SlideShare uma empresa Scribd logo
Questão 1
Sobre a linguagem não literária é correto afirmar, exceto:
a) É utilizada,sobretudo,emtextoscujocarátersejaessencialmenteinformativo.
b) Sua principal característicaé a objetividade.
c) Utilizarecursoscomoa conotaçãopara conferiràs palavrassentidosmaisamplosdoque elasrealmente
possuem.
d) Utilizaa linguagemdenotativaparaexpressaroreal significadodaspalavras,semmetáforasoupreocupações
artísticas.
Questão 2
Leia os textos abaixo para responder à questão:
(Texto 1) Descuidar do lixo é sujeira
Diariamente, duas horas antes da chegada do
caminhão da prefeitura, a gerência de uma das
filiais do McDonald’s deposita na calçada
dezenas de sacos plásticos recheados de papelão,
isopor, restos de sanduíches. Isso acaba
propiciando um lamentável banquete de
mendigos. Dezenas deles vão ali revirar o
material e acabam deixando os restos espalhados
pelo calçadão. (Veja São Paulo, 23-29/12/92)
(Texto 2) O bicho
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
(Manuel Bandeira. Em Seleta em prosa e verso.
Rio de Janeiro: J. Olympio/MEC, 1971, p.145)
I. No primeiro texto, publicado por uma revista,
a linguagem predominante é a literária, pois sua
principal função é informar o leitor sobre os
transtornos causados pelos detritos.
II. No segundo texto, do escritor Manuel
Bandeira, a linguagem não literária é
predominante, pois o poeta faz uso de uma
linguagem objetiva para informar o leitor.
III. No texto “Descuidar do lixo é sujeira”, a
intenção é informar sobre o lixo que diariamente
é depositado nas calçadas através de uma
linguagem objetiva e concisa, marca dos textos
não literários.
IV. O texto “O bicho” é construído em versos e
estrofes e apresenta uma linguagem
plurissignificativa, isto é, permeada por
metáforas e simbologias, traços determinantes da
linguagem literária.
Estão corretas as proposições:
a) I, III e IV.
b) III e IV.
c) I, II, III e IV.
d) I e IV.
e) II, III e IV.
Questão 3
Atente-se a uma análise dos exemplos que seguem e, em seguida, destaque quais funções se encontram
neles presentes:
a) De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto,
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento. __________________________________
Vinícius de Morais
b)
_____________________________________
c) Com Natal próximo, importações batem recorde em setembro
Média diária de importações de US$ 844 milhões é a maior desde 2003.
Saldo comercial soma US$ 1,09 bi em setembro e US$ 12,77 bi no ano.
(Fonte: http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/10/com-natal-proximo-importacoes-batem-recorde-
em-setembro.html)
__________________________________________________
d) A ascensorista e o viúvo trataram-se como sempre:
-Tudo bem com você?
- Tudo. E você?
-Tudo bem! _____________________________________
-Ah... Até mais tarde.
-Até mais tarde.
e) Frase é qualquer enunciado linguístico com sentido acabado. ______________________________
Questão 4
(UFSM) Sobre a literatura produzida no primeiro século da vida colonial brasileira, é correto afirmar que:
a) É formada principalmente de poemas narrativos e textos dramáticos que visavam à catequese.
b) É constituída por documentos que informam acerca da terra brasileira e pela literatura jesuítica.
c) Os textos que a constituem apresentam evidente preocupação artística e pedagógica.
d) Descreve com fidelidade e sem idealizações a terra e o homem, ao relatar as condições encontradas no
Novo Mundo.
Questão 5
A famosa “Carta de achamento do Brasil”, mais
conhecida como “A carta de Pero Vaz de
Caminha”, foi o primeiro manuscrito que teve
como objeto a terra recém-descoberta. Nela
encontramos o primeiro registro de nosso país,
feito pelo escrivão do rei de Portugal, Pero Vaz
de Caminha. Podemos inferir, então, a seguinte
intenção dos portugueses:
(a) Objetivavam o resgate de valores e conceitos
sociais brasileiros.
(b) Buscavam descobrir, através da arte, a
história da terra recém-descoberta.
(c) Estavam empenhados em conhecer um pouco
mais sobre a arte brasileira.
(d) Explorar a tão promissora nova terra.
Questão 6
Leia o poema abaixo
AUTOPSICOGRAFIA
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
(...) Fernando Pessoa
O assunto do texto é a poesia, o poeta e o
público. Trata-se, no caso, de poesia lírica, pois:
a) o poema é curto e versa sobre a própria
poesia.
b) um eu exprime suas emoções, ou “finge dor”.
c) o poeta fala de algo ficcional.
d) representa uma voz coletiva.
e) os versos são curtos e rimados.
Questão 7
Partindo-se do pressuposto de que a linguagem é expressa por diferentes sentidos em um dado contexto,
atribua aos exemplos em questão os códigos mencionados:
( D ) denotação
( C ) conotação
a - ( )
Horário de verão começa à meia-noite deste
sábado.
Relógios devem ser adiantados em uma hora no
Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
