de costas, sentado de frente para um quadro branco sem nada escrito.
Calvin, pouca
                                   experiência e
                                     medo do
                                    computador
Homem com muito medo olhando por
     cima de um notebook.
The Web is not fully accessible to
                perhaps 2 billion, including people with …

Five groups of people for whom Web accessibility can be challenging:

                 Challenges due to aging    Literate in poorly-supported
 Disabilities                                        languages




         Low literacy          Little experience with technology
E além desses 5
    grupos?
Gabriel compenetrado, olhando para o   Agora ele está olhando e
  monitor e clicando com o mouse.      brincando como teclado.




                     Gabriel, linguagem em
                      desenvolvimento...
Max, com
 tendinite,
 usando o
   mouse
com a mão
  trocada.

              Homem com expressão de desespero, usando o mouse com a mão esquerda
Como o Luli disse no Digitalks no Rio em 2012:




 “Nesse mundo Mobile, somos
todos daltónicos e sofremos do
      Mal de Parkinson”
“design for mobile people,...




...not for mobile device”            Foto: Rosenfield Media
Todos nós na primeira experiência.




   Um criança com camisa social e gravata em frente a um notebook
E finalmente,
 o bilionário
    cego!!!




       Cifrão desenhado com
            moedas douradas
Dilbert fazendo parte do logotipo do Google e falando “eu não posso ver”.




Google, o bilionário cego!!! É apenas um robô
      que indexa conteúdo em texto.
Estatísticas no Brasil
Estatística: segundo IBGE no
Brasil (2000)

  180 milhões de habitantes;

  24,3 milhões de pessoas com deficiência;

  15 milhões de pessoas com mais de 65 anos;

  5,4 milhões de pessoas com mais de 65 anos e que já
  possuem alguma deficiência.
Censo 2010
Dos cerca de 190 milhões de
brasileiros, aqueles com pelo menos
uma deficiência, seja visual, auditiva,
motora ou mental, somam 45 milhões
               (23,9%).
Leis de acessibilidade
Decreto Lei
nº 5.296 (dez/04)
Decreto Lei nº 6.949 (ago/09),
 onde a convenção da ONU
    ganhou força de lei.
Como anda a acessibilidade
    digital no Brasil?
Motivação pelo
     decreto de lei 5296

Resultado: acessibilidade para
         inglês ver.
Estatísticas do W3C

      2,5% em 2010

       5% em 2011

  Sem erros de validação
automática de HTML, CSS e
      acessibilidade.
Acessibilidade Web

E quais são os custos?
•   Curva de aprendizagem
•   Alto custo no redesign
•   Baixo em novos projetos
•   Diminui com tempo
•   Validação
•   Manutenção
•   Melhoria contínua
•   Mudança de cultura
Qual é o custo da
  qualidade?
E os benefícios?
Possibilidade de
 atingir 100% do
     público alvo;
Atender melhor todas as pessoas
Fidelizar clientes




  Homem de terno comemorando
Mais fácil de usar e aprender
Proteção contra
processos pela falta da
    acessibilidade
Manutenção mais
 rápida e barata,
          melhor
  performance…




                    Visualizar os benefícios
                       da acessibilidade
Valorização da
   Diversidade e
Responsabilidade
         Social.




                   Mãos entrelaçadas
Vantagem
                                     competitiva




Mulher com notebook em sinal de ok
Melhoria da
qualidade.




              Mãe e filha felizes na praia dando uma estrela
Um caminho para acessibilidade
 vem da busca pelas melhores
           IDADES
IDADES?
}
Acessibil



                IDADE
}
Acessibil
 Usabil


                IDADE
Comercial
          Mercado Livre
  “Eu compro o
   que quiser, 2011
  senão quiser,
   não compro”
Comercial do Mercado Livre
           2011
}
Acessibil
  Usabil
Simplic

                IDADE
ESPN Brasil– abril 2010
X
ESPN Brasil– abril 2010
10 princípios de UX do Google

Princípio 3. O simples é poderoso.
Em uma interface perfeita para as
pessoas, elas nunca deveriam errar,
 principalmente no mundo mobile…
}
 Acessibil
   Usabil
  Simplic
Interativ
                 IDADE
}
Acessibil
   Usabil
  Simplic
 Interativ
  Veloc          IDADE
X
X
10 princípios de UX do Google

Princípio 2 - cada milisegundo importa.

  Melhor definição de milisegundo?
}
    Acessibil
       Usabil
      Simplic
     Interativ
        Veloc
                     IDADE
Encontrabil
}
  Acessibil
     Usabil
    Simplic
   Interativ
      Veloc
Encontrabil
                   IDADE
   Atrativ
10 princípios de UX do Google

Princípio 8 – agrade aos olhos sem
          distrair a mente
}
  Acessibil
     Usabil
    Simplic
   Interativ
      Veloc
Encontrabil
                   IDADE
     Atrativ
       Util
10 princípios de UX do Google

Princípio 1 – foque nas pessoas: suas
       vidas, trabalho, sonhos.
Case apresentado por Rodrigo Tigre, POPULIS - Content Marketing Digitalks Rio de Janeiro Abril2012
Case apresentado por Rodrigo Tigre, POPULIS - Content Marketing Digitalks Rio de Janeiro Abril2012
Case apresentado por Rodrigo Tigre, POPULIS - Content Marketing Digitalks Rio de Janeiro Abril2012
Observação e identificação de
      um problema...
Case apresentado por Rodrigo Tigre, POPULIS - Content Marketing Digitalks Rio de Janeiro Abril2012
Case apresentado por Rodrigo Tigre, POPULIS - Content Marketing Digitalks Rio de Janeiro Abril2012
}
  Acessibil
     Usabil
    Simplic
   Interativ
      Veloc
Encontrabil
                   IDADE
     Atrativ
        Util
     Facil
Acessibil
  Usabil
Simplic
}
  Acessibil
     Usabil
    Simplic
   Interativ
      Veloc
Encontrabil
                   IDADE
     Atrativ
        Util
       Facil
 Portabil
         …
A melhor idade vem da:




}
     Investigação
     Observação
     Colaboração
        Análise
       Avaliação
       Validação
By Erico Fileno
Diretrizes de acessibilidade
Recomendações para acessibilidade do
    conteúdo da Web 1.0 e 2.0 do W3C
WCAG Web Content Accessibility Guidelines

 WCAG 1.0 – 05 de maio de 1999
Em português:
http://www.utad.pt/wai/wai-pageauth.html



 WCAG 2.0 – 11 de dezembro de 2008
http://www.ilearn.com.br/TR/WCAG20/
EMAG 3.0
http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/e-MAG
Iniciativas de
Acessibilidade
W3C – WAI
      Web Accessibility Initiative
1.WCAG (Web Content Accessibility
   Guidelines) recomendações para
   acessibilidade do conteúdo da Web.
2.UAAG
3.ATAG
4.ARIA

