SURREALISTAMagazine
O Lado Oculto da Informação
Distorcendo a realidade da comunicação
2 3
Índice
surrealista.com
Variedades: Cada forma
tem um preço - Pág. 5
Editoriall: Você
acha que viu
tudo? - Pág. 4
Diálogo: A vivência do Profissional
na transmissão da informação -
Pág. 6
Destaque: O lado oculto da
comunicação - Pág. 7
Geral: As duas faces do profissional
- Pág. 10
Expediente: Nossa equipe -
Pág. 14
Curiosidades: Quem Manipula quem?
- Pág. 12
Artigo: A dificuldade em construir
uma ideia - Pág. 13
Cada Forma tem
um Preço
Hiago Richard
Pis aute nonsequi
dolor rest harcia
consequis volo-
rehent, toritatur
adit odit inciaes
et everum nec-
testia necesci
untinum, tempo-
res maio ea sum
exceatum volup-
tus nobition num
est fugit a dissin-
tor mos doluptis
quis aut peribus
andit odit di ut
minctiorum eos
Ideliquam ento et
optatiate rem et rei-
ciis sumquas re cum
niam nusdant liquo
voluptatis il ipiet alis
exceperum res aped
que quisquam, ten-
tiore vendae volupit
et que dolori ressiti
ilitibu sciliqui ommo-
dit ipiet venducitia
venihil lecearu ptaer-
natem voluptat ha-
rumendel mo velento
ideris des ea cullup-
tat explis et repediae
mi, omnis nis ipis aut
ad unti coris quate
modit quaspelenis
imusa dolut quam
Nam facerfe repero
velias esto estion con-
sequo vendicime aut
autem liamus nonecti
isimagnatem ipsumqui
accum, illuptate quam
eosapid molupta spe-
liate comnias solup-
tiur, si ut voluptatest
est voluptatius parup-
tatem aligni beatur?
Con cus ut rem dolor
aliquae et volo tem a
qui corrum ilis quis sa-
pid quam, offic totate
conescid molorem vo-
lupta tiures derecepe-
ro consedi taesed mint
que paria volupta ep-
tissitat laborrovid que
Sequos quias estibusti optiore henihit, cus do-
lorpor aborum dipsam conemquam que sam ipid
eatempore volo veni con el il est, quatem del
iminctaque et lam rehendam aut es rerunte con-
sende consedi onsequae ellabo. Diaest volor
Variedades
4 5
Quando falamos em
censura na mídia, em que
você pensa? Normalmen-
te em cenas explícitas de
sexo na TV ou imagens de
um sangrento homicídio em
determinado lugar, correto?
Mas o sexo e a violência
não são os únicos assuntos a
serem censurados, há vários
outros que infelizmente são
“ocultados” pela mídia, a
política é um exemplo disso.
A política é o assunto de
maior evidência nos jornais,
uma possível candidatura de
um ex-presidente em 2018
sofre muitas alterações em
determinados veículos jor-
nalísticos. Enquanto uma
emissora parece apoiar
tal candidato, ajudando-
-o na campanha eleitoral
e tentando mostrar a boa
imagem do mesmo ao teles-
pectador, a outra emissora
fará o contrário, divulgan-
do matérias cujo o político
estava envolvido em algum
caso de corrupção, difaman-
do o candidato e deixando
os eleitores com dúvidas.
Há inúmeros cinegrafis-
tas e fotógrafos amadores
que gravaram e relataram
cenas de barbáries no Brasil
a fora, e por que isso não
é mostrado na TV? A mídia
estaria escondendo o que
realmente ocorre no país e
o que a população está su-
jeita? Afinal, o Brasil tem
muitos assuntos que rara-
mente são abordados, além
da política e do futebol.
Casos de escravidão,
desmatamento, pobreza
extrema, abusos sexuais
de crianças e adolescentes,
violência doméstica,
chacinas, tráfego de drogas,
racismo, homofobia e outros
casos que prejudicam a
população de diversas
maneiras e apesar de tudo
isso não são discutidos pela
população, deixando de
lado as minorias.
Por isso muitos fotógrafos
acabam indo em áreas onde
essas minorias se encon-
tram, tiram fotos e divulgam
em exposições para que as
pessoas possam ver um
outro lado do Brasil, o lado
sem ajuda governamental,
que a mídia não parece se
importar.
Esse é o trabalho de um
profissional preocupado que
está disposto a comunicar
os problemas através das
fotografias, para sentirmos
na pele o que é estar no
lugar dessas pessoas.
Você acha que viu
tudo?
HIago Richard
Editorial Variedades
O lado Oculto
da Informação
Beatriz Santos
	 Você deve estar
pensando, então nem
tudo que vejo é o que
realmente acontece?
A resposta é sim!
Pois, o que acontece
nos bastidores e as
coisas irrelevantes
ao interesse da
emissora são omitidos
ou não dão a devida
importância e por
que será que isso
acontece? Porque, por
de trás de tudo isso,
existe um interesse
maior por parte da
emissora, as regras que
devem ser cumpridas
na redação onde
o mais importante
é obter audiência e
fins lucrativos, ou
seja, tudo que for de
pouca importância e
que no caso não irá
trazer lucro, não tem
a necessidade ser
transmitido. Porém,
na verdade, o que
para eles pode não ter
importância do ponto
de vista lucrativo,
para o telespectador
pode, além de ter
importância, fazer
a diferença em seu
cotidiano.