Expectativa é de redução de 5% na demanda de
energia no horário de pico.
http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/10/horari
o-de-verao-comeca-meia-noite-deste-
sabado.html
b – ( )
Memória
Amar o perdido
deixa confundido
este coração.
Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.
As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão
Mas as coisas findas
muito mais que lindas,
essas ficarão.
Carlos Drummond de Andrade
Questão 8
Leia os fragmentos abaixo para responder à questão:
I.
“A serena, amorosa Primavera,
O doce autor das glórias que consigo,
A Deusa das paixões e de Citera;
Quanto digo, meu bem, quanto não digo,
Tudo em tua presença degenera.
Nada se pode comparar contigo (...)”.
Nada se Pode Comparar Contigo - Bocage
II.
Canta, ó deusa, a cólera de Aquiles, o Pelida
(mortífera!, que tantas dores trouxe aos Aqueus
e tantas almas valentes de heróis lançou no Hades,
ficando seus corpos como presa para cães e aves
de rapina, enquanto se cumpria a vontade de Zeus),
desde o momento em que primeiro se desentenderam
o Atrida, soberano dos homens, e o divino Aquiles.
(Ilíada – Homero)
III.
MADAME CLESSI – Deixa o homem! Como foi que você soube do meu nome?
ALAÍDE – Me lembrei agora! (noutro tom) Ele está-me olhando. (noutro tom, ainda) Foi uma conversa
que eu ouvi quando a gente se mudou. No dia mesmo, entre papai e mamãe. Deixe eu me recordar como
foi...
Já sei! Papai estava dizendo: “O negócio acabava...”
(Escurece o plano da alucinação. Luz no plano da memória. Aparecem pai e mãe de Alaíde.)
PAI (continuando a frase) – “...numa orgia louca.”
MÃE– E tudo isso aqui?
PAI – Aqui, então?!
MÃE– Alaíde e Lúcia morando em casa de Madame Clessi. Com certeza, é no quarto de Alaíde que ela
dormia. O melhor da casa!
PAI – Deixa a mulher! Já morreu!
MÃE– Assassinada. O jornal não deu?
PAI – Deu. Eu ainda não sonhava conhecer você. Foi um crime muito falado. Saiu fotografia.
MÃE– No sótão tem retratos dela, uma mala cheia de roupas. Vou mandar botar fogo em tudo.
PAI – Manda.
Vestido de noiva – NelsonRodrigues
IV.
“ (…) Ele gostava de matar, por seu miúdo regozijo. Nem contava valentias, vivia dizendo que não era
mau. Mas, outra vez, quando um inimigo foi pego, ele mandou: – “Guardem este.” Sei o que foi. Levaram
aquele homem, entre as árvores duma capoeirinha, o pobre ficou lá, nhento, amarrado na estaca. O
Hermógenes não tinha pressa nenhuma, estava sentado, recostado. A gente podia caçar a alegria pior nos
olhos dele. Depois dum tempo, ia lá, sozinho, calmoso? Consumia horas, afiando a faca (...)”.
Grande Sertão: Veredas – João Guimarães Rosa
Os fragmentos acima representam, respectivamente, os seguintes gêneros:
a) épico – lírico – dramático – narrativo.
b) lírico – épico – dramático – narrativo.
c) narrativo – dramático – épico – lírico.
d) lírico – épico – narrativo – dramático.
e) dramático – narrativo – lírico – épico.
Questão 9
“A variação é inerente às línguas, porque as sociedades são divididas em grupos: há os mais jovens e
os mais velhos, os que habitam numa região ou outra, os que têm esta ou aquela profissão, os que são
de uma ou outra classe social e assim por diante. O uso de determinada variedade linguística serve
para marcar a inclusão num desses grupos, dá uma identidade para os seus membros. Aprendemos a
distinguir a variação. Quando alguém começa a falar, sabemos se é de São Paulo, gaúcho, carioca ou
português. Sabemos que certas expressões pertencem à fala dos mais jovens, que determinadas formas
se usam em situação informal, mas não em ocasiões formais. Saber uma língua é ser “poliglota” em
sua própria língua. Saber português não é só aprender regras que só existem numa língua artificial
usada pela escola. As variações não são fáceis ou bonitas, erradas ou certas, deselegantes ou elegantes,
são simplesmente diferentes. Como as línguas são variáveis, elas mudam.”
(FIORIN, José Luiz. “Os Aldrovandos Cantagalos e o preconceito linguístico”. In O direito à fala. A
questão do preconceito linguístico. Florianópolis. Editora Insular, pp. 27, 28, 2002.)
Sobre o texto de José Luiz Fiorin, é incorreto afirmar:
a) As variações linguísticas são próprias da língua e estão alicerçadas nas diversas intenções
comunicacionais.
b) A variedade linguística é um importante elemento de inclusão, além de instrumento de afirmação da
identidade de alguns grupos sociais.
c) O aprendizado da língua portuguesa não deve estar restrito ao ensino das regras.
d) As variedades linguísticas trazem prejuízos à norma-padrão da língua, por isso devem ser evitadas.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Exercícios comentados de interpretação textual
Exercícios comentados de interpretação textualExercícios comentados de interpretação textual
Exercícios comentados de interpretação textual
Seduc/AM
 
