FILOSOFIA MEDIEVAL
SEMINÁRIO APRESENTADO PELOS
GRADUANDOS DO 1º SEMESTRE DE PSICOLOGIA
Hannah Dantas, Lucas Lopes, Tatiana silva, Roberval
dias e Henrique oliveira PARA A DISCIPLINA
FILOSOFIA E ÉTICA, ORIENTADA PELO
PROFESSOR JEAN FÁBIO
A FILOSOFIA CRISTÃ
 Séculos I ao XVI
 Filosofia Patrística e Filosofia
Escolástica ou Medieval.
Filosofia Patrística
 Surge a partir da decadência do Império
Romano
 Patrística, pois, era pensada pelos
“Padres” ou “Pais” da Igreja
Filosofia Patrística
 Introdução de conceitos desconhecidos
para os gregos
 Explicação sobre o Mal
 Verdades Naturais e Verdades
Sobrenaturais
Filosofia Patrística
 Patrística Grega e Patrística latina
 Pensadores importantes dessa fase:
Santo Justino, Tertuliano e Santo
Agostinho
Filosofia Patrística
Santo Agostinho
 Pai pagão e mãe cristã
 Aderiu inicialmente ao Maniqueísmo
 Converteu-se ao cristianismo
Filosofia Patrística
Santo Agostinho
 Principais obras: Cidade de Deus, As
confissões e Sobre a Imortalidade da
Alma
 Solução ideal para os problemas da vida
relacionam-se à Deus e à alma
Filosofia Patrística
SANTO AGOSTINHO
 Certeza da própria existência espiritual
 Reinterpretação das obras de Platão para conciliar aos
dogmas da Igreja
 Nova versão da Teoria das Ideias
 “Que a mesma sabedoria divina, por quem foram criadas
todas as coisas, conhecia aquelas primeiras , divinas,
imutáveis e eternas razões de todas as coisas antes de
serem criadas, a Sagrada Escritura dá este testemundo:
No príncípio era o Verbo e o Verbo estava junto de Deus, e
o Verbo era Deus...” (A cidade de Deus, XI,26)
Filosofia Patrística
Santo Agostinho
 Caminho para se conhecer a Deus
passa pela nossa alma
 Nega a realidade metafísica do Mal
 Mal moral provém do homem, através
do Pecado Original
FILOSOFIA ESCOLÁSTICA
 Igreja Romana dominava a Europa
 Surgimento da Teologia
 Busca de provas racionais da
existência de Deus
 Método das Disputas
Filosofia Escolástica
SANTO TOMÁS DE AQUINO
 Italiano, nascido em Aquino
 Tornou-se Dominicano contra a
vontade dos pais
 Após o término dos estudos dedicou-se
à Suma Teológica
FILOSOFIA ESCOLÁSTICA
SANTO TOMÁS DE AQUINO
 Integração entre o Aristotelismo e o
Cristianismo
 Encontrou forte oposição dos
agostinianos
FILOSOFIA ESCOLÁSTICA
SANTO TOMÁS DE AQUINO
 Distingue fé e religião, mas não as
separa
 Só se conhece a verdade quando se
conhece o ser
 Concepção Hilemórfica
FILOSOFIA ESCOLÁSTICA
AS CINCO VIAS – SANTO TOMÁS DE AQUINO
 Movimento
 Causa Eficiente
 Possível e Necessário
 Graus das coisas
 Governo das Coisas
As verdades da razão natural não contradizem
as verdades da Fé Cristã
“Do exposto se infere o seguinte: quaisquer
que sejam os argumentos que se aleguem
contra a fé cristã, não procedem retamente
dos primeiros princípios inatos à natureza e
conhecidos por si mesmos. Por
conseguinte, não possuem valor
demonstrativo, não passando de razões de
probabilidade sofismáticas. E não é difícil
refutá-los.”
(Santo Tomás de Aquino ,Súmula contra os
gentios, Os pensadores, São Paulo. Abril
Cultural, 1973, p. 70.)

Seminario filosofia medieval

  • 1.
