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                           Aspectos Morfossintáticos e Semânticos: Revisão EsAEx

TEXTO 1

                                      AS RUÍNAS DA ANTIGA RAZÃO

                       Por Mauro Santayana

                         Os Estados Unidos obtiveram outra vitória contra eles mesmos, com a aprovação,
                     pelo Conselho de Segurança da ONU, das sanções contra o Irã. Se dermos crédito a
                     quem presumia entender de Deus e entendia realmente de Estado, Richelieu, à
                     humanidade cabe a possibilidade da salvação eterna da alma, quando a misericórdia
5                    divina anistia-a do pecado; mas os Estados, que1 só existem no plano temporal,
      podem perder-se na decisão de um segundo. Alguns dos grandes Estados da História se perderam no
      acúmulo de repetidas decisões desastradas. O diabo, quando quer ganhar os homens, enlouquece-os
      antes. Assim como age, também, com as nações, se é que ele existe.
          Quem examinar a História, sem preconceitos dogmáticos, concluirá que há uma ameaça muito
10    maior do que o aquecimento global. Essa ameaça é a da erosão do pensamento lógico. Os Estados,
      conforme concluem os mais argutos pensadores políticos, são uma conquista da razão. Foi a razão
      que reuniu os homens em comunidades e estabeleceu regras que se transformaram em constituições
      jurídicas, legitimadas pela vontade comum. O processo histórico é imperfeito. Em certos momentos,
      pujantes civilizações, como a egípcia e a helênica, desaparecem como realidades políticas, embora2
15    possam permanecer – influindo na História – com a força de sua cultura. A civilização romana – que
      ainda é esteio do Ocidente – foi o resultado do aniquilamento de duas vigorosas civilizações, a do
      estuário do Nilo e a helênica. Ambas transcenderam a geografia onde3 se desenvolveram, para que4
      se formasse o mundo atual. No território em que se desenvolveram, só sobrevivem hoje em suas
      ruínas, com a evocação mercantil do turismo.
20      Os mesmos jornais que noticiavam, ontem, a punição imposta ao Irã pela diplomacia norte-
      americana, chefiada pela senhora Clinton, davam conta do assassinato de um menino mexicano de
      15 anos pela patrulha da fronteira norte-americana. O rapazinho foi morto em águas mexicanas do
      Rio Bravo, na mesma perversão da lógica com que Israel atacou um navio humanitário em águas
      internacionais: a de presumida legítima defesa do forte contra o fraco, em qualquer circunstância.
25    Se essa lógica prevalece, não há mais o direito internacional, conforme5 foi construído ao longo dos
      últimos séculos. As fronteiras nada representam diante da força.
        Não é o primeiro mexicano a morrer, inerme, nas mãos de policiais norte-americanos. Há dias,
      outro mexicano, que vivia sin papeles há 20 anos na Califórnia, foi preso em operação de rotina.
      Desesperado diante da expulsão iminente, tentou fugir, foi espancado por mais de 20 policiais e
30    atingido por choques elétricos, até desfalecer e morrer.
        Os Estados Unidos estão superestimando seu poder no mundo. Por enquanto, os pobres mexicanos,
      que cruzam a fronteira, buscam o pão que as elites irresponsáveis lhes negam. Amanhã, talvez, a
      travessia seja para a reconquista de mais da metade de seu território, que os Estados Unidos
      usurparam em 1848, com a guerra de anexação. E continua a insensatez no Oriente Médio: os
35    ianques parecem dispostos a estender a derrota que sofrem no Iraque e no Afeganistão ao Paquistão
      e ao Irã. E não faltam os que, pelo medo ou pela cumplicidade, os seguem nessa demência, como se
      a civilização ocidental como um todo padecesse de acelerada degenerescência da razão, acometida
      pela doença de Alzheimer.
                Disponível em: http://www.jblog.com.br/politica.php?itemid=21781 Acesso em 21/06/2010 – com
                                                                                                 adaptações




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                                                   QUESTÃO        1
(http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com/) – O uso da crase em “[...] à humanidade cabe a
possibilidade da salvação eterna da alma [...]” (linhas 3-4) se justifica pela mesma razão em:
(A)     À procura do poder, alguns dos grandes Estados da História se perderam no acúmulo de repetidas
        decisões desastradas.
(B)     Àqueles Estados coube a construção da própria desgraça histórica.
(C)     Os Estados Unidos tramam, com a perpetração de golpes de estado às escondidas, a consolidação de
        sua nefasta hegemonia no mundo.
(D)     A democracia corre sérios riscos, à proporção que a mídia tupiniquim assume a postura golpista de
        distorcer os fatos. É o caso, por exemplo, da Folha de São Paulo, Estadão e a Globo.
(E)     A perdição de alguns Estados da História se deveu à ausência de percepção na tomada de decisões
        desastradas.

