PROPOSTA DE SOLUÇÕES
AEPTCN6-09
PREPARAR OS TESTES CIÊNCIAS DA NATUREZA
130
1. 1.1. Brócolo e laranja.
1.2. Os alimentos são de origem vegetal.
1.3. Prótidos, glícidos, lípidos, vitamina B1, vitamina C, cálcio e ferro.
1.4. a) Laranja. b) Bife de vitela. c) Brócolo. d) Azeite.
1.5. Leite e Brócolos. São os alimentos que apresentam na sua constituição maior
quantidade de cálcio.
2. 1 – G e J; 2 – B; 3 – D e H; 4 – A; 5 – F e I; 6 – C; 7 – E.
3. 3.1. Alimento A – Leite; Alimento B – Peixe; Alimento C – Manteiga; Alimento D –
Arroz integral.
3.2. a) Água, prótidos, lípidos e sais minerais. b) Lípidos e glícidos. c) Água, sais
minerais e vitaminas.
4. B, F e H.
5. Porque, para além de entrar na constituição de todos os alimentos, é fundamental
que se beba água em abundância todos os dias.
6. 6.1. a) Carne, gorduras, açúcar e sal. b) Leite e hortícolas. c) Grupo dos lacticínios.
6.2.1. As batatas fritas, por exemplo.
6.2.2. A obesidade, por exemplo.
7. 7.1. A Maria alimentou-se de forma mais saudável.
7.2. A Maria variou o tipo de alimentos (comeu carne ao almoço e peixe ao jantar,
por exemplo) e não ingeriu alimentos com muito açúcar (bolos, etc.).
8. 8.1. Sistema digestivo.
8.2. 1 – Boca; 2 – Glândulas salivares; 3 – Faringe; 4 – Esófago; 5 – Fígado; 6 – Vesí-
cula biliar; 7 – Estômago; 8 – Pâncreas; 9 – Intestino grosso; 10 – Intestino del-
gado; 11 – Recto; 12 – Ânus.
8.3. a) 1, 3, 4, 7, 9, 10, 11 e 12. b) 2, 5 e 8. c) 5. d) 9 e 10. e) 1. f) 10.
8.4. Saliva, língua e dentes.
8.5. A absorção é a passagem dos nutrientes úteis ao organismo do intestino para
a corrente sanguínea.
8.6. Nem todos os nutrientes que são ingeridos são absorvidos pelo organismo,
resultando em resíduos que são eliminados sob a forma de fezes.
9. 1 – A e G; 2 – C, I e K; 3 – J; 4 – H; 5 – B; 6 – F; 7 – D; 8 – E.
10. 10.1.A digestão é o conjunto de transformações que ocorrem no sistema digestivo
e que decompõem os alimentos nos seus nutrientes.
10.2.Os alimentos têm de ser digeridos para serem divididos nos nutrientes que os
constituem, de modo a que o organismo os possa absorver e utilizar ao nível
das células.
11. 11.1.1 – Esófago; 2 – Estômago simples; 3 – Pança; 4 – Coalheira; 5 – Folhoso;
6 – Barrete; 7 – Intestino.
11.2.Estômago composto.
EXERCÍCIOS PROPOSTOS PÁGS. 14-19
Os alimentos como veículo de nutrientes
Trocas nutricionais entre o organismo e o meio
Processos vitais comuns aos seres vivos
SOLUÇÕES
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PREPARAR OS TESTES
SOLUÇÕES
131
11.3. a) Omnívoro. b) Herbívoro ruminante.
11.4. O ser humano e o porco, por exemplo.
12. 12.1. 1 – Esófago; 2 – Papo; 3 – Proventrículo; 4 – Moela; 5 – Intestino; 6 – Cloaca.
12.2. a) Armazenar e amolecer os alimentos. b) Produzir sucos gástricos e misturá-
-los com os alimentos. c) Triturar os alimentos.
13. A – 4; B – 3; C – 1; D – 2.
1. 1.1. A – Gorduras e óleos; B – Lacticínios; C – Carnes, pescados e ovos; D – Legumi-
nosas; E – Cereais e derivados, tubérculos; F – Hortícolas; G – Fruta.
1.2. A dimensão dos grupos da roda dos alimentos varia porque é proporcional à
quantidade desses alimentos que se deve ingerir.
1.3. B.
1.4. A.
2. 2.1. A – V; B – F; C – V; D – V; E – F; F – V; G – V.
3. 3.1. Prato 3.
3.2. O prato 3 apresenta a proporção de alimentos mais adequada e a menor
quantidade de gordura.
4. 4.1. D.
4.2. 1 – Boca; 2 – Faringe; 3 – Esófago; 4 – Fígado; 5 – Estômago; 6 – Vesícula biliar;
7 – Pâncreas; 8 – Intestino grosso; 9 – Intestino delgado; 10 – Recto; 11 – Ânus.
4.3. A – F; B – F; C – V; D – F; E – F; F – V; G – V; H – V.
4.4. D.
5. 5.1. As setas representam o fenómeno de absorção.
5.2. Vilosidades intestinais.
5.3. São transportados através da corrente sanguínea até às células onde vão ser
utilizados.
6. 6.1. 1 – Folhoso; 2 – Barrete; 3 – Pança; 4 – Coalheira.
6.2. Quando o alimento atinge o estômago de um ruminante fica acumulado na
pança. Depois, passa para o barrete e volta à boca. De seguida, é novamente
engolido, transita para o folhoso e depois para a coalheira.
6.3. A ruminação consiste em fazer voltar à boca um alimento previamente inge-
rido para que o animal o possa novamente mastigar e misturar com saliva.
6.4. Animal C.
7. A – F; B – F; C – V; D – F; E – F; F – V; G – F; H – V.
A – Digestão; B – Glândulas digestivas anexas; C – Glândulas salivares; D – Estômago; E –
Intestino delgado; F – Ânus; G – Nutrientes; H – Bílis; I – Quilo; J – Prótidos; K – Vitaminas; L –
Energética; M – Reguladora; N – Absorção; O – Estômago composto; P – Proventrículo; Q –
Barrete; R – Aves.
SÍNTESE ESQUEMÁTICA PÁGS. 24-25
TESTE DE AVALIAÇÃO 1 PÁGS. 20-23
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PREPARAR OS TESTES CIÊNCIAS DA NATUREZA
132
1. 1 – B; 2 – A; 3 – A; 4 – B; 5 – B; 6 – A; 7 – A; 8 – A; 9 – B; 10 – A.
2. A.
3. 3.1. Gráfico A.
3.2. O gráfico A apresenta maior quantidade de dióxido de carbono e menor
quantidade de oxigénio.
3.3. Gráfico A.
3.4. O gráfico A apresenta maior quantidade de vapor de água.
3.5. Azoto.
4. B.
5. 5.1. A – Fossas nasais; B – Laringe; C – Pulmão.
5.2. A e B.
5.3. O pulmão tem como função realizar as trocas gasosas entre o ar e o sangue
(hematose pulmonar).
6. I – Vias respiratórias; II – Pulmões; III – Faringe; IV – Traqueia; V – Brônquios; VI –
Alvéolos pulmonares; VII – Ar.
7. 7.1. C.
7.2. A – Dióxido de carbono; B – Oxigénio.
7.3. Zona 2.
8. 8.1. O cancro do pulmão e a bronquite, por exemplo.
8.2. As pessoas podem optar por não fumar, evitando assim os problemas que o
consumo do tabaco pode causar.
9. 9.1. Aquário A.
9.2. O peixe do aquário B morreu porque a água foi ficando cada vez mais pobre
em oxigénio e mais rica em dióxido de carbono. Estas condições tornaram-se
nocivas para o animal.
9.3. Mudando a água todos os dias ou introduzindo uma bomba de ar, como no
aquário A, por exemplo.
1. 1.1. a) Inspiração. b) Expiração. c) Inspiração. d) Inspiração. e) Expiração.
2. D.
3. 3.1. A – Laringe; B – Traqueia; C – Pulmão; D – Bronquíolos; E – Brônquio.
3.2. A → B → E → D.
4. 4.1. Vaso sanguíneo 2.
4.2. Hematose pulmonar.
5. 5.1. A – Boca; B – Brânquias; C – Câmara branquial; D – Opérculo.
5.2. I – Brânquias; II – Cavidade branquial; III – Respiração; IV – Boca; V – Opérculo;
VI – Hematose; VII – Oxigénio; VIII – Dióxido de carbono.
Circulação do ar
EXERCÍCIOS PROPOSTOS PÁGS. 31-33
TESTE DE AVALIAÇÃO 2 PÁGS. 34-35
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SOLUÇÕES
133
A – Pulmões; B – Vias respiratórias; C – Faringe; D – Brônquios; E – Hematose pulmonar;
F – Brânquias; G – Opérculos; H – Movimentos respiratórios; I – Hematose branquial;
J – Expiração.
1. 1 – D; 2 – A; 3 – C; 4 – B; 5 – A; 6 – A; 7 – B; 8 – C; 9 – D; 10 – C.
