A INSTRUMENTALIDADE DO SERVIÇO
SOCIAL-YOLANDA GUERRA
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O fazer profissional é complexo e
contraditório são redefinidos ao processo
histórico da profissão.
Introdução
No Brasil, seu marco de
transformação foi no
Movimento de reconceituação:
as particularidades
sóciopolíticas e econômicas do
capitalismo brasileiro.
A reconceituação trouxe críticas como a negação do
passado histórico da profissão e subestimo a
necessidade de intervenção em relação a teoria.
Com a aproximação do serviço
social com o marxismo as
preocupações foram além da
prática profissional,analisando a
conjuntura do fato.
Por outro lado a crítica do
afastamento das práticas
profissionais por uma solução
mágica de transformação social
,cai no equívoco do
militantismo político-partidário
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Campo de atuação adverso:
Baixos salários;
Falta de recursos;
Burocratização;
Descontinuidade da política econômica( questão social é fragmentada)
Introdução
É consenso que a pós reconceituação criou
um aprofundamento teórico metodológico,
em detrimento da prática profissional uma
dicotomia entre teoria e prática.
Dicotomia:modalidade de
classificação em que cada uma
das divisões e subdivisões
contém apenas dois termos.
No campo da intervenção
profissional do assistente
social há o lado pragmático e
do outro lado o reformismo
conservador.
Proposta teórico-
metodológica marxiana:
"intenção de ruptura"
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Método dialético de análise da
realidade
Introdução
Teoria não se confunde com o método!
Ela ajuda a entender as contradições dos
fenômenos.
Entre o conhecimento e a ação há
mediações de diferentes
naturezas -as lógicas marxianas.
O que precede a discussão de instrumentos e técnicas
para a ação profissional é sua instrumentalidade.
Precisamos compreender:
Para que? (para que, onde e
quando fazer)
e analisar as consequências no
nível "mediato".
Nível mediato: falsa
dicotomia entre teoria e
prática.
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Introdução
O Serviço Social possui diversas
racionalidades com diferentes níveis e
graus de abrangência com caráter
interventivo.
Modo de ser e de se
desenvolver da profissão com
suas particularidades
compreendidas pela razão.
Assistentes sociais utilizam a racionalidade
objetiva na intervenção da questão social. As
racionalidades são eixo articulador entre teorias e
práticas.
A instrumentalidade do serviço social é um
campo cheio de mediações que não foram
suficientemente discutidos em seu campo de
atuação.
A historicidade dos processos sociais é
construída no movimento do ser.
Se há várias racionalidades no Serviço Social,
porque sua intervenção, de um modo geral,
vem a ser pragmática, repetitiva e
imediatista?
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Nos faz entender os processos
sociais inseridos no contexto do
sistema capitalista.
Cap I- Razão e
modernidade
As ações instrumentais são respostas nos
espaços sócio-institucionais da ordem capitalista
dos monopólios.
Inseridas no campo da mediações
nos quais racionalidade e ações
instrumentais se processam.
O conhecimento pela razão
incorporou elementos do senso
comum (das ações cotidianas) e
refigura pelo pensamento.
Razão
Forma de compreensão do real
A racionalidade incorpora a
instrumentalidade.
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Duas formas de pensamento que sustentam o pensamento filosófico da modernidade:
O sistema ético- filosófico kantiano
Distingue entendimento como
atitude espontânea da mente.
E a razão como organizadora
das representações do
múltiplo e dá lhes uma forma
moral.
Age de tal modo a utilizar a natureza e as
pessoas como fim e nunca como meio. Isso
significa que há uma obrigação moral de
não usar as pessoas como meio para que
se consiga algo.
e a Filosofia especulativa de Hegel
Para Kant a filosofia é a
ciência que contêm os
princípios do conhecimento.
Conhecimento pode vir da
experiência.
Cap I- Razão e
modernidade
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Duas formas de pensamento que sustentam o pensamento filosófico da modernidade:
O sistema ético- filosófico kantiano
Pode-se falar, assim, do espírito subjetivo, que seria
a vida mental de alguém, ou do espírito objetivo,
que seria a manifestação das produções intelectuais
de uma coletividade, por exemplo, a moralidade ou
o direito.
Além disso, sua forma de analisar se
constituía da seguinte forma: TESE, que é a
ideia formada pela maioria, ANTÍTESE, que
contraria a ideia da tese e a SÍNTESE, que
representa aspectos da tese juntos ao da
antítese, superando a contradição e
definindo uma conclusão.
