O documento analisa a evolução das restrições à aquisição de terras por estrangeiros no Brasil desde 1500 até 2014, destacando momentos de liberalização e controle, especialmente durante o regime militar e a Constituição de 1988. A Advocacia-Geral da União revisou sua posição, restabelecendo restrições em 2010, mas, com a necessidade de flexibilização, o governo e o setor privado começaram a discutir mudanças. A liberação da venda de terras a estrangeiros visa atrair investimentos significativos, especialmente no setor florestal, com potencial de contribuição econômica e social.