                                                   QUESTÃO        2
(http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com/) – Em “[...] Os Estados, que só existem no plano
temporal, podem perder-se na decisão de um segundo.” (linhas 5-6), a palavra em destaque tem função
morfossintática de:

(A)     conjunção subordinativa integrante e sujeito
(B)     conjunção coordenativa e objeto direto
(C)     pronome relativo e sujeito
(D)     conjunção subordinativa adverbial e partícula expletiva
(E)     Pronome relativo e objeto indireto

                                                   QUESTÃO        3
(http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com/) – Analise as afirmativas abaixo e, em seguida, assinale
a alternativa correta.

I.      a preposição “contra” (linha 1) indica “oposição” ao mesmo tempo que, no contexto, revela uma
        informação com carga semântica negativa aos Estados Unidos.
II.     o elemento catafórico “-a” (linha 5) complementa o sentido da forma verbal “anistia” (linha 5),
        possibilitando a continuidade textual.
III.    em “Há dias, outro mexicano, que vivia sin papeles há 20 anos na Califórnia, foi preso em
        operação de rotina.”, (l. 27-28), a voz passiva se caracteriza pela ênfase no sujeito “outro
        mexicano” que pratica a ação.
IV.     o período: “Desesperado diante da expulsão iminente, tentou fugir, foi espancado por mais de
        20 policiais e atingido por choques elétricos, até desfalecer e morrer.”, (l. 29-30), nota-se que o
        autor, ao narrar o fato, fez uso exclusivo de orações na voz passiva.
V.      o pronome oblíquo grifado em “os que” (linha 36), faz uma referência anafórica a “ianques”, (l.
        35).

(A)     Somente   I está correta.
(B)     Somente   I, II e III estão corretas.
(C)     Somente   II, III e V estão corretas.
(D)     Somente   I e V estão corretas.
(E)     Somente   I, IV e V estão corretas.

                                                   QUESTÃO        4
(http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com/) – Não se admite a transposição para a voz passiva o
seguinte segmento baseado no texto:




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(A)     Os Estados só existem no plano temporal.
(B)     O diabo enlouquece os homens antes.
(C)     A razão reuniu os homens em comunidade.
(D)     Os jornais noticiavam, ontem, a punição imposta ao Irã pela diplomacia norte-americana.
(E)     Mataram o rapazinho em águas mexicanas do Rio Bravo.

                                                   QUESTÃO        5
(http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com/) – Os conectivos grifados e numerados no texto podem
ser substituídos, sem prejuízo morfossintático e semântico, por, respectivamente:

(A)     o qual – ainda que – a qual – a fim de que - como
(B)     dos quais – mesmo que – que – a fim de que - consoante
(C)     os quais – desde que – em que – desde que - consoante
(D)     nos quais – mesmo que – que – a fim de que - consoante
(E)     os quais – ainda que – na qual – a fim de que - como

                                                   QUESTÃO        6
(http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com/) – Analise as afirmativas abaixo e, em seguida, assinale
a alternativa correta.

I.      A conjunção subordinativa “se” (linha 2) estabelece o valor semântico de condição para que um
        outro fato, na oração principal, ocorra.
II.     Os pronomes “-os” e “ele” (linhas 7-8) participam da cadeia coesiva do texto como elementos
        catafóricos. O primeiro retoma “homens” (linha 7); o segundo refere-se a “diabo” (linha 7).
III.    As expressões “Assim como” (linha 8) e “do que” (linha 10) estabelecem o mesmo valor semântico
        na arquitetura textual.
IV.     “duas vigorosas civilizações” (linha 16) é uma expressão anafórica, pois aponta para “a do
        estuário do Nilo e a helênica” (linhas 16-17).
V.      O pronome “lhes” (linha 32) recupera, anaforicamente, “os pobres mexicanos” (linha 31) e poderia
        ser substituído, sem prejuízo sintático, pelo equivalente “os”.