Quero crescer
profissional-
mente, mas
é óbvio que
também me
satisfaz saber que
eu faço diferença
ao negócio isso é
motivador.
A vivência do profissional na
transmissão da informação
Fernanda Terena
Entrevista com Maíra
Fonseca Terena
Coordenadora Sênior de
Marketing na Unilever, 32
anos formada em Marketing
e Administração.
...
Para você, qual a função do
Marketing na área da comuni-
cação?
Particularmente, acredito que
o Marketing seja mais do que
apenas a comunicação em
si. Ele é o coração da estratégia
da empresa e tem o consumidor
como o seu principal foco. No
meu trabalho, Marketing é a fun-
ção que orienta as demais áreas
para entregar o melhor conteúdo
ao mercado. Uma comunicação
bem direcionada é uma das par-
tes desse mix de conteúdo ideal.
...
Conte-nos um pouco das difi-
culdades de ingressar no mer-
cado de trabalho na área da
comunicação.
No meu caso, sempre quis
trabalhar em uma grande
empresa e, como sou de Sal-
vador, meu currículo com expe-
riência em pequenas empresas
me prejudicava bastante. Tive
que entrar por outros caminhos.
Comecei na área de Inteligência
de Vendas (Comercial) e depois
pedi para ser transferida para o
Marketing. A concorrência é mui-
to grande - boas pessoas com
bons currículos.
...
Qual foi seu maior trabalho na
área?
Meu maior trabalho foi con-
ciliar os anseios das demais
áreas com a estratégia que
desenhamos, como temos o con-
sumidor como foco, muitas vezes
o que propomos traz complexida-
de ao negócio e nem sempre é de
fácil implementação. É um pro-
cesso de “convencimento” cons-
tante.
...
O que uma pessoa que pensa
em fazer Marketing deve sa-
ber antes de entrar na área?
Ser criativo é uma parte do
Marketing. Um bom mar-
queteiro entende de números e
entende como suas ideias vão
impactar o negócio de forma es-
tratégica.
...
Para o ambiente de trabalho
se tornar mais agradável a to-
dos os envolvidos, quais suas
formas de motivar os demais
funcionários da empresa?
Para quem está em cargos
abaixo de mim, faço um fee-
dback constante para garan-
tir que o trabalho será desafiador.
A motivação tem um balanço en-
tre fazer o que sabe com desa-
fios. Para os demais, acredito que
o compartilhamento de conheci-
mento contribui bastante para a
motivação, garantindo um traba-
lho em conjunto.
...
Qual a principal função que
o marketing exerce na trans-
missão de uma informação ou
de uma ideia ao público? Qual
seria a maior dificuldade nes-
te processo?
O Marketing é o responsável
por “como” o consumidor vai
entender a mensagem e essa
é a maior dificuldade. A mensa-
gem precisa ser criativa e estar
bem articulada, com algo real-
mente relevante para o consumi-
dor. Tudo isso deve ser comuni-
cado no canal e momento correto.
Se esses pontos convergirem, a
campanha terá sucesso.
...
As áreas da comunicação es-
tão em constantes mudanças,
como você imagina o futu-
ro do marketing no mercado
brasileiro?
Muitas empresas pensam que
fazer Marketing é somente
investir em comunicação na
TV. A Propaganda se torna cada vez
mais cara já que os meios estão cada
vez mais difusos. O meio digital,
hoje, tem uma relevância enorme
e tende a crescer mais. Contudo,
acredito que ações de experiência e
destaque no ponto de venda terão
cada vez mais importância para criar
vínculos e vivência com consumidor
com o produto. Além disso, com
o consumidor mais engajado, os
produtos terão que se destacar além
dos 4P’s - o “propósito de marca” que
configura como um grande fator de
decisão de consumo.
6 7Diálogo
O Lado Oculto da
Informação
	 O Jornalismo tem o objetivo principal de trans-
mitir informações, mas, na verdade, ele esconde mui-
to mais do que mostra. É através dele que todos nós
estabelecemos contato com o que acontece no mun-
do. O modelo jornalístico da TV brasileira possui uma
sequência que começa com uma matéria impactante
e termina de uma maneira mais suave com o que cha-
mamos de “um final feliz”, ou seja, é o modelo o qual
estamos acostumados, mas que muitas vezes nos apri-
siona para nos distrair do problema principal, porém
temos que ter consciência deste fato para nos distan-
ciar e buscar novos modelos.
	 A linguagem da TV tem que ser produzida de uma
forma simples e de fácil acesso, afim de ser compreen-
dida a partir de imagens e sons com o objetivo de fa-
zer com que a linguagem jornalística alcance seu públi-
co de maneira clara e direta. Os espectadores devem
gostar do noticiário, do contrário não irão assisti-lo, o
objetivo é fazer com que todos o assistam para que as
ideias e as posições da emissora possam ser vendidas
aos espectadores e para que seu índice de audiência
eleve seus patrocinadores.
