Cecília Tomás
Congresso Internacional
«Tomás Moro e o Sonho de um mundo melhor»
24, 25 e 26 de novembro de 2016
“(...) é a informação sobre o
comportamento das pessoas em
vez da informação sobre as suas
vidas. É sobre o comportamento
dos clientes, funcionários, e as
perspetivas para o seu novo
negócio. Não é sobre as coisas que
coloca no Facebook, e não é sobre
as suas pesquisas no Google, que é
o que a maioria das pessoas pensa,
e não é sobre dados de processos
internos à empresa e RFIDs. Este
Big Data vem de coisas como
dados de localização vindos do seu
telemóvel ou cartão de crédito, são
as pequenas migalhas de dados
que deixa atrás de si enquanto se
movimenta no mundo.”
(Pentland, 2012: §2)
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4
A possibilidade de identificação a partir dos vestígios que o indivíduo vai inserindo na web, das suas
necessidades e capacidades, farão da tecnologia tanto uma extensão do ser humano como levarão
a um aumento exponencial das competências da pessoa.
“A Internet das Coisas continua o que as
redes sociais começaram: quebrar as
fronteiras entre o eu privado e o eu
público. Tal como acontece com
qualquer tecnologia de tal potencial
poderoso, os tecnólogos devem ter
muito cuidado para geri-la em prol do
bem e para educar e informar (todos)
sobre as considerações éticas que
acompanham a sua adoção. Os
educadores e tecnólogos terão de ser
pró-ativos na realização de diálogos e
debates necessários, a fim de proteger a
privacidade, a diversidade e a
aprendizagem.”
(Hancock, 2014)
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6
Automatização
Personalização / Estandardização
Privacidade / Segurança
- Procedimentos
- Decisões
Subjetividade / Objetividade informacional
Interoperabilidade
Uso ético das tecnologias IoT
Direitos Humanos
Educação
Pertença dos dados
Ética relacional
Ontocentrismo
Coexistencialismo
Sustentabilidade
Partilha
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Artigo do World Economic Forum
IN https://www.weforum.org/agenda/2016/11/shopping-i-can-t-really-remember-what-that-is/
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Automatização
Personalização / Estandardização
Privacidade / Segurança
- Procedimentos
- Decisões
Subjetividade / Objetividade informacional
Interoperabilidade
Uso ético das tecnologias IoT
Direitos Humanos
Educação
Pertença dos dados
Ética relacional
Ontocentrismo
Coexistencialismo
Sustentabilidade
Partilha
1) O equilíbrio entre o Ser Humano e a Máquina só será alcançado com a recuperação
da noção de instrumentalidade ligada à exclusiva utilidade do objeto - software e hardware -
(em prol de colmatar uma necessidade sentida) o que levará a que a tecnologia seja uma
extensão, por um lado, e a um aumento, por outro, das capacidades do ser humano;
2) A necessidade de uma forte formação ética, assente nos princípios do dever e da
responsabilidade e do exemplo de heróis morais, dos engenheiros informáticos (de software
e de hardware) e dos engenheiros de redes e comunicações;
3) O caminho que a tecnologia disruptiva abre terá de levar, necessariamente, a uma séria
reflexão sobre os paradigmas (político, socioeconómico, educativo…) instituídos no sentido de
se proporcionar uma viragem paradigmática na construção de um mundo cada vez melhor
(mais humanizado).
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Heidegger
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12
brigada
cecilia1976@gmail.com
cecilia.tomas.75
ceciliatomas
@ceciliatomas
http://thinkinginternetofthingschallenges.blogspot.pt/

Utopia no mundo digital

  • 1.
    Cecília Tomás Congresso Internacional «TomásMoro e o Sonho de um mundo melhor» 24, 25 e 26 de novembro de 2016
  • 3.
    “(...) é ainformação sobre o comportamento das pessoas em vez da informação sobre as suas vidas. É sobre o comportamento dos clientes, funcionários, e as perspetivas para o seu novo negócio. Não é sobre as coisas que coloca no Facebook, e não é sobre as suas pesquisas no Google, que é o que a maioria das pessoas pensa, e não é sobre dados de processos internos à empresa e RFIDs. Este Big Data vem de coisas como dados de localização vindos do seu telemóvel ou cartão de crédito, são as pequenas migalhas de dados que deixa atrás de si enquanto se movimenta no mundo.” (Pentland, 2012: §2) 3
  • 4.
    4 A possibilidade deidentificação a partir dos vestígios que o indivíduo vai inserindo na web, das suas necessidades e capacidades, farão da tecnologia tanto uma extensão do ser humano como levarão a um aumento exponencial das competências da pessoa.
  • 5.
    “A Internet dasCoisas continua o que as redes sociais começaram: quebrar as fronteiras entre o eu privado e o eu público. Tal como acontece com qualquer tecnologia de tal potencial poderoso, os tecnólogos devem ter muito cuidado para geri-la em prol do bem e para educar e informar (todos) sobre as considerações éticas que acompanham a sua adoção. Os educadores e tecnólogos terão de ser pró-ativos na realização de diálogos e debates necessários, a fim de proteger a privacidade, a diversidade e a aprendizagem.” (Hancock, 2014) 5
  • 6.
    6 Automatização Personalização / Estandardização Privacidade/ Segurança - Procedimentos - Decisões Subjetividade / Objetividade informacional Interoperabilidade Uso ético das tecnologias IoT Direitos Humanos Educação Pertença dos dados Ética relacional Ontocentrismo Coexistencialismo Sustentabilidade Partilha
  • 7.
    7 Artigo do WorldEconomic Forum IN https://www.weforum.org/agenda/2016/11/shopping-i-can-t-really-remember-what-that-is/
  • 8.
    8 Automatização Personalização / Estandardização Privacidade/ Segurança - Procedimentos - Decisões Subjetividade / Objetividade informacional Interoperabilidade Uso ético das tecnologias IoT Direitos Humanos Educação Pertença dos dados Ética relacional Ontocentrismo Coexistencialismo Sustentabilidade Partilha
  • 9.
    1) O equilíbrioentre o Ser Humano e a Máquina só será alcançado com a recuperação da noção de instrumentalidade ligada à exclusiva utilidade do objeto - software e hardware - (em prol de colmatar uma necessidade sentida) o que levará a que a tecnologia seja uma extensão, por um lado, e a um aumento, por outro, das capacidades do ser humano; 2) A necessidade de uma forte formação ética, assente nos princípios do dever e da responsabilidade e do exemplo de heróis morais, dos engenheiros informáticos (de software e de hardware) e dos engenheiros de redes e comunicações; 3) O caminho que a tecnologia disruptiva abre terá de levar, necessariamente, a uma séria reflexão sobre os paradigmas (político, socioeconómico, educativo…) instituídos no sentido de se proporcionar uma viragem paradigmática na construção de um mundo cada vez melhor (mais humanizado). 9
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