Grupo Espírita João Cabete
Santos/SP
LIVRE ARBÍTRIO
“Fé inabalável só o é a que pode
encarar frente a frente a razão, em
todas as épocas da Humanidade.”
Allan Kardec
Livre arbítrio é a “possibilidade
de decidir, escolher em função
da própria vontade, isenta de
qualquer condicionamento,
motivo ou causa determinante”.
Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa
A liberdade de agir está
condicionada, portanto, à
VONTADE.
Desde os tempos mais remotos
o livre-arbítrio constitui objeto de
análise e de debates,
transformando-se em questão
central na história da filosofia e
na história da ciência,
pois o conceito de livre-arbítrio
tem implicações religiosas,
morais, psicológicas e científicas.
Já que a vontade é tão
importante, vamos consultar
Kant, um filósofo alemão, que
viveu no século XVIII:
Kant explica que toda vontade
pressupõe uma deliberação da
razão,
distinta dos desejos,
soberana em relação a eles.
Toda deliberação racional
implica dois elementos:
de um lado, a finalidade, isto é, o
que queremos quando
deliberamos;
e de outro, o motivo, ou, como se
diz: a razão de termos deliberado
daquela maneira.
O motivo que permite identificar,
em qualquer deliberação, uma
boa vontade é o que Kant
denomina “sentido do dever”.
Ou seja, só age com boa
vontade aquele que age por
dever.
A boa vontade não é desejo.
É deliberação racional.
Portanto, podemos deliberar
racionalmente no mesmo sentido
do desejo.
Ou, na sua contramão.
Somente o ser que possui:
•livre arbítrio;
•responsabilidade;
•razão;
•consciência;
•e vontade;
consegue deliberar na
contramão do desejo, do instinto.
A moral em Kant pressupõe um
agir desinteressado.
O desinteresse seria sua primeira
grande característica.
A boa vontade racional,
respeitadora de um dever para
além dos apetites e dos interesses
pessoais, pressupõe uma
liberdade frente aos mesmos.
Eis um segundo traço relevante
da moral kantiana.
Para poder ser desinteressada,
primeiro traço já destacado,
a vontade tem que ser livre.
Já que o assunto é tão
importante, não podemos deixar
de consultar Emmanuel:
Determinismo x liberdade
Em nossa experiência terrestre,
estão juntas, todo o tempo:
•as obrigações fatais;
•e as decisões independentes.
O Espírito se encontra,
temporariamente, submetido a
deveres inevitáveis, mas
dispõe de livre-arbítrio para:
•melhorar ou;
•comprometer qualquer situação.
Nossa consciência nos indica
que devemos seguir a Lei do
Bem.
Entretanto, se é uma lei, onde
estaria o livre-arbítrio?
O livre-arbítrio é concedido a
todas as criaturas conscientes,
porquanto:
“A cada Espírito será dado o que
lhe cabe receber, conforme as
próprias obras.”
O Criador, porém, não é autor de
violência.
Por isso, até mesmo ante a Lei
do Bem, a pessoa humana
dispõe de três opções distintas:
•poderemos seguir a lei do Bem;
•parar na senda evolutiva, de
modo a não segui-la;
•ou afastarmo-nos dela pelos
despenhadeiros do mal.
Os que observam a Lei do Bem
se encaminham para as Esferas
Superiores;
Os que preferem descansar em
caminho, por vezes se demoram
muito tempo na inércia,
retomando a marcha com muitas
dificuldades para a readaptação
às tarefas da jornada;
E, aqueles que se distanciam
voluntariamente, nos terrenos
escorregadios do desequilíbrio,
muitas vezes, gastam séculos,
presos nos princípios de causa e
efeito,
até que, um dia, deliberem
aceitar a própria renovação…
Vou optar por seguir a lei do
Bem, me encaminhando assim,
para as Esferas Superiores.
Ótima decisão mas, como?
Utilizando-me do livre arbítrio,
garantido por Deus,
vou acionar a vontade,
dominando assim os apetites e
os interesses pessoais.