	 Dependendo do que
sair dos bastidores pode pre-
judicar o lucro da emissora,
pode haver processos, enfim,
diversas pessoas podem se
prejudicar, afinal, na época em
que estamos, mostrar a ver-
dade de forma esclarecida, é
muito difícil porque pode alcan-
çar e afetar diversas pessoas,
envolvidas ou não. Segun-
do uma pesquisa do site UOL
demonstra que os brasileiros
assistem em média 4 horas e
31 minutos de TV por dia útil e
4 horas e 14 minutos nos fins
de semana, ou seja, é tempo
suficiente para os profissionais
formadores de opiniões con-
seguirem manipular e guiar a
opinião pública e sermos in-
fluenciados por algum assunto
que se passa na televisão.
No Rádio
	 Mais uma vez a palavra “Lucro”, os profissionais de
rádio e TV são preparados para desenvolver métodos para
atingir seu público e isso ocorre através de diversas pes-
quisas de características de seus ouvintes e telespectado-
res, afinal, se em determinada hora os seus ouvintes forem
o público mais jovem, eles vão focar em anúncios e infor-
mações que tragam a audiência desejada, utilizando mui-
tas vezes do humor, da seriedade e de celebridades para
retratar confiança e serem ouvidos por seus respectivos
públicos.
	 Os radialistas precisam ser objetivos e cautelosos,
pois é com o público-alvo que uma rádio consegue obter
muitos lucros, além dos anúncios de interesse público e co-
merciais que também ajudam na parte financeira da rádio.
Vale ressaltar que em qualquer profissão os profissionais
têm que seguir uma porção de regras e o profissional de
comunicação também tem suas regras para serem segui-
das, mais isso não diminui a possibilidade do mesmo ser
influenciado e manipulado pela própria área, afinal, todos
nós estamos sujeitos à manipulação.
Um
pouco
de
História
o rádio, que teve
sua primeira
transmissão
feita em 1900.
A televisão
surgiu em 1924,
trouxe ao mundo
a imagem. O
computador
foi criado em
fevereiro de 1946
pelos cientistas
norte-americanos
e a Internet
A internet
surgiu a partir
de pesquisas
militares em
1969
Televisão
4h30min
Internet
9h
Trabalho
8h
OutrasAtividades
2h30min
TEMPOGASTOEM
24HORASPORDIA
8 9Destaque Destaque
As duas faces do
profissional
Beatriz Barbosa
O profissional formado
em comunicação tem
como característica
uma boa forma de se
comunicar, além do seu
amplo conhecimento
sobre a mídia, ele
sempre busca estar
atualizado sobre os
assuntos do cotidiano
para atingir o seu
públicoalvo.
Esse tipo de profissio-
nal tem contato direto
com todas as formas de
linguagem e também à
maneira que são com-
partilhadas.
Você já parou para pensar que o comunicador
também é público?
Que ele também, de certa forma, recebe as
informações e também pode ser influenciado por
elas?
	 Tais profissionais são habilidosos para
contextualizar os fatos e bem criativos na
exposição de suas ideias. Os comunicadores
são os maiores influenciadores de seu público,
ou seja, com quem recebe as informações,
eles lidam com situações cotidianas e realistas,
na maioria das vezes, sempre utilizando
as estratégias publicitárias e tecnológicas
aliadas à criatividade para conquistar um bom
posicionamento de mercado.
	 Basicamente há três princípios para
ocorrer a comunicação eficaz. São eles:
Emissor, Mensagem e Receptor. O Emissor,
transmite a mensagem para o receptor, sendo
assim, o emissor é quem passa a mensagem,
a mensagem é a informação, e o receptor é
quem a recebe. Com isso, é correto afirmar
que há inúmeras possibilidades de um emissor
ser facilmente atingido e influenciado
pelas mensagens.
	 Os receptores são influenciados
o tempo todo, seja politicamente,
socialmente, economicamente e em
diversas aspectos de sua vida. As notícias
literalmente surgem e se renovam a
cada momento, assim, a comunicação
nunca para e cria um ciclo vicioso onde
as informações sempre se regeneram.
Sempre terá uma nova forma de se
comunicar, um jeito mais fácil e diferente
de transmitir uma informação para
que todos entendam a mensagem e se
destaquem num meio onde o público
já é atingido por inúmeras informações
cotidianas. Há sempre uma troca, na
qual a mesma pessoa que te passa uma
informação, também é quem a recebe, pois é preciso
ter uma fonte de onde vem as informações e, essa
fonte, também está sujeita à ser influenciada.
	 Os profissionais da área são especializados
em transmitir uma boa informação para estabelecer
um entendimento entre a empresa e o público e
se apropriam das mídias para realizar estes feitos,
além disso, em parceria com a ética e métodos
eficazes, alcançam cada vez um público maior.
Os comunicadores, num mundo globalizado onde
os limites da comunicação se expandem cada vez
mais, os profissionais se sujeitam às normas de
suas prestadoras de serviços para permanecer no
mercado de trabalho e se manter na posição de
formadores de opiniões. O trabalho do comunicador
não é somente expor uma situação, mas sim
mostrar diferentes pontos de vista sobre o mesmo
assunto no qual se refere uma notícia, reportagem,
curiosidade, editorial ou em propagandas para gerar
novas opiniões, novos argumentos, prós e contras
sobre o mesmo assunto.
