Escola Secundária Artística António Arroio<br />09/10<br />Termas<br />190501829435Romanas<br />Trabalho realizado por Leonardo Silva nº15, Márcia Simões nº16 e Marta Casal nº1<br />Índice<br />Introdução…………………………………………………………....................................…………...Pág.3<br />Origem........……………………………………………………..…..................................………..….Pág.4<br />Arquitectura……………………………………………………....................................…………..….Pág.5<br />Arquitectura……………………………………………………....................................…………..….Pág.6<br />Planta de uma Terma..............................................................................................Pág.7<br />Salas das Termas.....................................................................................................Pág.9<br />Salas das Termas.....................................................................................................Pág.10<br />Aspecto Social..............………………………………………………………..................................Pág.11<br />Aspecto Social.....……………………………………………….................................……………....Pág.12<br />Conclusão..........…………………………………………………………...................................…….Pág.13<br />Bibliografia.............………………………………………………………...............................…......Pág.14<br />Introdução<br />O nosso grupo decidiu fazer como tema do trabalho as Termas Romanas, por terem sido uma das mais importantes realizações sociais do Império Romano, sendo ainda uma grande influência social.<br />Um hábito de higiene e social, os banhos públicos eram quase que obrigatórios na vida Romana.<br />Origem<br />Termas, palavra em Latim: Thermae era o nome usado pelos romanos para falar dos locais destinados aos banhos públicos, apesar de terem sido os Caldeus, os primeiros a iniciarem o uso de banhos públicos. <br />Termas, na sua origem, identificava os banhos quentes que se estenderam um pouco por toda a parte do Império Romano. <br />Designava vastos edifícios de banhos, locais onde se tratava da higiene, mas onde também se podia conviver, educar, entre muitos outros passatempos.Subsistem  ainda nos nossos dias, diversas ruínas de termas, que podiam ser encontrados nas pequenas cidades e nos burgos. <br />Principais termas localizadas em  Roma, Itália:<br />Termas de Caracala;<br />Termas de Diocleciano;<br />Termas de Nero;<br />Termas de Tito;<br />Termas de Trajano;<br />Arquitectura<br />Na Grécia antiga, de onde os Romanos retiraram e inspiraram grande parte da sua cultura e práticas quotidianas, os banhos eram construídos perto do ginásio. Em Roma, os banhos eram, de início, privados e de uma grande simplicidade, mas depois ficaram abertos ao povo segundo um modelo uniforme, podendo apenas diferir nas dimensões e no luxo. As termas romanas eram de maiores dimensões do que as anteriores e muito mais decoradas. <br />As termas, por norma, eram constituídas por quatro partes essenciais: o Frigidarium ; o Tepidarium ; o Caldarium e o Laconium . Ao banho, propriamente dito, estavam associados compartimentos com mosaicos, ornados por estátuas e painéis. As termas estavam dotadas de bibliotecas, locais para comer, salas onde declamavam teóricos e poetas, estádios para corridas, jardins, ginásios, etc.<br />Arquitectura<br />Normalmente, as termas romanas eram constituídas por vários cômodos ou salas:<br />Laconicum: Sala circular constituída por absidaes, destinada a banhos quentes e de vapor. Sala com a mais alta temperatura, cuja planta obedece aos cânones vitruvianos. No centro da sala encontra-se um grande tanque circular, embutido no solo, rodeado do sistema de aquecimento - hipocaustum. A atribuição cronológica desta construção situa-se entre I - II séc. d.C., e sua utilização estender-se-ia até ao V séc. d.C..<br />Natatio: Piscina ao ar livre, naturalmente porticada. Estes espaços são na maioria rectangulares e encontram-se perto do frigidarium e/ou da palaestra<br />Apodyterium - Entrada principal, constituída por um quarto comprido ou largo, dotado de compartimentos ou estantes, nos quais os cidadãos guardavam suas roupas e pertences, enquanto tomavam seu banho. Escravos particulares, ou funcionários das Termas, chamados  capsarius, cuidavam dos pertences, enquanto os cidadãos desfrutavam dos prazeres do banho (devido aos roubos de  ladrões). Homens livres ricos e as suas mulheres traziam habitualmente vários escravos consigo até ao Apodyterium, como forma de exibir as  suas posições sociais. Estes escravos levavam um conjunto de banho: acessórios e artigos de vestuário para banho, sandálias, toalhas de linho, e ainda óleos para unção, perfumes, esponjas, e Strigilis - instrumentos de metal recurvados para raspar o excesso de óleo, suor e sujeira dos corpos.