Desse modo vou, aos poucos,
desenvolvendo as virtudes
exemplificadas por Jesus.
É uma questão de:
•Conscientização;
•Tomada de resolução;
•Bom ânimo;
•Fé inabalável;
•Renúncia;
•e Humildade.
Como tenho utilizado meu livre
arbítrio?
Todos os dias, quase o tempo
todo, somos obrigados a
deliberar.
Entre o estímulo e a resposta
encontra-se a liberdade de
escolha do ser humano.
Necessitamos tomar decisões,
algumas irrelevantes outras
muito importantes.
Você utiliza teu livre arbítrio
baseado em valores!
Os valores adotados por você
são os mesmos que a grande
maioria das pessoas adota?
Você permite que tuas decisões
sejam significativamente influen-
ciadas pela moda, pela mídia?
Ou você se utiliza da tua
consciência para definir os
valores a serem consultados nos
momentos de tomada de
decisão?
Se esses valores, consciente-
mente definidos por você, forem
valores baseados em princípios
fundamentais, princípios imutá-
veis, eternos; então você nunca
se sentirá inseguro, você estará
conquistando:
a verdadeira paz de Espírito.
Os princípios são guias para a
conduta humana, cujo valor
permanente foi comprovado.
Exemplos desses princípios:
•princípio da imparcialidade, a
partir do qual se desenvolveu
toda a noção de justiça e
igualdade;
•princípio da integridade e da
honestidade;
•princípio da dignidade humana;
•etc.
Para garantir que o exercício do
teu livre arbítrio (tuas decisões)
sempre respeitará esses valores
baseados em princípios
fundamentais, você deverá se
utilizar da VONTADE.
Antes dos exemplos, vamos a
mais algumas recomendações
de Emmanuel:
Vigia o que você pensa, fala e
faz, com o dever de estender o
bem para os outros, quanto se te
faça possível e
vai entender o lugar em que você
se encontra na própria
conscientização.
Você é livre para empreendi-
mentos diversos como sejam:
•fazer o bem aos semelhantes,
desinteressadamente;
•suportar incompreensões e
afrontas, sem revide;
•praticar a paciência em todas as
situações difíceis;
•aguardar a tua vez nas filas,
sem reclamações;
•compreender os momentos
críticos dos companheiros, sem
reprová-los quando pareçam
irresponsáveis;
•auxiliar sempre a fim de que se
faça o melhor;
•trabalhar sem queixa;
•servir, com a alegria de quem
cumpre um dever;
•agradecer aos que te amparam
na vida sem esquecer as
palavras que te expressam o
reconhecimento com o sorriso da
gratidão.
Agora sim vamos aos exemplos
de como empreender nossos
melhores esforços para:
•Utilizar a consciência para
definir os valores a serem
consultados nos momentos de
tomada de decisão;
•Basear esses valores em
princípios fundamentais,
princípios imutáveis, eternos;
•Utilizar o livre arbítrio em função
desses valores;
•Valer-se da vontade para
efetivamente cumprir o desafio
do item anterior.
Situação:
Surgem opositores a um projeto
meu.
Atitude baseada no senso comum:
Destruir dos opositores.
Princípio base dos valores a
serem consultados para o efetivo
exercício do livre arbítrio:
Solidariedade / Altruísmo.
Atitude resultante:
•trabalhar mais;
•dedicar-se mais;
•agir com mais eficácia.
Ensinamento (Jesus) relacionado:
“Ama os teus inimigos”.
Situação:
Dificuldades, cansaço, desânimo.
Atitude baseada no senso comum:
Acomodar-se, como puder.
Princípio base dos valores a
serem consultados para o efetivo
exercício do livre arbítrio:
Bom ânimo / Disposição.
Atitude resultante:
•fortalecer a Fé;
•orar;
•buscar auxílio;
•acionar a força de vontade.
Ensinamento (Jesus) relacionado:
“Levanta-te e anda”
Situação:
Parente difícil; desafetos no
ambiente de trabalho; filho.
Atitude baseada no senso comum:
renegar os que nos incomodam.