2. 2.1. a) Leucócitos. b) Plaquetas.
2.2. O Manuel. Porque apresenta um valor de plaquetas inferior ao normal, o que
pode prejudicar a coagulação do sangue.
2.3. O José. Porque apresenta um valor de leucócitos superior ao normal, o que
pode indicar que o organismo foi invadido por micróbios, os quais tenta com-
bater.
2.4. Plasma sanguíneo.
2.4.1. Transportar os restantes elementos do sangue, nutrientes, dióxido de
carbono e outros produtos tóxicos.
3. 3.1. 1 – Artéria aorta; 2 – Artéria pulmonar; 3 – Veia cava superior; 4 – Veias pulmo-
nares; 5 – Aurícula direita; 6 – Aurícula esquerda; 7 – Válvulas, 8 – Ventrículo
esquerdo; 9 – Ventrículo direito; 10 – Septo; 11 – Veia cava inferior.
3.2. a) Impedir que o sangue volte para trás.
b) Separar completamente a aurícula e o ventrículo direitos da aurícula e ven-
trículo esquerdos e, deste modo, impedir a mistura de sangue.
3.3. a) Sangue venoso. b) Sangue arterial.
4. 4.1. A diabetes e a hipertensão, por exemplo.
4.2. Um regime alimentar saudável diminui o risco de ataque cardíaco em cerca
de 30%.
4.3. a) Mulheres – 0; Homens – 1. b) Mulheres – 26; Homens – 149.
c) Mulheres – 184; Homens – 668.
4.4. Acima dos 75 anos.
4.5. Género masculino.
4.6. a) 20%. b) Duas a três vezes mais. c) Mais do dobro.
1. B.
2. 2.1. Artéria. 2.2. Veia. 2.3. Hemácias.
3. B.
4. C.
5. 5.1. 1 – Capilares dos pulmões; 2 – Artéria pulmonar; 3 – Artéria aorta; 4 – Veia pul-
monar; 5 – Veia cava superior; 6 – Aurícula esquerda; 7 – Aurícula direita; 8 – Ven-
trículo esquerdo; 9 – Ventrículo direito; 10 – Capilares do resto do organismo.
SÍNTESE ESQUEMÁTICA PÁG. 36
Transporte de nutrientes e oxigénio até às células
EXERCÍCIOS PROPOSTOS PÁGS. 41-42
TESTE DE AVALIAÇÃO 3 PÁGS. 43-44
SOLUÇÕES
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PREPARAR OS TESTES CIÊNCIAS DA NATUREZA
134
5.2. a) 9 → 2 → 1 → 4 → 6. b) 8 → 3 → 10 → 5 → 7.
5.3. D.
5.4. B.
A – Coração; B – Vasos sanguíneos; C – Artérias; D – Ventrículo direito; E – Aurícula
esquerda; F – Sangue; G – Hemácias; H – Plaquetas; I – Venoso.
1. A respiração celular é um processo que ocorre nas células, através do qual ocorre a
conversão de nutrientes em energia, na presença de oxigénio.
2.
3. 3.1. Tubo B.
3.2. Tubo A. Porque a água de cal ficou muito turva, o que indica que se formou
dióxido de carbono como produto da respiração celular realizada pelas célu-
las do fígado.
3.3. A água de cal apenas ficou ligeiramente turva porque, como a actividade das
células do fragmento de fígado terminou com a cozedura, não ocorreu respi-
ração celular.
4. 4.1. Glícidos e lípidos.
4.2. a) 202 kJ. b) 1340 kJ.
5. 5.1. O jovem B. Porque tem uma vida mais activa pois passa os tempos livres a
andar de bicicleta, actividade que consome mais energia do que jogar com
uma consola de jogos.
5.2. Regime alimentar 2.
5.3. Regime alimentar 1.
6. 6.1. O consumo de oxigénio aumenta com a subida da velocidade em terreno
inclinado.
SÍNTESE ESQUEMÁTICA PÁG. 45
Utilização de nutrientes na produção de energia e Eliminação de produtos da
actividade celular
EXERCÍCIOS PROPOSTOS PÁGS. 51-53
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Consumido durante a
respiração celular
Produzido durante a
respiração celular
Glícidos X
Oxigénio X
Dióxido de carbono X
Energia X
Lípidos X
Vapor de água X
Outras substâncias tóxicas X
PREPARAR OS TESTES
SOLUÇÕES
135
6.2. a) 1000 mL/min. b) 1500 mL/min.
6.3. A.
6.4. Porque o esforço é maior, o que implica um maior consumo de energia e,
consequentemente, um maior consumo de oxigénio.
7. 1 – C; 2 – A; 3 – B; 4 – B.
8. A – F; B – V; C – F; D – F; E – F; F – V.
8.1. A – Os ureteres são canais que conduzem a urina dos rins para a bexiga.
C – O dióxido de carbono é eliminado no ar expirado.
D – Os rins filtram o sangue para formar a urina.
E – A bexiga pertence ao sistema urinário.
9. 9.1. Pele.
9.2. 1 – Pêlo; 2 – Poro; 3 – Glândula sudorípara; 4 – Epiderme; 5 – Derme.
9.3. As glândulas sudoríparas retiram água, sal e substâncias tóxicas do sangue e
formam o suor, que eliminam através dos poros existentes na superfície da
epiderme.
1. 1.1. 1 – Oxigénio; 2 – Nutrientes energéticos; 3 – Excreção; 4 – Urina; 5 – Suor;
6 – Dióxido de carbono.
1.2. Energia, vapor de água, dióxido de carbono e outras substâncias tóxicas.
2. 2.1. a) 10 450 kJ. b) 11 080 kJ. c) 8780 kJ. d) 9790 kJ. e) 10 240 kJ.
2.2. a) Menu 1 – 3175 kJ; Menu 2 – 3030 kJ; Menu 3 – 2280 kJ. b) O menu 3.
3. A – 2; B – 1; C – 2; D – 1; E – 2; F – 2; G – 1; H – 2; I – 1.
A – Nutrientes energéticos; B – Energia; C – Dióxido de carbono; D – Produtos de excre-
ção; E – Suor; F – Ar expirado; G – Sistema urinário; H – Rins; I – Epiderme; J – Derme.
1. 1.1. a) Azeite. b) Água e sais minerais.
1.2. Zona I.
1.2.1. Contrariamente ao tubo A, a zona I da raiz da planta do tubo B foi
rodeada por azeite. Como, passados quatro dias, a planta do tubo B
morreu, enquanto a do tubo A se manteve viçosa, pode-se concluir que
é através da zona I que a raiz absorve água.
1.3. Seiva bruta.
2. 2.1. a) Água. b) Sais minerais. c) Água com sais minerais.
2.2. a) Água com sais minerais. b) Sais minerais.
TESTE DE AVALIAÇÃO 4 PÁGS. 54-55
SÍNTESE ESQUEMÁTICA PÁGS. 56-57
Como se alimentam as plantas e Importância das plantas para o mundo vivo
EXERCÍCIOS PROPOSTOS PÁGS. 64-68
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PREPARAR OS TESTES CIÊNCIAS DA NATUREZA
136
2.3. A planta do tubo A foi inserida em água, o que lhe permitiu sobreviver durante
15 dias. Porém, passado esse período de tempo morreu porque não tinha à
disposição os sais minerais indispensáveis à sua sobrevivência.
2.4. C.
3. 3.1. a) O meio A está completamente isolado da atmosfera, através de uma
camada de azeite. Por seu lado, o meio B possui água com dióxido de car-
bono dissolvido, enquanto que o meio A apenas possui água.
b) A montagem experimental C, ao contrário da B, foi colocada na ausência
de luz.
3.2. Planta B. Um dos produtos da fotossíntese é o oxigénio. O único fósforo que
reacendeu foi o fósforo colocado em contacto com o ar do tubo B: este facto
indica que continha oxigénio produzido pela planta do meio B, ao contrário
do que sucedeu com as plantas dos meios A e C.
3.3. A – V; B – F; C – V; D – F.
3.4. Matéria orgânica, por exemplo.
3.5. Seiva elaborada.
4. 4.1. A – IV; B – II; C – V; D – VI; E – I; F – III.
4.2. Zona II.
4.3. A luz solar é indispensável para as células das plantas realizarem a fotossín-
tese. Como a zona I foi isolada da luz solar, nessa área não se realizou a fotos-
síntese. Em consequência, não se produziu nesse local amido, como confir-
mado pelo teste do iodo.
4.4. D.
5. 5.1. Dióxido de carbono, água e sais minerais.
5.2. a) Água e sais minerais. b) Água, sais minerais e nutrientes orgânicos.
5.3. A energia da luz solar é captada pela clorofila, promovendo a fotossíntese e a
produção de compostos orgânicos.
5.4. Folhas e caules verdes.
6.
7. 7.1. As plantas, como transformam o dióxido de carbono em oxigénio, contri-
buem para a redução do dióxido de carbono atmosférico e, consequente-
mente, para a diminuição do aquecimento global.