<br /> <br />Natatio Laconium<br />Planta de uma Terma<br />Salas das Termas:<br />Tepidarium –Local do banho morno (tépido) nas Termas romanas, local de banho público na Roma Antiga, sucedia ao caldarium e, também como este, possuía um hipocausto (espécie de porão onde o ambiente era aquecido). Sua função era, principalmente, resfriar o corpo do banhista antes de seguir para o frigidarium  O tepidarium, nas Termas de Roma, era um grande círculo no corredor central, para onde todos os outros corredores se dirigiam. Provavelmente era o local onde os banhistas se agrupavam antes de se dirigirem a um dos outros banhos (no Caldarium ou no Frigidarium). <br />Praefurnium - Local das fornalhas que aqueciam a água e o ar, espaço escavado parcialmente com estruturas relacionadas com um compartimento subsidiário - a fornalha. <br />Caldarium – Cômodos das termas onde havia os banhos públicos. Este quarto era muito quente e cheio de vapor, sendo a água aquecida no hipocausto (uma espécie de porão onde o ambiente era aquecido). Era o local mais quente na sucessão dos quartos de banho das termas. Pela ordem, do Caldarium passava-se para o Tepidarium e dali ao Frigidarium. Os equipamentos ali existentes poderia haver o banho de imersão na água aquecida (no alveus ou solium, espécie de piscina quente ou banheira). Também havia, nalgumas das termas, o Laconicum - uma espécie de sauna seca, bastante quente para induzir a sudação.<br />Caldarium<br />Salas das Termas<br />Frigidarium – local onde se tomava um banho frio. Consistia, basicamente, numa piscina para imersão até a altura do ombro - podendo ser grande ou pequena. Sua função era, depois de terem os banhistas abertos seus poros com os banhos quentes do Tepidarium e do Caldarium, fechá-los novamente. Era a última das etapas dos banhos públicos. As maiores do mundo eram as das Termas de Caracala e as das Termas de Diocleciano, em Roma.<br />Sudatorium - cômodo das Termas onde os banhistas sentavam-se para, com o calor ali produzido, provocar o suor. Ao contrário do Caldarium, onde o calor vinha pelo banho quente, aquecido numa espécie de porão, nestas salas o aquecimento dava-se por um sistema, semelhante a chaminés, que partia de lareiras dispostas no ambiente, aquecendo as paredes laterais através das chaminés. O Sudatorium não era um dos elementos obrigatórios das Termas visto ser uma  espécie de sauna coletiva.<br />FrigidariumSudatorium<br />Aspecto Social<br />No séc.I a.C., na Roma Antiga, as termas passaram a ser um costume romano, um acto tão importante na vida social de Roma como as artes. As termas passaram então a ser uma parte indispensável na vida de um romano, como um ritual social. Eram um espaço de convívio, que servia para reuniões informais de comerciantes, políticos, etc.<br />Os banhos públicos das cidades podiam ter diversos fins, tais como a higiene corporal e a terapia pela água com propriedades medicinais. Em 33 a.C., já existiam 170 banhos públicos em Roma.<br />O banho nas termas eram longos e complexos, os seus momentos principais e as suas técnicas subsistem ainda nos nossos chamados «banhos turcos». <br />Os momentos passados nas termas serviam não só para fins higiénicos e medicinais, serviam também para socializarem, para tomar banho na companhia de amigos, para pôr a «conversa em dia», para praticar exercício físico, etc.<br />Os médicos da época diziam que para que o banho fosse verdadeiramente útil, vantajoso teria que ser precedido e seguido por um exercício moderado.<br />Os banhos públicos juntamente com tudo o que traziam e oferecia era sempre um espectáculo novo, o ambiente à sua volta, os encontros, os cargos, etc.<br />Em geral, as manhãs eram reservadas às mulheres e as tardes aos homens.<br />Devido à arquitectura das termas, a acústica delas reproduzidas era enorme o que permitia que todos os que ali permaneciam ouvissem todo o tipo de barulhos, desde  os desportistas que se exercitam a palmas, estalos de mãos, cantares, os saltos como entradas nas piscinas que salpicam tudo, e pior, os sons agudos e  metálicos dos depiladores que se fazem ouvir melhor devido à dor que sentem, os gritos dos comerciantes e mercadores dispostos a pregar os seus produtos e outros acontecimentos que fazem com que no total se forme uma canção muito sonora dos «sons romanos». Através dos banhos públicos Roma juntava-se toda num acontecimento no mínimo peculiar em relação aos dias de hoje. <br />Aspecto Social<br />Os passos que se tomavam eram:<br />O banhista devia começar por untar o corpo com óleos e praticar alguns exercícios de ginástica, desporto ou luta livre.
