Nutrição Experimental e Pesquisa em Nutrição  Introdução Eric Liberato Gregório
Objetivo Promover a experimentação animal de forma responsável, como fonte de conhecimento para a sociedade Planejar e executar protocolos experimentais: Seleção do animal adequado Necessidades de nutrientes Preparo de dietas Aspectos éticos
Avanços gerados pela experimentação animal Antes de 1900:  tratamento da raiva, do beribéri; 1900 - 1920 : tratamento da pelagra, raquitismo; 1930 1940:  prevenção do tétano, desenvolvimento de anticoagulantes e de anestésicos 1940 - 1950:  uso de antibióticos, descoberta do fator Rh, prevenção da difteria; 1950 - 1960:  prevenção da poliomielite, descoberta do DNA, desenvolvimento da quimioterapia para tratamento de câncer. 1960 - 1970:  prevenção da rubéola 1970 - 1980:  prevenção do sarampo, tratamento da lepra; 1980 - 1990:  desenvolvimento de anticorpos monoclonais para tratamento de doenças, transplante de órgãos, desenvolvimento de terapia genética
Aspectos legais – O passado É vedado: Praticar ato de abuso ou crueldade Não dar morte rápida, livre de sofrimentos prolongados Decreto n.º 24.645- 1934:  primeiras medidas de proteção aos animais   Lei n.º 6.638- 1979:   a vivissecção não será permitida sem o emprego de anestesia
Aspectos legais atuais – até 2008 Brasil não possui legislação que regule a criação e o uso de animais para a pesquisa e o ensino  Bom-senso de grande parte dos pesquisadores Comitês de ética – obrigatórios!
 
Experimentação em Humanos Por quê?   “ Melhor modelo de um gato é um gato, se possível o mesmo gato.” Quando?   Experimentos pouco invasivos e que não representem riscos potenciais ao indivíduo. A observação de resultados oferecidos pelos animais é muito limitada...
Quando e por que usar animais? Experimentos invasivos Maior controle das condições experimentais Menor custo EUA: experimentação animal contribuiu para aumento na expectativa de vida de 25 anos desde 1900  Usem  Humanos!
Diferenças entre humanos e roedores Metabolismo mais acelerado Necessidades nutricionais variadas Vitamina C e aminoácidos Desenvolvimento mais rápido Hábitos noturnos Cropofagia
Dor apenas em experimentos que estudem dor Limiar de dor por pressão na pata E como testar um novo analgésico?
Eutanásia Éter (crônico) Imobilizantes Sobrecarga de anestésico Guilhotina Decapitação Descarte adequado
Sexto Código de Ética Médica brasileiro  (13 abril 2010) Caráter anti-ético da  distanásia prolongamento artificial do processo de morte, com sofrimento do doente, sem perspectiva de cura ou melhora. veda ao médico “manter vínculo de qualquer natureza com pesquisas médicas, envolvendo seres humanos, que usem  placebo  em seus experimentos, quando houver tratamento eficaz e efetivo para a doença pesquisada
O outro extremo
 
 
Holocaust Memorial Large – Miami - EUA
“ ... em reconhecimento à imensa quantidade de cães sacrificados nas pesquisas biológicas para se descobrir a insulina, cada criança deveria criar e cuidar de um cão.” (Bayliss)

Pne aula 1 - intro + ética

  • 1.
    Nutrição Experimental ePesquisa em Nutrição Introdução Eric Liberato Gregório
  • 2.
    Objetivo Promover aexperimentação animal de forma responsável, como fonte de conhecimento para a sociedade Planejar e executar protocolos experimentais: Seleção do animal adequado Necessidades de nutrientes Preparo de dietas Aspectos éticos
  • 3.
    Avanços gerados pelaexperimentação animal Antes de 1900: tratamento da raiva, do beribéri; 1900 - 1920 : tratamento da pelagra, raquitismo; 1930 1940: prevenção do tétano, desenvolvimento de anticoagulantes e de anestésicos 1940 - 1950: uso de antibióticos, descoberta do fator Rh, prevenção da difteria; 1950 - 1960: prevenção da poliomielite, descoberta do DNA, desenvolvimento da quimioterapia para tratamento de câncer. 1960 - 1970: prevenção da rubéola 1970 - 1980: prevenção do sarampo, tratamento da lepra; 1980 - 1990: desenvolvimento de anticorpos monoclonais para tratamento de doenças, transplante de órgãos, desenvolvimento de terapia genética
  • 4.
    Aspectos legais –O passado É vedado: Praticar ato de abuso ou crueldade Não dar morte rápida, livre de sofrimentos prolongados Decreto n.º 24.645- 1934: primeiras medidas de proteção aos animais Lei n.º 6.638- 1979: a vivissecção não será permitida sem o emprego de anestesia
  • 5.
    Aspectos legais atuais– até 2008 Brasil não possui legislação que regule a criação e o uso de animais para a pesquisa e o ensino  Bom-senso de grande parte dos pesquisadores Comitês de ética – obrigatórios!
  • 6.
  • 7.
    Experimentação em HumanosPor quê? “ Melhor modelo de um gato é um gato, se possível o mesmo gato.” Quando? Experimentos pouco invasivos e que não representem riscos potenciais ao indivíduo. A observação de resultados oferecidos pelos animais é muito limitada...
  • 8.
    Quando e porque usar animais? Experimentos invasivos Maior controle das condições experimentais Menor custo EUA: experimentação animal contribuiu para aumento na expectativa de vida de 25 anos desde 1900 Usem Humanos!
  • 9.
    Diferenças entre humanose roedores Metabolismo mais acelerado Necessidades nutricionais variadas Vitamina C e aminoácidos Desenvolvimento mais rápido Hábitos noturnos Cropofagia
  • 10.
    Dor apenas emexperimentos que estudem dor Limiar de dor por pressão na pata E como testar um novo analgésico?
  • 11.
    Eutanásia Éter (crônico)Imobilizantes Sobrecarga de anestésico Guilhotina Decapitação Descarte adequado
  • 12.
    Sexto Código deÉtica Médica brasileiro (13 abril 2010) Caráter anti-ético da distanásia prolongamento artificial do processo de morte, com sofrimento do doente, sem perspectiva de cura ou melhora. veda ao médico “manter vínculo de qualquer natureza com pesquisas médicas, envolvendo seres humanos, que usem placebo em seus experimentos, quando houver tratamento eficaz e efetivo para a doença pesquisada
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
    Holocaust Memorial Large– Miami - EUA
  • 17.
    “ ... emreconhecimento à imensa quantidade de cães sacrificados nas pesquisas biológicas para se descobrir a insulina, cada criança deveria criar e cuidar de um cão.” (Bayliss)