Imagem de bonecos representando pessoas de mãos dadas .
W3C – WAI
   Web Accessibility Initiative
1.WCAG
2.UAAG (The User Agent Accessibility
   Guidelines) diretrizes de
   acessibilidade para navegadores e
   tecnologias assistivas.
3.ATAG
4.ARIA
W3C – WAI
   Web Accessibility Initiative
1.WCAG
2.UAAG
3.ATAG (Authoring Tool Accessibility
   Guidelines) ferramentas de criação
   de páginas/conteúdo Web.
4.ARIA
W3C – WAI
   Web Accessibility Initiative
1.WCAG
2.UAAG
3.ATAG
4.ARIA (Accessible Rich Internet
   Applications) Aplicações Internet
   Ricas e Acessíveis.
Principais barreiras de
    acessibilidade
Imagens

Recomendação 1.1 Alternativas em Texto
(Referências no WCAG 1.0 e WCAG 2.0) :
Fornecer alternativas em texto para qualquer
conteúdo não textual.
Imagens



Obs.: Deve ser fornecido um equivalente textual
   para a imagens. A descrição deve ser a
          melhor e menor possível.
Imagens e links




<a href=¨#¨>                </a>
Imagens e links

              <a href=¨#¨>
          <img src='http://[…]xxx.jpg'

alt=“70 Anos de Pelé – fotos e vídeos”
          width='XXX' height='XXX' />


                    </a>
Imagem com descrição ineficiente




Banner do MCA - Módulo Criança e Adolescente
 onde a descrição da imagem é apenas a sigla
                   “MCA”.
Elementos sem descrição textual
adequada (imagens, flash, etc.)
Links
Links: identificação de destino
Recomendação 13.1 (Referência no WCAG 1.0):
Identifique claramente o alvo de cada link.
Recomendação 2.4 Navegável (Referência no
WCAG 2.0 – critério 2.4.4 Finalidade do link):
Fornecer formas de ajudar os usuários a navegar,
localizar conteúdos e determinar o local onde
estão.
Links
“Clique aqui”, “Saiba mais”, “veja
 Mais”… 41.700.000 respostas
  para “clique aqui” no Google.
Links



          Saída
        acessível
Links


       Link no título da chamada
            com cara de link.

S
Links


        Title aplicado ao link.

S
Se ao entrar no link o usuário for
    desligado do site corrente.
- Links que abrem novos sites sem que o usuário
        note que foi levado para outro site.
... <li>
<a href="http://.../serialization/">
<span lang="en">Building Accessible
Websites</span>.
<img src="novo_site.gif" alt="abre novo
site">
</a><br>
Excelente livro em inglês - versão digital.
</li> ...
Se ao entrar no link o usuário for
desligado do site corrente em uma
           nova janela.
- Essa prática não é recomendada pelo W3C.
 Links que abrem em nova janela sem que o
             usuário seja avisado.
... <li>
<a href="http://.../serialization/">
<span lang="en">Building Accessible
Websites</span>.
<img src="novo_site.gif" alt="novo site em
nova janela">
</a><br>
Excelente livro em inglês - versão digital.
</li> ...
Links para formatos diferentes do
               HTML.
- Links para arquivos em PDF, DOC, XLS, PNG,
entre outros, sem a devida descrição do tipo de
   arquivo que será baixado e seu tamanho.
                        
Quando não se tem ideia:
         Clique aqui

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Quando somos surpreendidos:
        Conheça a legislação

      Leia o manual do produto
Quando falta informação:
    Faça download da legislação



   Baixe aqui o manual do produto
Sem surpresas!
 Faça download da legislação (formato doc, 1.32 mb)


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Sem surpresas e poluição
     Faça download da legislação


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Sem surpresas e poluição
     Faça download da legislação
                  Formato DOC - 1.32 Mb

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Sem surpresas e poluição
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                                        Formato PDF - 2.47 Mb
Recomendações:
●
    A informação pode estar escondida, mas deve aparecer quando o elemento
    ganhar foco com o mouse ou teclado. Essa recomendação não é válida para
    MOBILE.
●
    Informações relevantes não devem ser incluídas via atribulo TITLE.
O Mundo ideal!
Baixe aqui o manual do produto (formato pdf, 2.47 mb)

Baixe aqui o manual do produto (formato doc, 2.84 mb)

Baixe aqui o manual do produto (formato html, 1.24 mb)

Baixe aqui o manual do produto (formato txt, 705 kb)
Mundo ideal sem poluição
Manual do produto
Para baixar:

Selecione um formato     Baixar o Manual
  PDF – tamanho 1.5 Mb

  HTML – tamanho 0.7 Mb
  TXT – tamanho 0.5 Mb
Links dependentes de script

Recomendação 6.3 (Referência no WCAG 1.0
) : Certifique-se que as páginas são acessíveis
e usáveis mesmo quando as tecnologias
utilizadas não são suportadas ou se
encontram desligadas.
Recomendação 4.1 (Referência no WCAG 2.0
) : Maximizar a compatibilidade com atuais e
futuros agentes de usuário, incluindo
tecnologias assistivas.
Visão do inferno
<a href=“javascript:meuFruFruFavorito();”
style=“color:#900;”>
Clique aqui!!!
</a>




E esse exemplo não é dos piores...
Mundo (quase) ideal
HTML
<a href=“/algo.html” id=“frufru”>Meu frufru favorito</a>
CSS
#frufru{
   color:#900;
}
JavaScript
var frufru = document.getElementById(‘frufru’);
function meuFruFruFavorito() {
   [codigo]
}
frufru.onclick = meuFruFruFavorito;
frufru.onkeypress = meuFruFruFavorito;
Links e campos de formulários que não
se parecem como tal.
Design pesado e com poucos espaços
entre elementos.