Princípio base dos valores a
serem consultados para o efetivo
exercício do livre arbítrio:
Compaixão / Serenidade
Atitude resultante:
•perdoar;
•exercitar a tolerância;
•ser indulgente.
Ensinamento (Jesus) relacionado:
“Ao que te exija mil passos,
caminha com ele dois mil”
Situação:
Desejo de plena liberdade.
Irritação com as privações.
Atitude baseada no senso comum:
Fazer o que desejar.
Princípio base dos valores a
serem consultados para o efetivo
exercício do livre arbítrio:
Responsabilidade / Disciplina
Atitude resultante:
•reconhecer os próprios erros;
•conversar com pessoas maduras,
espiritualizadas e sensatas;
•disciplinar a mente.
Ensinamento (Jesus) relacionado:
“Não peques mais”
Situação:
Apego à posse.
Segurança baseada na propriedade.
Atitude baseada no senso comum:
Juntar o máximo que conseguir,
nunca é demais. Priorizar o ter.
Princípio base dos valores a serem
consultados para o efetivo exercício
do livre arbítrio:
Desapego / Mamon a serviço de Deus
Atitude resultante:
Priorizar:
•dignidade;
•relacionamentos;
•paz de Espírito.
Ensinamento (Jesus) relacionado:
“Ao que te rogue a túnica cede
também a capa”
Situação:
Sente-se injustiçado, desprestigiado.
Atitude baseada no senso comum:
Não levar desaforo para casa.
Exigir privilégios, vantagens.
Princípio base dos valores a serem
consultados para o efetivo exercício
do livre arbítrio:
Indulgência / humildade
Atitude resultante:
•Fazer valer os próprios direitos,
com sensatez, sem prejudicar;
•Perdoar;
•Reconhecer os direitos alheios.
Ensinamento (Jesus) relacionado:
“Perdoa sempre”
“Ora pelos que te perseguem e
caluniam”.
Bem compreendido, mas sobretudo
bem sentido, o Espiritismo leva aos
resultados, que caracterizam o
verdadeiro Espírita, como o Cristão
verdadeiro,
pois que um o mesmo é que outro.
ESE - Capítulo XVII - Sede perfeitos - Os bons Espíritas
O Espiritismo não institui uma nova
moral; apenas facilita aos homens a
inteligência e a prática da moral do
Cristo,
facultando fé inabalável e
esclarecida aos que duvidam ou
vacilam.
ESE - Capítulo XVII - Sede perfeitos - Os bons Espíritas
Reconhece-se o verdadeiro espírita
pela sua transformação moral e pelos
esforços que emprega para domar
suas inclinações más.
Enquanto um se contenta com o seu
horizonte limitado, outro, que
apreende alguma coisa de melhor, se
esforça por desligar-se dele e sempre
o consegue, se tem firme a vontade.
ESE - Capítulo XVII - Sede perfeitos - Os bons Espíritas
Obras Básicas da DE (Allan Kardec):
• O Livro dos Espíritos;
• O Evangelho Segundo o Espiritismo;
• O Livro dos Médiuns;
• O Céu e o Inferno;
• A Gênese.
• O Que é Espiritismo;
• Obras Póstumas.
•Chico Xavier;
•Divaldo Pereira Franco;
•Raul Teixeira;
•Yvonne Do Amaral Pereira;
•Leon Denis;
•Gabriel Delanne;
•Herculano Pires;
•Hermínio Miranda;
•Bozzano;
•Cairbar Schutel;
•Deolindo Amorim;
•Vinícius;
•João Nunes Maia;
•etc.
•Emmanuel;
•André Luiz;
•Humberto de Campos (Irmão X);
•Meimei;
•Neio Lúcio;
•Bezerra de Menezes;
•Hilário Silva;
•Albino Teixeira;
•Joanna de Angelis;
•Amélia Rodrigues;
•Manoel Philomeno de Miranda;
•etc.