Intertextualidade 20-11-2011-expositivas
Intertextualidade 20-11-2011-expositivasIntertextualidade 20-11-2011-expositivas
Intertextualidade 20-11-2011-expositivas
Hélide Maria
 
Figuras de linguagem
Figuras de linguagemFiguras de linguagem
Figuras de linguagem
Zilamar Vieira
 
Exercicios portugues redacao_figuras_de_linguagem
Exercicios portugues redacao_figuras_de_linguagemExercicios portugues redacao_figuras_de_linguagem
Exercicios portugues redacao_figuras_de_linguagem
Maria Gnv
 
Treino substantivo, adjetivo e advérbio
Treino substantivo, adjetivo e advérbioTreino substantivo, adjetivo e advérbio
Treino substantivo, adjetivo e advérbio
Andréa Calazans
 
avaliação de língua portuguesa 3ª A
avaliação de língua portuguesa 3ª A avaliação de língua portuguesa 3ª A
avaliação de língua portuguesa 3ª A
Marcia Oliveira
 
Figuras de linguagem
Figuras de linguagem Figuras de linguagem
Figuras de linguagem
paulomonteiropimpao
 
Atividade denotaçao e conotaçao musica
Atividade denotaçao e conotaçao musicaAtividade denotaçao e conotaçao musica
Atividade denotaçao e conotaçao musica
caroll_rezende
 
Interpretação textual 2
Interpretação textual 2Interpretação textual 2
Interpretação textual 2
Fabricio Souza
 
Intertextualidade
IntertextualidadeIntertextualidade
Intertextualidade
Andréa Costa
 
Língua portuguesa revisão geral E.M.
Língua portuguesa revisão geral E.M.Língua portuguesa revisão geral E.M.
Língua portuguesa revisão geral E.M.
Marcia Oliveira
 
Simulado Enem
Simulado EnemSimulado Enem
Simulado Enem
Walace Cestari
 
Estudos independentes 2 ano
Estudos independentes 2 anoEstudos independentes 2 ano
Estudos independentes 2 ano
Atividades Diversas Cláudia
 
Intertextualidade
IntertextualidadeIntertextualidade
Intertextualidade
Renato Rodrigues
 
Concordância e figura de linguagem
Concordância e figura de linguagemConcordância e figura de linguagem
Concordância e figura de linguagem
NAPNE
 
DenotaçãO E ConotaçãO
DenotaçãO E ConotaçãODenotaçãO E ConotaçãO
Prova internet-pss-i-2010
Prova internet-pss-i-2010Prova internet-pss-i-2010
Prova internet-pss-i-2010
Lucas Ferreira
 
Em intertextualidade
Em intertextualidadeEm intertextualidade
Em intertextualidade
Eduardo Aparecido Ambrozeto
 
Eaof 2015 - simulado 2
Eaof 2015 - simulado 2Eaof 2015 - simulado 2
Eaof 2015 - simulado 2
jasonrplima
 
AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS_7ºano
AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS_7ºanoAVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS_7ºano
AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS_7ºano
SECRET. DA EDUC.ACARAÚ CE
 

Mais procurados (20)

Exercícios comentados de interpretação textual
Exercícios comentados de interpretação textualExercícios comentados de interpretação textual
Exercícios comentados de interpretação textual
 
Intertextualidade 20-11-2011-expositivas
Intertextualidade 20-11-2011-expositivasIntertextualidade 20-11-2011-expositivas
Intertextualidade 20-11-2011-expositivas
 
Figuras de linguagem
Figuras de linguagemFiguras de linguagem
Figuras de linguagem
 
Exercicios portugues redacao_figuras_de_linguagem
Exercicios portugues redacao_figuras_de_linguagemExercicios portugues redacao_figuras_de_linguagem
Exercicios portugues redacao_figuras_de_linguagem
 