Para o filósofo alemão Hegel, a
dialética se dava sem a observação
empírica dos fatos, só por meio do
ponto de vista histórico e dedutivo
dos textos que havia lido e
interpretado.
e a Filosofia especulativa de Hegel
Supõe uma relação entre
sujeito e objeto no processo de
conhecimento.
Cap I- Razão e
modernidade
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Durkheim ( 1858-1917) foi uma das figuras mais
expressivas do positivismo.
Analisa a conduta humana
como se analisa os fenômenos
da natureza.
Tem os "fatos sociais" como objetos de seus
estudos.
As instituições sociais
(Estado, família e
direito)produzem e
reproduzem formas de ser
coletivas.
Toma como investigação um grupo
de fenômenos, a sociedade é um
organismo que tem suas funções.
O progresso, as mudanças e/ou
transformações sociais resultam de causas
naturais.
Cap I- Razão e
modernidade
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A sociologia é necessária para a superação do estado de
anomia da sociedade quanto a justificação da ordem
capitalista.
Durkheim combina racionalismo das formações
capitalistas com valores e princípios morais.
Capitalismo como fato social, decorrência
natural do progresso.
Anomia é o estado de falta de
objetivos e perda da identidade
provocado pelas intensas
transformações do mundo
moderno.
Propõe formas de coação
e disciplina.
Cap I- Razão e
modernidade
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Wilhelm Dilthey (1833-1911) foi um filósofo
historicista alemão que deixou importante
contribuição para a metodologia das Ciências
Humanas.
Dilthey fazia parte de uma corrente de
pensadores que defendiam que o estudo
da vida social de homens não deveria
adotar os mesmos parâmetros das
ciências naturais, pois inviabilizariam o
que é, de fato, humano e singular no
homem, ou seja, a sua individualidade.
Herdeiro de um movimento que se
levantou como reação crítica da
teoria positivista do conhecimento,
aceita nas ciências sociais datada
de meados do século XIX.
Há uma identificação total
entre o sujeito e o objeto do
conhecimento, ambos
pertencem ao mesmo
universo cultural e histórico.
Há uma unidade entre juízos
de valor e juízos de fato.
Um juízo de fato é uma afirmação que
se propõe a retratar ou descrever
algum aspecto da realidade. Se digo
“Marcelo tem 70 quilos” ou “existem
onças nas florestas brasileiras” estou
fazendo um juízo dessa natureza.
Um juízo de valor, por outro lado, não
pretende descrever um aspecto da
realidade, mas avaliar esse aspecto
como bom ou ruim. Se afirmo que “Marcelo
é uma pessoa boa”, não estou fazendo uma
descrição, estou avaliando o
comportamento dessa pessoa.
Cap I- Razão e
modernidade
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A partir de 1970
Segundo Marx é a singularidade
do objeto que determina o
encaminhamento metodológico.
Estabelecendo a distinção entre
os métodos de conhecimento
aplicado a natureza e à
sociedade.
Tradição marxista reconhece nas formas de
agir e pensar dos homens que correspondem
aos pontos de vista das classes sociais.
Escola de Frankfurt propõe uma reflexão
sobre a utilização das ciência se das técnicas
a serviço do capital, quanto ao mito da
neutralidade no processo de conhecimento.
Crise de paradigmas
Passam a concorrer na
comunidade científica
teorias e metodologias
de diferentes vínculos.
Cap I- Razão e
modernidade Ao ascender o poder a burguesia
cria o mundo a sua imagem e
semelhança, cujo paradigma tem
na atividade seu fundamento e
meio de realização.
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O paradigma ocorre quando
uma ciência se encontra
madura, um conjunto de leis,
regras, princípios e
instrumentos são aceitos
nas comunidades científicas.
Criando uma hegemonia.
Cap II- Racionalidade
do capitalismo e Serviço
Social
Thomas Kuhn no seu livro "Teoria das revoluções
científicas" analisa sobre os processos de formação
e transformação das teorias científicas.
O cientista encontra-se condicionado
pelos paradigmas, ainda que não se
tenha consciência deles.
O acumulo de problemas ainda não
resolvidos, cuja relevância possa
comprometer a funcionalidade da
ciência normal, que impõe a mudança
de paradigma.
Reconhece a influencia dos valores no
encaminhamento da pesquisa
científica.
