Relato da Experimentação Pedagógica de Educação Física Adaptada
Dados de Identificação Unidade Escolar:  COLÉGIO ESTADUAL JOHN KENNEDY Município:  SANTA CRUZ DA VITÓRIA  Porte:  PEQUENO  Nível de Ensino:  ENS. MÉDIO
Dados de Identificação Gestora:  CÂNDIDA ALVES DOS SANTOS Professor Responsável:  DANILO SUZANO DE OLIVEIRA
Dados da Experimentação Nome:  EXPERIMENTANDO A EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA Período de realização:  22/03/2010 A 28/05/2010
Detalhamento da Experimentação Objetivos Promover a integração dos alunos com necessidades especiais com a comunidade escolar. Sensibilizar os alunos sobre a inclusão. Vivenciar nos alunos algumas necessidades especiais. Incentivar a participação dos alunos com necessidades especiais nas aulas.
Conhecimentos tratados  Respeito, cooperação, integração.
Descrição da Experimentação Toda a experimentação realizei com os alunos do 3º ano A matutino que possui 33 alunos. As aulas são na segunda-feira com uma aula por semana. Comecei abordando o tema “inclusão” com os alunos, mostrando conceitos através de slides.
Descrição da Experimentação Assistimos os vídeos:  NICKY  ANNE-METTE, HELLEN KELLER  CADEIRANTE FAZER ACROBACIAS E OUTROS Os vídeos que mostram as deficiências, e suas superações. Solicitei a eles que elaborasse uma resenha sobre os vídeos.
Descrição da Experimentação Eles debateram sobre as suas resenhas, para que eles entendesse que as diferentes opiniões pré-formadas deles.  E solicitei a pesquisa sobre as outras várias deficiências, as quais eles explanaram sobre os tipos de deficiências.
Descrição da Experimentação Levei-os a Apae da cidade, onde eles tiveram a oportunidade de conhecer os portadores de deficiências e fazer questionamentos com os profissionais. Eles opinaram sobre a necessidade de simulação de algumas deficiências neles próprios.
Descrição da Experimentação Como planejado, começamos as simulações das deficiências como cegueira, surdez, paraplegia e tetraplegia, sempre utilizando os espaços da escola.  Na simulação da cegueira, vendamos os olhos de alguns alunos e com eles foram feitos atividades de expressão corporal, psicomotricidade (espaço-temporal, auditivas, gustativas, etc), para que eles sentissem na pele, tudo o que os cegos sentem.
 
 
 
Descrição da Experimentação Já para a simulação de surdez, foram feitas atividades com mímicas para que eles tentassem entender o que estavam querendo dizer. Eles também puderam conversar mais com um colega deles que é surdo-mudo e conhecer quais as dificuldades, expectativas dele, através da interprete dele, que é esposa dele. Aproveitaram a oportunidade e pediram noções de Libras.
Descrição da Experimentação Na simulação  de paralisia, eles conseguiram uma cadeira de rodas e alguns experimentaram a situação de não poder andar. E por meio deste, sentiram as dificuldades dos cadeirante, a falta de  acessibilidade, que eles têm que enfrentar todos os dias.
Descrição da Experimentação Houve também a simulação do uso de muletas, também conversaram com um aluno novato que devido a acidente de moto ele esteve alguns meses em coma, e hoje ele se locomove usando muletas, por está em reabilitação.
Descrição da Experimentação Na parte esportiva, começamos a praticar o futebol para cegos, em seguida o goalball.  Utilizamos materiais improvisados, uma bola de futsal dentro de uma sacola plástica.
Descrição da Experimentação Durante as próximas aulas irão participar de outras atividades, e eles já estão pesquisando sobre outros esportes que podem ser adaptados.  E assim continuará durante todo o ano letivo, conhecendo, aprendendo e vivenciando novas situações.
Recursos utilizados Tv Pendrive, pendrive, laboratório de informática, bolas, sacolas plásticas, tiras de pano, fitas adesivas, cadeira de rodas, muletas, etc.
Dificuldades Como a falta de material e espaço adequado, falta de acessibilidade.
Aspectos relevantes Será de grande importância na conscientização e na diminuição da discriminação que os alunos com necessidades especiais sofrem.
Elementos inovadores em destaque Juntamente com essas atividades teremos algumas noções sobre Libras, para a comunicação com o aluno surdo.
Agora veremos a atividade inicial que realizada por eles.

