O documento discute a relação entre o teatro e a cultura, enfatizando a necessidade de uma cultura que reflita a vida e não a separe dela. O autor critica a idolatria da cultura estática e propõe uma cultura dinâmica que se baseia na ação e na identificação com as forças da vida, contrastando isso com a arte ocidental que promove uma visão passiva. Através de exemplos históricos e reflexões filosóficas, argumenta que o verdadeiro teatro deve ser uma manifestação viva, que não se prenda a formas fixas, mas busque a renovação constante da experiência humana.