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Cap II- Racionalidade
do capitalismo e Serviço
Social
Kuhn vincula-se a fatores externos
(sociológicos e psicológicos, para
eles as ciências sociais são pré-
paradigmáticas.
Não há um conjunto teórico
metodológico consensual.
Para corrente do positivismo os fatores
externos são negligenciáveis. Ciências sociais
e naturais, partilham a mesma
fundamentação. O modelo de explicação é
único.
Na concepção marxiana a relação
entre natureza e sociedade encontra-
se mediada pelo processo de trabalho.
Marx concebe uma única ciência que abarca ao
mesmo tempo natureza e sociedade: a ciência da
história. A própria história é uma parte real da
história natural.
O primeiro ato humano se efetiva na
relação homem natureza
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A lógica de constituição das
políticas sociais nega qualquer
componente distributivista.
Espaço do Assistente social que
encontra no Estado seu
empregador mais acessível.
Visão de totalidade das políticas sociais;
Exige a adoção de procedimentos instrumentais;
Exige que seja acionados determinados níveis de razão que
resultam no controle de vida privada dosusuários dos
serviços.
Cap II- Racionalidade
do capitalismo e Serviço
Social
As políticas sociais públicas/privadas são
sínteses de elementos contraditórios que
envolvem interesses antagônicos mediados
pelo Estado.
O Estado profissionaliza práticas
profissionais especializadas para
atuarem basicamente em 02
níveis: planejamento e
implementação.
Intervenção do Assistente Social:
A assistência social aparece transformada
em fornecedor eficiente de serviços sociais
dos segmentos mais vulneráveis.
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A tomar a assistência social como direito, passa a se
constituir num ideal a ser alcançado, daí, a solução da
exploração da grande maioria da população brasileira,
passa pela reforma, organização juridico-políticas e
burocráticas do Estado burguês e não pela supressão da
estrutura do Estado Capitalista.
Cap II- Racionalidade
do capitalismo e Serviço
Social
Daí decorre o discurso do
resgate da cidadania pela via
das políticas públicas sociais,
tornar a questão social das
contradições de classe um
problema do Estado.
Para entender a instrumentalidade do serviço
social, é necessário entender as racionalidades
da profissão, tanto no nível da intervenção
quanto das elaborações teóricas.
A racionalidade do capitalismo no
contexto da produção e reprodução das
relações sociais alterando suas formas de
controle da classe trabalhadora ,
absorvendo a sua demanda.
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Tais demandas convertem-se em
requisições profissionais cujo
atendimento requer um certo
nível de racionalidade.
Cap II- Racionalidade
do capitalismo e Serviço
Social
As demandas das classes sociais põem e repõem objetos
para o serviço social.
e de uma parte, limitam e
determinam as funções profissionais
de outro.
O assistente social acaba por
reduzir sua intervenção ao
atendimento imediato da
demanda, mas que permitam
responder as necessidades
prático-materiais do cotidiano
profissional.
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O serviço social tem um modo especial de
instrumentalizar sua racionalidade. No qual não se
realizam sem instrumentos técnicos, políticos e teóricos,
tampouco sem uma direção finalística e pressupostos
éticos que incorporam o projeto profissional.
Cap II- Racionalidade
do capitalismo e Serviço
Social
Assim, a instrumentalidade do serviço
social não se limita ao exercício de
atividades imediatas.
Há várias racionalidades se
confrontando na profissão e
expressam-se em diferentes
formas de agir e pensar dos
profissionais frente à
realidade.
Considerando a contradição, como o
fundamento ontológico da realidade, a
racionalidade capaz de compreende-la
tem que partir dessa base.
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  • 1.
    A INSTRUMENTALIDADE DOSERVIÇO SOCIAL-YOLANDA GUERRA Em mapas mentais W W W . M A P A S M E N T A I S S O C I A L . C O M Licenciado para - Erika Teixeira de Oliveira - 62133845372 - Protegido por Eduzz.com
  • 2.
    Mapas Mentais Social Visite:mapasmentaissocial.com @mapasmentaissocial (85)9 91480581 dani@mapasmentaissocial.com Licenciado para - Erika Teixeira de Oliveira - 62133845372 - Protegido por Eduzz.com
  • 3.