(A)     Somente   I e III estão corretas.
(B)     Somente   I, IV e V estão corretas.
(C)     Somente   II, III e V estão corretas.
(D)     Somente   I e V estão corretas.
(E)     Somente   I, IV e V estão corretas.

                                                   QUESTÃO        7
(http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com/) – A oração que, no texto, tem valor substantivo é:

(A)     “[...] que há uma ameaça muito maior [...]” (linhas 9-10).
(B)     “[...] conforme concluem os mais argutos pensadores políticos [...]” (linha 11).
(C)     “[...] em que se desenvolveram [...]” (linha 18).
(D)     “[...] que noticiavam, ontem, a punição imposta ao Irã pela diplomacia norte-americana,
        chefiada pela senhora Clinton [...]” (linhas 20-21)
(E)     “[...] a morrer, inerme, nas mãos de policiais norte-americanos [...]” (linha 27).

                                                   QUESTÃO        8
(http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com/) – Analise as afirmativas abaixo e, em seguida, assinale
a alternativa correta.

I.      Não haveria prejuízo quanto à concordância verbal, se o determinante “Os” fosse abolido na


                                                EsAEx - Revisão - 3
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        primeira oração.
II.     A forma verbal “concluem” (linha 11) está de acordo com a norma culta padrão, pois concorda com
        o núcleo do sujeito “Estados” (linha 10).
III.    A forma verbal “estabeleceu” (linha 12) encontra-se em desobediência à norma culta padrão.
        Deveria concordar, no plural, com o núcleo do sujeito “homens” (linha 12).
IV.     O núcleo do sujeito da forma verbal “desenvolveram” (linha 17) é “geografia” (linha 17), motivo
        pelo qual ocorre um desvio da norma culta padrão quanto à concordância verbal.
V.      Se substituíssemos o sujeito “Os mesmos jornais” (linha 20) por “Grande parte dos jornais”,
        haveria prejuízo, quanto à concordância verbal, apenas para a forma “davam” (linha 21).

(A)     Somente I e II estão corretas.
(B)     Somente I, IV e V estão corretas.
(C)     Somente I, II e V estão corretas.
(D)     Somente I e V estão corretas.
(E)     Todas estão incorretas.