Uso de tecnologias em desuso e pouco
acessívels
Idioma
Idioma
 Identificar claramente quaisquer
mudanças na linguagem natural do
  texto ou equivalentes textuais.
Recomendação 4.1 (Referência no WCAG 1.0) :
Identifique claramente alterações ocorridas no
idioma do texto do documento e em qualquer
equivalente textual.
Recomendação 3.1 (Referência no WCAG 2.0) :
Legível: Tornar o conteúdo de texto legível e
compreensível - 3.1.2 Linguagem das Partes.
Idioma
<ul class="topo_idioma">
<li><a href="http://www.xyz.com/en/">
    <span Lang="en"> English </span>
</a></li>
<li>
<li><a href="http://www.xyz.com/es/">
    <span Lang="es"> Español </span>
</a></li>
<li>...
</ul>
- Uso de aspectos de
  apresentação para veicular
informação (cores, disposição
       na página, etc.)
- Contraste insuficiente
Baixo contraste.
Baixo contraste e informações com foco
em cores
CAPTCHA
CAPTCHA

                caPTcHa
Imagem: http://www.slideshare.net/jared_w_smith/web-accessibility-gone-wild-now-even-more-wilder
Captcha   http://sam.zoy.org/pwntcha/
Captcha
(solução inacessível e insegura)




    (http://www.webvisum.com/en/main/download)
CAPTCHA and BBC iD
    http://www.bbc.co.uk/blogs/bbcinternet/2010/10/captcha_and_bbc_id.html




CAPTCHA, herói ou vilão?

http://acessodigital.net/art_captcha-heroi-ou-vilao.html
Semântica
Semântica
 Validação automática não
garante uma boa semântica
Navegação
Navegação
      1) Semântica:
   Headers: <H1>...<H6>
  Parágrafos: <p>texto</p>
    Listas: <ul><ol><dl>
 Tabelas: <table>...</table>
Formulários: <form>...</form>
Navegação
Recomendação 2.4 Navegável (Referência no
WCAG 2.0): Fornecer formas de ajudar os
usuários a navegar, localizar conteúdos e
determinar o local onde estão. - 2.4.1 Ignorar
Blocos: Disponibilizar um mecanismo para ignorar
blocos de conteúdo que são repetidos.
Navegação
 O primeiro elemento ativo da página deve ser
   um link (salto) que nos permita alcançar
       diretamente o conteúdo principal.

<a href=”#conteudo” class=”salto”>
Salto para conteúdo
</a>

<h2><a name=”conteudo” id=”conteudo”>
Título do H2
</a>
</h2>
<a name=”conteudo” id=”conteudo”></a>
Navegação
1)Salto visível
Navegação
2)Salto visível com foco
http://webstanderds.org
Navegação
Atalhos para principais áreas do site

Recomendação 9.5 (Referência no WCAG 1.0):
Providencie teclas de atalho para links
importantes.
Recomendação 2.4 Navegável (Referência no
WCAG 2.0): Fornecer formas de ajudar os
usuários a navegar, localizar conteúdos e
determinar o local onde estão. - 2.4.1 Ignorar
Blocos: Disponibilizar um mecanismo para
ignorar blocos de conteúdo que são repetidos.
Navegação
São três os tipos de teclas de atalho na Web:

- teclas de atalho dos navegadores: como não há uma
    padronização entre eles, cada browser tem seu
    próprio grupo de atalhos.

- teclas de atalho próprias aos leitores de tela e outras
    tecnologias assistivas.

- teclas de atalhos próprias ao site.
Navegação
<a href="pesquisa.html" title="tecla de
   atalho [1] para pesquisa"
   ACCESSKEY="1">
Pesquisa [1]
</a>
Navegação
Navegação e orientação:
Recomendação 2.4 Navegável (Referência no
WCAG 2.0): Fornecer formas de ajudar os
usuários a navegar, localizar conteúdos e
determinar o local onde estão.

Para facilitar a navegação pelas diferentes áreas do site, é
    recomendada a divisão da página em regiões navegáveis
    diretamente com leitores de tela. Para tal sugerimos a
    utilização de ARIA Landmark Roles:
    http://www.w3.org/TR/wai-aria/roles#landmark_roles ,
- É um recurso já implementado em 2 leitores de tela usados no
    Brasil - Jaws (muito usado) e NVDA (aberto e gratuito).
Navegação
Algumas regiões navegáveis com Landmark ARIA:

banner – normalmente é utilizado como a região do cabeçalho do
   site, onde são incluídos o logotipo, slogan, etc.

complementary – área complementar ao conteúdo principal da
   página, por exemplo, a coluna a direita da página onde podem
   ser incluídos outros conteúdos.
contentinfo - área que contém as informações sobre o site como,
   por exemplo, copyright, privacidade, endereço e outras
   informações comuns ao rodapé da página.
main – Conteúdo principal da página. Área com conteúdo centrado
   no assunto/tema da página Web.
navigation – área de navegação do site.
Navegação
Landmark ARIA:

<div role="banner"> [Conteúdo do cabeçalho]
  </div>
   <div role="navigation"> [Navegação] </div>

<div role="search"> [Busca] </div>

   <div role="main"> [Conteúdo principal]
   </div>

<div role="complementary"> [Conteúdo
  principal] </div>
Accessible Rich Internet Applications
                               ARIA NOW
       HTML 4 + ARIA                                      HTML5 + ARIA




http://www.abilitynet.org.uk/accessibility2/wp-content/uploads/2009/09/HTML5_Accessibility_faulkner.ppt
Navegação pelo teclado - barreiras:
           dropdown



           Keyboard Accessibility for Web Applications
  http://snook.ca/archives/accessibility_and_usability/keyboard-accessibility-for-web-apps
Menu DropDown
 O Professor Maurício Samy Silva, em seu livro
Construindo sites com CSS e (X)HTML, propõe
uma solução para um menu em cascata acessível
                  via teclado:




   http://livrocss.com.br/cap_09/arquivo_9.24-a.html
Menu expansível




Tutorial - Accessible expanding and collapsing menu
http://www.456bereastreet.com/archive/200705/accessible_expanding_and_collapsing_menu/
Erro ao utilizar REFRESH

Recarregar a página automáticamente:

<html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">
<head>
<meta http-equiv="refresh"
content="300" />
...
Erro ao utilizar REFRESH
Utilizar o evento onChange em combos (menus
                   de seleção)

  Recomendação 8.1 (Referência no WCAG 1.0) : Criar
  elementos de programação, tais como programas
  interpretáveis e applets, diretamente acessíveis pelas
  tecnologias de apoio ou com elas compatíveis.
  Recomendação 2.1 (Referência no WCAG 2.0) :
  Acessível por Teclado: Fazer com que toda a
  funcionalidade fique disponível a partir do teclado.
  Recomendação 3.2 (Referência no WCAG 2.0) :
  Previsível: 3.2.1 Em Foco: Quando um componente
  recebe o foco, ele não inicia uma alteração de contexto.
Utilizar o evento onChange em combos (menus
                   de seleção)

 Quando um usuário com deficiência visual ou motora
   (que usa o teclado para navegar) utiliza o evento
 onchange num menu select (combo box), a primeira
  opção é selecionada automaticamente sem que o
 usuário a tenha escolhido, antes que o usuário possa
           conhecer as opções disponíveis.
Utilizar o evento onChange em combos (menus
                   de seleção)
Eevento onChange em combos
Solução 1: Retirar o evento onchange, permitindo assim a
navegação via teclado pelas opções da combo box. Para
confirmar a seleção do item, deve ser disponibilizado um
submit (botão de Ok).
Formulários
Formulários  Fieldset

- <form action="blabla.htm">
- <fieldset>
- Nome <input type="text"><br>
- Endereço <input type="text">
- </fieldset>
- </form>
Formulários  legend