Treino substantivo, adjetivo e advérbio
Treino substantivo, adjetivo e advérbioTreino substantivo, adjetivo e advérbio
Treino substantivo, adjetivo e advérbio
 
avaliação de língua portuguesa 3ª A
avaliação de língua portuguesa 3ª A avaliação de língua portuguesa 3ª A
avaliação de língua portuguesa 3ª A
 
Figuras de linguagem
Figuras de linguagem Figuras de linguagem
Figuras de linguagem
 
Atividade denotaçao e conotaçao musica
Atividade denotaçao e conotaçao musicaAtividade denotaçao e conotaçao musica
Atividade denotaçao e conotaçao musica
 
Interpretação textual 2
Interpretação textual 2Interpretação textual 2
Interpretação textual 2
 
Intertextualidade
IntertextualidadeIntertextualidade
Intertextualidade
 
Língua portuguesa revisão geral E.M.
Língua portuguesa revisão geral E.M.Língua portuguesa revisão geral E.M.
Língua portuguesa revisão geral E.M.
 
Simulado Enem
Simulado EnemSimulado Enem
Simulado Enem
 
Estudos independentes 2 ano
Estudos independentes 2 anoEstudos independentes 2 ano
Estudos independentes 2 ano
 
Intertextualidade
IntertextualidadeIntertextualidade
Intertextualidade
 
Concordância e figura de linguagem
Concordância e figura de linguagemConcordância e figura de linguagem
Concordância e figura de linguagem
 
DenotaçãO E ConotaçãO
DenotaçãO E ConotaçãODenotaçãO E ConotaçãO
DenotaçãO E ConotaçãO
 
Prova internet-pss-i-2010
Prova internet-pss-i-2010Prova internet-pss-i-2010
Prova internet-pss-i-2010
 
Em intertextualidade
Em intertextualidadeEm intertextualidade
Em intertextualidade
 
Eaof 2015 - simulado 2
Eaof 2015 - simulado 2Eaof 2015 - simulado 2
Eaof 2015 - simulado 2
 
AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS_7ºano
AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS_7ºanoAVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS_7ºano
AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS_7ºano
 

Semelhante a Prova: funções da linguagem

Prova - Simulado Alvaro Gaudêncio
Prova - Simulado Alvaro Gaudêncio  Prova - Simulado Alvaro Gaudêncio
Prova - Simulado Alvaro Gaudêncio
Lenivaldo Costa
 
5
55
Prova de arte
Prova de arteProva de arte
Prova de arte
ninguemsabenada
 
linguagens para o enem n 3
   linguagens para o  enem n  3   linguagens para o  enem n  3
linguagens para o enem n 3
PATRICIA VIANA
 
Literatura 1º-ano
Literatura 1º-anoLiteratura 1º-ano
Literatura 1º-ano
moisaniel furtado
 
Um estudo breve sobre as questões avaliadas no Enem na área de Linguagens e c...
Um estudo breve sobre as questões avaliadas no Enem na área de Linguagens e c...Um estudo breve sobre as questões avaliadas no Enem na área de Linguagens e c...
Um estudo breve sobre as questões avaliadas no Enem na área de Linguagens e c...
jupaulino
 
Empréstimos Linguísticos
Empréstimos LinguísticosEmpréstimos Linguísticos
Empréstimos Linguísticos
Tainnhysantos
 
AULÃO - TERCEIRO ANO
AULÃO - TERCEIRO ANOAULÃO - TERCEIRO ANO
AULÃO - TERCEIRO ANO
Paulo Alexandre
 
Enem_ lista de exercícios sobre gêneros textuais - Brasil Escola.pdf
Enem_ lista de exercícios sobre gêneros textuais - Brasil Escola.pdfEnem_ lista de exercícios sobre gêneros textuais - Brasil Escola.pdf
Enem_ lista de exercícios sobre gêneros textuais - Brasil Escola.pdf
DENISEGOMESDASILVARI
 
linguagens no enem n. 1
 linguagens no enem n. 1 linguagens no enem n. 1
linguagens no enem n. 1
PATRICIA VIANA
 
Exrciciios
ExrciciiosExrciciios
Exrciciios
Breno Lacerda
 
QUESTÕES DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO.pptx
QUESTÕES DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO.pptxQUESTÕES DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO.pptx
QUESTÕES DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO.pptx
GessinguerRodecz1
 