    FILOSOFIA MEDIEVAL SEMINÁRIO APRESENTADOPELOS GRADUANDOS DO 1º SEMESTRE DE PSICOLOGIA Hannah Dantas, Lucas Lopes, Tatiana silva, Roberval dias e Henrique oliveira PARA A DISCIPLINA FILOSOFIA E ÉTICA, ORIENTADA PELO PROFESSOR JEAN FÁBIO
  • 2.
    A FILOSOFIA CRISTÃ Séculos I ao XVI  Filosofia Patrística e Filosofia Escolástica ou Medieval.
  • 3.
    Filosofia Patrística  Surgea partir da decadência do Império Romano  Patrística, pois, era pensada pelos “Padres” ou “Pais” da Igreja
  • 4.
    Filosofia Patrística  Introduçãode conceitos desconhecidos para os gregos  Explicação sobre o Mal  Verdades Naturais e Verdades Sobrenaturais
  • 5.
    Filosofia Patrística  PatrísticaGrega e Patrística latina  Pensadores importantes dessa fase: Santo Justino, Tertuliano e Santo Agostinho
  • 6.
    Filosofia Patrística Santo Agostinho Pai pagão e mãe cristã  Aderiu inicialmente ao Maniqueísmo  Converteu-se ao cristianismo
  • 7.
    Filosofia Patrística Santo Agostinho Principais obras: Cidade de Deus, As confissões e Sobre a Imortalidade da Alma  Solução ideal para os problemas da vida relacionam-se à Deus e à alma
  • 8.
    Filosofia Patrística SANTO AGOSTINHO Certeza da própria existência espiritual  Reinterpretação das obras de Platão para conciliar aos dogmas da Igreja  Nova versão da Teoria das Ideias  “Que a mesma sabedoria divina, por quem foram criadas todas as coisas, conhecia aquelas primeiras , divinas, imutáveis e eternas razões de todas as coisas antes de serem criadas, a Sagrada Escritura dá este testemundo: No príncípio era o Verbo e o Verbo estava junto de Deus, e o Verbo era Deus...” (A cidade de Deus, XI,26)
  • 9.
    Filosofia Patrística Santo Agostinho Caminho para se conhecer a Deus passa pela nossa alma  Nega a realidade metafísica do Mal  Mal moral provém do homem, através do Pecado Original
  • 10.
    FILOSOFIA ESCOLÁSTICA  IgrejaRomana dominava a Europa  Surgimento da Teologia  Busca de provas racionais da existência de Deus  Método das Disputas
  • 11.
    Filosofia Escolástica SANTO TOMÁSDE AQUINO  Italiano, nascido em Aquino  Tornou-se Dominicano contra a vontade dos pais  Após o término dos estudos dedicou-se à Suma Teológica
  • 12.
    FILOSOFIA ESCOLÁSTICA SANTO TOMÁSDE AQUINO  Integração entre o Aristotelismo e o Cristianismo  Encontrou forte oposição dos agostinianos
  • 13.
    FILOSOFIA ESCOLÁSTICA SANTO TOMÁSDE AQUINO  Distingue fé e religião, mas não as separa  Só se conhece a verdade quando se conhece o ser  Concepção Hilemórfica
  • 14.
    FILOSOFIA ESCOLÁSTICA AS CINCOVIAS – SANTO TOMÁS DE AQUINO  Movimento  Causa Eficiente  Possível e Necessário  Graus das coisas  Governo das Coisas
  • 15.
    As verdades darazão natural não contradizem as verdades da Fé Cristã “Do exposto se infere o seguinte: quaisquer que sejam os argumentos que se aleguem contra a fé cristã, não procedem retamente dos primeiros princípios inatos à natureza e conhecidos por si mesmos. Por conseguinte, não possuem valor demonstrativo, não passando de razões de probabilidade sofismáticas. E não é difícil refutá-los.” (Santo Tomás de Aquino ,Súmula contra os gentios, Os pensadores, São Paulo. Abril Cultural, 1973, p. 70.)