O documento discute o racionalismo na Idade Média e no Renascimento. Durante a Idade Média, a Igreja Católica era a única instituição estável na Europa e ensino se baseava na Bíblia, não no estudo da natureza. No Renascimento, estudos de anatomia humana passaram a se basear em observações de cadáveres, como feito por Andreas Vesalius, que trouxe novas descobertas contradizendo Galeno. A revolução científica estabeleceu novas formas de estudar a natureza.