Que Nosso
Mestre,
Nosso
Senhor
Jesus
Cristo,
Criação/responsabilidade:
Renato Árabe Saraiva
renato@eletrotecnicals.com.br
(13) 98113-6990

Livre Arbítrio

  • 1.
    Grupo Espírita JoãoCabete Santos/SP LIVRE ARBÍTRIO “Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade.” Allan Kardec
  • 2.
    Livre arbítrio éa “possibilidade de decidir, escolher em função da própria vontade, isenta de qualquer condicionamento, motivo ou causa determinante”. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa A liberdade de agir está condicionada, portanto, à VONTADE.
  • 3.
    Desde os temposmais remotos o livre-arbítrio constitui objeto de análise e de debates, transformando-se em questão central na história da filosofia e na história da ciência, pois o conceito de livre-arbítrio tem implicações religiosas, morais, psicológicas e científicas.
  • 4.
    Já que avontade é tão importante, vamos consultar Kant, um filósofo alemão, que viveu no século XVIII: Kant explica que toda vontade pressupõe uma deliberação da razão, distinta dos desejos, soberana em relação a eles.
  • 5.
    Toda deliberação racional implicadois elementos: de um lado, a finalidade, isto é, o que queremos quando deliberamos; e de outro, o motivo, ou, como se diz: a razão de termos deliberado daquela maneira.
  • 6.
    O motivo quepermite identificar, em qualquer deliberação, uma boa vontade é o que Kant denomina “sentido do dever”. Ou seja, só age com boa vontade aquele que age por dever.
  • 7.
    A boa vontadenão é desejo. É deliberação racional. Portanto, podemos deliberar racionalmente no mesmo sentido do desejo. Ou, na sua contramão.
  • 8.
    Somente o serque possui: •livre arbítrio; •responsabilidade; •razão; •consciência; •e vontade; consegue deliberar na contramão do desejo, do instinto.
  • 9.
    A moral emKant pressupõe um agir desinteressado. O desinteresse seria sua primeira grande característica. A boa vontade racional, respeitadora de um dever para além dos apetites e dos interesses pessoais, pressupõe uma liberdade frente aos mesmos.
  • 10.
    Eis um segundotraço relevante da moral kantiana. Para poder ser desinteressada, primeiro traço já destacado, a vontade tem que ser livre. Já que o assunto é tão importante, não podemos deixar de consultar Emmanuel:
  • 12.
    Determinismo x liberdade Emnossa experiência terrestre, estão juntas, todo o tempo: •as obrigações fatais; •e as decisões independentes.
  • 13.
    O Espírito seencontra, temporariamente, submetido a deveres inevitáveis, mas dispõe de livre-arbítrio para: •melhorar ou; •comprometer qualquer situação.
  • 15.
    Nossa consciência nosindica que devemos seguir a Lei do Bem. Entretanto, se é uma lei, onde estaria o livre-arbítrio?
  • 16.
    O livre-arbítrio éconcedido a todas as criaturas conscientes, porquanto: “A cada Espírito será dado o que lhe cabe receber, conforme as próprias obras.”
  • 17.
    O Criador, porém,não é autor de violência. Por isso, até mesmo ante a Lei do Bem, a pessoa humana dispõe de três opções distintas:
  • 18.
    •poderemos seguir alei do Bem; •parar na senda evolutiva, de modo a não segui-la; •ou afastarmo-nos dela pelos despenhadeiros do mal. Os que observam a Lei do Bem se encaminham para as Esferas Superiores;
  • 19.
    Os que preferemdescansar em caminho, por vezes se demoram muito tempo na inércia, retomando a marcha com muitas dificuldades para a readaptação às tarefas da jornada;
  • 20.
    E, aqueles quese distanciam voluntariamente, nos terrenos escorregadios do desequilíbrio, muitas vezes, gastam séculos, presos nos princípios de causa e efeito, até que, um dia, deliberem aceitar a própria renovação…
  • 21.
    Vou optar porseguir a lei do Bem, me encaminhando assim, para as Esferas Superiores. Ótima decisão mas, como?
  • 22.