APOSTILA DE INTERPRETAÇÃO TEXTUAL COM QUESTÕES DE SEMIÓTICA.
APOSTILA DE INTERPRETAÇÃO TEXTUAL COM QUESTÕES DE SEMIÓTICA.APOSTILA DE INTERPRETAÇÃO TEXTUAL COM QUESTÕES DE SEMIÓTICA.
APOSTILA DE INTERPRETAÇÃO TEXTUAL COM QUESTÕES DE SEMIÓTICA.
Antônio Fernandes
 
Modernismo brasil 1ª fase
Modernismo brasil 1ª faseModernismo brasil 1ª fase
Modernismo brasil 1ª fase
rillaryalvesj
 
Revisão literatura - realismo - naturalismo
Revisão   literatura - realismo - naturalismoRevisão   literatura - realismo - naturalismo
Revisão literatura - realismo - naturalismo
jasonrplima
 
Provão 8° ano 1ºsem2016
Provão 8° ano 1ºsem2016Provão 8° ano 1ºsem2016
Provão 8° ano 1ºsem2016
EMEF Guilherme de Almeida
 
01_SAS_ENEM_2021.pdf
01_SAS_ENEM_2021.pdf01_SAS_ENEM_2021.pdf
01_SAS_ENEM_2021.pdf
KATIANEREGINADOSSSIL
 
Revisão para enem 2016
Revisão para enem 2016Revisão para enem 2016
Revisão para enem 2016
Helio de Sant'Anna
 
Prova de validação para o 3º ano
Prova de validação para o 3º anoProva de validação para o 3º ano
Prova de validação para o 3º ano
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ
 
Funcoes da linguagem enem
Funcoes da linguagem   enemFuncoes da linguagem   enem
Funcoes da linguagem enem
Estude Mais
 

Semelhante a Prova: funções da linguagem (20)

Prova - Simulado Alvaro Gaudêncio
Prova - Simulado Alvaro Gaudêncio  Prova - Simulado Alvaro Gaudêncio
Prova - Simulado Alvaro Gaudêncio
 
5
55
5
 
Prova de arte
Prova de arteProva de arte
Prova de arte
 
linguagens para o enem n 3
   linguagens para o  enem n  3   linguagens para o  enem n  3
linguagens para o enem n 3
 
Literatura 1º-ano
Literatura 1º-anoLiteratura 1º-ano
Literatura 1º-ano
 
Um estudo breve sobre as questões avaliadas no Enem na área de Linguagens e c...
Um estudo breve sobre as questões avaliadas no Enem na área de Linguagens e c...Um estudo breve sobre as questões avaliadas no Enem na área de Linguagens e c...
Um estudo breve sobre as questões avaliadas no Enem na área de Linguagens e c...
 
Empréstimos Linguísticos
Empréstimos LinguísticosEmpréstimos Linguísticos
Empréstimos Linguísticos
 
AULÃO - TERCEIRO ANO
AULÃO - TERCEIRO ANOAULÃO - TERCEIRO ANO
AULÃO - TERCEIRO ANO
 
Enem_ lista de exercícios sobre gêneros textuais - Brasil Escola.pdf
Enem_ lista de exercícios sobre gêneros textuais - Brasil Escola.pdfEnem_ lista de exercícios sobre gêneros textuais - Brasil Escola.pdf
Enem_ lista de exercícios sobre gêneros textuais - Brasil Escola.pdf
 
linguagens no enem n. 1
 linguagens no enem n. 1 linguagens no enem n. 1
linguagens no enem n. 1
 
Exrciciios
ExrciciiosExrciciios
Exrciciios
 
QUESTÕES DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO.pptx
QUESTÕES DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO.pptxQUESTÕES DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO.pptx
QUESTÕES DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO.pptx
 
APOSTILA DE INTERPRETAÇÃO TEXTUAL COM QUESTÕES DE SEMIÓTICA.
APOSTILA DE INTERPRETAÇÃO TEXTUAL COM QUESTÕES DE SEMIÓTICA.APOSTILA DE INTERPRETAÇÃO TEXTUAL COM QUESTÕES DE SEMIÓTICA.
APOSTILA DE INTERPRETAÇÃO TEXTUAL COM QUESTÕES DE SEMIÓTICA.
 
