PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPOGRANDEPREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPOGRANDE
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃOSECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃOE POLITICASSUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃOE POLITICAS
EDUCACIONAISEDUCACIONAIS
DIVISÃODE TECNOLOGIA EDUCACIONALDIVISÃODE TECNOLOGIA EDUCACIONAL
PESQUISA: PRINCÍPIOPESQUISA: PRINCÍPIO
CIENTÍFICO E EDUCATIVOCIENTÍFICO E EDUCATIVO
http://3.bp.blogspot.com/_8bfVZgTOvZE/TCfdWwDCQYI/AAAAAAAAATg/gMmlfAWozxg/s320/crianca+no+computador_thumb%5B1%5D.jpg
QUESTÃO CURRICULARQUESTÃO CURRICULAR
• Bastaria trazer à cena a pesquisa como princípio
científico, para demarcar o absurdo que é o mero
ensinar e o mero aprender.
• Entende-se como simples repassador de
conhecimento alheio.
• Não deixa sequer tempo para pensar em qualidade
formal e mérito acadêmico conquistado.
• Não detém qualidade formal mínima, no sentido de ter
aprendido bem a sua matéria.
• A Universidade está marcada
fortemente por essa dupla
precariedade, o que lhe
transmite imagem insistente de
conservadorismo por não estar
fecundada pela pesquisa.
• Basta colocar a necessidade de
elaboração própria, para tornar-se
imprescindível o acesso a livros,
tempo para discutir e escrever,
condição econômica de auto-
sustentação razoável.
• O importante é compreender que
sem pesquisa não há ensino. A
ausência de pesquisa degrada o
ensino a patamares típicos da
reprodução imitativa.
EMTERMOS IDEAIS, PODEMOS COLOCARPARAEMTERMOS IDEAIS, PODEMOS COLOCARPARA
OPROFESSOREXIGENCIAS TAISOPROFESSOREXIGENCIAS TAIS::
• Exigência de pesquisa;
• Possuir domínio teórico;
• Possuir habilidade de manuseio de
dados empíricos;
• Versatilidade metodológica;
• Experiência prática;
• Criar espaços alternativos de
compreensão e intervenção;
• Ser capaz de estabelecer
atitude de diálogo com a
realidade;
• Ser construtor de conhecimento
novo e agente de mudança na
sociedade.
A QUESTÃO DAA QUESTÃO DA
AVALIAÇÃOAVALIAÇÃO
• Avaliar é pesquisar, se bem
compreendido.
• Forma mais fecunda e conveniente
de avaliar é motivar a produção
cientifica em ambiente próprio, com
liberdade acadêmica na qual o
estudante possa enfrentar o desafio
de crescer por si.
EDUCAÇÃO,EDUCAÇÃO,
PESQUISA EPESQUISA E
EMANCIPAÇÃOEMANCIPAÇÃO
• Pesquisa faz parte da noção de vida
criativa em qualquer tempo e me
qualquer lugar.
• O conceito de pesquisa é
fundamental porque está na raiz da
consciência crítica questionadora.
• Sobretudo atitude política
emancipatória de construção do
sujeito social competente e
organizado.
LIMITAÇÕES DOLIMITAÇÕES DO
APENAS ENSINARAPENAS ENSINAR
• O professor vale pelo que instrui - a
criança precisa também literalmente
aprender – mas sobretudo pelo que
motiva a emancipação social, técnica
e politicamente. Assim, a crítica aqui
formulada volta-se contra o “mero
ensinar” que, no devido lugar é
instrumento necessário. Instruir bem é
arte, mesmo menor. Mas é diferente o
instruído domesticado de quem se
instruir para se construir e reconstruir.
LIMITAÇÕES DOLIMITAÇÕES DO
APENAS APRENDERAPENAS APRENDER
• Em boa parte, o desafio da qualidade
política está em fomentar a iniciativa do
aluno, sobre tudo aquela organizada. Não
qualquer iniciativa, porque não é assim
que de repente, tudo cabe na escola,
levando a prejudicar a qualidade formal.
Mas aquela iniciativa que decorre e
fecunda o espaço escolar nele e fora dele.
O “mero aprender” estiola o desafio
técnico e político da educação, matando a
expectativa preventiva, emancipatória,
redistributiva e equalizadora, cabível em
sujeitos sociais que aprendem a aprender.
VAZIOS DA ESCOLAVAZIOS DA ESCOLA
FORMALFORMAL
• Reivindicar a pesquisa na escola formal
significa, por coerência, refazer, algo da
autocrítica.
• A escola precisa assumir papel de espaço
cultural comunitário, no qual seja possível
discutir efetivar interesses comunitários
relativos à educação.
• Precisa constituir-se patrimônio do
professor público, porque além de palco da
realidade profissional, a escola é, através
de suas mãos, lugar estratégico da
formação da cidadania popular.
REFERÊNCIAREFERÊNCIA
Demo, Pedro, Pesquisa princípio
científico e educativo. 12 ed. São
Paulo: Cortez 2006.

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  • 1.