    Utilizando-me do livrearbítrio, garantido por Deus, vou acionar a vontade, dominando assim os apetites e os interesses pessoais. Desse modo vou, aos poucos, desenvolvendo as virtudes exemplificadas por Jesus.
  • 23.
    É uma questãode: •Conscientização; •Tomada de resolução; •Bom ânimo; •Fé inabalável; •Renúncia; •e Humildade.
  • 24.
    Como tenho utilizadomeu livre arbítrio? Todos os dias, quase o tempo todo, somos obrigados a deliberar. Entre o estímulo e a resposta encontra-se a liberdade de escolha do ser humano.
  • 25.
    Necessitamos tomar decisões, algumasirrelevantes outras muito importantes. Você utiliza teu livre arbítrio baseado em valores! Os valores adotados por você são os mesmos que a grande maioria das pessoas adota?
  • 26.
    Você permite quetuas decisões sejam significativamente influen- ciadas pela moda, pela mídia? Ou você se utiliza da tua consciência para definir os valores a serem consultados nos momentos de tomada de decisão?
  • 27.
    Se esses valores,consciente- mente definidos por você, forem valores baseados em princípios fundamentais, princípios imutá- veis, eternos; então você nunca se sentirá inseguro, você estará conquistando: a verdadeira paz de Espírito.
  • 28.
    Os princípios sãoguias para a conduta humana, cujo valor permanente foi comprovado. Exemplos desses princípios:
  • 29.
    •princípio da imparcialidade,a partir do qual se desenvolveu toda a noção de justiça e igualdade; •princípio da integridade e da honestidade; •princípio da dignidade humana; •etc.
  • 30.
    Para garantir queo exercício do teu livre arbítrio (tuas decisões) sempre respeitará esses valores baseados em princípios fundamentais, você deverá se utilizar da VONTADE. Antes dos exemplos, vamos a mais algumas recomendações de Emmanuel:
  • 32.
    Vigia o quevocê pensa, fala e faz, com o dever de estender o bem para os outros, quanto se te faça possível e vai entender o lugar em que você se encontra na própria conscientização.
  • 33.
    Você é livrepara empreendi- mentos diversos como sejam: •fazer o bem aos semelhantes, desinteressadamente; •suportar incompreensões e afrontas, sem revide; •praticar a paciência em todas as situações difíceis;
  • 34.
    •aguardar a tuavez nas filas, sem reclamações; •compreender os momentos críticos dos companheiros, sem reprová-los quando pareçam irresponsáveis; •auxiliar sempre a fim de que se faça o melhor;
  • 35.
    •trabalhar sem queixa; •servir,com a alegria de quem cumpre um dever; •agradecer aos que te amparam na vida sem esquecer as palavras que te expressam o reconhecimento com o sorriso da gratidão.
  • 36.
    Agora sim vamosaos exemplos de como empreender nossos melhores esforços para: •Utilizar a consciência para definir os valores a serem consultados nos momentos de tomada de decisão;
  • 37.
    •Basear esses valoresem princípios fundamentais, princípios imutáveis, eternos; •Utilizar o livre arbítrio em função desses valores; •Valer-se da vontade para efetivamente cumprir o desafio do item anterior.
  • 39.
    Situação: Surgem opositores aum projeto meu. Atitude baseada no senso comum: Destruir dos opositores. Princípio base dos valores a serem consultados para o efetivo exercício do livre arbítrio: Solidariedade / Altruísmo.
  • 40.
    Atitude resultante: •trabalhar mais; •dedicar-semais; •agir com mais eficácia. Ensinamento (Jesus) relacionado: “Ama os teus inimigos”.
  • 41.
    Situação: Dificuldades, cansaço, desânimo. Atitudebaseada no senso comum: Acomodar-se, como puder. Princípio base dos valores a serem consultados para o efetivo exercício do livre arbítrio: Bom ânimo / Disposição.
  • 42.
    Atitude resultante: •fortalecer aFé; •orar; •buscar auxílio; •acionar a força de vontade. Ensinamento (Jesus) relacionado: “Levanta-te e anda”
  • 43.