7.2. As baixas temperaturas associadas à sombra das árvores podem reduzir a
quantidade de poluentes que evaporam do combustível dos automóveis,
contribuindo para a melhoria da qualidade do ar nas cidades.
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Órgão Raiz Caule Semente Fruto
Batata X
Cenoura X
Maçã X
Fava X
Milho X
Pêra X
Cana-de-açúcar X
Grão-de-bico X
Beterraba X
PREPARAR OS TESTES
SOLUÇÕES
137
7.3. As árvores, devido à sombra que fornecem, contribuem para diminuir a quan-
tidade de ozono nas cidades, diminuindo os problemas respiratórios a ele
associados, cujos principais sintomas são tosse e dores no peito.
1. 1.1. A – Luz solar; B – Seiva Bruta; C – Dióxido de carbono; D – Oxigénio; E – Raiz;
F – Zona pilosa; G – Pêlos absorventes.
1.2. D.
1.3. A → C → B → D.
2. D.
3. 1 – Células; 2 – Seiva elaborada; 3 – Matéria orgânica; 4 – Seiva bruta; 5 – Dióxido
de carbono; 6 – Fotossíntese; 7 – Oxigénio; 8 – Luz solar; 9 – Água.
4. A – IV; B – I; C – II; D – III.
5. 5.1. Os espaços verdes urbanos contribuem para a absorção de dióxido de car-
bono e filtram os gases tóxicos produzidos pelos automóveis, por exemplo.
5.2. Protegem contra o vento e contra a erosão, por exemplo.
5.3. 150 m2.
5.4. 40 m2/habitante.
6. 6.1. Sobreiro.
6.2. Portugal é o líder mundial no sector da cortiça.
6.3. 70%.
6.4. Rolha de cortiça.
6.5. A indústria espacial e a indústria automóvel, por exemplo.
A – Fotossíntese; B – Respiração; C – Pêlos absorventes; D – Folhas; E – Luz solar; F – Seiva
bruta; G – Oxigénio; H – Matérias-primas; I – Alimentos; J – Seiva elaborada; K – Cortiça;
L – Caules; M – Açúcares.
1. D.
2. 1 – B; 2 – A; 3 – C; 4 – A; 5 – B; 6 – B; 7 – C.
3. 3.1. Sistema reprodutor feminino.
3.2. 1 – Trompa de Falópio; 2 – Ovário; 3 – Útero; 4 – Vagina; 5 – Vulva.
3.3. Produzir óvulos.
3.4. a) Trompa de Falópio. b) Útero.
4. C.
TESTE DE AVALIAÇÃO 5 PÁGS. 69-71
SÍNTESE ESQUEMÁTICA PÁGS. 72-73
Transmissão da Vida
Reprodução humana e crescimento
EXERCÍCIOS PROPOSTOS PÁGS. 78-79
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138
5. 5.1. Sistema reprodutor masculino.
5.2. 1 – Canal deferente; 2 – Vesícula seminal; 3 – Próstata; 4 – Pénis; 5 – Uretra;
6 – Testículo.
5.3. Produzir espermatozóides.
6. Testículo → Canal deferente → Uretra → Vagina → Útero → Trompa de Falópio.
7. 7.1. Fecundação.
7.2. A – Óvulo; B – Espermatozóide.
7.3. Ovo ou zigoto.
8. 8.1. 1 – Placenta; 2 – Âmnio e líquido amniótico; 3 – Cordão umbilical; 4 – Feto.
8.2. a) 2. b) 3. c) 1.
9. A – F; B – V; C – F; D – F; E – V; F – F.
10. A, C, D, E e G.
1. I – Puberdade; II – Raparigas; III – Menstruações; IV – Alarga; V – Seios; VI – Púbica;
VII – Acne; VIII – Ejaculações; IX – Ombros; X – Tórax; XI – Pêlos; XII – Sexuais; XIII – Voz.
2. 2.1. Sistema A – Sistema reprodutor feminino; Sistema B – Sistema reprodutor
masculino.
2.2. 1 – Trompa de Falópio; 2 – Útero; 3 – Ovário; 4 – Vagina; 5 – Vulva; 6 – Vesícula
seminal; 7 – Canal deferente; 8 – Próstata; 9 – Uretra; 10 – Pénis; 11 – Testículo.
2.3. A – 4; B – 9; C – 1; D – 11; E – 3; F – 7; G – 2.
3. C → D → B → A → F → E.
4. A – 2; B – 3; C – 1.
5. 5.1. A criança B. Porque tem os cuidados necessários para que possa crescer de
um modo saudável: vigilância médica regular, alimentação cuidada,
ambiente estimulante e higiene cuidada.
A – Sistema reprodutor masculino; B – Vulva; C – Útero; D – Ovários; E – Próstata; F – Esper-
matozóides; G – Fecundação; H – Formação de um novo ser; I – Primários; J – Puberdade;
K – Parto; L – Feto.
1. 1.1. 1 – Grãos de pólen; 2 – Estigma; 3 – Estilete; 4 – Ovário; 5 – Óvulo; 6 – Antera;
7 – Filete.
1.2. Tubo polínico.
1.3. A – Polinização directa; B – Polinização indirecta; C – Polinização cruzada.
1.4. Vento e insectos.
TESTE DE AVALIAÇÃO 6 PÁGS. 80-81
SÍNTESE ESQUEMÁTICA PÁGS. 82-83
Reprodução nas plantas
EXERCÍCIOS PROPOSTOS PÁGS. 88-90
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SOLUÇÕES
139
2. A – II; B – IV; C – III; D – IV; E – III; F – I.
3. 3.1. Germinação.
3.2. Disseminação.
3.3. C.
4. 4.1. a) Humidade. b) Oxigénio. c) Temperatura adequada.
4.2. O azeite impede a troca de gases entre as sementes e o ar.
4.3. Porque possuíam as condições adequadas de oxigénio, humidade e tempera-
tura para germinarem.
5. I – Frutificação; II – Germinação.
6. 6.1. A – Radícula; B – Caulículo; C – Tegumento; D – Cotilédone; E – Gémula.
6.2. O cotilédone possui reservas alimentares que o embrião necessita para germinar.
6.3. a) Raiz. b) Caule. c) Folha.
7. 7.1. A – Feto; B – Soros; C – Esporângio; D – Esporo; E – Protalo.
7.2. C.
7.3. Os soros localizam-se na página inferior das folhas dos fetos.
7.4. Reprodução de uma planta sem flor.
7.5. Musgo.
8. A – II; B – I; C – I; D – II.
9. B.
1. 1.1. I – B; II – A; III – C.
1.2. C → B → A.
1.3. I – B; II – C; III – A; IV – B; V – A; VI – C.
2. A – F; B – F; C – V; D – V; E – F; F – V.
3. 3.1. a) Presença de humidade e de oxigénio e temperatura baixa.
b) Presença de humidade e de oxigénio e temperatura moderada.
3.2. Frasco B.
3.3. O embrião deve estar completo e os cotilédones em bom estado.
4. 4.1. D.
4.2. Humidade, oxigénio e temperatura adequada.
4.3. Cotilédone.
4.4. 3 → 2 → 1 → 5 → 4.
5. 5.1. A – Pericarpo; B – Semente; C – Filete; D – Antera; E – Estigma; F – Estilete.
5.2. 3 → 5 → 1 → 4 → 2.
5.3. Frutificação.
5.4. a) Ovário. b) Ovo.
6. 6.1. B.
6.2. A – Cápsula; B – Esporos; C – Musgo jovem.
6.3. a) 2. b) 3. c) 1.
6.4. D.
6.5. C.
TESTE DE AVALIAÇÃO 7 PÁGS. 91-93
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140
7. I – Flor; II – Sementes; III – Esporos; IV – Fetos; V – Esporângios; VI – Germinação;
VII – Soros.
A – Plantas com flor; B – Órgãos reprodutores femininos; C – Esporos; D – Esporângios;
E – Antera; F – Estigma; G – Ovário; H – Agentes de polinização; I – Tubo polínico; J – Indi-
recta; K – Ovo; L – Pericarpo; M – Frutificação; N – Semente; O – Germinação; P – Mecâ-
nica; Q – Cotilédones.
1. Os micróbios patogénicos podem causar doenças enquanto que os micróbios não
patogénicos não as causam, podendo, inclusivamente ser úteis ao ser humano.
2. 2.1. a) Transmitem-se através do consumo de água ou de alimentos contamina-
dos. b) Transmitem-se pela picada de mosquitos.
c) Transmite-se através da picada das pulgas que entraram em contacto com
roedores infectados.
2.2. a) Bactéria. b) Vírus.
2.3. Foi a aplicação de uma vacina contra a varíola.
2.4. Peste Bubónica. A sua rápida disseminação deveu-se, em parte, à falta de cui-
dados de higiene.
3. A, C e E.
4. 4.1. Caixa A.
4.2. a) Porque a caixa A tinha uma temperatura favorável ao desenvolvimento das
bactérias, ao contrário da caixa B.
b) Porque a caixa C tinha um meio de cultura húmido, favorável ao desenvol-
vimento das bactérias, ao contrário da caixa D, cujo meio era seco.
c) Porque a caixa E não tinha um meio de cultura apropriado ao seu desenvol-
vimento e, além disso, estava exposta à luz.