- <form action="blabla.htm">
- <fieldset>
   <legend>Dados Pessoais</legend>
- Nome <input type="text"><br>
- Endereço <input type="text">
- </fieldset>
- </form>
Formulários  label

- <form action="blabla.htm">
- <fieldset>
   <legend>Dados Pessoais</legend>
- <label for=“non">
    Nome <input type="text" id=“non">
- </label>
- <label for=“end">
    Endereço <input type="text“id=“end">
- </label>
- </fieldset>
- </form>
<form action="blabla.htm">
-    <fieldset>
-    <legend>Dados Pessoais</legend>
-    <label for="non">
-    Nome <input type="text" id="non">
-    </label>
-    <label for="end">
-    Endereço <input type="text" id="end">
-    </label>
-    <fieldset><legend>Sexo</legend>
-    <label for="m"><input type="radio" name="g" id="m">Masculino</label>
-    <label for="f">
-    <input type="radio" name="g” id="f">Feminino</label>
-    </fieldset>
-    </fieldset>
-    </form>
Formulários  optgroup
<form id="form" method="post" action=""><p>
    <label for="lista-de-mercado">
     Lista de Mercado:<br />
      <select name="select" id="lista-de-mercado">
         <option selected="selected" value="1">
             Escolha um item</option>
         <optgroup label="Laticíneos">
           <option value="2">Leite desnatado</option>
           <option value="3">Queijo ralado</option>
           <option value="4">Queijo prato</option>
         </optgroup>
         <optgroup label="Verduras">
           <option value="6">Alface</option>
           <option value="7">Alho</option>
         </optgroup>
      </select>
    </label>
</form>
Formulários  optgroup
Tabelas
Uso errado dos elementos HTML como
           tabelas e DIVs.
 Recomendação 5.3. (Referência no WCAG 1.0):
 Não use tabelas para layout (disposição de páginas)
 a não ser que a tabela faça sentido quando
 linearizada.
 Recomendação 1.3 Adaptável (Referência no
 WCAG 2.0 – critério 1.3.2 Sequência com
 Significado): Criar conteúdos que possam ser
 apresentados de diferentes maneiras sem perder
 informação ou estrutura.
Tabelas
<table>
<tr>
   <td>Janeiro</td>
   <td>Fevereiro</td>
   <td>Março</td>
</tr>
<tr>
   <td>10</td>
   <td>15</td>
   <td>25</td>
</tr>
</table>
Tabelas - summary
<table summary="Vendas de bananas no primeiro
trimestre 2011 - tabela com 2 linhas e 3 colunas">
<tr>
   <td>Janeiro</td>
   <td>Fevereiro</td>
   <td>Março</td>
</tr>
<tr>
   <td>10</td>
   <td>15</td>
   <td>25</td>
</tr>
</table>
Tabelas - caption
<table summary="Vendas de bananas no primeiro
trimestre 2011 - tabela com 2 linhas e 3 colunas">
<caption>Vendas de bananas - 1o. semestre</caption>
<tr>
   <td>Janeiro</td>
   <td>Fevereiro</td>
   <td>Março</td>
</tr>
<tr>
   <td>10</td>
   <td>15</td>
   <td>25</td>
</tr>
</table>
Tabelas – id/headers
<table summary="Vendas de bananas no primeiro
trimestre 2011 - tabela com 2 linhas e 3 colunas">
<caption>Vendas de bananas - 1o. semestre</caption>
<tr>
   <th id=“jan">Janeiro</th>
   <th id=“fev">Fevereiro</th>
   <th id=“mar">Março</th>
</tr>
<tr>
   <td headers=“jan">10</td>
   <td headers=“fev">15</td>
   <td headers=“mar">25</td>
</tr>
</table>
Tabelas – scope/col/row
<table summary="Vendas de bananas no primeiro
trimestre 2011 - tabela com 2 linhas e 3 colunas">
<caption>Vendas de bananas - 1o. semestre</caption>
<tr>
   <th scope=“col”>Janeiro</th>
   <th scope=“col”>Fevereiro</th>
   <th scope=“col”>Março</th>
</tr>
<tr>
   <td>10</td>
   <td>15</td>
   <td>25</td>
</tr>
</table>
Performance
http://www.websiteoptimization.com/services/analyze/
Portal Brasil  GTMETRIX: http://gtmetrix.com
MODAL
inacessível…
Mudança de foco
            (lightbox e lightwindows)

 Mudanças de foco causam desorientação e problemas
   de navegação.
 Usuários não tem a menor idéia de como achar o novo
   conteúdo atualizado.
 As mudanças de foco impedem que usuários tenham
   uma visão completa da página.

             - Building a Better Lightbox
           (recomendações de usabilidade)
 http://www.habdas.org/2009/03/29/building-a-better-lightbox/
Modal acessível
           (prática)

http://webhipster.com/testing/accessibi
        lity/modal-dialog-latest/
Players de vídeo e áudio.
Principais barreiras de acessibilidade em vídeo:
• Os controles do player de vídeo são
   inacessíveis pelo teclado.
• Os controles do player de vídeo podem ser
   acessados pelo teclado, mas não
   apresentam rótulos adequados.
• Os vídeos incluídos diretamente na página,
   com o uso de um player externo, começam a
   tocar assim que a página é carregada.
• ramente sobre esta função..
• Os vídeos não possuem audiodescrição.
• Os vídeos não possuem legendas.
• Os vídeos não possuem legenda oculta
    ("closed caption").
• Os vídeos não possuem transcrição.
• Quando um vídeo é disponibilizado para
    download, o respectivo link não informa
    claramente sobre esta função..
Validação de
   Acessibilidade




 Globo em ambiente futurista.
Validação de Acessibilidade



Validação automática dos Padrões Web:
  XHTML e CSS.
Validador W3C – HTML/XHTML
        http://validator.w3.org/
Validador W3C – CSS
  http://jigsaw.w3.org/css-validator/
Validação de Acessibilidade



Validação automática e semi-automática de
  acessibilidade.
Da Silva
http://www.dasilva.org.br/
Access Monitor
http://www.acessibilidade.gov.pt/accessmonitor/
Lista de validadores indicados pelo WAI:
       http://www.w3.org/WAI/ER/tools/complete
Validação de Acessibilidade


Avaliação automática de contraste.
Teste de contraste
http://www.vischeck.com/vischeck/ (teste de imagens e sites)
Validação de Acessibilidade
Avaliação humana por especialistas e usuários:
Aplicação de lista de verificação do WCAG por
    um especialista.
Avaliação por usuários deficientes, experts em
    acessibilidade.
Teste de acesso em diferentes ambientes,
    condições, navegadores, sistemas.
Testes com dispositivos móveis e de
    impressão.
Teste de usabilidade e acessibilidade com
    usuários.
Para onde caminha a
   acessibilidade
HTML5
 WAI ARIA
Multimídia
  Mobile
  Touch
Obrigado!