                                                EsAEx - Revisão - 4

Revisão EsAEx - Prof. Diafonso

  • 1.
    http://profdiafonso.blogspot.com/ - http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com/diafonsoport@yahoo.com.br Aspectos Morfossintáticos e Semânticos: Revisão EsAEx TEXTO 1 AS RUÍNAS DA ANTIGA RAZÃO Por Mauro Santayana Os Estados Unidos obtiveram outra vitória contra eles mesmos, com a aprovação, pelo Conselho de Segurança da ONU, das sanções contra o Irã. Se dermos crédito a quem presumia entender de Deus e entendia realmente de Estado, Richelieu, à humanidade cabe a possibilidade da salvação eterna da alma, quando a misericórdia 5 divina anistia-a do pecado; mas os Estados, que1 só existem no plano temporal, podem perder-se na decisão de um segundo. Alguns dos grandes Estados da História se perderam no acúmulo de repetidas decisões desastradas. O diabo, quando quer ganhar os homens, enlouquece-os antes. Assim como age, também, com as nações, se é que ele existe. Quem examinar a História, sem preconceitos dogmáticos, concluirá que há uma ameaça muito 10 maior do que o aquecimento global. Essa ameaça é a da erosão do pensamento lógico. Os Estados, conforme concluem os mais argutos pensadores políticos, são uma conquista da razão. Foi a razão que reuniu os homens em comunidades e estabeleceu regras que se transformaram em constituições jurídicas, legitimadas pela vontade comum. O processo histórico é imperfeito. Em certos momentos, pujantes civilizações, como a egípcia e a helênica, desaparecem como realidades políticas, embora2 15 possam permanecer – influindo na História – com a força de sua cultura. A civilização romana – que ainda é esteio do Ocidente – foi o resultado do aniquilamento de duas vigorosas civilizações, a do estuário do Nilo e a helênica. Ambas transcenderam a geografia onde3 se desenvolveram, para que4 se formasse o mundo atual. No território em que se desenvolveram, só sobrevivem hoje em suas ruínas, com a evocação mercantil do turismo. 20 Os mesmos jornais que noticiavam, ontem, a punição imposta ao Irã pela diplomacia norte- americana, chefiada pela senhora Clinton, davam conta do assassinato de um menino mexicano de 15 anos pela patrulha da fronteira norte-americana. O rapazinho foi morto em águas mexicanas do Rio Bravo, na mesma perversão da lógica com que Israel atacou um navio humanitário em águas internacionais: a de presumida legítima defesa do forte contra o fraco, em qualquer circunstância. 25 Se essa lógica prevalece, não há mais o direito internacional, conforme5 foi construído ao longo dos últimos séculos. As fronteiras nada representam diante da força. Não é o primeiro mexicano a morrer, inerme, nas mãos de policiais norte-americanos. Há dias, outro mexicano, que vivia sin papeles há 20 anos na Califórnia, foi preso em operação de rotina. Desesperado diante da expulsão iminente, tentou fugir, foi espancado por mais de 20 policiais e 30 atingido por choques elétricos, até desfalecer e morrer. Os Estados Unidos estão superestimando seu poder no mundo. Por enquanto, os pobres mexicanos, que cruzam a fronteira, buscam o pão que as elites irresponsáveis lhes negam. Amanhã, talvez, a travessia seja para a reconquista de mais da metade de seu território, que os Estados Unidos usurparam em 1848, com a guerra de anexação. E continua a insensatez no Oriente Médio: os 35 ianques parecem dispostos a estender a derrota que sofrem no Iraque e no Afeganistão ao Paquistão e ao Irã. E não faltam os que, pelo medo ou pela cumplicidade, os seguem nessa demência, como se a civilização ocidental como um todo padecesse de acelerada degenerescência da razão, acometida pela doença de Alzheimer. Disponível em: http://www.jblog.com.br/politica.php?itemid=21781 Acesso em 21/06/2010 – com adaptações EsAEx - Revisão - 1
  • 2.
    http://profdiafonso.blogspot.com/ - http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com/diafonsoport@yahoo.com.br QUESTÃO 1 (http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com/) – O uso da crase em “[...] à humanidade cabe a possibilidade da salvação eterna da alma [...]” (linhas 3-4) se justifica pela mesma razão em: (A) À procura do poder, alguns dos grandes Estados da História se perderam no acúmulo de repetidas decisões desastradas. (B) Àqueles Estados coube a construção da própria desgraça histórica. (C) Os Estados Unidos tramam, com a perpetração de golpes de estado às escondidas, a consolidação de sua nefasta hegemonia no mundo. (D) A democracia corre sérios riscos, à proporção que a mídia tupiniquim assume a postura golpista de distorcer os fatos. É o caso, por exemplo, da Folha de São Paulo, Estadão e a Globo. (E) A perdição de alguns Estados da História se deveu à ausência de percepção na tomada de decisões desastradas. QUESTÃO 2 (http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com/) – Em “[...] Os Estados, que só existem no plano temporal, podem perder-se na decisão de um segundo.” (linhas 5-6), a palavra em destaque tem função morfossintática de: (A) conjunção subordinativa integrante e sujeito (B) conjunção coordenativa e objeto direto (C) pronome relativo e sujeito (D) conjunção subordinativa adverbial e partícula expletiva (E) Pronome relativo e objeto indireto