Entrava depois numa sala muito aquecida, onde podia lavar-se e retirar os restos de óleo.
Depois de uma curta passagem pelo tepidarium (banhos tépidos, banhos mornos), mergulhava na piscina do frigidarium (banhos de água fria) , cuja água fria lhe revigorava o corpo, sendo em seguida massajado e untado de óleos aromáticos. <br />Frigidarium<br />Conclusão <br />Através deste trabalho pudemos aprender o complexo funcionamento das termas e o seu carácter extremamente social, que era uma espécie de ritual, habitualmente presente na vida Romana, um banho público que servia, não só para finalidades medicinais como para convívio com os amigos.<br />Bibliografia<br />http://pt.wikipedia.org/wiki/Termas_romanas
http://www.historiadaarte.com.br/arteromana.html
http://www.abcspas.com.br/historia.asp
http://www2.cm-evora.pt/arqueologia/termas.htm
http://images.google.pt/imghp?hl=pt-PT&tab=wi
Termas romanas trabalho
Termas romanas trabalho
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Termas romanas trabalho

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    Escola Secundária ArtísticaAntónio Arroio<br />09/10<br />Termas<br />190501829435Romanas<br />Trabalho realizado por Leonardo Silva nº15, Márcia Simões nº16 e Marta Casal nº1<br />Índice<br />Introdução…………………………………………………………....................................…………...Pág.3<br />Origem........……………………………………………………..…..................................………..….Pág.4<br />Arquitectura……………………………………………………....................................…………..….Pág.5<br />Arquitectura……………………………………………………....................................…………..….Pág.6<br />Planta de uma Terma..............................................................................................Pág.7<br />Salas das Termas.....................................................................................................Pág.9<br />Salas das Termas.....................................................................................................Pág.10<br />Aspecto Social..............………………………………………………………..................................Pág.11<br />Aspecto Social.....……………………………………………….................................……………....Pág.12<br />Conclusão..........…………………………………………………………...................................…….Pág.13<br />Bibliografia.............………………………………………………………...............................…......Pág.14<br />Introdução<br />O nosso grupo decidiu fazer como tema do trabalho as Termas Romanas, por terem sido uma das mais importantes realizações sociais do Império Romano, sendo ainda uma grande influência social.<br />Um hábito de higiene e social, os banhos públicos eram quase que obrigatórios na vida Romana.<br />Origem<br />Termas, palavra em Latim: Thermae era o nome usado pelos romanos para falar dos locais destinados aos banhos públicos, apesar de terem sido os Caldeus, os primeiros a iniciarem o uso de banhos públicos. <br />Termas, na sua origem, identificava os banhos quentes que se estenderam um pouco por toda a parte do Império Romano. <br />Designava vastos edifícios de banhos, locais onde se tratava da higiene, mas onde também se podia conviver, educar, entre muitos outros passatempos.Subsistem ainda nos nossos dias, diversas ruínas de termas, que podiam ser encontrados nas pequenas cidades e nos burgos. <br />Principais termas localizadas em Roma, Itália:<br />Termas de Caracala;<br />Termas de Diocleciano;<br />Termas de Nero;<br />Termas de Tito;<br />Termas de Trajano;<br />Arquitectura<br />Na Grécia antiga, de onde os Romanos retiraram e inspiraram grande parte da sua cultura e práticas quotidianas, os banhos eram construídos perto do ginásio. Em Roma, os banhos eram, de início, privados e de uma grande simplicidade, mas depois ficaram abertos ao povo segundo um modelo uniforme, podendo apenas diferir nas dimensões e no luxo. As termas romanas eram de maiores dimensões do que as anteriores e muito mais decoradas. <br />As termas, por norma, eram constituídas por quatro partes essenciais: o Frigidarium ; o Tepidarium ; o Caldarium e o Laconium . Ao banho, propriamente dito, estavam associados compartimentos com mosaicos, ornados por estátuas e painéis. As termas estavam dotadas de bibliotecas, locais para comer, salas onde declamavam teóricos e poetas, estádios para corridas, jardins, ginásios, etc.