4.3. Pode-se concluir que a espécie de bactérias utilizada nesta experiência dificil-
mente se desenvolve num meio de cultura pobre em nutrientes, sob uma
baixa temperatura, em ausência de humidade e na presença de luz.
4.4. O organismo humano é um meio húmido, rico em nutrientes, não tem luz e
possui uma temperatura adequada ao desenvolvimento dessa espécie de
bactérias.
5. Cera, pele, mucosas e pêlos, por exemplo.
6. 6.1. Mosquito do género Anopheles.
6.2. Pele.
6.3. C.
6.4. a) Instala-se nas células do fígado do hospedeiro. b) Instala-se nas hemácias.
6.5. As dores de cabeça e as dores musculares.
SÍNTESE ESQUEMÁTICA PÁGS. 94-95
Agressões do meio e integridade do organismo
Os micróbios
EXERCÍCIOS PROPOSTOS PÁGS. 103-106
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141
6.6. Porque o sistema imunitário entrou em contacto pela primeira vez com o pro-
tozoário que causou a doença, não estando preparado para o combater.
7. 7.1. Tuberculose, poliomielite, difteria, tétano, tosse convulsa, hepatite B,
sarampo, parotidite epidémica, rubéola e cancro do colo do útero.
7.2. 15 meses.
7.3. Vacinas contra a difteria, o tétano e a tosse convulsa.
8. 1 – B; 2 – C, 3 – B; 4 – A; 5 – C; 6 – A.
1. 1.1. A e B – Bactérias lácticas; C – Leveduras.
1.2. Foram fabricados com o auxílio de micróbios não patogénicos.
1.3. Bactérias da flora intestinal, por exemplo.
2. A e C.
3. 3.1. a) A caixa A foi exposta ao ar, logo, entrou em contacto com micróbios.
b) A caixa B entrou em contacto com a pele do dedo, onde existem vários
micróbios.
3.2. D.
3.3. Temperatura moderada, muita humidade, pouca luz e presença de matéria
orgânica.
4. 1 – A; 2 – B; 3 – A; 4 – A; 5 – B, 6 – B; 7 – A; 8 – A.
5. 5.1. a) Aproximadamente, 20 casos por cada 100 000 indivíduos.
b) Aproximadamente, 10 casos por cada 100 000 indivíduos.
5.2. A vacinação foi eficaz porque o número de casos de tosse convulsa por cada
100 000 indivíduos se tornou nulo.
6. 6.1. A ocorrência repetida do tracoma deixa cicatrizes na pálpebra superior, que
acaba por virar-se para dentro, fazendo com que as pestanas arranhem a cór-
nea, provocando cegueira.
6.2. São as crianças pequenas.
6.3. O objectivo dessa organização é eliminar o tracoma até 2020 através da apli-
cação de um antibiótico nas pessoas afectadas.
6.4. D.
6.5. Uma simples e frequente lavagem do rosto com água limpa pode contribuir
para evitar a doença.
7. I – Higiene; II – Patogénicos; III – Esterilização; IV – Micróbios; V – Vacinas; VI – Imu-
nidade; VII – Doenças.
A – Patogénicos; B – Meios de defesa; C – Tétano; D – Bactérias; E – Sistema imunitário;
F – Prevenção; G – Pêlos; H – Esterilização; I – Fagocitose; J – Anticorpos; K – Imunidade.
TESTE DE AVALIAÇÃO 8 PÁGS. 107-109
SÍNTESE ESQUEMÁTICA PÁGS. 110-111
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142
1. 1 – A; 2 – D; 3 – C; 4 – B; 5 – A; 6 – B; 7 – D; 8 – C.
2. Não partilhar seringas e evitar a marcação de tatuagens com agulhas não esteriliza-
das, por exemplo.
3. 3.1. Nicotina, alcatrão, agentes irritantes e monóxido de carbono.
3.2. Boca, garganta, pulmões e bexiga.
3.3. a) Nicotina. b) Agentes irritantes.
3.4. Nicotina e monóxido de carbono.
3.5. Nicotina.
4. A – F; B – F; C – V; D – F.
5. 5.1. a) Euforia, alívio da dor, desânimo e falta de energia.
b) Êxtase, euforia e aumento da frequência cardíaca.
5.2. Cocaína e ecstasy.
6. 6.1. Poluição sonora.
6.2. Os investigadores da Charité University Medical Centre chegaram à conclusão
de que uma exposição crónica ao ruído pode causar um aumento moderado
do risco de ataque cardíaco.
1. A – F; B – V; C – V; D – F; E – F; F – F; G – V; H – F.
2. 2.1. Cérebro, fígado e coração, por exemplo.
2.2. a) Cirrose. b) Rodeia-se de gordura e funciona mal.
2.3. O feto pode vir a ter lesões cerebrais e defeitos físicos.
3. 3.1. Quanto maior é a exposição solar, maior é a probabilidade de se desenvolver
cancro da pele.
3.2. As crianças.
3.2.1. A espessura da pele das crianças é menor e o seu sistema imunitário,
responsável pela defesa do organismo, ainda não está completamente
desenvolvido. Assim, estão mais expostas às radiações ultravioletas.
3.3. Evitar a exposição solar nas horas de maior calor (das 11 às 16 horas) e usar
um protector solar adequado ao tipo de pele, por exemplo.
4. 1 – C; 2 – E; 3 – A; 4 – B; 5 – B; 6 – D; 7 – A; 8 – C; 9 – E; 10 – D.
A – Pessoal; B – Higiene corporal; C – Sida; D – Saúde; E – Agressões externas; F – Álcool;
G – Poluição; H – Dependência; I – Da água; J – Física.
Higiene e problemas sociais
EXERCÍCIOS PROPOSTOS PÁGS. 118-119
TESTE DE AVALIAÇÃO 9 PÁGS. 120-121
SÍNTESE ESQUEMÁTICA PÁG. 122
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143
1. 1.1. a) Uma das seguintes razões: baixo teor de açúcar; baixo teor de gorduras;
baixo teor de sódio (sal); elevado teor de fibras e antioxidantes.
b) Uma das seguintes razões: elevado teor de açúcar; elevado teor de gordu-
ras; elevado teor de sódio (sal); elevado teor de alguns aditivos.
1.2. B.
1.3. Chocolate, rissóis, bolo e refrigerante.
2. I – Faringe; II – Estômago; III – Intestino grosso.
3. 3.1. A – Opérculos; B – Guelras.
3.2. Câmara branquial.
3.3. Hematose branquial.
3.4. Representam o sentido de deslocação da água, do oxigénio e do dióxido de
carbono.
4. 4.1. A – Plasma; B – Leucócitos; C – Hemácias.
4.2. Hemácias.
4.3. Transportar nutrientes, dióxido de carbono, outros produtos tóxicos e os res-
tantes elementos do sangue.
5. 5.1. A – Oxigénio; B – Energia; C – Vapor de água.
5.2. A.
6. 6.1. a) Bolachas. b) Iogurte.
6.2. Glícidos e lípidos.
6.3. Bolachas. Dos dois alimentos, é o que fornece mais energia.
6.4. 150 kcal e 1431 kcal.
7. 7.1. a) Esquema II. b) Esquema I.
7.2. A – Rim; B – Uréter; C – Bexiga; D – Glândula sudorípara; E – Pêlo; F – Epi-
derme; G – Derme.
7.3. a) Suor. b) Urina.
7.4. A transpiração consiste na expulsão de suor produzido pelas glândulas sudo-
ríparas através dos poros da pele.
8. Dois dos seguintes órgãos: raízes, caules, sementes e frutos.
9. 9.1. Vasos condutores.
9.2. Pode-se concluir que a água corada circulou da parte inferior da planta até à
parte superior, através dos vasos condutores.
9.3. C.
10. 10.1.A fecundação consiste na união entre as células sexuais masculina e feminina.
10.2.III → IV → I → II.
10.3.Fase II – Feto; Fase IV – Embrião.
10.4.Efectuar as trocas de substâncias entre a mãe e o embrião/feto.
10.5.A – F; B – V; C – F; D – F.
11. 11.1.Polinização.
11.2.Um insecto (abelha).
12. I – B; II – A; III – C; IV – A; V – B.
13. I – B; II – C; III – A; IV – B; V – A; VI – C.
14. 14.1. Vacinação.
14.2. I – Vacina; II – Injecção; III – Oral; IV – Toxinas; V – Micróbios; VI – Infecção;
VII – Organismo.
PROVA GLOBAL PÁGS. 123-127
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Soluções Prova de Testes Ciências 5 ano.

Soluções Prova de Testes Ciências 5 ano.

  • 1.
  • 2.