    O fazer profissionalé complexo e contraditório são redefinidos ao processo histórico da profissão. Introdução No Brasil, seu marco de transformação foi no Movimento de reconceituação: as particularidades sóciopolíticas e econômicas do capitalismo brasileiro. A reconceituação trouxe críticas como a negação do passado histórico da profissão e subestimo a necessidade de intervenção em relação a teoria. Com a aproximação do serviço social com o marxismo as preocupações foram além da prática profissional,analisando a conjuntura do fato. Por outro lado a crítica do afastamento das práticas profissionais por uma solução mágica de transformação social ,cai no equívoco do militantismo político-partidário Licenciado para - Erika Teixeira de Oliveira - 62133845372 - Protegido por Eduzz.com
  • 4.
    Campo de atuaçãoadverso: Baixos salários; Falta de recursos; Burocratização; Descontinuidade da política econômica( questão social é fragmentada) Introdução É consenso que a pós reconceituação criou um aprofundamento teórico metodológico, em detrimento da prática profissional uma dicotomia entre teoria e prática. Dicotomia:modalidade de classificação em que cada uma das divisões e subdivisões contém apenas dois termos. No campo da intervenção profissional do assistente social há o lado pragmático e do outro lado o reformismo conservador. Proposta teórico- metodológica marxiana: "intenção de ruptura" Licenciado para - Erika Teixeira de Oliveira - 62133845372 - Protegido por Eduzz.com
  • 5.
    Método dialético deanálise da realidade Introdução Teoria não se confunde com o método! Ela ajuda a entender as contradições dos fenômenos. Entre o conhecimento e a ação há mediações de diferentes naturezas -as lógicas marxianas. O que precede a discussão de instrumentos e técnicas para a ação profissional é sua instrumentalidade. Precisamos compreender: Para que? (para que, onde e quando fazer) e analisar as consequências no nível "mediato". Nível mediato: falsa dicotomia entre teoria e prática. Licenciado para - Erika Teixeira de Oliveira - 62133845372 - Protegido por Eduzz.com
  • 6.
    Introdução O Serviço Socialpossui diversas racionalidades com diferentes níveis e graus de abrangência com caráter interventivo. Modo de ser e de se desenvolver da profissão com suas particularidades compreendidas pela razão. Assistentes sociais utilizam a racionalidade objetiva na intervenção da questão social. As racionalidades são eixo articulador entre teorias e práticas. A instrumentalidade do serviço social é um campo cheio de mediações que não foram suficientemente discutidos em seu campo de atuação. A historicidade dos processos sociais é construída no movimento do ser. Se há várias racionalidades no Serviço Social, porque sua intervenção, de um modo geral, vem a ser pragmática, repetitiva e imediatista? Licenciado para - Erika Teixeira de Oliveira - 62133845372 - Protegido por Eduzz.com
  • 7.
    Nos faz entenderos processos sociais inseridos no contexto do sistema capitalista. Cap I- Razão e modernidade As ações instrumentais são respostas nos espaços sócio-institucionais da ordem capitalista dos monopólios. Inseridas no campo da mediações nos quais racionalidade e ações instrumentais se processam. O conhecimento pela razão incorporou elementos do senso comum (das ações cotidianas) e refigura pelo pensamento. Razão Forma de compreensão do real A racionalidade incorpora a instrumentalidade. Licenciado para - Erika Teixeira de Oliveira - 62133845372 - Protegido por Eduzz.com
  • 8.
    Duas formas depensamento que sustentam o pensamento filosófico da modernidade: O sistema ético- filosófico kantiano Distingue entendimento como atitude espontânea da mente. E a razão como organizadora das representações do múltiplo e dá lhes uma forma moral. Age de tal modo a utilizar a natureza e as pessoas como fim e nunca como meio. Isso significa que há uma obrigação moral de não usar as pessoas como meio para que se consiga algo. e a Filosofia especulativa de Hegel Para Kant a filosofia é a ciência que contêm os princípios do conhecimento. Conhecimento pode vir da experiência. Cap I- Razão e modernidade Licenciado para - Erika Teixeira de Oliveira - 62133845372 - Protegido por Eduzz.com
  • 9.
    Duas formas depensamento que sustentam o pensamento filosófico da modernidade: O sistema ético- filosófico kantiano Pode-se falar, assim, do espírito subjetivo, que seria a vida mental de alguém, ou do espírito objetivo, que seria a manifestação das produções intelectuais de uma coletividade, por exemplo, a moralidade ou o direito. Além disso, sua forma de analisar se constituía da seguinte forma: TESE, que é a ideia formada pela maioria, ANTÍTESE, que contraria a ideia da tese e a SÍNTESE, que representa aspectos da tese juntos ao da antítese, superando a contradição e definindo uma conclusão. Para o filósofo alemão Hegel, a dialética se dava sem a observação empírica dos fatos, só por meio do ponto de vista histórico e dedutivo dos textos que havia lido e interpretado. e a Filosofia especulativa de Hegel Supõe uma relação entre sujeito e objeto no processo de conhecimento. Cap I- Razão e modernidade Licenciado para - Erika Teixeira de Oliveira - 62133845372 - Protegido por Eduzz.com
  • 10.