<br />Arquitectura<br />Normalmente, as termas romanas eram constituídas por vários cômodos ou salas:<br />Laconicum: Sala circular constituída por absidaes, destinada a banhos quentes e de vapor. Sala com a mais alta temperatura, cuja planta obedece aos cânones vitruvianos. No centro da sala encontra-se um grande tanque circular, embutido no solo, rodeado do sistema de aquecimento - hipocaustum. A atribuição cronológica desta construção situa-se entre I - II séc. d.C., e sua utilização estender-se-ia até ao V séc. d.C..<br />Natatio: Piscina ao ar livre, naturalmente porticada. Estes espaços são na maioria rectangulares e encontram-se perto do frigidarium e/ou da palaestra<br />Apodyterium - Entrada principal, constituída por um quarto comprido ou largo, dotado de compartimentos ou estantes, nos quais os cidadãos guardavam suas roupas e pertences, enquanto tomavam seu banho. Escravos particulares, ou funcionários das Termas, chamados capsarius, cuidavam dos pertences, enquanto os cidadãos desfrutavam dos prazeres do banho (devido aos roubos de ladrões). Homens livres ricos e as suas mulheres traziam habitualmente vários escravos consigo até ao Apodyterium, como forma de exibir as suas posições sociais. Estes escravos levavam um conjunto de banho: acessórios e artigos de vestuário para banho, sandálias, toalhas de linho, e ainda óleos para unção, perfumes, esponjas, e Strigilis - instrumentos de metal recurvados para raspar o excesso de óleo, suor e sujeira dos corpos.<br /> <br />Natatio Laconium<br />Planta de uma Terma<br />Salas das Termas:<br />Tepidarium –Local do banho morno (tépido) nas Termas romanas, local de banho público na Roma Antiga, sucedia ao caldarium e, também como este, possuía um hipocausto (espécie de porão onde o ambiente era aquecido). Sua função era, principalmente, resfriar o corpo do banhista antes de seguir para o frigidarium O tepidarium, nas Termas de Roma, era um grande círculo no corredor central, para onde todos os outros corredores se dirigiam. Provavelmente era o local onde os banhistas se agrupavam antes de se dirigirem a um dos outros banhos (no Caldarium ou no Frigidarium). <br />Praefurnium - Local das fornalhas que aqueciam a água e o ar, espaço escavado parcialmente com estruturas relacionadas com um compartimento subsidiário - a fornalha. <br />Caldarium – Cômodos das termas onde havia os banhos públicos. Este quarto era muito quente e cheio de vapor, sendo a água aquecida no hipocausto (uma espécie de porão onde o ambiente era aquecido). Era o local mais quente na sucessão dos quartos de banho das termas. Pela ordem, do Caldarium passava-se para o Tepidarium e dali ao Frigidarium. Os equipamentos ali existentes poderia haver o banho de imersão na água aquecida (no alveus ou solium, espécie de piscina quente ou banheira). Também havia, nalgumas das termas, o Laconicum - uma espécie de sauna seca, bastante quente para induzir a sudação.<br />Caldarium<br />Salas das Termas<br />Frigidarium – local onde se tomava um banho frio. Consistia, basicamente, numa piscina para imersão até a altura do ombro - podendo ser grande ou pequena. Sua função era, depois de terem os banhistas abertos seus poros com os banhos quentes do Tepidarium e do Caldarium, fechá-los novamente. Era a última das etapas dos banhos públicos. As maiores do mundo eram as das Termas de Caracala e as das Termas de Diocleciano, em Roma.