    PREPARAR OS TESTESCIÊNCIAS DA NATUREZA 130 1. 1.1. Brócolo e laranja. 1.2. Os alimentos são de origem vegetal. 1.3. Prótidos, glícidos, lípidos, vitamina B1, vitamina C, cálcio e ferro. 1.4. a) Laranja. b) Bife de vitela. c) Brócolo. d) Azeite. 1.5. Leite e Brócolos. São os alimentos que apresentam na sua constituição maior quantidade de cálcio. 2. 1 – G e J; 2 – B; 3 – D e H; 4 – A; 5 – F e I; 6 – C; 7 – E. 3. 3.1. Alimento A – Leite; Alimento B – Peixe; Alimento C – Manteiga; Alimento D – Arroz integral. 3.2. a) Água, prótidos, lípidos e sais minerais. b) Lípidos e glícidos. c) Água, sais minerais e vitaminas. 4. B, F e H. 5. Porque, para além de entrar na constituição de todos os alimentos, é fundamental que se beba água em abundância todos os dias. 6. 6.1. a) Carne, gorduras, açúcar e sal. b) Leite e hortícolas. c) Grupo dos lacticínios. 6.2.1. As batatas fritas, por exemplo. 6.2.2. A obesidade, por exemplo. 7. 7.1. A Maria alimentou-se de forma mais saudável. 7.2. A Maria variou o tipo de alimentos (comeu carne ao almoço e peixe ao jantar, por exemplo) e não ingeriu alimentos com muito açúcar (bolos, etc.). 8. 8.1. Sistema digestivo. 8.2. 1 – Boca; 2 – Glândulas salivares; 3 – Faringe; 4 – Esófago; 5 – Fígado; 6 – Vesí- cula biliar; 7 – Estômago; 8 – Pâncreas; 9 – Intestino grosso; 10 – Intestino del- gado; 11 – Recto; 12 – Ânus. 8.3. a) 1, 3, 4, 7, 9, 10, 11 e 12. b) 2, 5 e 8. c) 5. d) 9 e 10. e) 1. f) 10. 8.4. Saliva, língua e dentes. 8.5. A absorção é a passagem dos nutrientes úteis ao organismo do intestino para a corrente sanguínea. 8.6. Nem todos os nutrientes que são ingeridos são absorvidos pelo organismo, resultando em resíduos que são eliminados sob a forma de fezes. 9. 1 – A e G; 2 – C, I e K; 3 – J; 4 – H; 5 – B; 6 – F; 7 – D; 8 – E. 10. 10.1.A digestão é o conjunto de transformações que ocorrem no sistema digestivo e que decompõem os alimentos nos seus nutrientes. 10.2.Os alimentos têm de ser digeridos para serem divididos nos nutrientes que os constituem, de modo a que o organismo os possa absorver e utilizar ao nível das células. 11. 11.1.1 – Esófago; 2 – Estômago simples; 3 – Pança; 4 – Coalheira; 5 – Folhoso; 6 – Barrete; 7 – Intestino. 11.2.Estômago composto. EXERCÍCIOS PROPOSTOS PÁGS. 14-19 Os alimentos como veículo de nutrientes Trocas nutricionais entre o organismo e o meio Processos vitais comuns aos seres vivos SOLUÇÕES © AREAL EDITORES
  • 3.
    PREPARAR OS TESTES SOLUÇÕES 131 11.3.a) Omnívoro. b) Herbívoro ruminante. 11.4. O ser humano e o porco, por exemplo. 12. 12.1. 1 – Esófago; 2 – Papo; 3 – Proventrículo; 4 – Moela; 5 – Intestino; 6 – Cloaca. 12.2. a) Armazenar e amolecer os alimentos. b) Produzir sucos gástricos e misturá- -los com os alimentos. c) Triturar os alimentos. 13. A – 4; B – 3; C – 1; D – 2. 1. 1.1. A – Gorduras e óleos; B – Lacticínios; C – Carnes, pescados e ovos; D – Legumi- nosas; E – Cereais e derivados, tubérculos; F – Hortícolas; G – Fruta. 1.2. A dimensão dos grupos da roda dos alimentos varia porque é proporcional à quantidade desses alimentos que se deve ingerir. 1.3. B. 1.4. A. 2. 2.1. A – V; B – F; C – V; D – V; E – F; F – V; G – V. 3. 3.1. Prato 3. 3.2. O prato 3 apresenta a proporção de alimentos mais adequada e a menor quantidade de gordura. 4. 4.1. D. 4.2. 1 – Boca; 2 – Faringe; 3 – Esófago; 4 – Fígado; 5 – Estômago; 6 – Vesícula biliar; 7 – Pâncreas; 8 – Intestino grosso; 9 – Intestino delgado; 10 – Recto; 11 – Ânus. 4.3. A – F; B – F; C – V; D – F; E – F; F – V; G – V; H – V. 4.4. D. 5. 5.1. As setas representam o fenómeno de absorção. 5.2. Vilosidades intestinais. 5.3. São transportados através da corrente sanguínea até às células onde vão ser utilizados. 6. 6.1. 1 – Folhoso; 2 – Barrete; 3 – Pança; 4 – Coalheira. 6.2. Quando o alimento atinge o estômago de um ruminante fica acumulado na pança. Depois, passa para o barrete e volta à boca. De seguida, é novamente engolido, transita para o folhoso e depois para a coalheira. 6.3. A ruminação consiste em fazer voltar à boca um alimento previamente inge- rido para que o animal o possa novamente mastigar e misturar com saliva. 6.4. Animal C. 7. A – F; B – F; C – V; D – F; E – F; F – V; G – F; H – V. A – Digestão; B – Glândulas digestivas anexas; C – Glândulas salivares; D – Estômago; E – Intestino delgado; F – Ânus; G – Nutrientes; H – Bílis; I – Quilo; J – Prótidos; K – Vitaminas; L – Energética; M – Reguladora; N – Absorção; O – Estômago composto; P – Proventrículo; Q – Barrete; R – Aves. SÍNTESE ESQUEMÁTICA PÁGS. 24-25 TESTE DE AVALIAÇÃO 1 PÁGS. 20-23 SOLUÇÕES © AREAL EDITORES
  • 4.
    PREPARAR OS TESTESCIÊNCIAS DA NATUREZA 132 1. 1 – B; 2 – A; 3 – A; 4 – B; 5 – B; 6 – A; 7 – A; 8 – A; 9 – B; 10 – A. 2. A. 3. 3.1. Gráfico A. 3.2. O gráfico A apresenta maior quantidade de dióxido de carbono e menor quantidade de oxigénio. 3.3. Gráfico A. 3.4. O gráfico A apresenta maior quantidade de vapor de água. 3.5. Azoto. 4. B. 5. 5.1. A – Fossas nasais; B – Laringe; C – Pulmão. 5.2. A e B. 5.3. O pulmão tem como função realizar as trocas gasosas entre o ar e o sangue (hematose pulmonar). 6. I – Vias respiratórias; II – Pulmões; III – Faringe; IV – Traqueia; V – Brônquios; VI – Alvéolos pulmonares; VII – Ar. 7. 7.1. C. 7.2. A – Dióxido de carbono; B – Oxigénio. 7.3. Zona 2. 8. 8.1. O cancro do pulmão e a bronquite, por exemplo. 8.2. As pessoas podem optar por não fumar, evitando assim os problemas que o consumo do tabaco pode causar. 9. 9.1. Aquário A. 9.2. O peixe do aquário B morreu porque a água foi ficando cada vez mais pobre em oxigénio e mais rica em dióxido de carbono. Estas condições tornaram-se nocivas para o animal. 9.3. Mudando a água todos os dias ou introduzindo uma bomba de ar, como no aquário A, por exemplo. 1. 1.1. a) Inspiração. b) Expiração. c) Inspiração. d) Inspiração. e) Expiração. 2. D. 3. 3.1. A – Laringe; B – Traqueia; C – Pulmão; D – Bronquíolos; E – Brônquio. 3.2. A → B → E → D. 4. 4.1. Vaso sanguíneo 2. 4.2. Hematose pulmonar. 5. 5.1. A – Boca; B – Brânquias; C – Câmara branquial; D – Opérculo. 5.2. I – Brânquias; II – Cavidade branquial; III – Respiração; IV – Boca; V – Opérculo; VI – Hematose; VII – Oxigénio; VIII – Dióxido de carbono. Circulação do ar EXERCÍCIOS PROPOSTOS PÁGS. 31-33 TESTE DE AVALIAÇÃO 2 PÁGS. 34-35 SOLUÇÕES © AREAL EDITORES
  • 5.