	 Portanto, todos nós somos emissores e
receptores na era da informação, dentro de uma
geração em que a comunicação vive em uma
mudança constante, tornando a sociedade um alvo
de informações que tentam nos manipular e nos
influenciar de diversas formas.
10 11Geral Geral
A dificuldade de
construir uma ideia
Thiago Borba
	 Qui rempores es sit, occusam
dolupiendit evero debit lit que ad ma
sed mil in et que venit ipsae solupti
quaspissit, volore dolorei ciistorpore
niam etur?
Offic tet inveliqui denimos doloris es-
sitat a dolupta estior aut autecus ius
ullor aliquas ex eosam, untiis expe-
rem quasimincto illa velenih illuptior
simus et eum natur aut hita dessitaest
quam aut uta natiati delibus pa quis
adi omnimen iatemolupti re volupta-
tiis qui od ut rerum et accum sinisquis
nostiist renihiliquam fugiamus nos ex
expeditas adiaest, ut evelis quis etur
as mintiorumqui vendus quo et ut vo-
loreius volorro tem volor as dolorep
elicatem quo et di ant.
Hilique volo is eosapis inveniendam
eossum quam es vit, volorrumquae
optas non consequunti simust face-
atiae dit eum nobitatus doloreptae
prem. Ro ime pos qui ommolupta i
	 Faccumquibus as maxim-
po restrum eatem quo modita-
quo cuptatus et laut porit acep-
tat uressequi aborem ut dolorro
eturerum facea ium int.
Met aspelibusam quiatius seca-
tem quideli gendae maioriatur,
ut quam, id quia qui dolorest of-
ficaborem coreped quo et debi-
tius.
Si suntia qui officiam, oditate
mporibus, nia ideliqu assunti del
ipicatum con ne entem voluptae
non nobissumet ventorem atur
minto et vendae sandaes edipis
veliqui nest, nonsecus.
Pis dis renitat. Emporum quia
pre et prest as eati occum a vo-
lorrorepe rerernam, atur, is dis
12 13Curiosidades Artigo
Percepção/Sensações
Atenção
Tomada de Decisões
Lobo Frontal
Lobo Parietal Lobo Ociptal
Lobo Temporal
Visão - Estética Visual
Memória
Quem Manipula
Quem?
Nathan Holanda
	 Nos dias de hoje, as grandes e
médias empresas buscam constante-
mente novos meios de inovações para
conquistar a preferência do consumi-
dor e consolidar-se no mercado com-
petitivo, a ciência reconhece há muito
tempo que os seres humanos podem
e são manipulados facilmente através
dos sentidos. Um exemplo disso é a
indústria alimentícia, onde as cores
como: laranja, vermelho e amarelo
(cores que estimulam o apetite), e
mensagens ocultas das embalagens,
induzem o cliente a consumir deter-
minado produto. Isso se dá graças a
neuromarketing.
	 A neuromarketing é uma ciên-
cia responsável por estudar o com-
portamento das pessoas, partindo
da mesma ideia da antropologia, psi-
cologia e neurociência, que buscam
entender a raiz do comportamento
do consumidor, focando de fato nas
reações neurológicas e as empresas
usam dessas estratégias para desper-
tar o desejo do consumo. Lojas e su-
permercados, têm cada vez mais soli-
citado as ferramentas da neurociência
para aumentar seus faturamentos,
chamando a atenção do consumidor
através dos sentidos, não só a nível
consciente como inconsciente tam-
bém.
	 Profissionais de marketing e
empresas de consultoria sabem, por
exemplo, que os preços de bens e serviços não precisam ter nenhuma relação com o seu custo
de produção. Estudos comprovam que produtos/serviços com preços elevados são mais visa-
dos pelos consumidores por geralmente obterem na sua composição, materiais ou ingredientes
com qualidade superior aos concorrentes. De fato, as pessoas percebem algo melhor no produ-
to mais caro, por exemplo, o vinho, os mais desejados em muitas das vezes, possuem garrafas
chamativas com preços absurdos, embora possa não existir diferença significativa na qualidade
entre eles. Portanto, a neuromarketing, deveria ser utilizada apenas com o intuito de beneficiar
a população, porém muitas vezes é utilizada com fins pejorativos visando somente o lucro e es-
quecendo-se da experiência do cliente. Para essa manipulação não existe um público específico,
todos são afetados, até mesmo os próprios profissionais de marketing e publicidade estão na mira
dessas “técnicas”. Contudo, cabe ao consumidor orientar as suas escolhas pesquisando sobre os
produtos e serviços, afim de evitar compras através de impulso e desejo.
Princípios do
Neuromarketing
A memória nos remete à lembranças
emocionais, é ela que cria uma harmonia
com o cliente, afinal, quando algo remete
à memórias positivas nos faz sentir atraídos
por aquilo que nos fez lembrar, gerando o
desejo de aquisição pelo significado.