Horácio Soares
horacio@digitalacesso.com
horacio.soares@internativa.com.br
facebook.com/internativabrasil
(21) 9925-5404 - @horaciosoares

Webinar: Acessibilidade Web para desenvolvedores

  • 1.
  • 2.
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6.
    Quem mais sofrecom a falta de acessibilidade?
  • 8.
    Marta e suasamigas…
  • 9.
    Analfabeto funcional Um em cada cinco brasileiros (20,3%) é analfabeto funcional, de acordo com a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2009, divulgada pelo IBGE. Homem de costas, sentado de frente para um quadro branco sem nada escrito.
  • 10.
    Calvin, pouca experiência e medo do computador Homem com muito medo olhando por cima de um notebook.
  • 11.
    The Web isnot fully accessible to perhaps 2 billion, including people with … Five groups of people for whom Web accessibility can be challenging: Challenges due to aging Literate in poorly-supported Disabilities languages Low literacy Little experience with technology
  • 12.
    E além desses5 grupos?
  • 13.
    Gabriel compenetrado, olhandopara o Agora ele está olhando e monitor e clicando com o mouse. brincando como teclado. Gabriel, linguagem em desenvolvimento...
  • 14.
    Max, com tendinite, usando o mouse com a mão trocada. Homem com expressão de desespero, usando o mouse com a mão esquerda
  • 16.
    Como o Lulidisse no Digitalks no Rio em 2012: “Nesse mundo Mobile, somos todos daltónicos e sofremos do Mal de Parkinson”
  • 17.
    “design for mobilepeople,... ...not for mobile device” Foto: Rosenfield Media
  • 18.
    Todos nós naprimeira experiência. Um criança com camisa social e gravata em frente a um notebook
  • 19.
    E finalmente, obilionário cego!!! Cifrão desenhado com moedas douradas
  • 20.
    Dilbert fazendo partedo logotipo do Google e falando “eu não posso ver”. Google, o bilionário cego!!! É apenas um robô que indexa conteúdo em texto.
  • 21.
  • 22.
    Estatística: segundo IBGEno Brasil (2000) 180 milhões de habitantes; 24,3 milhões de pessoas com deficiência; 15 milhões de pessoas com mais de 65 anos; 5,4 milhões de pessoas com mais de 65 anos e que já possuem alguma deficiência.
  • 23.
  • 24.
    Dos cerca de190 milhões de brasileiros, aqueles com pelo menos uma deficiência, seja visual, auditiva, motora ou mental, somam 45 milhões (23,9%).
  • 25.
  • 26.
  • 27.
    Decreto Lei nº6.949 (ago/09), onde a convenção da ONU ganhou força de lei.
  • 28.
    Como anda aacessibilidade digital no Brasil?
  • 34.
    Motivação pelo decreto de lei 5296 Resultado: acessibilidade para inglês ver.
  • 35.
    Estatísticas do W3C 2,5% em 2010 5% em 2011 Sem erros de validação automática de HTML, CSS e acessibilidade.
  • 36.
  • 37.
    Curva de aprendizagem • Alto custo no redesign • Baixo em novos projetos • Diminui com tempo • Validação • Manutenção • Melhoria contínua • Mudança de cultura
  • 38.
    Qual é ocusto da qualidade?
  • 39.
  • 40.
    Possibilidade de atingir100% do público alvo;
  • 41.
  • 42.
    Fidelizar clientes Homem de terno comemorando
  • 43.
    Mais fácil deusar e aprender
  • 44.
    Proteção contra processos pelafalta da acessibilidade
  • 45.
    Manutenção mais rápidae barata, melhor performance… Visualizar os benefícios da acessibilidade
  • 46.
    Valorização da Diversidade e Responsabilidade Social. Mãos entrelaçadas
  • 47.
    Vantagem competitiva Mulher com notebook em sinal de ok
  • 48.
    Melhoria da qualidade. Mãe e filha felizes na praia dando uma estrela
  • 49.
    Um caminho paraacessibilidade vem da busca pelas melhores IDADES
  • 50.
  • 51.
  • 55.
  • 56.
    Comercial Mercado Livre “Eu compro o que quiser, 2011 senão quiser, não compro” Comercial do Mercado Livre 2011
  • 57.
  • 58.
  • 59.
  • 61.
    10 princípios deUX do Google Princípio 3. O simples é poderoso.
  • 63.
    Em uma interfaceperfeita para as pessoas, elas nunca deveriam errar, principalmente no mundo mobile…
  • 64.
    } Acessibil Usabil Simplic Interativ IDADE
  • 67.
    } Acessibil Usabil Simplic Interativ Veloc IDADE
  • 69.
  • 70.
  • 71.
    10 princípios deUX do Google Princípio 2 - cada milisegundo importa. Melhor definição de milisegundo?
  • 72.
    } Acessibil Usabil Simplic Interativ Veloc IDADE Encontrabil
  • 74.
    } Acessibil Usabil Simplic Interativ Veloc Encontrabil IDADE Atrativ
  • 76.
    10 princípios deUX do Google Princípio 8 – agrade aos olhos sem distrair a mente
  • 77.
    } Acessibil Usabil Simplic Interativ Veloc Encontrabil IDADE Atrativ Util
  • 78.
    10 princípios deUX do Google Princípio 1 – foque nas pessoas: suas vidas, trabalho, sonhos.
  • 79.
    Case apresentado porRodrigo Tigre, POPULIS - Content Marketing Digitalks Rio de Janeiro Abril2012
  • 80.
    Case apresentado porRodrigo Tigre, POPULIS - Content Marketing Digitalks Rio de Janeiro Abril2012
  • 81.
    Case apresentado porRodrigo Tigre, POPULIS - Content Marketing Digitalks Rio de Janeiro Abril2012
  • 82.
  • 83.
    Case apresentado porRodrigo Tigre, POPULIS - Content Marketing Digitalks Rio de Janeiro Abril2012
  • 84.
    Case apresentado porRodrigo Tigre, POPULIS - Content Marketing Digitalks Rio de Janeiro Abril2012
  • 86.
    } Acessibil Usabil Simplic Interativ Veloc Encontrabil IDADE Atrativ Util Facil
  • 87.
  • 89.
    } Acessibil Usabil Simplic Interativ Veloc Encontrabil IDADE Atrativ Util Facil Portabil …
  • 91.
    A melhor idadevem da: } Investigação Observação Colaboração Análise Avaliação Validação
  • 92.
  • 93.
  • 94.
    Recomendações para acessibilidadedo conteúdo da Web 1.0 e 2.0 do W3C WCAG Web Content Accessibility Guidelines  WCAG 1.0 – 05 de maio de 1999 Em português: http://www.utad.pt/wai/wai-pageauth.html  WCAG 2.0 – 11 de dezembro de 2008 http://www.ilearn.com.br/TR/WCAG20/
  • 95.
  • 96.
  • 97.
