POR QUE VIVERMOS
JUNTOS?
1. A IGREJA É MAIS DO QUE UMA
INSTITUIÇÃOFORMAL
A igreja é, ao mesmo
tempo, “família de Deus” e
“corpo de Cristo”.
Efésios 2
19
Assim, já não sois estrangeiros e
peregrinos, mas concidadãos dos
santos, e sois da família de Deus,
Romanos 12
4
Porque assim como num só corpo
temos muitos membros, mas nem todos
os membros têm a mesma função,
5
assim também nós, conquanto muitos,
somos um só corpo em Cristo e
membros uns dos outros,
Isso aponta para dois
fatos importantes. Primeiro,
apesar do cuidado legítimo
com estruturas físicas e
organizacionais, a igreja não
pode ser identificada
meramente com um prédio
ou instituição.
Como grupo social
organizado, ela possui
personalidade jurídica, um
patrimônio e lugar no qual se
reúne para articular os
serviços orientados pela
Escritura. No entanto, todas
essas coisas não são
propriamente “a igreja”.
A palavra grega mais
usada no Novo Testamento e
traduzida por “igreja”
significa, literalmente, uma
assembleia convocada, um
grupo de pessoas agregadas
para adorar, testemunhar e
servir.
Os cristãos se integram
à igreja para servir no poder
do Espírito Santo. A igreja
cresce amadurecendo na sã
doutrina, ao se esforçar pela
unidade, seguindo a verdade
em amor, com cada crente
desempenhando seu serviço
para o benefício dos demais.
2. DEUS DERRAMA GRAÇA NA COMUNHÃO
CRISTÃ
A verdadeira igreja de
Cristo possui três marcas
inconfundíveis:
• Pregação e ensino fiéis das
Escrituras.
• Administração correta dos
dons.
• Exercício bíblico na
comunhão.
Existem, no Novo
Testamento, dezenas de
mandamentos de
reciprocidade. A expressão
“uns aos outros” ocorre 53
vezes na versão Almeida
Revista e Atualizada.
A intenção do Senhor é
estabelecer uma comunidade
de ministração mútua.
Igreja, então, é uma
família que se
relaciona.
João 17
21
a fim de que todos sejam um; e como és
tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também
sejam eles em nós; para que o mundo
creia que tu me enviaste.
22
Eu lhes tenho transmitido a glória que me
tens dado, para que sejam um, como nós o
somos;
23
eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam
aperfeiçoados na unidade, para que o
mundo conheça que tu me enviaste e os
amaste, como também amaste a mim.
Sobre a união dos
irmãos, Deus ordena “a sua
bênção e a vida para sempre”
(Sl 133.3).
Assim sendo, a prática
da mutualidade produz
relacionamentos fraternos
permeada pela graça de
Deus, que inspira e capacita
os cristãos a darem de si
mesmos em favor uns dos
outros.
Em outras palavras, os
cristãos assumem
responsabilidade pelo bem-
estar mútuo, entendendo que
precisam uns dos outros.
Gálatas 6
1
Irmãos, se alguém for surpreendido
nalguma falta, vós, que sois espirituais,
corrigi-o com espírito de brandura; e
guarda-te para que não sejas também
tentado.
2
Levai as cargas uns dos outros e, assim,
cumprireis a lei de Cristo.
Hebreus 10
24
Consideremo-nos também uns aos outros,
para nos estimularmos ao amor e às boas
obras.
25
Não deixemos de congregar-nos, como é
costume de alguns; antes, façamos
admoestações e tanto mais quanto vedes
que o Dia se aproxima.
Hebreus 10
24
Consideremo-nos também uns aos outros,
para nos estimularmos ao amor e às boas
obras.
25
Não deixemos de congregar-nos, como é
costume de alguns; antes, façamos
admoestações e tanto mais quanto vedes
que o Dia se aproxima.
A vida da igreja
proporciona provisão para o
atendimento das
necessidades de seus
membros e frequentadores.
3. A IGREJA APOSTÓLICA REUNIA-SE EM GRUPOS
PEQUENOS
Pelo menos até o período
em que os discípulos eram
considerados um segmento
do judaísmo, eles se reuniam
no templo de Jerusalém e nas
sinagogas (At 2:46; 3:1).
Depois os judeus
perseguiram os crentes em
Jesus, expulsando-os dos
locais de adoração pública.
Os primeiros cristãos
também se reuniam em
residências. Mesmo antes das
perseguições, eles alternavam
entre as reuniões maiores e
os grupos menores. (At. 2:42-
47).
4.OCRESCIMENTO DA IGREJA EXIGEM PASTOREIO
COMPARTILHADO
O trabalho em pequenos
grupos pode se beneficiar da
prática de pastoreio
registrada em Êxodo 18.13-
27.
Moisés não conseguia
atender a todas as demandas
de pastoreio dos israelitas. A
multidão sob seus cuidados
era enorme. A centralização
do pastoreio esgotou tanto
ele quanto o povo.
Sendo assim, Moisés
dividiu o trabalho (Êx 18:21-
22). Isso permitiu que muito
mais fosse feito com menos
esforço.
O trabalho com
pequenos grupos permite aos
crentes amar, testemunhar e
servir de forma diferenciada.
Nos pequenos grupos, cada
membro pode ser
acompanhado ao mesmo
tempo em que cuida de
outros.
Os grupos pequenos
podem contribuir para o
desenvolvimento da
maturidade cristã.