    PREPARAR OS TESTES SOLUÇÕES 133 A– Pulmões; B – Vias respiratórias; C – Faringe; D – Brônquios; E – Hematose pulmonar; F – Brânquias; G – Opérculos; H – Movimentos respiratórios; I – Hematose branquial; J – Expiração. 1. 1 – D; 2 – A; 3 – C; 4 – B; 5 – A; 6 – A; 7 – B; 8 – C; 9 – D; 10 – C. 2. 2.1. a) Leucócitos. b) Plaquetas. 2.2. O Manuel. Porque apresenta um valor de plaquetas inferior ao normal, o que pode prejudicar a coagulação do sangue. 2.3. O José. Porque apresenta um valor de leucócitos superior ao normal, o que pode indicar que o organismo foi invadido por micróbios, os quais tenta com- bater. 2.4. Plasma sanguíneo. 2.4.1. Transportar os restantes elementos do sangue, nutrientes, dióxido de carbono e outros produtos tóxicos. 3. 3.1. 1 – Artéria aorta; 2 – Artéria pulmonar; 3 – Veia cava superior; 4 – Veias pulmo- nares; 5 – Aurícula direita; 6 – Aurícula esquerda; 7 – Válvulas, 8 – Ventrículo esquerdo; 9 – Ventrículo direito; 10 – Septo; 11 – Veia cava inferior. 3.2. a) Impedir que o sangue volte para trás. b) Separar completamente a aurícula e o ventrículo direitos da aurícula e ven- trículo esquerdos e, deste modo, impedir a mistura de sangue. 3.3. a) Sangue venoso. b) Sangue arterial. 4. 4.1. A diabetes e a hipertensão, por exemplo. 4.2. Um regime alimentar saudável diminui o risco de ataque cardíaco em cerca de 30%. 4.3. a) Mulheres – 0; Homens – 1. b) Mulheres – 26; Homens – 149. c) Mulheres – 184; Homens – 668. 4.4. Acima dos 75 anos. 4.5. Género masculino. 4.6. a) 20%. b) Duas a três vezes mais. c) Mais do dobro. 1. B. 2. 2.1. Artéria. 2.2. Veia. 2.3. Hemácias. 3. B. 4. C. 5. 5.1. 1 – Capilares dos pulmões; 2 – Artéria pulmonar; 3 – Artéria aorta; 4 – Veia pul- monar; 5 – Veia cava superior; 6 – Aurícula esquerda; 7 – Aurícula direita; 8 – Ven- trículo esquerdo; 9 – Ventrículo direito; 10 – Capilares do resto do organismo. SÍNTESE ESQUEMÁTICA PÁG. 36 Transporte de nutrientes e oxigénio até às células EXERCÍCIOS PROPOSTOS PÁGS. 41-42 TESTE DE AVALIAÇÃO 3 PÁGS. 43-44 SOLUÇÕES © AREAL EDITORES
  • 6.
    PREPARAR OS TESTESCIÊNCIAS DA NATUREZA 134 5.2. a) 9 → 2 → 1 → 4 → 6. b) 8 → 3 → 10 → 5 → 7. 5.3. D. 5.4. B. A – Coração; B – Vasos sanguíneos; C – Artérias; D – Ventrículo direito; E – Aurícula esquerda; F – Sangue; G – Hemácias; H – Plaquetas; I – Venoso. 1. A respiração celular é um processo que ocorre nas células, através do qual ocorre a conversão de nutrientes em energia, na presença de oxigénio. 2. 3. 3.1. Tubo B. 3.2. Tubo A. Porque a água de cal ficou muito turva, o que indica que se formou dióxido de carbono como produto da respiração celular realizada pelas célu- las do fígado. 3.3. A água de cal apenas ficou ligeiramente turva porque, como a actividade das células do fragmento de fígado terminou com a cozedura, não ocorreu respi- ração celular. 4. 4.1. Glícidos e lípidos. 4.2. a) 202 kJ. b) 1340 kJ. 5. 5.1. O jovem B. Porque tem uma vida mais activa pois passa os tempos livres a andar de bicicleta, actividade que consome mais energia do que jogar com uma consola de jogos. 5.2. Regime alimentar 2. 5.3. Regime alimentar 1. 6. 6.1. O consumo de oxigénio aumenta com a subida da velocidade em terreno inclinado. SÍNTESE ESQUEMÁTICA PÁG. 45 Utilização de nutrientes na produção de energia e Eliminação de produtos da actividade celular EXERCÍCIOS PROPOSTOS PÁGS. 51-53 SOLUÇÕES © AREAL EDITORES Consumido durante a respiração celular Produzido durante a respiração celular Glícidos X Oxigénio X Dióxido de carbono X Energia X Lípidos X Vapor de água X Outras substâncias tóxicas X
  • 7.
    PREPARAR OS TESTES SOLUÇÕES 135 6.2.a) 1000 mL/min. b) 1500 mL/min. 6.3. A. 6.4. Porque o esforço é maior, o que implica um maior consumo de energia e, consequentemente, um maior consumo de oxigénio. 7. 1 – C; 2 – A; 3 – B; 4 – B. 8. A – F; B – V; C – F; D – F; E – F; F – V. 8.1. A – Os ureteres são canais que conduzem a urina dos rins para a bexiga. C – O dióxido de carbono é eliminado no ar expirado. D – Os rins filtram o sangue para formar a urina. E – A bexiga pertence ao sistema urinário. 9. 9.1. Pele. 9.2. 1 – Pêlo; 2 – Poro; 3 – Glândula sudorípara; 4 – Epiderme; 5 – Derme. 9.3. As glândulas sudoríparas retiram água, sal e substâncias tóxicas do sangue e formam o suor, que eliminam através dos poros existentes na superfície da epiderme. 1. 1.1. 1 – Oxigénio; 2 – Nutrientes energéticos; 3 – Excreção; 4 – Urina; 5 – Suor; 6 – Dióxido de carbono. 1.2. Energia, vapor de água, dióxido de carbono e outras substâncias tóxicas. 2. 2.1. a) 10 450 kJ. b) 11 080 kJ. c) 8780 kJ. d) 9790 kJ. e) 10 240 kJ. 2.2. a) Menu 1 – 3175 kJ; Menu 2 – 3030 kJ; Menu 3 – 2280 kJ. b) O menu 3. 3. A – 2; B – 1; C – 2; D – 1; E – 2; F – 2; G – 1; H – 2; I – 1. A – Nutrientes energéticos; B – Energia; C – Dióxido de carbono; D – Produtos de excre- ção; E – Suor; F – Ar expirado; G – Sistema urinário; H – Rins; I – Epiderme; J – Derme. 1. 1.1. a) Azeite. b) Água e sais minerais. 1.2. Zona I. 1.2.1. Contrariamente ao tubo A, a zona I da raiz da planta do tubo B foi rodeada por azeite. Como, passados quatro dias, a planta do tubo B morreu, enquanto a do tubo A se manteve viçosa, pode-se concluir que é através da zona I que a raiz absorve água. 1.3. Seiva bruta. 2. 2.1. a) Água. b) Sais minerais. c) Água com sais minerais. 2.2. a) Água com sais minerais. b) Sais minerais. TESTE DE AVALIAÇÃO 4 PÁGS. 54-55 SÍNTESE ESQUEMÁTICA PÁGS. 56-57 Como se alimentam as plantas e Importância das plantas para o mundo vivo EXERCÍCIOS PROPOSTOS PÁGS. 64-68 SOLUÇÕES © AREAL EDITORES
  • 8.
    PREPARAR OS TESTESCIÊNCIAS DA NATUREZA 136 2.3. A planta do tubo A foi inserida em água, o que lhe permitiu sobreviver durante 15 dias. Porém, passado esse período de tempo morreu porque não tinha à disposição os sais minerais indispensáveis à sua sobrevivência. 2.4. C. 3. 3.1. a) O meio A está completamente isolado da atmosfera, através de uma camada de azeite. Por seu lado, o meio B possui água com dióxido de car- bono dissolvido, enquanto que o meio A apenas possui água. b) A montagem experimental C, ao contrário da B, foi colocada na ausência de luz. 3.2. Planta B. Um dos produtos da fotossíntese é o oxigénio. O único fósforo que reacendeu foi o fósforo colocado em contacto com o ar do tubo B: este facto indica que continha oxigénio produzido pela planta do meio B, ao contrário do que sucedeu com as plantas dos meios A e C. 3.3. A – V; B – F; C – V; D – F. 3.4. Matéria orgânica, por exemplo. 3.5. Seiva elaborada. 4. 4.1. A – IV; B – II; C – V; D – VI; E – I; F – III. 4.2. Zona II. 4.3. A luz solar é indispensável para as células das plantas realizarem a fotossín- tese. Como a zona I foi isolada da luz solar, nessa área não se realizou a fotos- síntese. Em consequência, não se produziu nesse local amido, como confir- mado pelo teste do iodo. 4.4. D. 5. 5.1. Dióxido de carbono, água e sais minerais. 5.2. a) Água e sais minerais. b) Água, sais minerais e nutrientes orgânicos. 5.3. A energia da luz solar é captada pela clorofila, promovendo a fotossíntese e a produção de compostos orgânicos. 5.4. Folhas e caules verdes. 6. 7. 7.1. As plantas, como transformam o dióxido de carbono em oxigénio, contri- buem para a redução do dióxido de carbono atmosférico e, consequente- mente, para a diminuição do aquecimento global. 7.2. As baixas temperaturas associadas à sombra das árvores podem reduzir a quantidade de poluentes que evaporam do combustível dos automóveis, contribuindo para a melhoria da qualidade do ar nas cidades. SOLUÇÕES © AREAL EDITORES Órgão Raiz Caule Semente Fruto Batata X Cenoura X Maçã X Fava X Milho X Pêra X Cana-de-açúcar X Grão-de-bico X Beterraba X
  • 9.
