O documento discute a persistência do preconceito racial, apresentando resultados de testes de percepção infantil sobre bonecas brancas e negras, onde a maioria das crianças ainda associa características positivas às bonecas brancas. Apesar de 55 anos desde o primeiro teste, os resultados indicam que a autoestima das crianças negras se manteve baixa. Além disso, menciona críticas a uma pesquisa similar realizada no Brasil em 2006, que pode ter influenciado as respostas das crianças.