Reino Monera http://www.cientic.com/tema_procariota.html Filo Schyzophyta  ( Eubacteria) Myxobacterias, Ricketsias   Mycoplasmas Filo Cianophyta  (Archaeobacteria) Halófilas,  Metanogênicas e  Termófilas
Cianobatérias
As Bactérias Caracterização: Indivíduos e colônias Estrutura da célula bacteriana  Reprodução e resistência Diversidade Metabólica Importância  Bactérias Patogênicas
1. Caracterização
Minúsculas e poderosas!!
 
Formas das bactérias
Esporos e células vegetativas
Streptococcus pneumoniae  (diplococcus).  Fluorescencia
Colônias  de bactérias em  meio de cultura
2.  Estrutura Bactérias: os  organismos  celulares mais  simples
A Célula bacteriana pili Cápsula Parede celular Plasmídeos DNA associado ao mesossomo Nucleóide Flagelo Enzimas relacionadas com a respiração, ligadas à face interna da membrana plasmática Mesossomo Citoplasma Ribossomos Membrana plasmática
Estrutura celular de uma bactéria Procarióticas. Todas têm: parede celular glicoprotéica membrana,ribossomos,hialoplasma Estruturas   exclusivas   : plasmídios, mesossomo, pili.
O envelope celular e a identificação de bactérias Gram positivas permanecem coradas pelo cristal violeta durante a lavagem e as Gram negativas não.  Todas as bactérias têm uma membrana plasmática onde ocorre a respiração celular, pois bactérias não possuem mitocôndrias. Envolvendo a membrana plasmática há uma parede celular que é rígida e protege a célula da lise osmótica. Nas bactérias Gram positivas, a camada de peptidoglicano da parede celular é muito mais espessa que aquela das Gram negativas. Gram negativas possuem uma membrana externa adicional. A membrana externa é a principal barreira seletiva em bactérias Gram-negativas. O espaço entre  as membranas interna (membrana plasmática) e externa é denominado espaço periplásmico. As bactérias Gram-negativas armazenam enzimas degradativas no espaço periplásmico .  As Gram positivas não apresentam um espaço periplásmico, contudo secretam exoenzimas e realizam digestão extracelular. A digestão é necessária uma vez que moléculas maiores não podem atravessar a membrana externa (se presente) ou a membrana interna.
Parede celular: método de Gram Bactéria gram-positiva peptidoglicano Membrana plasmática Esquema de bactéria com parte da célula removida.
Parede celular: método de Gram Bactéria gram-negativa Esquema de parte da parede celular e da membrana plasmática de bactéria gram-negativa. Membrana plasmática Camada de peptidoglicano Lipoproteínas Camada lipoprotéica externa, espessa, semelhante à membrana plasmática, com lipopolissacarídeos Parede celular Esquema de bactéria com parte da célula removida.
Flagelos Proteínas, dentre elas a flagelina., projetam-se para fora  a partir  da membrana Eles movem a célula por meio de um movimento rotatório semelhante ao de uma hélice
Pili  ( ou Fímbrias) Filamentos de proteína que se projetam da célula . Envolvidos na conjugação bacteriana  ou Permitem a adesão às superfícies de células epiteliais do hospedeiro durante uma infecção.
Cápsulas e camadas limosas Ataque  ou defesa!
Plasmídeos: DNA para troca!  Estes são compostos por DNA extra-cromossômico, usualmente presentes em múltiplas cópias e freqüentemente codificam fatores de virulência e fatores de resistência a antibióticos. Algumas formas estão envolvidas na replicação bacteriana.
3.Reprodução Bacteriana 1 .Assexuada : Amitose (ou divisão binária)  divisão celular mitótica , muito mais simples! 2. Sexuada:  a)Conjugação: trocam  plasmideos b)Transdução: recebem genes c) Assimilação ou transformação: capturam  DNA do meio
 
Conjugação Plasmídeo DNA bacteriano Ponte citoplasmática Célula “fêmea” Célula “macho” Separação das células Célula “macho” Célula “macho”
 
Transdução O DNA de um fago penetra na célula de uma bactéria. O DNA do fago  integra-se ao DNA da bactéria como um profago. Quando o profago inicia o ciclo lítico, o DNA da bactéria é degradado e novos fagos podem conter algum trecho do DNA da bactéria. A célula bacteriana se rompe e libera muitos fagos, que podem infectar outras células. O fago infecta nova bactéria. Genes de outra bactéria são introduzidos e  integrados ao DNA da bactéria hospedeira. Fago DNA do fago com genes da bactéria
Transformação  Lise celular Quebra do DNA Fragmentos de DNA ligam-se à superfície da célula receptora. O fragmento de DNA é  incorporado à célula receptora. O fragmento de DNA é integrado ao cromossomo da célula receptora. Célula bacteriana Fragmentos de DNA doador Célula bacteriana Célula transformada Molécula de DNA circular
Bacteriófago transportador de genes
Formas de resistência Bacteriana:  a)Esporos : Formas inativas.  Metabolismo zero! b)Troca de informação genética através dos plasmídeos ou assimilação c) Reprodução eficiente e aumento da variabilidade  genética para seleção natural /artificial
Formas de resistência Bacteriana Revestimento: parede celular/cápsula   Esporulação  Troca de informação genética(plasmídeos ou assimilação) Reprodução eficiente e aumentando a variabilidade  genética para seleção natural /artificial.