<br />Sudatorium - cômodo das Termas onde os banhistas sentavam-se para, com o calor ali produzido, provocar o suor. Ao contrário do Caldarium, onde o calor vinha pelo banho quente, aquecido numa espécie de porão, nestas salas o aquecimento dava-se por um sistema, semelhante a chaminés, que partia de lareiras dispostas no ambiente, aquecendo as paredes laterais através das chaminés. O Sudatorium não era um dos elementos obrigatórios das Termas visto ser uma espécie de sauna coletiva.<br />FrigidariumSudatorium<br />Aspecto Social<br />No séc.I a.C., na Roma Antiga, as termas passaram a ser um costume romano, um acto tão importante na vida social de Roma como as artes. As termas passaram então a ser uma parte indispensável na vida de um romano, como um ritual social. Eram um espaço de convívio, que servia para reuniões informais de comerciantes, políticos, etc.<br />Os banhos públicos das cidades podiam ter diversos fins, tais como a higiene corporal e a terapia pela água com propriedades medicinais. Em 33 a.C., já existiam 170 banhos públicos em Roma.<br />O banho nas termas eram longos e complexos, os seus momentos principais e as suas técnicas subsistem ainda nos nossos chamados «banhos turcos». <br />Os momentos passados nas termas serviam não só para fins higiénicos e medicinais, serviam também para socializarem, para tomar banho na companhia de amigos, para pôr a «conversa em dia», para praticar exercício físico, etc.<br />Os médicos da época diziam que para que o banho fosse verdadeiramente útil, vantajoso teria que ser precedido e seguido por um exercício moderado.<br />Os banhos públicos juntamente com tudo o que traziam e oferecia era sempre um espectáculo novo, o ambiente à sua volta, os encontros, os cargos, etc.<br />Em geral, as manhãs eram reservadas às mulheres e as tardes aos homens.<br />Devido à arquitectura das termas, a acústica delas reproduzidas era enorme o que permitia que todos os que ali permaneciam ouvissem todo o tipo de barulhos, desde os desportistas que se exercitam a palmas, estalos de mãos, cantares, os saltos como entradas nas piscinas que salpicam tudo, e pior, os sons agudos e metálicos dos depiladores que se fazem ouvir melhor devido à dor que sentem, os gritos dos comerciantes e mercadores dispostos a pregar os seus produtos e outros acontecimentos que fazem com que no total se forme uma canção muito sonora dos «sons romanos». Através dos banhos públicos Roma juntava-se toda num acontecimento no mínimo peculiar em relação aos dias de hoje. <br />Aspecto Social<br />Os passos que se tomavam eram:<br />O banhista devia começar por untar o corpo com óleos e praticar alguns exercícios de ginástica, desporto ou luta livre.
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    Entrava depois numasala muito aquecida, onde podia lavar-se e retirar os restos de óleo.
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    Depois de umacurta passagem pelo tepidarium (banhos tépidos, banhos mornos), mergulhava na piscina do frigidarium (banhos de água fria) , cuja água fria lhe revigorava o corpo, sendo em seguida massajado e untado de óleos aromáticos. <br />Frigidarium<br />Conclusão <br />Através deste trabalho pudemos aprender o complexo funcionamento das termas e o seu carácter extremamente social, que era uma espécie de ritual, habitualmente presente na vida Romana, um banho público que servia, não só para finalidades medicinais como para convívio com os amigos.<br />Bibliografia<br />http://pt.wikipedia.org/wiki/Termas_romanas
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