    W3C – WAI Web Accessibility Initiative 1.WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) recomendações para acessibilidade do conteúdo da Web. 2.UAAG 3.ATAG 4.ARIA Imagem de bonecos representando pessoas de mãos dadas .
  • 98.
    W3C – WAI Web Accessibility Initiative 1.WCAG 2.UAAG (The User Agent Accessibility Guidelines) diretrizes de acessibilidade para navegadores e tecnologias assistivas. 3.ATAG 4.ARIA
  • 99.
    W3C – WAI Web Accessibility Initiative 1.WCAG 2.UAAG 3.ATAG (Authoring Tool Accessibility Guidelines) ferramentas de criação de páginas/conteúdo Web. 4.ARIA
  • 100.
    W3C – WAI Web Accessibility Initiative 1.WCAG 2.UAAG 3.ATAG 4.ARIA (Accessible Rich Internet Applications) Aplicações Internet Ricas e Acessíveis.
  • 101.
  • 102.
    Imagens Recomendação 1.1 Alternativasem Texto (Referências no WCAG 1.0 e WCAG 2.0) : Fornecer alternativas em texto para qualquer conteúdo não textual.
  • 103.
    Imagens Obs.: Deve serfornecido um equivalente textual para a imagens. A descrição deve ser a melhor e menor possível.
  • 104.
    Imagens e links <ahref=¨#¨> </a>
  • 105.
    Imagens e links <a href=¨#¨> <img src='http://[…]xxx.jpg' alt=“70 Anos de Pelé – fotos e vídeos” width='XXX' height='XXX' /> </a>
  • 106.
    Imagem com descriçãoineficiente Banner do MCA - Módulo Criança e Adolescente onde a descrição da imagem é apenas a sigla “MCA”.
  • 107.
    Elementos sem descriçãotextual adequada (imagens, flash, etc.)
  • 109.
  • 110.
    Links: identificação dedestino Recomendação 13.1 (Referência no WCAG 1.0): Identifique claramente o alvo de cada link. Recomendação 2.4 Navegável (Referência no WCAG 2.0 – critério 2.4.4 Finalidade do link): Fornecer formas de ajudar os usuários a navegar, localizar conteúdos e determinar o local onde estão.
  • 111.
  • 112.
    “Clique aqui”, “Saibamais”, “veja Mais”… 41.700.000 respostas para “clique aqui” no Google.
  • 113.
    Links Saída acessível
  • 114.
    Links Link no título da chamada com cara de link. S
  • 115.
    Links Title aplicado ao link. S
  • 116.
    Se ao entrarno link o usuário for desligado do site corrente. - Links que abrem novos sites sem que o usuário note que foi levado para outro site.
  • 117.
    ... <li> <a href="http://.../serialization/"> <spanlang="en">Building Accessible Websites</span>. <img src="novo_site.gif" alt="abre novo site"> </a><br> Excelente livro em inglês - versão digital. </li> ...
  • 118.
    Se ao entrarno link o usuário for desligado do site corrente em uma nova janela. - Essa prática não é recomendada pelo W3C. Links que abrem em nova janela sem que o usuário seja avisado.
  • 119.
    ... <li> <a href="http://.../serialization/"> <spanlang="en">Building Accessible Websites</span>. <img src="novo_site.gif" alt="novo site em nova janela"> </a><br> Excelente livro em inglês - versão digital. </li> ...
  • 120.
    Links para formatosdiferentes do HTML. - Links para arquivos em PDF, DOC, XLS, PNG, entre outros, sem a devida descrição do tipo de arquivo que será baixado e seu tamanho.  
  • 121.
    Quando não setem ideia: Clique aqui Saiba mais Continue lendo Veja mais
  • 122.
    Quando somos surpreendidos: Conheça a legislação Leia o manual do produto
  • 123.
    Quando falta informação: Faça download da legislação Baixe aqui o manual do produto
  • 124.
    Sem surpresas! Façadownload da legislação (formato doc, 1.32 mb) Baixe aqui o manual do produto (formato pdf, 2.47 mb)
  • 125.
    Sem surpresas epoluição Faça download da legislação Baixe aqui o manual do produto
  • 126.
    Sem surpresas epoluição Faça download da legislação Formato DOC - 1.32 Mb Baixe aqui o manual do produto
  • 127.
    Sem surpresas epoluição Faça download da legislação Baixe aqui o manual do produto Formato PDF - 2.47 Mb Recomendações: ● A informação pode estar escondida, mas deve aparecer quando o elemento ganhar foco com o mouse ou teclado. Essa recomendação não é válida para MOBILE. ● Informações relevantes não devem ser incluídas via atribulo TITLE.
  • 128.
    O Mundo ideal! Baixeaqui o manual do produto (formato pdf, 2.47 mb) Baixe aqui o manual do produto (formato doc, 2.84 mb) Baixe aqui o manual do produto (formato html, 1.24 mb) Baixe aqui o manual do produto (formato txt, 705 kb)
  • 129.
    Mundo ideal sempoluição Manual do produto Para baixar: Selecione um formato  Baixar o Manual PDF – tamanho 1.5 Mb HTML – tamanho 0.7 Mb TXT – tamanho 0.5 Mb
  • 130.
    Links dependentes descript Recomendação 6.3 (Referência no WCAG 1.0 ) : Certifique-se que as páginas são acessíveis e usáveis mesmo quando as tecnologias utilizadas não são suportadas ou se encontram desligadas. Recomendação 4.1 (Referência no WCAG 2.0 ) : Maximizar a compatibilidade com atuais e futuros agentes de usuário, incluindo tecnologias assistivas.
  • 131.
    Visão do inferno <ahref=“javascript:meuFruFruFavorito();” style=“color:#900;”> Clique aqui!!! </a> E esse exemplo não é dos piores...
  • 132.
    Mundo (quase) ideal HTML <ahref=“/algo.html” id=“frufru”>Meu frufru favorito</a> CSS #frufru{ color:#900; } JavaScript var frufru = document.getElementById(‘frufru’); function meuFruFruFavorito() { [codigo] } frufru.onclick = meuFruFruFavorito; frufru.onkeypress = meuFruFruFavorito;
  • 133.
    Links e camposde formulários que não se parecem como tal.
  • 136.
    Design pesado ecom poucos espaços entre elementos. Uso de tecnologias em desuso e pouco acessívels
  • 138.
  • 139.
    Idioma Identificar claramentequaisquer mudanças na linguagem natural do texto ou equivalentes textuais. Recomendação 4.1 (Referência no WCAG 1.0) : Identifique claramente alterações ocorridas no idioma do texto do documento e em qualquer equivalente textual. Recomendação 3.1 (Referência no WCAG 2.0) : Legível: Tornar o conteúdo de texto legível e compreensível - 3.1.2 Linguagem das Partes.
  • 140.
    Idioma <ul class="topo_idioma"> <li><a href="http://www.xyz.com/en/"> <span Lang="en"> English </span> </a></li> <li> <li><a href="http://www.xyz.com/es/"> <span Lang="es"> Español </span> </a></li> <li>... </ul>