Modernismo brasil 1ª fase
Modernismo brasil 1ª faseModernismo brasil 1ª fase
Modernismo brasil 1ª fase
 
Revisão literatura - realismo - naturalismo
Revisão   literatura - realismo - naturalismoRevisão   literatura - realismo - naturalismo
Revisão literatura - realismo - naturalismo
 
Provão 8° ano 1ºsem2016
Provão 8° ano 1ºsem2016Provão 8° ano 1ºsem2016
Provão 8° ano 1ºsem2016
 
01_SAS_ENEM_2021.pdf
01_SAS_ENEM_2021.pdf01_SAS_ENEM_2021.pdf
01_SAS_ENEM_2021.pdf
 
Revisão para enem 2016
Revisão para enem 2016Revisão para enem 2016
Revisão para enem 2016
 
Prova de validação para o 3º ano
Prova de validação para o 3º anoProva de validação para o 3º ano
Prova de validação para o 3º ano
 
Funcoes da linguagem enem
Funcoes da linguagem   enemFuncoes da linguagem   enem
Funcoes da linguagem enem
 

Mais de Marilza Fuentes

Aula1 barroco
Aula1 barrocoAula1 barroco
Aula1 barroco
Marilza Fuentes
 
Texto o homem trocado
Texto o homem trocadoTexto o homem trocado
Texto o homem trocado
Marilza Fuentes
 
Prova: funçoes da linguagem
Prova: funçoes da linguagemProva: funçoes da linguagem
Prova: funçoes da linguagem
Marilza Fuentes
 
Atividade sobre o genero textual relato
Atividade sobre o genero textual relatoAtividade sobre o genero textual relato
Atividade sobre o genero textual relato
Marilza Fuentes
 
Aula os retirantes cândido portinari
Aula  os retirantes cândido portinariAula  os retirantes cândido portinari
Aula os retirantes cândido portinari
Marilza Fuentes
 
Aula os retirantes cândido portinari
Aula  os retirantes cândido portinariAula  os retirantes cândido portinari
Aula os retirantes cândido portinari
Marilza Fuentes
 
Ficha de leitura
Ficha de leituraFicha de leitura
Ficha de leitura
Marilza Fuentes
 
O conto maravilhoso
O conto maravilhosoO conto maravilhoso
O conto maravilhoso
Marilza Fuentes
 

Mais de Marilza Fuentes (8)

Aula1 barroco
Aula1 barrocoAula1 barroco
Aula1 barroco
 
Texto o homem trocado
Texto o homem trocadoTexto o homem trocado
Texto o homem trocado
 
Prova: funçoes da linguagem
Prova: funçoes da linguagemProva: funçoes da linguagem
Prova: funçoes da linguagem
 
Atividade sobre o genero textual relato
Atividade sobre o genero textual relatoAtividade sobre o genero textual relato
Atividade sobre o genero textual relato
 
Aula os retirantes cândido portinari
Aula  os retirantes cândido portinariAula  os retirantes cândido portinari
Aula os retirantes cândido portinari
 
Aula os retirantes cândido portinari
Aula  os retirantes cândido portinariAula  os retirantes cândido portinari
Aula os retirantes cândido portinari
 
Ficha de leitura
Ficha de leituraFicha de leitura
Ficha de leitura
 
O conto maravilhoso
O conto maravilhosoO conto maravilhoso
O conto maravilhoso
 

Último

Intendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdf
Intendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdfIntendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdf
Intendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdf
Falcão Brasil
 
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
Manuais Formação
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Falcão Brasil
 
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdfAPRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
portaladministradores
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
MariaJooSilva58
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Falcão Brasil
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Falcão Brasil
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Falcão Brasil
 
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIALA GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
ArapiracaNoticiasFat
 
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdfP0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
Ceiça Martins Vital
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Falcão Brasil
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Falcão Brasil
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Falcão Brasil
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
valdeci17
 
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
Marcelo Botura
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
Falcão Brasil
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Falcão Brasil
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 

Último (20)

Intendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdf
Intendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdfIntendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdf
Intendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdf
 
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
 
Festa dos Finalistas .
Festa dos Finalistas                    .Festa dos Finalistas                    .
Festa dos Finalistas .
 
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdfAPRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
 
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIALA GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
 
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdfP0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
 
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
 
Elogio da Saudade .
Elogio da Saudade                          .Elogio da Saudade                          .
Elogio da Saudade .
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
 