Se resume em prender a
atenção do cliente quando
o mesmo está diante de um
produto ou serviço para que
essa atenção resulte no ato
da compra
Atrair o cliente a partir das sensações.
A partir do uso da percepção derivada
dos sentidos: Audição, Tato e Olfato para
estabelecer uma conexão entre produto e
cliente
Àrea responsável pela visão. Quando
o ambiente ou o produto é visualmente
agradável chama a atenção do
consumidor, o qual sente prazer
ao observar e este fato gera um
vínculo ou uma necessidade.
14 15
Agência Eptá
Cargo, Nome
Cargo, Nome
Cargo, Nome
Cargo, Nome
Cargo, Nome
Cargo, Nome
Cargo, Nome
EPTA
ExpedienteConheça nossa equipe
Revista Surrealista

Revista Surrealista

  • 1.
    SURREALISTAMagazine O Lado Ocultoda Informação Distorcendo a realidade da comunicação
  • 2.
    2 3 Índice surrealista.com Variedades: Cadaforma tem um preço - Pág. 5 Editoriall: Você acha que viu tudo? - Pág. 4 Diálogo: A vivência do Profissional na transmissão da informação - Pág. 6 Destaque: O lado oculto da comunicação - Pág. 7 Geral: As duas faces do profissional - Pág. 10 Expediente: Nossa equipe - Pág. 14 Curiosidades: Quem Manipula quem? - Pág. 12 Artigo: A dificuldade em construir uma ideia - Pág. 13
  • 3.
    Cada Forma tem umPreço Hiago Richard Pis aute nonsequi dolor rest harcia consequis volo- rehent, toritatur adit odit inciaes et everum nec- testia necesci untinum, tempo- res maio ea sum exceatum volup- tus nobition num est fugit a dissin- tor mos doluptis quis aut peribus andit odit di ut minctiorum eos Ideliquam ento et optatiate rem et rei- ciis sumquas re cum niam nusdant liquo voluptatis il ipiet alis exceperum res aped que quisquam, ten- tiore vendae volupit et que dolori ressiti ilitibu sciliqui ommo- dit ipiet venducitia venihil lecearu ptaer- natem voluptat ha- rumendel mo velento ideris des ea cullup- tat explis et repediae mi, omnis nis ipis aut ad unti coris quate modit quaspelenis imusa dolut quam Nam facerfe repero velias esto estion con- sequo vendicime aut autem liamus nonecti isimagnatem ipsumqui accum, illuptate quam eosapid molupta spe- liate comnias solup- tiur, si ut voluptatest est voluptatius parup- tatem aligni beatur? Con cus ut rem dolor aliquae et volo tem a qui corrum ilis quis sa- pid quam, offic totate conescid molorem vo- lupta tiures derecepe- ro consedi taesed mint que paria volupta ep- tissitat laborrovid que Sequos quias estibusti optiore henihit, cus do- lorpor aborum dipsam conemquam que sam ipid eatempore volo veni con el il est, quatem del iminctaque et lam rehendam aut es rerunte con- sende consedi onsequae ellabo. Diaest volor Variedades 4 5 Quando falamos em censura na mídia, em que você pensa? Normalmen- te em cenas explícitas de sexo na TV ou imagens de um sangrento homicídio em determinado lugar, correto? Mas o sexo e a violência não são os únicos assuntos a serem censurados, há vários outros que infelizmente são “ocultados” pela mídia, a política é um exemplo disso. A política é o assunto de maior evidência nos jornais, uma possível candidatura de um ex-presidente em 2018 sofre muitas alterações em determinados veículos jor- nalísticos. Enquanto uma emissora parece apoiar tal candidato, ajudando- -o na campanha eleitoral e tentando mostrar a boa imagem do mesmo ao teles- pectador, a outra emissora fará o contrário, divulgan- do matérias cujo o político estava envolvido em algum caso de corrupção, difaman- do o candidato e deixando os eleitores com dúvidas. Há inúmeros cinegrafis- tas e fotógrafos amadores que gravaram e relataram cenas de barbáries no Brasil a fora, e por que isso não é mostrado na TV? A mídia estaria escondendo o que realmente ocorre no país e o que a população está su- jeita? Afinal, o Brasil tem muitos assuntos que rara- mente são abordados, além da política e do futebol. Casos de escravidão, desmatamento, pobreza extrema, abusos sexuais de crianças e adolescentes, violência doméstica, chacinas, tráfego de drogas, racismo, homofobia e outros casos que prejudicam a população de diversas maneiras e apesar de tudo isso não são discutidos pela população, deixando de lado as minorias. Por isso muitos fotógrafos acabam indo em áreas onde essas minorias se encon- tram, tiram fotos e divulgam em exposições para que as pessoas possam ver um outro lado do Brasil, o lado sem ajuda governamental, que a mídia não parece se importar. Esse é o trabalho de um profissional preocupado que está disposto a comunicar os problemas através das fotografias, para sentirmos na pele o que é estar no lugar dessas pessoas. Você acha que viu tudo? HIago Richard Editorial Variedades
  • 4.
