Neste documento, o poeta e escritor Paul Valéry expressa seu sentimento ambíguo em relação aos museus. Ele descreve sua visita melancólica ao Louvre, onde se depara com "solidões céreas". Valéry vê o museu como um reduto de "visões mortas" que ofende tanto a visão quanto a inteligência devido à grande quantidade de obras de arte juntas. Ele argumenta que a arquitetura, a "mãe" da pintura e da escultura, está morta, deixando essas artes sem