Prova: funções da linguagem

  • 1. Questão 1 Sobre a linguagem não literária é correto afirmar, exceto: a) É utilizada,sobretudo,emtextoscujocarátersejaessencialmenteinformativo. b) Sua principal característicaé a objetividade. c) Utilizarecursoscomoa conotaçãopara conferiràs palavrassentidosmaisamplosdoque elasrealmente possuem. d) Utilizaa linguagemdenotativaparaexpressaroreal significadodaspalavras,semmetáforasoupreocupações artísticas. Questão 2 Leia os textos abaixo para responder à questão: (Texto 1) Descuidar do lixo é sujeira Diariamente, duas horas antes da chegada do caminhão da prefeitura, a gerência de uma das filiais do McDonald’s deposita na calçada dezenas de sacos plásticos recheados de papelão, isopor, restos de sanduíches. Isso acaba propiciando um lamentável banquete de mendigos. Dezenas deles vão ali revirar o material e acabam deixando os restos espalhados pelo calçadão. (Veja São Paulo, 23-29/12/92) (Texto 2) O bicho Vi ontem um bicho Na imundície do pátio Catando comida entre os detritos. Quando achava alguma coisa, Não examinava nem cheirava: Engolia com voracidade. O bicho não era um cão, Não era um gato, Não era um rato. O bicho, meu Deus, era um homem. (Manuel Bandeira. Em Seleta em prosa e verso. Rio de Janeiro: J. Olympio/MEC, 1971, p.145) I. No primeiro texto, publicado por uma revista, a linguagem predominante é a literária, pois sua principal função é informar o leitor sobre os transtornos causados pelos detritos. II. No segundo texto, do escritor Manuel Bandeira, a linguagem não literária é predominante, pois o poeta faz uso de uma linguagem objetiva para informar o leitor. III. No texto “Descuidar do lixo é sujeira”, a intenção é informar sobre o lixo que diariamente é depositado nas calçadas através de uma linguagem objetiva e concisa, marca dos textos não literários. IV. O texto “O bicho” é construído em versos e estrofes e apresenta uma linguagem plurissignificativa, isto é, permeada por metáforas e simbologias, traços determinantes da linguagem literária. Estão corretas as proposições: a) I, III e IV. b) III e IV. c) I, II, III e IV. d) I e IV. e) II, III e IV. Questão 3 Atente-se a uma análise dos exemplos que seguem e, em seguida, destaque quais funções se encontram neles presentes:
  • 2. a) De tudo ao meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto, Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento. __________________________________ Vinícius de Morais b) _____________________________________ c) Com Natal próximo, importações batem recorde em setembro Média diária de importações de US$ 844 milhões é a maior desde 2003. Saldo comercial soma US$ 1,09 bi em setembro e US$ 12,77 bi no ano. (Fonte: http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/10/com-natal-proximo-importacoes-batem-recorde- em-setembro.html) __________________________________________________ d) A ascensorista e o viúvo trataram-se como sempre: -Tudo bem com você? - Tudo. E você? -Tudo bem! _____________________________________ -Ah... Até mais tarde. -Até mais tarde. e) Frase é qualquer enunciado linguístico com sentido acabado. ______________________________ Questão 4 (UFSM) Sobre a literatura produzida no primeiro século da vida colonial brasileira, é correto afirmar que: a) É formada principalmente de poemas narrativos e textos dramáticos que visavam à catequese. b) É constituída por documentos que informam acerca da terra brasileira e pela literatura jesuítica. c) Os textos que a constituem apresentam evidente preocupação artística e pedagógica. d) Descreve com fidelidade e sem idealizações a terra e o homem, ao relatar as condições encontradas no Novo Mundo. Questão 5 A famosa “Carta de achamento do Brasil”, mais conhecida como “A carta de Pero Vaz de Caminha”, foi o primeiro manuscrito que teve como objeto a terra recém-descoberta. Nela encontramos o primeiro registro de nosso país, feito pelo escrivão do rei de Portugal, Pero Vaz
  • 3. de Caminha. Podemos inferir, então, a seguinte intenção dos portugueses: (a) Objetivavam o resgate de valores e conceitos sociais brasileiros. (b) Buscavam descobrir, através da arte, a história da terra recém-descoberta. (c) Estavam empenhados em conhecer um pouco mais sobre a arte brasileira. (d) Explorar a tão promissora nova terra. Questão 6 Leia o poema abaixo AUTOPSICOGRAFIA O poeta é um fingidor. Finge tão completamente Que chega a fingir que é dor A dor que deveras sente. E os que lêem o que escreve, Na dor lida sentem bem, Não as duas que ele teve, Mas só a que eles não têm. (...) Fernando Pessoa O assunto do texto é a poesia, o poeta e o público. Trata-se, no caso, de poesia lírica, pois: a) o poema é curto e versa sobre a própria poesia. b) um eu exprime suas emoções, ou “finge dor”. c) o poeta fala de algo ficcional. d) representa uma voz coletiva. e) os versos são curtos e rimados. Questão 7 Partindo-se do pressuposto