    O lado Oculto daInformação Beatriz Santos Você deve estar pensando, então nem tudo que vejo é o que realmente acontece? A resposta é sim! Pois, o que acontece nos bastidores e as coisas irrelevantes ao interesse da emissora são omitidos ou não dão a devida importância e por que será que isso acontece? Porque, por de trás de tudo isso, existe um interesse maior por parte da emissora, as regras que devem ser cumpridas na redação onde o mais importante é obter audiência e fins lucrativos, ou seja, tudo que for de pouca importância e que no caso não irá trazer lucro, não tem a necessidade ser transmitido. Porém, na verdade, o que para eles pode não ter importância do ponto de vista lucrativo, para o telespectador pode, além de ter importância, fazer a diferença em seu cotidiano. Quero crescer profissional- mente, mas é óbvio que também me satisfaz saber que eu faço diferença ao negócio isso é motivador. A vivência do profissional na transmissão da informação Fernanda Terena Entrevista com Maíra Fonseca Terena Coordenadora Sênior de Marketing na Unilever, 32 anos formada em Marketing e Administração. ... Para você, qual a função do Marketing na área da comuni- cação? Particularmente, acredito que o Marketing seja mais do que apenas a comunicação em si. Ele é o coração da estratégia da empresa e tem o consumidor como o seu principal foco. No meu trabalho, Marketing é a fun- ção que orienta as demais áreas para entregar o melhor conteúdo ao mercado. Uma comunicação bem direcionada é uma das par- tes desse mix de conteúdo ideal. ... Conte-nos um pouco das difi- culdades de ingressar no mer- cado de trabalho na área da comunicação. No meu caso, sempre quis trabalhar em uma grande empresa e, como sou de Sal- vador, meu currículo com expe- riência em pequenas empresas me prejudicava bastante. Tive que entrar por outros caminhos. Comecei na área de Inteligência de Vendas (Comercial) e depois pedi para ser transferida para o Marketing. A concorrência é mui- to grande - boas pessoas com bons currículos. ... Qual foi seu maior trabalho na área? Meu maior trabalho foi con- ciliar os anseios das demais áreas com a estratégia que desenhamos, como temos o con- sumidor como foco, muitas vezes o que propomos traz complexida- de ao negócio e nem sempre é de fácil implementação. É um pro- cesso de “convencimento” cons- tante. ... O que uma pessoa que pensa em fazer Marketing deve sa- ber antes de entrar na área? Ser criativo é uma parte do Marketing. Um bom mar- queteiro entende de números e entende como suas ideias vão impactar o negócio de forma es- tratégica. ... Para o ambiente de trabalho se tornar mais agradável a to- dos os envolvidos, quais suas formas de motivar os demais funcionários da empresa? Para quem está em cargos abaixo de mim, faço um fee- dback constante para garan- tir que o trabalho será desafiador. A motivação tem um balanço en- tre fazer o que sabe com desa- fios. Para os demais, acredito que o compartilhamento de conheci- mento contribui bastante para a motivação, garantindo um traba- lho em conjunto. ... Qual a principal função que o marketing exerce na trans- missão de uma informação ou de uma ideia ao público? Qual seria a maior dificuldade nes- te processo? O Marketing é o responsável por “como” o consumidor vai entender a mensagem e essa é a maior dificuldade. A mensa- gem precisa ser criativa e estar bem articulada, com algo real- mente relevante para o consumi- dor. Tudo isso deve ser comuni- cado no canal e momento correto. Se esses pontos convergirem, a campanha terá sucesso. ... As áreas da comunicação es- tão em constantes mudanças, como você imagina o futu- ro do marketing no mercado brasileiro? Muitas empresas pensam que fazer Marketing é somente investir em comunicação na TV. A Propaganda se torna cada vez mais cara já que os meios estão cada vez mais difusos. O meio digital, hoje, tem uma relevância enorme e tende a crescer mais. Contudo, acredito que ações de experiência e destaque no ponto de venda terão cada vez mais importância para criar vínculos e vivência com consumidor com o produto. Além disso, com o consumidor mais engajado, os produtos terão que se destacar além dos 4P’s - o “propósito de marca” que configura como um grande fator de decisão de consumo. 6 7Diálogo
  • 5.