    PREFEITURA MUNICIPAL DECAMPOGRANDEPREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPOGRANDE SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃOSECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃOE POLITICASSUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃOE POLITICAS EDUCACIONAISEDUCACIONAIS DIVISÃODE TECNOLOGIA EDUCACIONALDIVISÃODE TECNOLOGIA EDUCACIONAL
  • 2.
    PESQUISA: PRINCÍPIOPESQUISA: PRINCÍPIO CIENTÍFICOE EDUCATIVOCIENTÍFICO E EDUCATIVO http://3.bp.blogspot.com/_8bfVZgTOvZE/TCfdWwDCQYI/AAAAAAAAATg/gMmlfAWozxg/s320/crianca+no+computador_thumb%5B1%5D.jpg
  • 4.
    QUESTÃO CURRICULARQUESTÃO CURRICULAR •Bastaria trazer à cena a pesquisa como princípio científico, para demarcar o absurdo que é o mero ensinar e o mero aprender. • Entende-se como simples repassador de conhecimento alheio. • Não deixa sequer tempo para pensar em qualidade formal e mérito acadêmico conquistado.
  • 5.
    • Não detémqualidade formal mínima, no sentido de ter aprendido bem a sua matéria.
  • 6.
    • A Universidadeestá marcada fortemente por essa dupla precariedade, o que lhe transmite imagem insistente de conservadorismo por não estar fecundada pela pesquisa.
  • 7.
    • Basta colocara necessidade de elaboração própria, para tornar-se imprescindível o acesso a livros, tempo para discutir e escrever, condição econômica de auto- sustentação razoável. • O importante é compreender que sem pesquisa não há ensino. A ausência de pesquisa degrada o ensino a patamares típicos da reprodução imitativa.
  • 8.
    EMTERMOS IDEAIS, PODEMOSCOLOCARPARAEMTERMOS IDEAIS, PODEMOS COLOCARPARA OPROFESSOREXIGENCIAS TAISOPROFESSOREXIGENCIAS TAIS:: • Exigência de pesquisa; • Possuir domínio teórico; • Possuir habilidade de manuseio de dados empíricos; • Versatilidade metodológica; • Experiência prática; • Criar espaços alternativos de compreensão e intervenção;
  • 9.
    • Ser capazde estabelecer atitude de diálogo com a realidade; • Ser construtor de conhecimento novo e agente de mudança na sociedade.
  • 10.
    A QUESTÃO DAAQUESTÃO DA AVALIAÇÃOAVALIAÇÃO • Avaliar é pesquisar, se bem compreendido. • Forma mais fecunda e conveniente de avaliar é motivar a produção cientifica em ambiente próprio, com liberdade acadêmica na qual o estudante possa enfrentar o desafio de crescer por si.
  • 11.
    EDUCAÇÃO,EDUCAÇÃO, PESQUISA EPESQUISA E EMANCIPAÇÃOEMANCIPAÇÃO •Pesquisa faz parte da noção de vida criativa em qualquer tempo e me qualquer lugar. • O conceito de pesquisa é fundamental porque está na raiz da consciência crítica questionadora. • Sobretudo atitude política emancipatória de construção do sujeito social competente e organizado.
  • 12.
    LIMITAÇÕES DOLIMITAÇÕES DO APENASENSINARAPENAS ENSINAR • O professor vale pelo que instrui - a criança precisa também literalmente aprender – mas sobretudo pelo que motiva a emancipação social, técnica e politicamente. Assim, a crítica aqui formulada volta-se contra o “mero ensinar” que, no devido lugar é instrumento necessário. Instruir bem é arte, mesmo menor. Mas é diferente o instruído domesticado de quem se instruir para se construir e reconstruir.
  • 13.
    LIMITAÇÕES DOLIMITAÇÕES DO APENASAPRENDERAPENAS APRENDER • Em boa parte, o desafio da qualidade política está em fomentar a iniciativa do aluno, sobre tudo aquela organizada. Não qualquer iniciativa, porque não é assim que de repente, tudo cabe na escola, levando a prejudicar a qualidade formal. Mas aquela iniciativa que decorre e fecunda o espaço escolar nele e fora dele. O “mero aprender” estiola o desafio técnico e político da educação, matando a expectativa preventiva, emancipatória, redistributiva e equalizadora, cabível em sujeitos sociais que aprendem a aprender.
  • 14.
    VAZIOS DA ESCOLAVAZIOSDA ESCOLA FORMALFORMAL • Reivindicar a pesquisa na escola formal significa, por coerência, refazer, algo da autocrítica. • A escola precisa assumir papel de espaço cultural comunitário, no qual seja possível discutir efetivar interesses comunitários relativos à educação. • Precisa constituir-se patrimônio do professor público, porque além de palco da realidade profissional, a escola é, através de suas mãos, lugar estratégico da formação da cidadania popular.
  • 15.
    REFERÊNCIAREFERÊNCIA Demo, Pedro, Pesquisaprincípio científico e educativo. 12 ed. São Paulo: Cortez 2006.