Endósporos  (esporos) Formas dormentes de uma célula bacteriana  Produzidos por certas espécies de bactérias em situações de escassez de nutrientes .  O esporo é resistente a condições adversas, incluindo altas temperaturas e solventes orgânicos.  O citoplasma do esporo é desidratado e contem dipicolinato de cálcio (ácido dipicolínico )que está envolvido na resistência ao calor.  Endósporos são comumente produzidos pelos gêneros  Bacillus  e  Clostridium . 
Formação de endósporos
esporulação de P. larvae em cultura parece similar àquela de outras bactérias formadoras de endósporos. As células vegetativas (bacilos) têm uma espessa camada de peptidoglicano 
O espesso revestimento do esporo que a diferenciação está completa, mas o endósporo permanece no interior do esporângio. Finalmente, o endósporo é liberado do esporângio. O revestimento interno do esporo consiste de no máximo sete camadas distintas denominadas lamelas .
Esporo imaturo envolvido pela célula-mãe (esporângio).Uma cópia do DNA bacteriano é confinada no interior do esporo em desenvolvimento.O revestimento externo do esporo aparece mais fino e menos eletrodenso que nos esporos maduros. 
4. Diversidade metabólica das Bactérias Fermentação Não usam O2 Respiração usam O2 Heterótrofas Autótrofas Fotossíntese Usam energia da Luz Quimiossíntese Usam a energia química de  reações que provocam Parasitas: instalam –se em seres ainda vivos Decompositoras: usam matéria  de seres mortos
5. Importância ecológica das bactérias HETERÓTROFAS Parasitismo Saprofitismo Mutualismo AUTÓTROFAS Químiossíntese Fotossíntese
Importância ecológica das bactérias HETERÓTROFAS Parasitismo Saprofitismo Mutualismo AUTÓTROFAS Químiossíntese Fotossíntese Doenças Produção de alimentos e medicamentos Decomposição  de resíduos Produção de vitamina K Digestão  e  absorção de alimentos  Digestão de  celulose nos  ruminantes Controle de bactérias  patogênicas na flora intestinal Produção de alimento onde não há luz Ciclo do Nitrogênio Produção de matéria orgânica Ciclagem de  elementos
Usos das bactérias em Biotecnologias Fabricação de alimentos :laticínios  Produção de  medicamentos: transgênicas (ou não) Produção de vitamina K Reciclagemde  elementos no solo. Controle biológico.
TABELA Doença _ causador- intomas_contaminação//prevenção DSTs: Gonorréia  ( Neisseria gonorrheae) Sífilis (  Treponema pallidum ) Cancro mole  ( Hemophyllus ducreiy ) Sistema Respiratório: Tuberculose  ( Mycobacterium tuberculosis) Pneumonia  ( Streptococcus pneumoniae) Coqueluche ( Bordetela pertussis ) Difteria (  Corynebacterium diphteriae ) Antraz(  Bacillus anthracis ) Gastro intestinais Shigeulose ( gênero  Shiguella) Salmonelose( gen Salmonella) Cólera(  Vibrio cholerae ) Febre tifóide(  Salmonella typhii) Cárie  ( Streptococcus mutans ) Sistema circulatório: Febre maculosa (  Ricketsia rickettsii  ) Tifo epidêmico (  Ricketsia typhi ) Tifo endêmico (  Ricketsia prowazekii ) Gangrena(  Clostridium perfringens )
Atuação  dos Antibióticos BACTERIOSTÁTICA: MATERIAL GENÉTICO BLOQUEIA A REPLICAÇÃO OU TRANSCRIÇÃO RIBOSSOMOS BLOQUEIA A SÍNTESE DE PROTEÍNAS Ex: TETRACICLINA, CLORAFENICOL, ZYVOX E SYNERCID BACTERICIDA: MEMBRANA PLASMÁTICA E PAREDE CELULAR INIBE A SÍNTESE –DESTRUIÇÃO RESISTÊNCIA BACTERIANA - ENZIMAS TRANSFERASES  E BETALACTAMASES EX: PENICILINA,CEFALOSPORINA E VANCOMICINA

Reino Monera Para Anglo

  • 1.