    O Lado Ocultoda Informação O Jornalismo tem o objetivo principal de trans- mitir informações, mas, na verdade, ele esconde mui- to mais do que mostra. É através dele que todos nós estabelecemos contato com o que acontece no mun- do. O modelo jornalístico da TV brasileira possui uma sequência que começa com uma matéria impactante e termina de uma maneira mais suave com o que cha- mamos de “um final feliz”, ou seja, é o modelo o qual estamos acostumados, mas que muitas vezes nos apri- siona para nos distrair do problema principal, porém temos que ter consciência deste fato para nos distan- ciar e buscar novos modelos. A linguagem da TV tem que ser produzida de uma forma simples e de fácil acesso, afim de ser compreen- dida a partir de imagens e sons com o objetivo de fa- zer com que a linguagem jornalística alcance seu públi- co de maneira clara e direta. Os espectadores devem gostar do noticiário, do contrário não irão assisti-lo, o objetivo é fazer com que todos o assistam para que as ideias e as posições da emissora possam ser vendidas aos espectadores e para que seu índice de audiência eleve seus patrocinadores. Dependendo do que sair dos bastidores pode pre- judicar o lucro da emissora, pode haver processos, enfim, diversas pessoas podem se prejudicar, afinal, na época em que estamos, mostrar a ver- dade de forma esclarecida, é muito difícil porque pode alcan- çar e afetar diversas pessoas, envolvidas ou não. Segun- do uma pesquisa do site UOL demonstra que os brasileiros assistem em média 4 horas e 31 minutos de TV por dia útil e 4 horas e 14 minutos nos fins de semana, ou seja, é tempo suficiente para os profissionais formadores de opiniões con- seguirem manipular e guiar a opinião pública e sermos in- fluenciados por algum assunto que se passa na televisão. No Rádio Mais uma vez a palavra “Lucro”, os profissionais de rádio e TV são preparados para desenvolver métodos para atingir seu público e isso ocorre através de diversas pes- quisas de características de seus ouvintes e telespectado- res, afinal, se em determinada hora os seus ouvintes forem o público mais jovem, eles vão focar em anúncios e infor- mações que tragam a audiência desejada, utilizando mui- tas vezes do humor, da seriedade e de celebridades para retratar confiança e serem ouvidos por seus respectivos públicos. Os radialistas precisam ser objetivos e cautelosos, pois é com o público-alvo que uma rádio consegue obter muitos lucros, além dos anúncios de interesse público e co- merciais que também ajudam na parte financeira da rádio. Vale ressaltar que em qualquer profissão os profissionais têm que seguir uma porção de regras e o profissional de comunicação também tem suas regras para serem segui- das, mais isso não diminui a possibilidade do mesmo ser influenciado e manipulado pela própria área, afinal, todos nós estamos sujeitos à manipulação. Um pouco de História o rádio, que teve sua primeira transmissão feita em 1900. A televisão surgiu em 1924, trouxe ao mundo a imagem. O computador foi criado em fevereiro de 1946 pelos cientistas norte-americanos e a Internet A internet surgiu a partir de pesquisas militares em 1969 Televisão 4h30min Internet 9h Trabalho 8h OutrasAtividades 2h30min TEMPOGASTOEM 24HORASPORDIA 8 9Destaque Destaque
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    As duas facesdo profissional Beatriz Barbosa O profissional formado em comunicação tem como característica uma boa forma de se comunicar, além do seu amplo conhecimento sobre a mídia, ele sempre busca estar atualizado sobre os assuntos do cotidiano para atingir o seu públicoalvo. Esse tipo de profissio- nal tem contato direto com todas as formas de linguagem e também à maneira que são com- partilhadas. Você já parou para pensar que o comunicador também é público? Que ele também, de certa forma, recebe as informações e também pode ser influenciado por elas? Tais profissionais são habilidosos para contextualizar os fatos e bem criativos na exposição de suas ideias. Os comunicadores são os maiores influenciadores de seu público, ou seja, com quem recebe as informações, eles lidam com situações cotidianas e realistas, na maioria das vezes, sempre utilizando as estratégias publicitárias e tecnológicas aliadas à criatividade para conquistar um bom posicionamento de mercado. Basicamente há três princípios para ocorrer a comunicação eficaz. São eles: Emissor, Mensagem e Receptor. O Emissor, transmite a mensagem para o receptor, sendo assim, o emissor é quem passa a mensagem, a mensagem é a informação, e o receptor é quem a recebe. Com isso, é correto afirmar que há inúmeras possibilidades de um emissor ser facilmente atingido e influenciado pelas mensagens. Os receptores são influenciados o tempo todo, seja politicamente, socialmente, economicamente e em diversas aspectos de sua vida. As notícias literalmente surgem e se renovam a cada momento, assim, a comunicação nunca para e cria um ciclo vicioso onde as informações sempre se regeneram. Sempre terá uma nova forma de se comunicar, um jeito mais fácil e diferente de transmitir uma informação para que todos entendam a mensagem e se destaquem num meio onde o público já é atingido por inúmeras informações cotidianas. Há sempre uma troca, na qual a mesma pessoa que te passa uma informação, também é quem a recebe, pois é preciso ter uma fonte de onde vem as informações e, essa fonte, também está sujeita à ser influenciada. Os profissionais da área são especializados em transmitir uma boa informação para estabelecer um entendimento entre a empresa e o público e se apropriam das mídias para realizar estes feitos, além disso, em parceria com a ética e métodos eficazes, alcançam cada vez um público maior. Os comunicadores, num mundo globalizado onde os limites da comunicação se expandem cada vez mais, os profissionais se sujeitam às normas de suas prestadoras de serviços para permanecer no mercado de trabalho e se manter na posição de formadores de opiniões. O trabalho do comunicador não é somente expor uma situação, mas sim mostrar diferentes pontos de vista sobre o mesmo assunto no qual se refere uma notícia, reportagem, curiosidade, editorial ou em propagandas para gerar novas opiniões, novos argumentos, prós e contras sobre o mesmo assunto. Portanto, todos nós somos emissores e receptores na era da informação, dentro de uma geração em que a comunicação vive em uma mudança constante, tornando a sociedade um alvo de informações que tentam nos manipular e nos influenciar de diversas formas. 10 11Geral Geral