    Durkheim ( 1858-1917)foi uma das figuras mais expressivas do positivismo. Analisa a conduta humana como se analisa os fenômenos da natureza. Tem os "fatos sociais" como objetos de seus estudos. As instituições sociais (Estado, família e direito)produzem e reproduzem formas de ser coletivas. Toma como investigação um grupo de fenômenos, a sociedade é um organismo que tem suas funções. O progresso, as mudanças e/ou transformações sociais resultam de causas naturais. Cap I- Razão e modernidade Licenciado para - Erika Teixeira de Oliveira - 62133845372 - Protegido por Eduzz.com
  • 11.
    A sociologia énecessária para a superação do estado de anomia da sociedade quanto a justificação da ordem capitalista. Durkheim combina racionalismo das formações capitalistas com valores e princípios morais. Capitalismo como fato social, decorrência natural do progresso. Anomia é o estado de falta de objetivos e perda da identidade provocado pelas intensas transformações do mundo moderno. Propõe formas de coação e disciplina. Cap I- Razão e modernidade Licenciado para - Erika Teixeira de Oliveira - 62133845372 - Protegido por Eduzz.com
  • 12.
    Wilhelm Dilthey (1833-1911)foi um filósofo historicista alemão que deixou importante contribuição para a metodologia das Ciências Humanas. Dilthey fazia parte de uma corrente de pensadores que defendiam que o estudo da vida social de homens não deveria adotar os mesmos parâmetros das ciências naturais, pois inviabilizariam o que é, de fato, humano e singular no homem, ou seja, a sua individualidade. Herdeiro de um movimento que se levantou como reação crítica da teoria positivista do conhecimento, aceita nas ciências sociais datada de meados do século XIX. Há uma identificação total entre o sujeito e o objeto do conhecimento, ambos pertencem ao mesmo universo cultural e histórico. Há uma unidade entre juízos de valor e juízos de fato. Um juízo de fato é uma afirmação que se propõe a retratar ou descrever algum aspecto da realidade. Se digo “Marcelo tem 70 quilos” ou “existem onças nas florestas brasileiras” estou fazendo um juízo dessa natureza. Um juízo de valor, por outro lado, não pretende descrever um aspecto da realidade, mas avaliar esse aspecto como bom ou ruim. Se afirmo que “Marcelo é uma pessoa boa”, não estou fazendo uma descrição, estou avaliando o comportamento dessa pessoa. Cap I- Razão e modernidade Licenciado para - Erika Teixeira de Oliveira - 62133845372 - Protegido por Eduzz.com
  • 13.
    A partir de1970 Segundo Marx é a singularidade do objeto que determina o encaminhamento metodológico. Estabelecendo a distinção entre os métodos de conhecimento aplicado a natureza e à sociedade. Tradição marxista reconhece nas formas de agir e pensar dos homens que correspondem aos pontos de vista das classes sociais. Escola de Frankfurt propõe uma reflexão sobre a utilização das ciência se das técnicas a serviço do capital, quanto ao mito da neutralidade no processo de conhecimento. Crise de paradigmas Passam a concorrer na comunidade científica teorias e metodologias de diferentes vínculos. Cap I- Razão e modernidade Ao ascender o poder a burguesia cria o mundo a sua imagem e semelhança, cujo paradigma tem na atividade seu fundamento e meio de realização. Licenciado para - Erika Teixeira de Oliveira - 62133845372 - Protegido por Eduzz.com
  • 14.
    O paradigma ocorrequando uma ciência se encontra madura, um conjunto de leis, regras, princípios e instrumentos são aceitos nas comunidades científicas. Criando uma hegemonia. Cap II- Racionalidade do capitalismo e Serviço Social Thomas Kuhn no seu livro "Teoria das revoluções científicas" analisa sobre os processos de formação e transformação das teorias científicas. O cientista encontra-se condicionado pelos paradigmas, ainda que não se tenha consciência deles. O acumulo de problemas ainda não resolvidos, cuja relevância possa comprometer a funcionalidade da ciência normal, que impõe a mudança de paradigma. Reconhece a influencia dos valores no encaminhamento da pesquisa científica. Licenciado para - Erika Teixeira de Oliveira - 62133845372 - Protegido por Eduzz.com
  • 15.