  • 141.
    - Uso deaspectos de apresentação para veicular informação (cores, disposição na página, etc.)
  • 142.
  • 143.
  • 144.
    Baixo contraste einformações com foco em cores
  • 146.
  • 147.
    CAPTCHA caPTcHa Imagem: http://www.slideshare.net/jared_w_smith/web-accessibility-gone-wild-now-even-more-wilder
  • 148.
    Captcha http://sam.zoy.org/pwntcha/
  • 149.
    Captcha (solução inacessível einsegura) (http://www.webvisum.com/en/main/download)
  • 150.
    CAPTCHA and BBCiD http://www.bbc.co.uk/blogs/bbcinternet/2010/10/captcha_and_bbc_id.html CAPTCHA, herói ou vilão? http://acessodigital.net/art_captcha-heroi-ou-vilao.html
  • 151.
  • 152.
    Semântica Validação automáticanão garante uma boa semântica
  • 153.
  • 154.
    Navegação 1) Semântica: Headers: <H1>...<H6> Parágrafos: <p>texto</p> Listas: <ul><ol><dl> Tabelas: <table>...</table> Formulários: <form>...</form>
  • 155.
    Navegação Recomendação 2.4 Navegável(Referência no WCAG 2.0): Fornecer formas de ajudar os usuários a navegar, localizar conteúdos e determinar o local onde estão. - 2.4.1 Ignorar Blocos: Disponibilizar um mecanismo para ignorar blocos de conteúdo que são repetidos.
  • 156.
    Navegação O primeiroelemento ativo da página deve ser um link (salto) que nos permita alcançar diretamente o conteúdo principal. <a href=”#conteudo” class=”salto”> Salto para conteúdo </a> <h2><a name=”conteudo” id=”conteudo”> Título do H2 </a> </h2> <a name=”conteudo” id=”conteudo”></a>
  • 157.
  • 158.
    Navegação 2)Salto visível comfoco http://webstanderds.org
  • 159.
    Navegação Atalhos para principaisáreas do site Recomendação 9.5 (Referência no WCAG 1.0): Providencie teclas de atalho para links importantes. Recomendação 2.4 Navegável (Referência no WCAG 2.0): Fornecer formas de ajudar os usuários a navegar, localizar conteúdos e determinar o local onde estão. - 2.4.1 Ignorar Blocos: Disponibilizar um mecanismo para ignorar blocos de conteúdo que são repetidos.
  • 160.
    Navegação São três ostipos de teclas de atalho na Web: - teclas de atalho dos navegadores: como não há uma padronização entre eles, cada browser tem seu próprio grupo de atalhos. - teclas de atalho próprias aos leitores de tela e outras tecnologias assistivas. - teclas de atalhos próprias ao site.
  • 161.
    Navegação <a href="pesquisa.html" title="teclade atalho [1] para pesquisa" ACCESSKEY="1"> Pesquisa [1] </a>
  • 162.
    Navegação Navegação e orientação: Recomendação2.4 Navegável (Referência no WCAG 2.0): Fornecer formas de ajudar os usuários a navegar, localizar conteúdos e determinar o local onde estão. Para facilitar a navegação pelas diferentes áreas do site, é recomendada a divisão da página em regiões navegáveis diretamente com leitores de tela. Para tal sugerimos a utilização de ARIA Landmark Roles: http://www.w3.org/TR/wai-aria/roles#landmark_roles , - É um recurso já implementado em 2 leitores de tela usados no Brasil - Jaws (muito usado) e NVDA (aberto e gratuito).
  • 163.
    Navegação Algumas regiões navegáveiscom Landmark ARIA: banner – normalmente é utilizado como a região do cabeçalho do site, onde são incluídos o logotipo, slogan, etc. complementary – área complementar ao conteúdo principal da página, por exemplo, a coluna a direita da página onde podem ser incluídos outros conteúdos. contentinfo - área que contém as informações sobre o site como, por exemplo, copyright, privacidade, endereço e outras informações comuns ao rodapé da página. main – Conteúdo principal da página. Área com conteúdo centrado no assunto/tema da página Web. navigation – área de navegação do site.
  • 164.
    Navegação Landmark ARIA: <div role="banner">[Conteúdo do cabeçalho] </div> <div role="navigation"> [Navegação] </div> <div role="search"> [Busca] </div> <div role="main"> [Conteúdo principal] </div> <div role="complementary"> [Conteúdo principal] </div>
  • 167.
    Accessible Rich InternetApplications ARIA NOW HTML 4 + ARIA HTML5 + ARIA http://www.abilitynet.org.uk/accessibility2/wp-content/uploads/2009/09/HTML5_Accessibility_faulkner.ppt
  • 168.
    Navegação pelo teclado- barreiras: dropdown Keyboard Accessibility for Web Applications http://snook.ca/archives/accessibility_and_usability/keyboard-accessibility-for-web-apps
  • 170.
    Menu DropDown OProfessor Maurício Samy Silva, em seu livro Construindo sites com CSS e (X)HTML, propõe uma solução para um menu em cascata acessível via teclado: http://livrocss.com.br/cap_09/arquivo_9.24-a.html
  • 171.
    Menu expansível Tutorial -Accessible expanding and collapsing menu http://www.456bereastreet.com/archive/200705/accessible_expanding_and_collapsing_menu/
  • 172.
    Erro ao utilizarREFRESH Recarregar a página automáticamente: <html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"> <head> <meta http-equiv="refresh" content="300" /> ...
  • 173.
  • 174.
    Utilizar o eventoonChange em combos (menus de seleção) Recomendação 8.1 (Referência no WCAG 1.0) : Criar elementos de programação, tais como programas interpretáveis e applets, diretamente acessíveis pelas tecnologias de apoio ou com elas compatíveis. Recomendação 2.1 (Referência no WCAG 2.0) : Acessível por Teclado: Fazer com que toda a funcionalidade fique disponível a partir do teclado. Recomendação 3.2 (Referência no WCAG 2.0) : Previsível: 3.2.1 Em Foco: Quando um componente recebe o foco, ele não inicia uma alteração de contexto.
  • 175.
    Utilizar o eventoonChange em combos (menus de seleção) Quando um usuário com deficiência visual ou motora (que usa o teclado para navegar) utiliza o evento onchange num menu select (combo box), a primeira opção é selecionada automaticamente sem que o usuário a tenha escolhido, antes que o usuário possa conhecer as opções disponíveis.
  • 178.
    Utilizar o eventoonChange em combos (menus de seleção)