    Reino Monera http://www.cientic.com/tema_procariota.htmlFilo Schyzophyta ( Eubacteria) Myxobacterias, Ricketsias Mycoplasmas Filo Cianophyta (Archaeobacteria) Halófilas, Metanogênicas e Termófilas
  • 2.
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    As Bactérias Caracterização:Indivíduos e colônias Estrutura da célula bacteriana Reprodução e resistência Diversidade Metabólica Importância Bactérias Patogênicas
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    Esporos e célulasvegetativas
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    Streptococcus pneumoniae (diplococcus). Fluorescencia
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    Colônias debactérias em meio de cultura
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    2. EstruturaBactérias: os organismos celulares mais simples
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    A Célula bacterianapili Cápsula Parede celular Plasmídeos DNA associado ao mesossomo Nucleóide Flagelo Enzimas relacionadas com a respiração, ligadas à face interna da membrana plasmática Mesossomo Citoplasma Ribossomos Membrana plasmática
  • 13.
    Estrutura celular deuma bactéria Procarióticas. Todas têm: parede celular glicoprotéica membrana,ribossomos,hialoplasma Estruturas exclusivas : plasmídios, mesossomo, pili.
  • 14.
    O envelope celulare a identificação de bactérias Gram positivas permanecem coradas pelo cristal violeta durante a lavagem e as Gram negativas não. Todas as bactérias têm uma membrana plasmática onde ocorre a respiração celular, pois bactérias não possuem mitocôndrias. Envolvendo a membrana plasmática há uma parede celular que é rígida e protege a célula da lise osmótica. Nas bactérias Gram positivas, a camada de peptidoglicano da parede celular é muito mais espessa que aquela das Gram negativas. Gram negativas possuem uma membrana externa adicional. A membrana externa é a principal barreira seletiva em bactérias Gram-negativas. O espaço entre  as membranas interna (membrana plasmática) e externa é denominado espaço periplásmico. As bactérias Gram-negativas armazenam enzimas degradativas no espaço periplásmico . As Gram positivas não apresentam um espaço periplásmico, contudo secretam exoenzimas e realizam digestão extracelular. A digestão é necessária uma vez que moléculas maiores não podem atravessar a membrana externa (se presente) ou a membrana interna.
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    Parede celular: métodode Gram Bactéria gram-positiva peptidoglicano Membrana plasmática Esquema de bactéria com parte da célula removida.
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    Parede celular: métodode Gram Bactéria gram-negativa Esquema de parte da parede celular e da membrana plasmática de bactéria gram-negativa. Membrana plasmática Camada de peptidoglicano Lipoproteínas Camada lipoprotéica externa, espessa, semelhante à membrana plasmática, com lipopolissacarídeos Parede celular Esquema de bactéria com parte da célula removida.
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    Flagelos Proteínas, dentreelas a flagelina., projetam-se para fora a partir da membrana Eles movem a célula por meio de um movimento rotatório semelhante ao de uma hélice
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    Pili (ou Fímbrias) Filamentos de proteína que se projetam da célula . Envolvidos na conjugação bacteriana ou Permitem a adesão às superfícies de células epiteliais do hospedeiro durante uma infecção.
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    Cápsulas e camadaslimosas Ataque ou defesa!
  • 20.
    Plasmídeos: DNA paratroca! Estes são compostos por DNA extra-cromossômico, usualmente presentes em múltiplas cópias e freqüentemente codificam fatores de virulência e fatores de resistência a antibióticos. Algumas formas estão envolvidas na replicação bacteriana.
  • 21.
    3.Reprodução Bacteriana 1.Assexuada : Amitose (ou divisão binária) divisão celular mitótica , muito mais simples! 2. Sexuada: a)Conjugação: trocam plasmideos b)Transdução: recebem genes c) Assimilação ou transformação: capturam DNA do meio
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    Conjugação Plasmídeo DNAbacteriano Ponte citoplasmática Célula “fêmea” Célula “macho” Separação das células Célula “macho” Célula “macho”
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    Transdução O DNAde um fago penetra na célula de uma bactéria. O DNA do fago integra-se ao DNA da bactéria como um profago. Quando o profago inicia o ciclo lítico, o DNA da bactéria é degradado e novos fagos podem conter algum trecho do DNA da bactéria. A célula bacteriana se rompe e libera muitos fagos, que podem infectar outras células. O fago infecta nova bactéria. Genes de outra bactéria são introduzidos e integrados ao DNA da bactéria hospedeira. Fago DNA do fago com genes da bactéria
  • 26.