    PREPARAR OS TESTES SOLUÇÕES 137 7.3.As árvores, devido à sombra que fornecem, contribuem para diminuir a quan- tidade de ozono nas cidades, diminuindo os problemas respiratórios a ele associados, cujos principais sintomas são tosse e dores no peito. 1. 1.1. A – Luz solar; B – Seiva Bruta; C – Dióxido de carbono; D – Oxigénio; E – Raiz; F – Zona pilosa; G – Pêlos absorventes. 1.2. D. 1.3. A → C → B → D. 2. D. 3. 1 – Células; 2 – Seiva elaborada; 3 – Matéria orgânica; 4 – Seiva bruta; 5 – Dióxido de carbono; 6 – Fotossíntese; 7 – Oxigénio; 8 – Luz solar; 9 – Água. 4. A – IV; B – I; C – II; D – III. 5. 5.1. Os espaços verdes urbanos contribuem para a absorção de dióxido de car- bono e filtram os gases tóxicos produzidos pelos automóveis, por exemplo. 5.2. Protegem contra o vento e contra a erosão, por exemplo. 5.3. 150 m2. 5.4. 40 m2/habitante. 6. 6.1. Sobreiro. 6.2. Portugal é o líder mundial no sector da cortiça. 6.3. 70%. 6.4. Rolha de cortiça. 6.5. A indústria espacial e a indústria automóvel, por exemplo. A – Fotossíntese; B – Respiração; C – Pêlos absorventes; D – Folhas; E – Luz solar; F – Seiva bruta; G – Oxigénio; H – Matérias-primas; I – Alimentos; J – Seiva elaborada; K – Cortiça; L – Caules; M – Açúcares. 1. D. 2. 1 – B; 2 – A; 3 – C; 4 – A; 5 – B; 6 – B; 7 – C. 3. 3.1. Sistema reprodutor feminino. 3.2. 1 – Trompa de Falópio; 2 – Ovário; 3 – Útero; 4 – Vagina; 5 – Vulva. 3.3. Produzir óvulos. 3.4. a) Trompa de Falópio. b) Útero. 4. C. TESTE DE AVALIAÇÃO 5 PÁGS. 69-71 SÍNTESE ESQUEMÁTICA PÁGS. 72-73 Transmissão da Vida Reprodução humana e crescimento EXERCÍCIOS PROPOSTOS PÁGS. 78-79 SOLUÇÕES © AREAL EDITORES
  • 10.
    PREPARAR OS TESTESCIÊNCIAS DA NATUREZA 138 5. 5.1. Sistema reprodutor masculino. 5.2. 1 – Canal deferente; 2 – Vesícula seminal; 3 – Próstata; 4 – Pénis; 5 – Uretra; 6 – Testículo. 5.3. Produzir espermatozóides. 6. Testículo → Canal deferente → Uretra → Vagina → Útero → Trompa de Falópio. 7. 7.1. Fecundação. 7.2. A – Óvulo; B – Espermatozóide. 7.3. Ovo ou zigoto. 8. 8.1. 1 – Placenta; 2 – Âmnio e líquido amniótico; 3 – Cordão umbilical; 4 – Feto. 8.2. a) 2. b) 3. c) 1. 9. A – F; B – V; C – F; D – F; E – V; F – F. 10. A, C, D, E e G. 1. I – Puberdade; II – Raparigas; III – Menstruações; IV – Alarga; V – Seios; VI – Púbica; VII – Acne; VIII – Ejaculações; IX – Ombros; X – Tórax; XI – Pêlos; XII – Sexuais; XIII – Voz. 2. 2.1. Sistema A – Sistema reprodutor feminino; Sistema B – Sistema reprodutor masculino. 2.2. 1 – Trompa de Falópio; 2 – Útero; 3 – Ovário; 4 – Vagina; 5 – Vulva; 6 – Vesícula seminal; 7 – Canal deferente; 8 – Próstata; 9 – Uretra; 10 – Pénis; 11 – Testículo. 2.3. A – 4; B – 9; C – 1; D – 11; E – 3; F – 7; G – 2. 3. C → D → B → A → F → E. 4. A – 2; B – 3; C – 1. 5. 5.1. A criança B. Porque tem os cuidados necessários para que possa crescer de um modo saudável: vigilância médica regular, alimentação cuidada, ambiente estimulante e higiene cuidada. A – Sistema reprodutor masculino; B – Vulva; C – Útero; D – Ovários; E – Próstata; F – Esper- matozóides; G – Fecundação; H – Formação de um novo ser; I – Primários; J – Puberdade; K – Parto; L – Feto. 1. 1.1. 1 – Grãos de pólen; 2 – Estigma; 3 – Estilete; 4 – Ovário; 5 – Óvulo; 6 – Antera; 7 – Filete. 1.2. Tubo polínico. 1.3. A – Polinização directa; B – Polinização indirecta; C – Polinização cruzada. 1.4. Vento e insectos. TESTE DE AVALIAÇÃO 6 PÁGS. 80-81 SÍNTESE ESQUEMÁTICA PÁGS. 82-83 Reprodução nas plantas EXERCÍCIOS PROPOSTOS PÁGS. 88-90 SOLUÇÕES © AREAL EDITORES
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    PREPARAR OS TESTES SOLUÇÕES 139 2.A – II; B – IV; C – III; D – IV; E – III; F – I. 3. 3.1. Germinação. 3.2. Disseminação. 3.3. C. 4. 4.1. a) Humidade. b) Oxigénio. c) Temperatura adequada. 4.2. O azeite impede a troca de gases entre as sementes e o ar. 4.3. Porque possuíam as condições adequadas de oxigénio, humidade e tempera- tura para germinarem. 5. I – Frutificação; II – Germinação. 6. 6.1. A – Radícula; B – Caulículo; C – Tegumento; D – Cotilédone; E – Gémula. 6.2. O cotilédone possui reservas alimentares que o embrião necessita para germinar. 6.3. a) Raiz. b) Caule. c) Folha. 7. 7.1. A – Feto; B – Soros; C – Esporângio; D – Esporo; E – Protalo. 7.2. C. 7.3. Os soros localizam-se na página inferior das folhas dos fetos. 7.4. Reprodução de uma planta sem flor. 7.5. Musgo. 8. A – II; B – I; C – I; D – II. 9. B. 1. 1.1. I – B; II – A; III – C. 1.2. C → B → A. 1.3. I – B; II – C; III – A; IV – B; V – A; VI – C. 2. A – F; B – F; C – V; D – V; E – F; F – V. 3. 3.1. a) Presença de humidade e de oxigénio e temperatura baixa. b) Presença de humidade e de oxigénio e temperatura moderada. 3.2. Frasco B. 3.3. O embrião deve estar completo e os cotilédones em bom estado. 4. 4.1. D. 4.2. Humidade, oxigénio e temperatura adequada. 4.3. Cotilédone. 4.4. 3 → 2 → 1 → 5 → 4. 5. 5.1. A – Pericarpo; B – Semente; C – Filete; D – Antera; E – Estigma; F – Estilete. 5.2. 3 → 5 → 1 → 4 → 2. 5.3. Frutificação. 5.4. a) Ovário. b) Ovo. 6. 6.1. B. 6.2. A – Cápsula; B – Esporos; C – Musgo jovem. 6.3. a) 2. b) 3. c) 1. 6.4. D. 6.5. C. TESTE DE AVALIAÇÃO 7 PÁGS. 91-93 SOLUÇÕES © AREAL EDITORES
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    PREPARAR OS TESTESCIÊNCIAS DA NATUREZA 140 7. I – Flor; II – Sementes; III – Esporos; IV – Fetos; V – Esporângios; VI – Germinação; VII – Soros. A – Plantas com flor; B – Órgãos reprodutores femininos; C – Esporos; D – Esporângios; E – Antera; F – Estigma; G – Ovário; H – Agentes de polinização; I – Tubo polínico; J – Indi- recta; K – Ovo; L – Pericarpo; M – Frutificação; N – Semente; O – Germinação; P – Mecâ- nica; Q – Cotilédones. 1. Os micróbios patogénicos podem causar doenças enquanto que os micróbios não patogénicos não as causam, podendo, inclusivamente ser úteis ao ser humano. 2. 2.1. a) Transmitem-se através do consumo de água ou de alimentos contamina- dos. b) Transmitem-se pela picada de mosquitos. c) Transmite-se através da picada das pulgas que entraram em contacto com roedores infectados. 2.2. a) Bactéria. b) Vírus. 2.3. Foi a aplicação de uma vacina contra a varíola. 2.4. Peste Bubónica. A sua rápida disseminação deveu-se, em parte, à falta de cui- dados de higiene. 3. A, C e E. 4. 4.1. Caixa A. 4.2. a) Porque a caixa A tinha uma temperatura favorável ao desenvolvimento das bactérias, ao contrário da caixa B. b) Porque a caixa C tinha um meio de cultura húmido, favorável ao desenvol- vimento das bactérias, ao contrário da caixa D, cujo meio era seco. c) Porque a caixa E não tinha um meio de cultura apropriado ao seu desenvol- vimento e, além disso, estava exposta à luz. 4.3. Pode-se concluir que a espécie de bactérias utilizada nesta experiência dificil- mente se desenvolve num meio de cultura pobre em nutrientes, sob uma baixa temperatura, em ausência de humidade e na presença de luz. 4.4. O organismo humano é um meio húmido, rico em nutrientes, não tem luz e possui uma temperatura adequada ao desenvolvimento dessa espécie de bactérias. 5. Cera, pele, mucosas e pêlos, por exemplo. 6. 6.1. Mosquito do género Anopheles. 6.2. Pele. 6.3. C. 6.4. a) Instala-se nas células do fígado do hospedeiro. b) Instala-se nas hemácias. 6.5. As dores de cabeça e as dores musculares. SÍNTESE ESQUEMÁTICA PÁGS. 94-95 Agressões do meio e integridade do organismo Os micróbios EXERCÍCIOS PROPOSTOS PÁGS. 103-106 SOLUÇÕES © AREAL EDITORES
  • 13.