    Situação: Parente difícil; desafetosno ambiente de trabalho; filho. Atitude baseada no senso comum: renegar os que nos incomodam. Princípio base dos valores a serem consultados para o efetivo exercício do livre arbítrio: Compaixão / Serenidade
  • 44.
    Atitude resultante: •perdoar; •exercitar atolerância; •ser indulgente. Ensinamento (Jesus) relacionado: “Ao que te exija mil passos, caminha com ele dois mil”
  • 45.
    Situação: Desejo de plenaliberdade. Irritação com as privações. Atitude baseada no senso comum: Fazer o que desejar. Princípio base dos valores a serem consultados para o efetivo exercício do livre arbítrio: Responsabilidade / Disciplina
  • 46.
    Atitude resultante: •reconhecer ospróprios erros; •conversar com pessoas maduras, espiritualizadas e sensatas; •disciplinar a mente. Ensinamento (Jesus) relacionado: “Não peques mais”
  • 47.
    Situação: Apego à posse. Segurançabaseada na propriedade. Atitude baseada no senso comum: Juntar o máximo que conseguir, nunca é demais. Priorizar o ter. Princípio base dos valores a serem consultados para o efetivo exercício do livre arbítrio: Desapego / Mamon a serviço de Deus
  • 48.
    Atitude resultante: Priorizar: •dignidade; •relacionamentos; •paz deEspírito. Ensinamento (Jesus) relacionado: “Ao que te rogue a túnica cede também a capa”
  • 49.
    Situação: Sente-se injustiçado, desprestigiado. Atitudebaseada no senso comum: Não levar desaforo para casa. Exigir privilégios, vantagens. Princípio base dos valores a serem consultados para o efetivo exercício do livre arbítrio: Indulgência / humildade
  • 50.
    Atitude resultante: •Fazer valeros próprios direitos, com sensatez, sem prejudicar; •Perdoar; •Reconhecer os direitos alheios. Ensinamento (Jesus) relacionado: “Perdoa sempre” “Ora pelos que te perseguem e caluniam”.
  • 52.
    Bem compreendido, massobretudo bem sentido, o Espiritismo leva aos resultados, que caracterizam o verdadeiro Espírita, como o Cristão verdadeiro, pois que um o mesmo é que outro. ESE - Capítulo XVII - Sede perfeitos - Os bons Espíritas
  • 53.
    O Espiritismo nãoinstitui uma nova moral; apenas facilita aos homens a inteligência e a prática da moral do Cristo, facultando fé inabalável e esclarecida aos que duvidam ou vacilam. ESE - Capítulo XVII - Sede perfeitos - Os bons Espíritas
  • 54.
    Reconhece-se o verdadeiroespírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más. Enquanto um se contenta com o seu horizonte limitado, outro, que apreende alguma coisa de melhor, se esforça por desligar-se dele e sempre o consegue, se tem firme a vontade. ESE - Capítulo XVII - Sede perfeitos - Os bons Espíritas
  • 55.
    Obras Básicas daDE (Allan Kardec): • O Livro dos Espíritos; • O Evangelho Segundo o Espiritismo; • O Livro dos Médiuns; • O Céu e o Inferno; • A Gênese. • O Que é Espiritismo; • Obras Póstumas.
  • 56.
    •Chico Xavier; •Divaldo PereiraFranco; •Raul Teixeira; •Yvonne Do Amaral Pereira; •Leon Denis; •Gabriel Delanne;
  • 57.
    •Herculano Pires; •Hermínio Miranda; •Bozzano; •CairbarSchutel; •Deolindo Amorim; •Vinícius; •João Nunes Maia; •etc.
  • 58.
    •Emmanuel; •André Luiz; •Humberto deCampos (Irmão X); •Meimei; •Neio Lúcio; •Bezerra de Menezes;
  • 59.
    •Hilário Silva; •Albino Teixeira; •Joannade Angelis; •Amélia Rodrigues; •Manoel Philomeno de Miranda; •etc.
  • 60.
  • 61.