Relato da experimentação pedagógica de

  • 1.
    Relato da ExperimentaçãoPedagógica de Educação Física Adaptada
  • 2.
    Dados de IdentificaçãoUnidade Escolar: COLÉGIO ESTADUAL JOHN KENNEDY Município: SANTA CRUZ DA VITÓRIA Porte: PEQUENO Nível de Ensino: ENS. MÉDIO
  • 3.
    Dados de IdentificaçãoGestora: CÂNDIDA ALVES DOS SANTOS Professor Responsável: DANILO SUZANO DE OLIVEIRA
  • 4.
    Dados da ExperimentaçãoNome: EXPERIMENTANDO A EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA Período de realização: 22/03/2010 A 28/05/2010
  • 5.
    Detalhamento da ExperimentaçãoObjetivos Promover a integração dos alunos com necessidades especiais com a comunidade escolar. Sensibilizar os alunos sobre a inclusão. Vivenciar nos alunos algumas necessidades especiais. Incentivar a participação dos alunos com necessidades especiais nas aulas.
  • 6.
    Conhecimentos tratados Respeito, cooperação, integração.
  • 7.
    Descrição da ExperimentaçãoToda a experimentação realizei com os alunos do 3º ano A matutino que possui 33 alunos. As aulas são na segunda-feira com uma aula por semana. Comecei abordando o tema “inclusão” com os alunos, mostrando conceitos através de slides.
  • 8.
    Descrição da ExperimentaçãoAssistimos os vídeos: NICKY ANNE-METTE, HELLEN KELLER CADEIRANTE FAZER ACROBACIAS E OUTROS Os vídeos que mostram as deficiências, e suas superações. Solicitei a eles que elaborasse uma resenha sobre os vídeos.
  • 9.
    Descrição da ExperimentaçãoEles debateram sobre as suas resenhas, para que eles entendesse que as diferentes opiniões pré-formadas deles. E solicitei a pesquisa sobre as outras várias deficiências, as quais eles explanaram sobre os tipos de deficiências.
  • 10.
    Descrição da ExperimentaçãoLevei-os a Apae da cidade, onde eles tiveram a oportunidade de conhecer os portadores de deficiências e fazer questionamentos com os profissionais. Eles opinaram sobre a necessidade de simulação de algumas deficiências neles próprios.
  • 11.
    Descrição da ExperimentaçãoComo planejado, começamos as simulações das deficiências como cegueira, surdez, paraplegia e tetraplegia, sempre utilizando os espaços da escola. Na simulação da cegueira, vendamos os olhos de alguns alunos e com eles foram feitos atividades de expressão corporal, psicomotricidade (espaço-temporal, auditivas, gustativas, etc), para que eles sentissem na pele, tudo o que os cegos sentem.
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
    Descrição da ExperimentaçãoJá para a simulação de surdez, foram feitas atividades com mímicas para que eles tentassem entender o que estavam querendo dizer. Eles também puderam conversar mais com um colega deles que é surdo-mudo e conhecer quais as dificuldades, expectativas dele, através da interprete dele, que é esposa dele. Aproveitaram a oportunidade e pediram noções de Libras.
  • 16.
    Descrição da ExperimentaçãoNa simulação de paralisia, eles conseguiram uma cadeira de rodas e alguns experimentaram a situação de não poder andar. E por meio deste, sentiram as dificuldades dos cadeirante, a falta de acessibilidade, que eles têm que enfrentar todos os dias.
  • 17.
    Descrição da ExperimentaçãoHouve também a simulação do uso de muletas, também conversaram com um aluno novato que devido a acidente de moto ele esteve alguns meses em coma, e hoje ele se locomove usando muletas, por está em reabilitação.
  • 18.
    Descrição da ExperimentaçãoNa parte esportiva, começamos a praticar o futebol para cegos, em seguida o goalball. Utilizamos materiais improvisados, uma bola de futsal dentro de uma sacola plástica.
  • 19.
    Descrição da ExperimentaçãoDurante as próximas aulas irão participar de outras atividades, e eles já estão pesquisando sobre outros esportes que podem ser adaptados. E assim continuará durante todo o ano letivo, conhecendo, aprendendo e vivenciando novas situações.
  • 20.
    Recursos utilizados TvPendrive, pendrive, laboratório de informática, bolas, sacolas plásticas, tiras de pano, fitas adesivas, cadeira de rodas, muletas, etc.
  • 21.
    Dificuldades Como afalta de material e espaço adequado, falta de acessibilidade.
  • 22.
    Aspectos relevantes Seráde grande importância na conscientização e na diminuição da discriminação que os alunos com necessidades especiais sofrem.
  • 23.
    Elementos inovadores emdestaque Juntamente com essas atividades teremos algumas noções sobre Libras, para a comunicação com o aluno surdo.
  • 24.
    Agora veremos aatividade inicial que realizada por eles.