    PREPARAR OS TESTES SOLUÇÕES 141 6.6.Porque o sistema imunitário entrou em contacto pela primeira vez com o pro- tozoário que causou a doença, não estando preparado para o combater. 7. 7.1. Tuberculose, poliomielite, difteria, tétano, tosse convulsa, hepatite B, sarampo, parotidite epidémica, rubéola e cancro do colo do útero. 7.2. 15 meses. 7.3. Vacinas contra a difteria, o tétano e a tosse convulsa. 8. 1 – B; 2 – C, 3 – B; 4 – A; 5 – C; 6 – A. 1. 1.1. A e B – Bactérias lácticas; C – Leveduras. 1.2. Foram fabricados com o auxílio de micróbios não patogénicos. 1.3. Bactérias da flora intestinal, por exemplo. 2. A e C. 3. 3.1. a) A caixa A foi exposta ao ar, logo, entrou em contacto com micróbios. b) A caixa B entrou em contacto com a pele do dedo, onde existem vários micróbios. 3.2. D. 3.3. Temperatura moderada, muita humidade, pouca luz e presença de matéria orgânica. 4. 1 – A; 2 – B; 3 – A; 4 – A; 5 – B, 6 – B; 7 – A; 8 – A. 5. 5.1. a) Aproximadamente, 20 casos por cada 100 000 indivíduos. b) Aproximadamente, 10 casos por cada 100 000 indivíduos. 5.2. A vacinação foi eficaz porque o número de casos de tosse convulsa por cada 100 000 indivíduos se tornou nulo. 6. 6.1. A ocorrência repetida do tracoma deixa cicatrizes na pálpebra superior, que acaba por virar-se para dentro, fazendo com que as pestanas arranhem a cór- nea, provocando cegueira. 6.2. São as crianças pequenas. 6.3. O objectivo dessa organização é eliminar o tracoma até 2020 através da apli- cação de um antibiótico nas pessoas afectadas. 6.4. D. 6.5. Uma simples e frequente lavagem do rosto com água limpa pode contribuir para evitar a doença. 7. I – Higiene; II – Patogénicos; III – Esterilização; IV – Micróbios; V – Vacinas; VI – Imu- nidade; VII – Doenças. A – Patogénicos; B – Meios de defesa; C – Tétano; D – Bactérias; E – Sistema imunitário; F – Prevenção; G – Pêlos; H – Esterilização; I – Fagocitose; J – Anticorpos; K – Imunidade. TESTE DE AVALIAÇÃO 8 PÁGS. 107-109 SÍNTESE ESQUEMÁTICA PÁGS. 110-111 SOLUÇÕES © AREAL EDITORES
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    PREPARAR OS TESTESCIÊNCIAS DA NATUREZA 142 1. 1 – A; 2 – D; 3 – C; 4 – B; 5 – A; 6 – B; 7 – D; 8 – C. 2. Não partilhar seringas e evitar a marcação de tatuagens com agulhas não esteriliza- das, por exemplo. 3. 3.1. Nicotina, alcatrão, agentes irritantes e monóxido de carbono. 3.2. Boca, garganta, pulmões e bexiga. 3.3. a) Nicotina. b) Agentes irritantes. 3.4. Nicotina e monóxido de carbono. 3.5. Nicotina. 4. A – F; B – F; C – V; D – F. 5. 5.1. a) Euforia, alívio da dor, desânimo e falta de energia. b) Êxtase, euforia e aumento da frequência cardíaca. 5.2. Cocaína e ecstasy. 6. 6.1. Poluição sonora. 6.2. Os investigadores da Charité University Medical Centre chegaram à conclusão de que uma exposição crónica ao ruído pode causar um aumento moderado do risco de ataque cardíaco. 1. A – F; B – V; C – V; D – F; E – F; F – F; G – V; H – F. 2. 2.1. Cérebro, fígado e coração, por exemplo. 2.2. a) Cirrose. b) Rodeia-se de gordura e funciona mal. 2.3. O feto pode vir a ter lesões cerebrais e defeitos físicos. 3. 3.1. Quanto maior é a exposição solar, maior é a probabilidade de se desenvolver cancro da pele. 3.2. As crianças. 3.2.1. A espessura da pele das crianças é menor e o seu sistema imunitário, responsável pela defesa do organismo, ainda não está completamente desenvolvido. Assim, estão mais expostas às radiações ultravioletas. 3.3. Evitar a exposição solar nas horas de maior calor (das 11 às 16 horas) e usar um protector solar adequado ao tipo de pele, por exemplo. 4. 1 – C; 2 – E; 3 – A; 4 – B; 5 – B; 6 – D; 7 – A; 8 – C; 9 – E; 10 – D. A – Pessoal; B – Higiene corporal; C – Sida; D – Saúde; E – Agressões externas; F – Álcool; G – Poluição; H – Dependência; I – Da água; J – Física. Higiene e problemas sociais EXERCÍCIOS PROPOSTOS PÁGS. 118-119 TESTE DE AVALIAÇÃO 9 PÁGS. 120-121 SÍNTESE ESQUEMÁTICA PÁG. 122 SOLUÇÕES © AREAL EDITORES
  • 15.
    PREPARAR OS TESTES SOLUÇÕES 143 1.1.1. a) Uma das seguintes razões: baixo teor de açúcar; baixo teor de gorduras; baixo teor de sódio (sal); elevado teor de fibras e antioxidantes. b) Uma das seguintes razões: elevado teor de açúcar; elevado teor de gordu- ras; elevado teor de sódio (sal); elevado teor de alguns aditivos. 1.2. B. 1.3. Chocolate, rissóis, bolo e refrigerante. 2. I – Faringe; II – Estômago; III – Intestino grosso. 3. 3.1. A – Opérculos; B – Guelras. 3.2. Câmara branquial. 3.3. Hematose branquial. 3.4. Representam o sentido de deslocação da água, do oxigénio e do dióxido de carbono. 4. 4.1. A – Plasma; B – Leucócitos; C – Hemácias. 4.2. Hemácias. 4.3. Transportar nutrientes, dióxido de carbono, outros produtos tóxicos e os res- tantes elementos do sangue. 5. 5.1. A – Oxigénio; B – Energia; C – Vapor de água. 5.2. A. 6. 6.1. a) Bolachas. b) Iogurte. 6.2. Glícidos e lípidos. 6.3. Bolachas. Dos dois alimentos, é o que fornece mais energia. 6.4. 150 kcal e 1431 kcal. 7. 7.1. a) Esquema II. b) Esquema I. 7.2. A – Rim; B – Uréter; C – Bexiga; D – Glândula sudorípara; E – Pêlo; F – Epi- derme; G – Derme. 7.3. a) Suor. b) Urina. 7.4. A transpiração consiste na expulsão de suor produzido pelas glândulas sudo- ríparas através dos poros da pele. 8. Dois dos seguintes órgãos: raízes, caules, sementes e frutos. 9. 9.1. Vasos condutores. 9.2. Pode-se concluir que a água corada circulou da parte inferior da planta até à parte superior, através dos vasos condutores. 9.3. C. 10. 10.1.A fecundação consiste na união entre as células sexuais masculina e feminina. 10.2.III → IV → I → II. 10.3.Fase II – Feto; Fase IV – Embrião. 10.4.Efectuar as trocas de substâncias entre a mãe e o embrião/feto. 10.5.A – F; B – V; C – F; D – F. 11. 11.1.Polinização. 11.2.Um insecto (abelha). 12. I – B; II – A; III – C; IV – A; V – B. 13. I – B; II – C; III – A; IV – B; V – A; VI – C. 14. 14.1. Vacinação. 14.2. I – Vacina; II – Injecção; III – Oral; IV – Toxinas; V – Micróbios; VI – Infecção; VII – Organismo. PROVA GLOBAL PÁGS. 123-127 SOLUÇÕES © AREAL EDITORES