O documento celebra a festa de Pentecostes, destacando sua evolução de uma festividade agrícola para a celebração da aliança e da efusão do Espírito Santo na Igreja. Os símbolos do vento e do fogo representam a transformação e o movimento que devem estar presentes na comunidade cristã, promovendo unidade entre todos. O texto também relaciona o Pentecostes à renovação espiritual que ocorre no batismo e na crisma, enfatizando que o Espírito Santo continua a agir na vida dos cristãos.