  • 179.
    Eevento onChange emcombos Solução 1: Retirar o evento onchange, permitindo assim a navegação via teclado pelas opções da combo box. Para confirmar a seleção do item, deve ser disponibilizado um submit (botão de Ok).
  • 180.
  • 181.
    Formulários  Fieldset -<form action="blabla.htm"> - <fieldset> - Nome <input type="text"><br> - Endereço <input type="text"> - </fieldset> - </form>
  • 182.
    Formulários  legend -<form action="blabla.htm"> - <fieldset> <legend>Dados Pessoais</legend> - Nome <input type="text"><br> - Endereço <input type="text"> - </fieldset> - </form>
  • 183.
    Formulários  label -<form action="blabla.htm"> - <fieldset> <legend>Dados Pessoais</legend> - <label for=“non"> Nome <input type="text" id=“non"> - </label> - <label for=“end"> Endereço <input type="text“id=“end"> - </label> - </fieldset> - </form>
  • 184.
    <form action="blabla.htm"> - <fieldset> - <legend>Dados Pessoais</legend> - <label for="non"> - Nome <input type="text" id="non"> - </label> - <label for="end"> - Endereço <input type="text" id="end"> - </label> - <fieldset><legend>Sexo</legend> - <label for="m"><input type="radio" name="g" id="m">Masculino</label> - <label for="f"> - <input type="radio" name="g” id="f">Feminino</label> - </fieldset> - </fieldset> - </form>
  • 185.
    Formulários  optgroup <formid="form" method="post" action=""><p> <label for="lista-de-mercado"> Lista de Mercado:<br /> <select name="select" id="lista-de-mercado"> <option selected="selected" value="1"> Escolha um item</option> <optgroup label="Laticíneos"> <option value="2">Leite desnatado</option> <option value="3">Queijo ralado</option> <option value="4">Queijo prato</option> </optgroup> <optgroup label="Verduras"> <option value="6">Alface</option> <option value="7">Alho</option> </optgroup> </select> </label> </form>
  • 186.
  • 187.
    Tabelas Uso errado doselementos HTML como tabelas e DIVs. Recomendação 5.3. (Referência no WCAG 1.0): Não use tabelas para layout (disposição de páginas) a não ser que a tabela faça sentido quando linearizada. Recomendação 1.3 Adaptável (Referência no WCAG 2.0 – critério 1.3.2 Sequência com Significado): Criar conteúdos que possam ser apresentados de diferentes maneiras sem perder informação ou estrutura.
  • 188.
    Tabelas <table> <tr> <td>Janeiro</td> <td>Fevereiro</td> <td>Março</td> </tr> <tr> <td>10</td> <td>15</td> <td>25</td> </tr> </table>
  • 189.
    Tabelas - summary <tablesummary="Vendas de bananas no primeiro trimestre 2011 - tabela com 2 linhas e 3 colunas"> <tr> <td>Janeiro</td> <td>Fevereiro</td> <td>Março</td> </tr> <tr> <td>10</td> <td>15</td> <td>25</td> </tr> </table>
  • 190.
    Tabelas - caption <tablesummary="Vendas de bananas no primeiro trimestre 2011 - tabela com 2 linhas e 3 colunas"> <caption>Vendas de bananas - 1o. semestre</caption> <tr> <td>Janeiro</td> <td>Fevereiro</td> <td>Março</td> </tr> <tr> <td>10</td> <td>15</td> <td>25</td> </tr> </table>
  • 191.
    Tabelas – id/headers <tablesummary="Vendas de bananas no primeiro trimestre 2011 - tabela com 2 linhas e 3 colunas"> <caption>Vendas de bananas - 1o. semestre</caption> <tr> <th id=“jan">Janeiro</th> <th id=“fev">Fevereiro</th> <th id=“mar">Março</th> </tr> <tr> <td headers=“jan">10</td> <td headers=“fev">15</td> <td headers=“mar">25</td> </tr> </table>
  • 192.
    Tabelas – scope/col/row <tablesummary="Vendas de bananas no primeiro trimestre 2011 - tabela com 2 linhas e 3 colunas"> <caption>Vendas de bananas - 1o. semestre</caption> <tr> <th scope=“col”>Janeiro</th> <th scope=“col”>Fevereiro</th> <th scope=“col”>Março</th> </tr> <tr> <td>10</td> <td>15</td> <td>25</td> </tr> </table>
  • 193.
  • 194.
  • 195.
    Portal Brasil GTMETRIX: http://gtmetrix.com
  • 196.
  • 197.
    Mudança de foco (lightbox e lightwindows)  Mudanças de foco causam desorientação e problemas de navegação.  Usuários não tem a menor idéia de como achar o novo conteúdo atualizado.  As mudanças de foco impedem que usuários tenham uma visão completa da página. - Building a Better Lightbox (recomendações de usabilidade) http://www.habdas.org/2009/03/29/building-a-better-lightbox/
  • 202.
    Modal acessível (prática) http://webhipster.com/testing/accessibi lity/modal-dialog-latest/
  • 203.
  • 204.
    Principais barreiras deacessibilidade em vídeo: • Os controles do player de vídeo são inacessíveis pelo teclado. • Os controles do player de vídeo podem ser acessados pelo teclado, mas não apresentam rótulos adequados. • Os vídeos incluídos diretamente na página, com o uso de um player externo, começam a tocar assim que a página é carregada. • ramente sobre esta função..
  • 205.
    • Os vídeosnão possuem audiodescrição. • Os vídeos não possuem legendas. • Os vídeos não possuem legenda oculta ("closed caption"). • Os vídeos não possuem transcrição. • Quando um vídeo é disponibilizado para download, o respectivo link não informa claramente sobre esta função..
  • 206.
    Validação de Acessibilidade Globo em ambiente futurista.
  • 207.
    Validação de Acessibilidade Validaçãoautomática dos Padrões Web: XHTML e CSS.
  • 208.
    Validador W3C –HTML/XHTML http://validator.w3.org/
  • 209.
    Validador W3C –CSS http://jigsaw.w3.org/css-validator/
  • 210.
    Validação de Acessibilidade Validaçãoautomática e semi-automática de acessibilidade.
  • 211.
  • 212.
  • 213.
    Lista de validadoresindicados pelo WAI: http://www.w3.org/WAI/ER/tools/complete
  • 214.
  • 215.
  • 216.
    Validação de Acessibilidade Avaliaçãohumana por especialistas e usuários: Aplicação de lista de verificação do WCAG por um especialista. Avaliação por usuários deficientes, experts em acessibilidade. Teste de acesso em diferentes ambientes, condições, navegadores, sistemas. Testes com dispositivos móveis e de impressão. Teste de usabilidade e acessibilidade com usuários.
  • 217.
    Para onde caminhaa acessibilidade
  • 218.
  • 219.