    Cap II- Racionalidade docapitalismo e Serviço Social Kuhn vincula-se a fatores externos (sociológicos e psicológicos, para eles as ciências sociais são pré- paradigmáticas. Não há um conjunto teórico metodológico consensual. Para corrente do positivismo os fatores externos são negligenciáveis. Ciências sociais e naturais, partilham a mesma fundamentação. O modelo de explicação é único. Na concepção marxiana a relação entre natureza e sociedade encontra- se mediada pelo processo de trabalho. Marx concebe uma única ciência que abarca ao mesmo tempo natureza e sociedade: a ciência da história. A própria história é uma parte real da história natural. O primeiro ato humano se efetiva na relação homem natureza Licenciado para - Erika Teixeira de Oliveira - 62133845372 - Protegido por Eduzz.com
  • 16.
    A lógica deconstituição das políticas sociais nega qualquer componente distributivista. Espaço do Assistente social que encontra no Estado seu empregador mais acessível. Visão de totalidade das políticas sociais; Exige a adoção de procedimentos instrumentais; Exige que seja acionados determinados níveis de razão que resultam no controle de vida privada dosusuários dos serviços. Cap II- Racionalidade do capitalismo e Serviço Social As políticas sociais públicas/privadas são sínteses de elementos contraditórios que envolvem interesses antagônicos mediados pelo Estado. O Estado profissionaliza práticas profissionais especializadas para atuarem basicamente em 02 níveis: planejamento e implementação. Intervenção do Assistente Social: A assistência social aparece transformada em fornecedor eficiente de serviços sociais dos segmentos mais vulneráveis. Licenciado para - Erika Teixeira de Oliveira - 62133845372 - Protegido por Eduzz.com
  • 17.
    A tomar aassistência social como direito, passa a se constituir num ideal a ser alcançado, daí, a solução da exploração da grande maioria da população brasileira, passa pela reforma, organização juridico-políticas e burocráticas do Estado burguês e não pela supressão da estrutura do Estado Capitalista. Cap II- Racionalidade do capitalismo e Serviço Social Daí decorre o discurso do resgate da cidadania pela via das políticas públicas sociais, tornar a questão social das contradições de classe um problema do Estado. Para entender a instrumentalidade do serviço social, é necessário entender as racionalidades da profissão, tanto no nível da intervenção quanto das elaborações teóricas. A racionalidade do capitalismo no contexto da produção e reprodução das relações sociais alterando suas formas de controle da classe trabalhadora , absorvendo a sua demanda. Licenciado para - Erika Teixeira de Oliveira - 62133845372 - Protegido por Eduzz.com
  • 18.
    Tais demandas convertem-seem requisições profissionais cujo atendimento requer um certo nível de racionalidade. Cap II- Racionalidade do capitalismo e Serviço Social As demandas das classes sociais põem e repõem objetos para o serviço social. e de uma parte, limitam e determinam as funções profissionais de outro. O assistente social acaba por reduzir sua intervenção ao atendimento imediato da demanda, mas que permitam responder as necessidades prático-materiais do cotidiano profissional. Licenciado para - Erika Teixeira de Oliveira - 62133845372 - Protegido por Eduzz.com
  • 19.
    O serviço socialtem um modo especial de instrumentalizar sua racionalidade. No qual não se realizam sem instrumentos técnicos, políticos e teóricos, tampouco sem uma direção finalística e pressupostos éticos que incorporam o projeto profissional. Cap II- Racionalidade do capitalismo e Serviço Social Assim, a instrumentalidade do serviço social não se limita ao exercício de atividades imediatas. Há várias racionalidades se confrontando na profissão e expressam-se em diferentes formas de agir e pensar dos profissionais frente à realidade. Considerando a contradição, como o fundamento ontológico da realidade, a racionalidade capaz de compreende-la tem que partir dessa base. Licenciado para - Erika Teixeira de Oliveira - 62133845372 - Protegido por Eduzz.com
  • 20.
    Mapas Mentais Social Visite:mapasmentaissocial.com @mapasmentaissocial (85)9 91480581 dani@mapasmentaissocial.com Material gratuito Licenciado para - Erika Teixeira de Oliveira - 62133845372 - Protegido por Eduzz.com