Os grupos pequenos
resgatam a igreja simples.
Eles permitem o
entrelaçamento pessoal e a
possibilidade de os membros
se visitarem e aprofundarem
a experiência de comunhão.
Participar desses
grupos pode significar se
encontrar com os irmãos,
conhecê-los melhor, saber
quais são suas alegrias e
tristezas, enfim, manter acesa
uma chama de amizade
condizente com a proposta do
evangelho.
Por Que Vivermos JUNTOS?

Por Que Vivermos JUNTOS?

  • 2.
  • 3.
    1. A IGREJAÉ MAIS DO QUE UMA INSTITUIÇÃOFORMAL A igreja é, ao mesmo tempo, “família de Deus” e “corpo de Cristo”. Efésios 2 19 Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus,
  • 4.
    Romanos 12 4 Porque assimcomo num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, 5 assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros,
  • 5.
    Isso aponta paradois fatos importantes. Primeiro, apesar do cuidado legítimo com estruturas físicas e organizacionais, a igreja não pode ser identificada meramente com um prédio ou instituição.
  • 6.
    Como grupo social organizado,ela possui personalidade jurídica, um patrimônio e lugar no qual se reúne para articular os serviços orientados pela Escritura. No entanto, todas essas coisas não são propriamente “a igreja”.
  • 7.
    A palavra gregamais usada no Novo Testamento e traduzida por “igreja” significa, literalmente, uma assembleia convocada, um grupo de pessoas agregadas para adorar, testemunhar e servir.
  • 8.
    Os cristãos seintegram à igreja para servir no poder do Espírito Santo. A igreja cresce amadurecendo na sã doutrina, ao se esforçar pela unidade, seguindo a verdade em amor, com cada crente desempenhando seu serviço para o benefício dos demais.
  • 9.
    2. DEUS DERRAMAGRAÇA NA COMUNHÃO CRISTÃ A verdadeira igreja de Cristo possui três marcas inconfundíveis:
  • 10.
    • Pregação eensino fiéis das Escrituras. • Administração correta dos dons. • Exercício bíblico na comunhão.
  • 11.
    Existem, no Novo Testamento,dezenas de mandamentos de reciprocidade. A expressão “uns aos outros” ocorre 53 vezes na versão Almeida Revista e Atualizada.
  • 12.
    A intenção doSenhor é estabelecer uma comunidade de ministração mútua. Igreja, então, é uma família que se relaciona.
  • 13.
    João 17 21 a fimde que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. 22 Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; 23 eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim.
  • 14.
    Sobre a uniãodos irmãos, Deus ordena “a sua bênção e a vida para sempre” (Sl 133.3).
  • 15.
    Assim sendo, aprática da mutualidade produz relacionamentos fraternos permeada pela graça de Deus, que inspira e capacita os cristãos a darem de si mesmos em favor uns dos outros.
  • 16.
    Em outras palavras,os cristãos assumem responsabilidade pelo bem- estar mútuo, entendendo que precisam uns dos outros.
  • 17.
    Gálatas 6 1 Irmãos, sealguém for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi-o com espírito de brandura; e guarda-te para que não sejas também tentado. 2 Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo.
  • 18.
    Hebreus 10 24 Consideremo-nos tambémuns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. 25 Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.
  • 19.
    Hebreus 10 24 Consideremo-nos tambémuns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. 25 Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.
  • 20.
    A vida daigreja proporciona provisão para o atendimento das necessidades de seus membros e frequentadores.
  • 21.
    3. A IGREJAAPOSTÓLICA REUNIA-SE EM GRUPOS PEQUENOS Pelo menos até o período em que os discípulos eram considerados um segmento do judaísmo, eles se reuniam no templo de Jerusalém e nas sinagogas (At 2:46; 3:1).
  • 22.
    Depois os judeus perseguiramos crentes em Jesus, expulsando-os dos locais de adoração pública.
  • 23.
    Os primeiros cristãos tambémse reuniam em residências. Mesmo antes das perseguições, eles alternavam entre as reuniões maiores e os grupos menores. (At. 2:42- 47).
  • 24.
    4.OCRESCIMENTO DA IGREJAEXIGEM PASTOREIO COMPARTILHADO O trabalho em pequenos grupos pode se beneficiar da prática de pastoreio registrada em Êxodo 18.13- 27.
  • 25.
    Moisés não conseguia atendera todas as demandas de pastoreio dos israelitas. A multidão sob seus cuidados era enorme. A centralização do pastoreio esgotou tanto ele quanto o povo.
  • 26.
    Sendo assim, Moisés dividiuo trabalho (Êx 18:21- 22). Isso permitiu que muito mais fosse feito com menos esforço.
  • 27.
    O trabalho com pequenosgrupos permite aos crentes amar, testemunhar e servir de forma diferenciada. Nos pequenos grupos, cada membro pode ser acompanhado ao mesmo tempo em que cuida de outros.
  • 28.
    Os grupos pequenos podemcontribuir para o desenvolvimento da maturidade cristã.
  • 29.
    Os grupos pequenos resgatama igreja simples. Eles permitem o entrelaçamento pessoal e a possibilidade de os membros se visitarem e aprofundarem a experiência de comunhão.
  • 30.
    Participar desses grupos podesignificar se encontrar com os irmãos, conhecê-los melhor, saber quais são suas alegrias e tristezas, enfim, manter acesa uma chama de amizade condizente com a proposta do evangelho.