QUESTÃO 3 (http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com/) – Analise as afirmativas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta. I. a preposição “contra” (linha 1) indica “oposição” ao mesmo tempo que, no contexto, revela uma informação com carga semântica negativa aos Estados Unidos. II. o elemento catafórico “-a” (linha 5) complementa o sentido da forma verbal “anistia” (linha 5), possibilitando a continuidade textual. III. em “Há dias, outro mexicano, que vivia sin papeles há 20 anos na Califórnia, foi preso em operação de rotina.”, (l. 27-28), a voz passiva se caracteriza pela ênfase no sujeito “outro mexicano” que pratica a ação. IV. o período: “Desesperado diante da expulsão iminente, tentou fugir, foi espancado por mais de 20 policiais e atingido por choques elétricos, até desfalecer e morrer.”, (l. 29-30), nota-se que o autor, ao narrar o fato, fez uso exclusivo de orações na voz passiva. V. o pronome oblíquo grifado em “os que” (linha 36), faz uma referência anafórica a “ianques”, (l. 35). (A) Somente I está correta. (B) Somente I, II e III estão corretas. (C) Somente II, III e V estão corretas. (D) Somente I e V estão corretas. (E) Somente I, IV e V estão corretas. QUESTÃO 4 (http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com/) – Não se admite a transposição para a voz passiva o seguinte segmento baseado no texto: EsAEx - Revisão - 2
  • 3.
    http://profdiafonso.blogspot.com/ - http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com/diafonsoport@yahoo.com.br (A) Os Estados só existem no plano temporal. (B) O diabo enlouquece os homens antes. (C) A razão reuniu os homens em comunidade. (D) Os jornais noticiavam, ontem, a punição imposta ao Irã pela diplomacia norte-americana. (E) Mataram o rapazinho em águas mexicanas do Rio Bravo. QUESTÃO 5 (http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com/) – Os conectivos grifados e numerados no texto podem ser substituídos, sem prejuízo morfossintático e semântico, por, respectivamente: (A) o qual – ainda que – a qual – a fim de que - como (B) dos quais – mesmo que – que – a fim de que - consoante (C) os quais – desde que – em que – desde que - consoante (D) nos quais – mesmo que – que – a fim de que - consoante (E) os quais – ainda que – na qual – a fim de que - como QUESTÃO 6 (http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com/) – Analise as afirmativas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta. I. A conjunção subordinativa “se” (linha 2) estabelece o valor semântico de condição para que um outro fato, na oração principal, ocorra. II. Os pronomes “-os” e “ele” (linhas 7-8) participam da cadeia coesiva do texto como elementos catafóricos. O primeiro retoma “homens” (linha 7); o segundo refere-se a “diabo” (linha 7). III. As expressões “Assim como” (linha 8) e “do que” (linha 10) estabelecem o mesmo valor semântico na arquitetura textual. IV. “duas vigorosas civilizações” (linha 16) é uma expressão anafórica, pois aponta para “a do estuário do Nilo e a helênica” (linhas 16-17). V. O pronome “lhes” (linha 32) recupera, anaforicamente, “os pobres mexicanos” (linha 31) e poderia ser substituído, sem prejuízo sintático, pelo equivalente “os”. (A) Somente I e III estão corretas. (B) Somente I, IV e V estão corretas. (C) Somente II, III e V estão corretas. (D) Somente I e V estão corretas. (E) Somente I, IV e V estão corretas. QUESTÃO 7 (http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com/) – A oração que, no texto, tem valor substantivo é: (A) “[...] que há uma ameaça muito maior [...]” (linhas 9-10). (B) “[...] conforme concluem os mais argutos pensadores políticos [...]” (linha 11). (C) “[...] em que se desenvolveram [...]” (linha 18). (D) “[...] que noticiavam, ontem, a punição imposta ao Irã pela diplomacia norte-americana, chefiada pela senhora Clinton [...]” (linhas 20-21) (E) “[...] a morrer, inerme, nas mãos de policiais norte-americanos [...]” (linha 27). QUESTÃO 8 (http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com/) – Analise as afirmativas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta. I. Não haveria prejuízo quanto à concordância verbal, se o determinante “Os” fosse abolido na EsAEx - Revisão - 3
  • 4.
    http://profdiafonso.blogspot.com/ - http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com/diafonsoport@yahoo.com.br primeira oração. II. A forma verbal “concluem” (linha 11) está de acordo com a norma culta padrão, pois concorda com o núcleo do sujeito “Estados” (linha 10). III. A forma verbal “estabeleceu” (linha 12) encontra-se em desobediência à norma culta padrão. Deveria concordar, no plural, com o núcleo do sujeito “homens” (linha 12). IV. O núcleo do sujeito da forma verbal “desenvolveram” (linha 17) é “geografia” (linha 17), motivo pelo qual ocorre um desvio da norma culta padrão quanto à concordância verbal. V. Se substituíssemos o sujeito “Os mesmos jornais” (linha 20) por “Grande parte dos jornais”, haveria prejuízo, quanto à concordância verbal, apenas para a forma “davam” (linha 21). (A) Somente I e II estão corretas. (B) Somente I, IV e V estão corretas. (C) Somente I, II e V estão corretas. (D) Somente I e V estão corretas. (E) Todas estão incorretas. EsAEx - Revisão - 4