No julgamento do mensalão, os principais acusadores - dois procuradores-gerais da República e o presidente do Supremo Tribunal Federal - agiram em conjunto para ocultar evidências essenciais dos outros ministros, como o inquérito policial que investigava quem realmente desviou os recursos do Banco do Brasil. Eles direcionaram as acusações apenas contra Henrique Pizzolato, sem considerar outros possíveis envolvidos no desvio.