de que a linguagem é expressa por diferentes sentidos em um dado contexto, atribua aos exemplos em questão os códigos mencionados: ( D ) denotação ( C ) conotação a - ( ) Horário de verão começa à meia-noite deste sábado. Relógios devem ser adiantados em uma hora no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Expectativa é de redução de 5% na demanda de energia no horário de pico. http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/10/horari o-de-verao-comeca-meia-noite-deste- sabado.html b – ( ) Memória Amar o perdido deixa confundido este coração. Nada pode o olvido contra o sem sentido apelo do Não. As coisas tangíveis tornam-se insensíveis à palma da mão Mas as coisas findas muito mais que lindas, essas ficarão. Carlos Drummond de Andrade Questão 8
  • 4. Leia os fragmentos abaixo para responder à questão: I. “A serena, amorosa Primavera, O doce autor das glórias que consigo, A Deusa das paixões e de Citera; Quanto digo, meu bem, quanto não digo, Tudo em tua presença degenera. Nada se pode comparar contigo (...)”. Nada se Pode Comparar Contigo - Bocage II. Canta, ó deusa, a cólera de Aquiles, o Pelida (mortífera!, que tantas dores trouxe aos Aqueus e tantas almas valentes de heróis lançou no Hades, ficando seus corpos como presa para cães e aves de rapina, enquanto se cumpria a vontade de Zeus), desde o momento em que primeiro se desentenderam o Atrida, soberano dos homens, e o divino Aquiles. (Ilíada – Homero) III. MADAME CLESSI – Deixa o homem! Como foi que você soube do meu nome? ALAÍDE – Me lembrei agora! (noutro tom) Ele está-me olhando. (noutro tom, ainda) Foi uma conversa que eu ouvi quando a gente se mudou. No dia mesmo, entre papai e mamãe. Deixe eu me recordar como foi... Já sei! Papai estava dizendo: “O negócio acabava...” (Escurece o plano da alucinação. Luz no plano da memória. Aparecem pai e mãe de Alaíde.) PAI (continuando a frase) – “...numa orgia louca.” MÃE– E tudo isso aqui? PAI – Aqui, então?! MÃE– Alaíde e Lúcia morando em casa de Madame Clessi. Com certeza, é no quarto de Alaíde que ela dormia. O melhor da casa! PAI – Deixa a mulher! Já morreu! MÃE– Assassinada. O jornal não deu? PAI – Deu. Eu ainda não sonhava conhecer você. Foi um crime muito falado. Saiu fotografia. MÃE– No sótão tem retratos dela, uma mala cheia de roupas. Vou mandar botar fogo em tudo. PAI – Manda. Vestido de noiva – NelsonRodrigues IV.
  • 5. “ (…) Ele gostava de matar, por seu miúdo regozijo. Nem contava valentias, vivia dizendo que não era mau. Mas, outra vez, quando um inimigo foi pego, ele mandou: – “Guardem este.” Sei o que foi. Levaram aquele homem, entre as árvores duma capoeirinha, o pobre ficou lá, nhento, amarrado na estaca. O Hermógenes não tinha pressa nenhuma, estava sentado, recostado. A gente podia caçar a alegria pior nos olhos dele. Depois dum tempo, ia lá, sozinho, calmoso? Consumia horas, afiando a faca (...)”. Grande Sertão: Veredas – João Guimarães Rosa Os fragmentos acima representam, respectivamente, os seguintes gêneros: a) épico – lírico – dramático – narrativo. b) lírico – épico – dramático – narrativo. c) narrativo – dramático – épico – lírico. d) lírico – épico – narrativo – dramático. e) dramático – narrativo – lírico – épico. Questão 9 “A variação é inerente às línguas, porque as sociedades são divididas em grupos: há os mais jovens e os mais velhos, os que habitam numa região ou outra, os que têm esta ou aquela profissão, os que são de uma ou outra classe social e assim por diante. O uso de determinada variedade linguística serve para marcar a inclusão num desses grupos, dá uma identidade para os seus membros. Aprendemos a distinguir a variação. Quando alguém começa a falar, sabemos se é de São Paulo, gaúcho, carioca ou português. Sabemos que certas expressões pertencem à fala dos mais jovens, que determinadas formas se usam em situação informal, mas não em ocasiões formais. Saber uma língua é ser “poliglota” em sua própria língua. Saber português não é só aprender regras que só existem numa língua artificial usada pela escola. As variações não são fáceis ou bonitas, erradas ou certas, deselegantes ou elegantes, são simplesmente diferentes. Como as línguas são variáveis, elas mudam.” (FIORIN, José Luiz. “Os Aldrovandos Cantagalos e o preconceito linguístico”. In O direito à fala. A questão do preconceito linguístico. Florianópolis. Editora Insular, pp. 27, 28, 2002.) Sobre o texto de José Luiz Fiorin, é incorreto afirmar: a) As variações linguísticas são próprias da língua e estão alicerçadas nas diversas intenções comunicacionais. b) A variedade linguística é um importante elemento de inclusão, além de instrumento de afirmação da identidade de alguns grupos sociais. c) O aprendizado da língua portuguesa não deve estar restrito ao ensino das regras. d) As variedades linguísticas trazem prejuízos à norma-padrão da língua, por isso devem ser evitadas.