    Transformação Lisecelular Quebra do DNA Fragmentos de DNA ligam-se à superfície da célula receptora. O fragmento de DNA é incorporado à célula receptora. O fragmento de DNA é integrado ao cromossomo da célula receptora. Célula bacteriana Fragmentos de DNA doador Célula bacteriana Célula transformada Molécula de DNA circular
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    Formas de resistênciaBacteriana: a)Esporos : Formas inativas. Metabolismo zero! b)Troca de informação genética através dos plasmídeos ou assimilação c) Reprodução eficiente e aumento da variabilidade genética para seleção natural /artificial
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    Formas de resistênciaBacteriana Revestimento: parede celular/cápsula Esporulação Troca de informação genética(plasmídeos ou assimilação) Reprodução eficiente e aumentando a variabilidade genética para seleção natural /artificial.
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    Endósporos (esporos)Formas dormentes de uma célula bacteriana Produzidos por certas espécies de bactérias em situações de escassez de nutrientes . O esporo é resistente a condições adversas, incluindo altas temperaturas e solventes orgânicos. O citoplasma do esporo é desidratado e contem dipicolinato de cálcio (ácido dipicolínico )que está envolvido na resistência ao calor. Endósporos são comumente produzidos pelos gêneros Bacillus e Clostridium . 
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    esporulação de P.larvae em cultura parece similar àquela de outras bactérias formadoras de endósporos. As células vegetativas (bacilos) têm uma espessa camada de peptidoglicano 
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    O espesso revestimentodo esporo que a diferenciação está completa, mas o endósporo permanece no interior do esporângio. Finalmente, o endósporo é liberado do esporângio. O revestimento interno do esporo consiste de no máximo sete camadas distintas denominadas lamelas .
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    Esporo imaturo envolvidopela célula-mãe (esporângio).Uma cópia do DNA bacteriano é confinada no interior do esporo em desenvolvimento.O revestimento externo do esporo aparece mais fino e menos eletrodenso que nos esporos maduros. 
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    4. Diversidade metabólicadas Bactérias Fermentação Não usam O2 Respiração usam O2 Heterótrofas Autótrofas Fotossíntese Usam energia da Luz Quimiossíntese Usam a energia química de reações que provocam Parasitas: instalam –se em seres ainda vivos Decompositoras: usam matéria de seres mortos
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    5. Importância ecológicadas bactérias HETERÓTROFAS Parasitismo Saprofitismo Mutualismo AUTÓTROFAS Químiossíntese Fotossíntese
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    Importância ecológica dasbactérias HETERÓTROFAS Parasitismo Saprofitismo Mutualismo AUTÓTROFAS Químiossíntese Fotossíntese Doenças Produção de alimentos e medicamentos Decomposição de resíduos Produção de vitamina K Digestão e absorção de alimentos Digestão de celulose nos ruminantes Controle de bactérias patogênicas na flora intestinal Produção de alimento onde não há luz Ciclo do Nitrogênio Produção de matéria orgânica Ciclagem de elementos
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    Usos das bactériasem Biotecnologias Fabricação de alimentos :laticínios Produção de medicamentos: transgênicas (ou não) Produção de vitamina K Reciclagemde elementos no solo. Controle biológico.
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    TABELA Doença _causador- intomas_contaminação//prevenção DSTs: Gonorréia ( Neisseria gonorrheae) Sífilis ( Treponema pallidum ) Cancro mole ( Hemophyllus ducreiy ) Sistema Respiratório: Tuberculose ( Mycobacterium tuberculosis) Pneumonia ( Streptococcus pneumoniae) Coqueluche ( Bordetela pertussis ) Difteria ( Corynebacterium diphteriae ) Antraz( Bacillus anthracis ) Gastro intestinais Shigeulose ( gênero Shiguella) Salmonelose( gen Salmonella) Cólera( Vibrio cholerae ) Febre tifóide( Salmonella typhii) Cárie ( Streptococcus mutans ) Sistema circulatório: Febre maculosa ( Ricketsia rickettsii ) Tifo epidêmico ( Ricketsia typhi ) Tifo endêmico ( Ricketsia prowazekii ) Gangrena( Clostridium perfringens )
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    Atuação dosAntibióticos BACTERIOSTÁTICA: MATERIAL GENÉTICO BLOQUEIA A REPLICAÇÃO OU TRANSCRIÇÃO RIBOSSOMOS BLOQUEIA A SÍNTESE DE PROTEÍNAS Ex: TETRACICLINA, CLORAFENICOL, ZYVOX E SYNERCID BACTERICIDA: MEMBRANA PLASMÁTICA E PAREDE CELULAR INIBE A SÍNTESE –DESTRUIÇÃO RESISTÊNCIA BACTERIANA - ENZIMAS TRANSFERASES E BETALACTAMASES EX: PENICILINA,CEFALOSPORINA E VANCOMICINA