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    A dificuldade de construiruma ideia Thiago Borba Qui rempores es sit, occusam dolupiendit evero debit lit que ad ma sed mil in et que venit ipsae solupti quaspissit, volore dolorei ciistorpore niam etur? Offic tet inveliqui denimos doloris es- sitat a dolupta estior aut autecus ius ullor aliquas ex eosam, untiis expe- rem quasimincto illa velenih illuptior simus et eum natur aut hita dessitaest quam aut uta natiati delibus pa quis adi omnimen iatemolupti re volupta- tiis qui od ut rerum et accum sinisquis nostiist renihiliquam fugiamus nos ex expeditas adiaest, ut evelis quis etur as mintiorumqui vendus quo et ut vo- loreius volorro tem volor as dolorep elicatem quo et di ant. Hilique volo is eosapis inveniendam eossum quam es vit, volorrumquae optas non consequunti simust face- atiae dit eum nobitatus doloreptae prem. Ro ime pos qui ommolupta i Faccumquibus as maxim- po restrum eatem quo modita- quo cuptatus et laut porit acep- tat uressequi aborem ut dolorro eturerum facea ium int. Met aspelibusam quiatius seca- tem quideli gendae maioriatur, ut quam, id quia qui dolorest of- ficaborem coreped quo et debi- tius. Si suntia qui officiam, oditate mporibus, nia ideliqu assunti del ipicatum con ne entem voluptae non nobissumet ventorem atur minto et vendae sandaes edipis veliqui nest, nonsecus. Pis dis renitat. Emporum quia pre et prest as eati occum a vo- lorrorepe rerernam, atur, is dis 12 13Curiosidades Artigo Percepção/Sensações Atenção Tomada de Decisões Lobo Frontal Lobo Parietal Lobo Ociptal Lobo Temporal Visão - Estética Visual Memória Quem Manipula Quem? Nathan Holanda Nos dias de hoje, as grandes e médias empresas buscam constante- mente novos meios de inovações para conquistar a preferência do consumi- dor e consolidar-se no mercado com- petitivo, a ciência reconhece há muito tempo que os seres humanos podem e são manipulados facilmente através dos sentidos. Um exemplo disso é a indústria alimentícia, onde as cores como: laranja, vermelho e amarelo (cores que estimulam o apetite), e mensagens ocultas das embalagens, induzem o cliente a consumir deter- minado produto. Isso se dá graças a neuromarketing. A neuromarketing é uma ciên- cia responsável por estudar o com- portamento das pessoas, partindo da mesma ideia da antropologia, psi- cologia e neurociência, que buscam entender a raiz do comportamento do consumidor, focando de fato nas reações neurológicas e as empresas usam dessas estratégias para desper- tar o desejo do consumo. Lojas e su- permercados, têm cada vez mais soli- citado as ferramentas da neurociência para aumentar seus faturamentos, chamando a atenção do consumidor através dos sentidos, não só a nível consciente como inconsciente tam- bém. Profissionais de marketing e empresas de consultoria sabem, por exemplo, que os preços de bens e serviços não precisam ter nenhuma relação com o seu custo de produção. Estudos comprovam que produtos/serviços com preços elevados são mais visa- dos pelos consumidores por geralmente obterem na sua composição, materiais ou ingredientes com qualidade superior aos concorrentes. De fato, as pessoas percebem algo melhor no produ- to mais caro, por exemplo, o vinho, os mais desejados em muitas das vezes, possuem garrafas chamativas com preços absurdos, embora possa não existir diferença significativa na qualidade entre eles. Portanto, a neuromarketing, deveria ser utilizada apenas com o intuito de beneficiar a população, porém muitas vezes é utilizada com fins pejorativos visando somente o lucro e es- quecendo-se da experiência do cliente. Para essa manipulação não existe um público específico, todos são afetados, até mesmo os próprios profissionais de marketing e publicidade estão na mira dessas “técnicas”. Contudo, cabe ao consumidor orientar as suas escolhas pesquisando sobre os produtos e serviços, afim de evitar compras através de impulso e desejo. Princípios do Neuromarketing A memória nos remete à lembranças emocionais, é ela que cria uma harmonia com o cliente, afinal, quando algo remete à memórias positivas nos faz sentir atraídos por aquilo que nos fez lembrar, gerando o desejo de aquisição pelo significado. Se resume em prender a atenção do cliente quando o mesmo está diante de um produto ou serviço para que essa atenção resulte no ato da compra Atrair o cliente a partir das sensações. A partir do uso da percepção derivada dos sentidos: Audição, Tato e Olfato para estabelecer uma conexão entre produto e cliente Àrea responsável pela visão. Quando o ambiente ou o produto é visualmente agradável chama a atenção do consumidor, o qual sente prazer ao observar e este fato gera um vínculo ou uma necessidade.
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    14 15 Agência Eptá Cargo,Nome Cargo, Nome Cargo, Nome Cargo, Nome Cargo, Nome Cargo, Nome Cargo, Nome EPTA ExpedienteConheça nossa equipe